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terça-feira, 22 de dezembro de 2015 Partidos, Política | 06:00

Cunha testará sua tropa em reunião da CCJ

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

A reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara marcada para esta terça-feira (22), funcionará como um teste de poder para o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que tenta reverter, nesta última semana do ano legislativo, a decisão tomada pelo Conselho de Ética da Casa  de abrir investigação contra Cunha por quebra de decoro parlamentar.

Cunha precisará garantir um quórum de 34 deputados, para que a sessão seja aberta. Na segunda-feira, diante de uma Câmara vazia, os líderes que compareceram à reunião com o presidente se dividiam em apostas.

“Eu só tenho dois deputados aqui. O resto está na praia”, disse o líder o SD, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, ao deixar a reunião.

O presidente da CCJ, deputado Artur Lira (PP-AL), convocou a reunião para as 14h30. “Acho que não vai ter quórum, mas estarei lá”, disse Lira, ao desembarcar na segunda-feira, em Brasília.

Cunha, por sua vez, evitou fazer prognósticos. “Não tenho como saber”. E respondeu irritado: “Não pedi ajuda a ninguém, querida”, disse.

O líder do PSD, deputado Rogério Rosso, que é de Brasília também apostava em um esvaziamento da sessão. “Do meu partido só tem eu e mais dois”. “Acho muito difícil que tenha quórum”.

O mesmo apostou o líder da Rede, deputado Alessandro Molon (RJ).  “Não tem ninguém na Casa”.

Envolvido em denúncias de corrupção, de envolvimento no esquema investigado pela operação Lava Jato, com seu afastamento pedido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, devido às suspeitas de interferência nas investigações, Cunha corre o risco de ver sua tropa de choque se desfazer, apostam parlamentares críticos do presidente da Câmara.

 

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sábado, 19 de dezembro de 2015 Congresso, Sem categoria | 06:00

Como último ato do ano, Cunha tentará anular investigação do Conselho de Ética

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Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) (Agência Brasil)

Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) (Abr)

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), planeja, como último ato de 2015, reverter a decisão tomada pelo Conselho de Ética da Câmara de abrir investigação contra ele, por quebra decoro parlamentar.

A decisão foi tomada no início da semana, com a aprovação do relatório apresentado pelo deputado Marcos Rogério (PDB-RO), pedindo a continuidade do processo, na oitava sessão do conselho destinada a abertura do processo contra Cunha.

Cunha chamou reunião de líderes para a próxima segunda-feira (21) e já arregimentou seus defensores com o objetivo de garantir quorum para deliberação na CCJ.

Para derrubar a decisão do Conselho de Ética, Cunha já conta a disposição do presidente da CCJ, deputado Artur Lira (PP-AL), seu aliado, que criticou a condução do deputado José Carlos Araújo (PSD-SE), dizendo que o Conselho errou ao não conceder vistas aos deputados que formam a tropa de choque do presidente da Câmara.

O recurso contra a decisão do Conselho foi apresentado pelo deputado Carlos Marun (PMDB-MS) e será relatado por Elmar Nascimento (DEM-BA).

A continuidade dos trabalhos legislativos é mais um ato de Cunha com o objetivo de reverter decisões contrárias a ele e reforçam a tese defendida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que, ao pedir o afastamento de Cunha do cargo de deputado, alega que ele usa seu mandato e a posição de presidente da Casa para impedir o andamento das investigações. O pedido feito por Janot só será julgado em fevereiro.

Como estratégia, o Planalto espera não dar quorum na semana que vem, embora a orientação seja para que os deputados aliados estejam em Brasília na semana do Natal. Caso Cunha consiga juntar seus cerca de 200 apoiadores na  Câmara, será necessária uma estratégia rápida para derrubar a proposta diante da presença dos deputados fieis a Cunha.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015 Congresso, Economia, Governo | 17:51

Lindbergh comemora saída de Levy

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Lindbergh Farias (Foto: José Cruz/ABr)

Lindbergh Farias (Foto: José Cruz/ABr)

O senador Lindbergh Farias, (PT-RJ), um dos mais aguerridos críticos da política econômica e do ajuste fiscal implantado no primeiro ano do segundo mandato de Dilma disse ter esperanças na condução do novo ministro Nelson Barbosa

“Eu tenho muita esperança que o novo ministro Nelson Barbosa mude a política econômica. A grande questão no Brasil, hoje, não é fazer ou deixar de fazer um ajuste fiscal. É colocar o Brasil para crescer, proteger os empregos. Eu sempre fui muito crítico ao ministro Joaquim Levy porque eu sabia que esses ajustes fiscais, feitos dessa forma, levavam à recessão econômica”, disse o senador.
“O pior é que, aqui no Brasil, fizemos ajuste e ao mesmo tempo aumentamos a taxa de juros. Era um caminho que não tinha como dar certo.Espero que, com Nelson Barbosa, a gente corrija a política econômica, coloque o Brasil para crescer, proteja os empregos”, disse o senador.
O anúncio sobre a troca será feito por meio de nota a ser divulgada ainda nesta sexta-feira pelo Palácio do Planalto.

 

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Economia, Governo | 17:26

Dilma tenta agradar movimentos sociais e empresários ao nomear Barbosa para a Fazenda

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O governo deverá anunciar daqui a pouco, por meio de nota, a troca na condução da política econômica.

Na Fazenda, sai o ministro Joaquim Levy e entra o atual ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, que deverá ser substituído na pasta pelo atual ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Valdir Simão.

Nelson Barbosa é, por excelência um formulador de políticas públicas sua ida para a Fazenda é um claro sinal de que Dilma decidiu afrouxar um pouco as medidas de ajuste fiscal, marca na gestão de Levy.

Barbosa é também reconhecido por sua habilidade em solucionar problemas nesta área, devido as suas ponderações na relação entre a necessidade de corte e de gastos no campo social.

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Economia, Política | 10:42

Dilma já decidiu pela saída de Levy, mas ainda procura substituto

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Joaquim Levy (Foto: Agência Brasil)

Joaquim Levy (Foto: Agência Brasil)

A saída de Joaquim Levy do Ministério da Fazenda já foi decidida pela presidente Dilma Rousseff, no entanto, ela ainda não definiu quem será seu sucessor. Dois nomes estão sendo analisados mais detidamente pela presidente.

Um deles é o do atual ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, que tem a confiança da presidente e tem um foco mais voltado para a questão de políticas públicas.

Outro nome é o do atual ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto. Mais aceito pelo mercado, Monteiro seria um sinal mais claro do governo sobre a intenção de desenvolver políticas mais voltadas para setor industrial e empresarial.

 

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 13:40

Adiamento de decisão sobre Cunha eleva clima de suspense no Planalto

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dilma-rousseff1-620x450A decisão do ministro Teori Zavascki de deixar para fevereiro a análise do pedido de afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) trouxe um clima de suspense ao governo, que tem todas as atenções voltadas nesta quinta-feira (17) sobre a continuidade do julgamento do rito do impeachment, no Supremo Tribunal Federal (STF).

No Planalto espera-se com ansiedade o voto dos demais ministros, na torcida para que eles revertam o entendimento apresentado pelo relator do processo, ministro Luiz Edson Fachin, que confirmou os procedimentos adotados por Cunha na eleição dos membros que vão compor a comissão especial destinada a analisar a admissibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma.

Caso a tese do relator seja vitoriosa, o governo já avalia que toda articulação para reconduzir seu maior aliado no PMDB, o deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), ao cargo de líder da bancada no partido, pode ter sido trabalho perdido no sentido de garantir votos imediatos contra o impeachment na Câmara.

O governo espera uma nova votação para eleição dos membros da comissão e isso depende do STF. Picciani, como líder, teria a tarefa de novamente indicar nomes governistas do PMDB para a comissão.

O temor do governo é também de que o processo contra Dilma continue correndo, enquanto o de Cunha fica em suspenso. Isso daria aos oposicionistas pelo menos dois meses de articulações com o objetivo de derrubar a presidente, com uma forte articulação de Cunha para isso.

Cunha é alvo de investigação no Supremo por suposta ligação com o esquema de corrupção da Petrobras e acusado de usar o cargo indevidamente. O pedido de afastamento, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi entregue no fim da tarde desta quarta (16). Como o Judiciário entra em recesso a partir da próxima semana, Teori avaliou que não teria tempo hábil para analisar as questões técnicas apresentadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, até esta sexta.

 

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Brasil, Partidos, Política | 11:57

“Nosso clima é amistoso”, diz Picciani, ao ser reconduzido ao cargo de líder do PMDB

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado Leonardo Picciani conseguiu ser reconduzido ao cargo de líder da bancada do PMDB, na Câmara, e disse que vai procurar o vice-presidente Michel Temer com o objetivo de selar um clima de paz no partido.

“Nosso clima é amistoso”, disse o líder à coluna, antes de embarcar para o Rio de Janeiro, depois de uma manhã agitada na Câmara. “Quase tivemos que ir ao cartório registrar as assinaturas”, disse.

Piciani foi destituido do cargo de líder na semana passada, em uma articulação comandada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que contou com apoio da bancada anti-governo e, de acordo com interlocutores, com apoio do próprio vice-presidente da República, Michel Temer.

A articulação para a volta de Picciani ao cargo contou com apoio do Palácio do Planalto.

O lugar de Picciani foi ocupado pelo deputado mineiro Leonardo Quintão, agora destituído do cargo.

Leia também: Leonardo Picciani protocola requerimento para retornar à liderança do PMDB

Câmara rejeita assinaturas de Picciani para voltar à liderança do PMDB

Mesa Diretora exige registro de cartório para que Picciani volte à liderança do PMDB na Câmara

 

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Brasil, Partidos, Política | 11:06

Mesa Diretora exige registro de cartório para que Picciani volte à liderança do PMDB na Câmara

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O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) conseguiu 37 assinaturas para pleitear sua volta à liderança do PMDB da Câmara, e seus aliados foram apresentar a lista à Mesa Diretora a Câmara. Deram de cara com outro obstáculo.

O secretário-geral da Mesa, Sílvio Avelino da Silva, exigiu que o deputado fosse a um cartório para registrar todas as assinaturas antes de dar entrada no recurso.

A barreira causou indignação no grupo apoiador de Picciani e bastante tumulto no órgão, que chegou a ser alvo da Polícia Federal nesta semana. O deputado Hildo Rocha (PMDB-MA) reclamou da atitude dos funcionários. “A propria Mesa está querendo dificultar as coisas”, reclamou o parlamentar.

Integrantes da Operação Lava Jato buscaram na secretaria possíveis provas de manipulação por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, das atividades da Mesa, investigação que resultou no pedido de afastamento de Cunha do cargo de deputado federal, apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

De acordo com ex-coordenadores da Mesa, nunca houve uma atitude como esta em mandatos anteriores. A praxe, segundo funcionários antigos da Mesa, é de deixar a cargo de um funcionário do órgão a tarefa de checar as assinaturas junto aos deputados.

 

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015 Brasil, Política | 18:56

Opositores de Cunha esperam decisão do STF sobre afastamento ainda nesta semana

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O deputado Alessandro Molon, cotado para a Secom (Foto: Divulgação)

O deputado Alessandro Molon (REDE-RJ)

Um dos autores da representação que pede o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do cargo de presidente da Câmara, o deputado Alessandro Molon (REDE-RJ) disse que o grupo espera uma decisão o mais ágil possível do Supremo Tribunal Federal e, se possível, antes do STF entrar no recesso, marcado para ter início na próxima sexta-feira.

“Estamos muito felizes com a decisão do procurador e esperamos que este pedido seja deferido pelo ministro Teori Zavascki o quanto antes, porque já está claro que o presidente Eduardo Cunha está usando do seu poder para que avance o processo contra ele, no Conselho de Ética. Esperamos que  STF  defira o pedido o mais rápido possível porque esta situação para Câmara é insuportável”, disse Molon.

O pedido foi feito pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, no início da noite de hoje, durante o julgamento do rito de impeachment da presidente Dilma Rousseff, pedido aceito por Cunha há três semanas

O grupo de cerca de 40 deputados contrários a Cunha deve ficar em Brasília para assistir a sessão do STF que pode afastar o presidente da Câmara.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2015 Brasil, Política | 14:37

Cunha diz que foi ele quem chamou o chaveiro

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A jornalista acompanhou o marido em uma cerimônia na Câmara, em agosto deste ano.

A jornalista acompanhou o marido em uma cerimônia na Câmara, em agosto deste ano.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que quem mandou chamar o chaveiro para abrir o cofre da residência oficial da Presidência da Câmara foi ele, porque se tratava de um cofre velho “desses a manivela”, que ele nunca sabe abrir.

“Era um cofre velho, desses a manivela que a gente nunca consegue abrir”, disse Cunha que confessou já ter travado uma briga com outro cofre, da mesma categoria, em outro imóvel que ele ocupou antes de se tornar presidente, ocasião que ele também teve que chamar o chaveiro.

No entanto, agentes da PF apreenderam dinheiro e jóias na residência oficial, que podem ser fruto de desvios na Petrobras.

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