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quinta-feira, 17 de junho de 2010 Eleições | 15:01

Mas nem tão “paz e amor” assim…

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A estratégia, porém, tem um lado bélico: comprar a briga de Crivella com o governador Sérgio Cabral (PMDB). Apesar de ambos serem aliados do presidente Lula, Cabral não aceitou apoiar Crivella ao Senado, o que o deixou isolado nos palanques do Rio:

– Por que razão o Sérgio Cabral não abriu a campanha para o Crivella? Para não incomodar a igreja católica e o sistema Globo. Isso criou um enorme incômodo para o Lula. Mas é o Cabral que comanda (a campanha dele à reeleição). Ele sabe o que significa esse tipo de aliança no estado do Rio – diz César Maia.

colaboração Flávia Salme

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