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terça-feira, 3 de agosto de 2010 Eleições | 17:02

Campanha eletrônica obriga partidos a rever estratégias

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Depois do debate de quinta-feira, dia 5, na Bandeirantes, o primeiro entre os candidatos a presidente, os partidos políticos enfrentarão um problema com as agendas dos principais concorrentes, Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).

Ao contrário do que se poderia imaginar, os debates, as sabatinas e as entrevistas tomarão conta da maior parte do tempo dos candidatos, já que além da presença soma-se a preparação para os embates eletrônicos ou com a imprensa.

Nos próximos 15 dias, serão três dias de gravações só para os telejornais da Rede Globo, mais os debates na Record, Rede TV!, Gazeta e depois da própria Globo.

Ocorrerão ainda debates na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e as campanhas ainda têm pedidos de MTV, Associação Comercial de São Paulo, portais de internet entre outros.

Sobra pouquíssimo tempo para a campanha na rua, mas se não fizerem imagens de corpo a corpo prejudicam a exibição no Jornal Nacional.

Quem já fez as contas garante que a campanha, naquele velho conceito, terá apenas um mês de duração. E isso implica em redesenhar as estratégias.

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