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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 Governo | 20:45

Nova medida provisória enxuga órgão olímpico e divide poderes de Henrique Meirelles

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Henrique Meirelles (Foto: Dida Sampaio/AE)

Terminada a reunião no Palácio do Planalto entre o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e o relator da medida provisória da Autoridade Pública Olímpica (APO), Daniel Almeida (PCdoB-BA). E o novo texto da MP já foi enviado ao Congresso. Deverá ser votado amanhã mesmo.

Convidado para assumir o comando do órgão, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles venceu uma batalha contra o governador do Rio, Sérgio Cabral, e o prefeito Eduardo Paes: ele passa a ser diretamente subordinado ao Conselho Público Olímpico, composto por três membros apenas, representantes da União, dos Estados e dos municípios onde ocorrerão os Jogos no Brasil, e não mais ao Conselho de Governança, que tinha mais de 11 membros e, no novo texto, fica com nove.

Mas Meirelles perdeu no tamanho da APO. O texto da MP previa a criação de mais de 480 cargos comissionados sob sua subordinação. Agora ficaram apenas 171.

O ex-presidente do BC também terá que entregar a estados e municípios as licitações para obras das Olimpíadas, que antes seriam geridas pela APO direto com a empresa Rio-2016.

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