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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Congresso | 11:20

Projeto de comandar a Câmara é freio para a rebelião do PMDB

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Uma declaração da presidenta Dilma Rousseff  no seu encontro de ontem  com a cúpula do PMDB calou fundo entre seu interlocutores:

— Eu apoiarei o PMDB na Presidência da Câmara, na sucessão de Marco Maia, conforme foi acordado com o PT.

Como se sabe, o nome da cúpula do PMDB para o cargo já está escolhido, é o do atual líder na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). A declaração de Dilma foi entendida como um recado:  Henrique Eduardo Alves só tem a garantia do acordo mantendo-se fiel ao governo. Com o PMDB rebelado, ele pode até se eleger, mas corre sério risco de não conseguir.

No Cafezinho da Câmara, dois jovens e experientes políticos do PMDB, Renan Calheiros Filho (AL) e Lúcio Veira Lima (BA) — um, filho do ex-presidente do Senado Renan Calheiros, e outro, irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima –, insistiam que não há mais hipótese de rebelião no PMDB.

— Depois então que Dilma prometeu apoio a Henrique, não há mais possibilidade de rebelião. A Presidência da Câmara é decisiva para o projeto politico do nosso partido.

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