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segunda-feira, 26 de setembro de 2011 Estados | 08:12

A alternativa mineira para impedir a volta da CPMF

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Pinto Coelho: estados financiam a União (Foto: AE)

Na reunião para discutir a Emenda 29, na semana passada, quando o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), sugeriu a formação de uma comissão especial para discutir fontes de recursos para a Saúde como alternativa à recriação da CPMF, o vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho (PP), defendeu a solução mineira para o tema: a renegociação das dívidas dos estados.

Representando Antônio Anastasia (PSDB), Pinto Coelho bateu na tecla predileta também de Aécio Neves (PSDB-MG). Desde os tempos de governador, Aécio briga pela substituição do IGP-DI pelo IPCA como indexador da dívida com a União.

No caso de Minas, a dívida de R$ 15 bilhões em 1998 virou quase R$ 55 bilhões depois de o Estado já ter pago R$ 17,7 bilhões.

– Os entes federados estão financiando a União, quando deveria ser o contrário. Temos que diminuir esse índice do comprometimento da receita dos estados com a União e diminuir os juros para patamares que sejam aceitáveis e capitanear o resultado dessa equação para aplicação em saúde pública – diz Pinto Coelho.

Líder do PP no estado, o vice-governador já fez dessa defesa a bandeira nacional do partido. Ou seja, desde José Alencar, defender redução de juros virou a arte dos vices mineiros.

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