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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012 Partidos | 12:23

Tucanos ligados a Serra defendem vereadores dissidentes

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Vereadores do PSDB anunciam a saída do partido, em abril de 2011 (Foto: Daniel Teixeira/AE)

A Justiça Eleitoral ouviu ontem testemunhas no processo que pede a cassação do mandato dos seis vereadores de São Paulo que deixaram o PSDB no ano passado por infidelidade partidária.

Na sessão, apenas as testemunhas de defesa dos dissidentes compareceram. Entre eles, vários tucanos ligados a José Serra, como o ex-governador Alberto Goldman, o senador Aloysio Nunes Ferreira, o ex-presidente municipal do PSDB José Henrique Reis Lobo, o ex-ministro Clóvis Carvalho, os vereadores Adolfo Quintas e Floriano Pesaro e o secretário de Cultura de Alckmin e pré-candidato a prefeito, Andrea Matarazzo.

Segundo relatos de quem acompanhou a sessão, os “serristas” estiveram na sede do TRE para defender o mandato dos vereadores, que deixaram o partido depois de um processo de desgaste com a direção municipal, ligada ao governador Geraldo Alckmin.

Listado entre as testemunhas de acusação, o secretário estadual Edson Aparecido disse que não compareceu por conta de sua participação em evento do governo no interior do Estado.

O advogado do PSDB, Israel Alexandre de Souza, disse que as ausências não vão prejudicar o processo e que o presidente municipal, Julio Semmeghini, que também não compareceu na sessão de ontem, já foi ouvido na semana passada. A outra testemunha de acusação, o deputado estadual Samuel Moreira, afirmou que não recebeu a convocação e, por isso, não sabia da audiência.

A expectativa é que decisão da Justiça saia em dois meses, antes do fim do mandato dos vereadores, que acaba em dezembro.

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