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segunda-feira, 12 de novembro de 2012 Partidos | 12:30

PDT é operação de risco

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No PDT, o desejo do Planalto em influir nas mudanças de comando é arriscada. Na Câmara e no Senado, a maioria dos parlamentares critica a suposta tentativa de Dilma Rousseff de se intrometer em assuntos do partido.

Brizola Neto recebe apoio discreto do ex-marido de Dilma, o ex-guerrilheiro e pai da única filha da presidente, Carlos Araújo, que está voltando ao PDT do Rio Grande do Sul depois de 12 anos afastado.

Tido como conselheiro presidencial sem cargo, Araújo é amigo de Dilma. Seu trabalho político no PDT passa pelo resgate do trabalhismo histórico.

É ligado aos netos de Brizola que estão na política: o ministro, a deputada gaúcha Juliana e o vereador Brizola Neto, no Rio, irmãos e herdeiros do espólio do avô nos dois estados.

O ala mais conservadora do PDT, que não participou das articulações e nem apoiou a indicação de Brizola Neto para a Esplanada, quer dar o troco na eleição do novo diretório nacional, em fevereiro, namora com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e não avaliza a aliança que, ao gosto do Planalto, daria ao PMDB a hegemonia no comando do Congresso.

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