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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012 Congresso | 13:00

Tudo a declarar

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O ministro José Eduardo Cardozo fez do limão uma limonada ao levar junto na sessão da Comissão de Constituição e Justiça o diretor da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra.

Sentado à mesa da comissão, olho no olho com os parlamentares, o delegado ouviu elogios até dos mais ferrenhos opositores, como os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Álvaro Dias (PSDB-PR) e Pedro Simon (PMDB-RS).

Simon chegou a dizer que a PF deve ocupar a galeria das “dez mais” que a imprensa elege como personalidades e instituições nos finais de ano.

Contente com o resultado da estratégia, Cardozo fez um paralelo entre o período da ditadura e a democracia lembrando uma frase recorrente de Armando Falcão, ministro da Justiça do governo do general Ernesto Geisel.

“Houve um ministro que repetia a frase ‘nada a declarar’. Hoje o ministério da Justiça tem o dever de declarar”, disse. Cardozo foi a duas sessões no Senado esta semana e pode ser convocado novamente.

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