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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 Eleições, Partidos, Política | 07:00

PT paulistano quer ratear rombo da campanha de Haddad

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O diretório municipal do PT em São Paulo anda se descabelando para decidir como fará para absorver os R$ 26 milhões em dívidas de campanha deixadas pelo agora prefeito Fernando Haddad. O problema é que, pelas normas internas do PT, cabe à instância municipal se responsabilizar pelo rombo. A direção nacional pode até analisar eventuais pedidos de socorro, mas não tem a obrigação estatutária de atendê-los.

As conversas entre as duas instâncias devem ser intensificadas nos próximos dias, quando boa parte dos dirigentes partidários volta ao trabalho, depois de esticar a folga de fim de ano.

A regra que obriga o diretório municipal a se responsabilizar pelo buraco nas contas não nasceu à toa. Foi criada justamente no período em que a direção nacional do PT se via mergulhada em dezenas de milhões em débitos, principalmente aqueles deixados por empréstimos avalizados por Marcos Valério no esquema do mensalão.

Apesar do buraco nas contas partidárias, petistas dizem estar otimistas quanto à capacidade de reverter o problema. Afinal, o dinheiro entra com muito mais facilidade quando se ganha a eleição.

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