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terça-feira, 11 de junho de 2013 Política | 19:48

Bruno Covas nega privatização de gestão de parques estaduais de São Paulo

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O secretário Estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas, afirmou nesta terça-feira (11) que o projeto de lei do governador Geraldo Alckmin (PSDB) -enviado em regime de urgência à Assembleia Legislativa de São Paulo o dia 30 de abril- que concede o uso remunerado, pelo prazo de até 30 anos, dos parques estaduais não terceiriza a gestão das áreas.

“A gestão das unidades de preservação continua sob a responsabilidade da Fundação Florestal (órgão do Estado responsável pela gestão dos parques). Não está se passando a gestão das unidades, está se passando a concessão do uso das áreas apontadas no plano de manejo como áreas onde são possíveis ter atividades econômicas, como hotelaria, trilhas, passíveis de serem utilizadas pela concessionária. “, afirmou Covas que participou de uma audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de São Paulo.

A justificativa do PL 249/2013 menciona falta de tempo e de “recursos materiais e tecnológicos diversos” para que o governo do Estado realize “intervenções urgentes e necessárias na gestão” dos mais de 20 mil hectares. Para Covas, os parques a serem concedidos são “deficitários”.

A proposta autoriza a concessão a exploração dos parques estaduais de Campos do Jordão, Cantareira e Jaraguá e da Estação Experimental de Itirapina e a Floresta Estadual de Cajuru, localizada em Altinópolis.

O secretário afirmou que a cobrança da entrada deverá levar em consideração a vocação das áreas e parte do lucro deverá reverter aos cofres do Estado.

Leia também: Projeto de Alckmin prevê privatização de parques e áreas de preservação em SP

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