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quarta-feira, 23 de outubro de 2013 Política | 16:11

Mesmo após protesto, projeto sobre reajuste de policiais em SP permanecerá inalterado

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O protesto de policiais militares e civis realizado ontem (22) na Assembleia Legislativa paulista conseguiu adiar a votação do projeto de reajuste de 7% aos trabalhadores da área de segurança pública, mas o texto deve permanecer inalterado.

Policiais protestam na Assembleia

Policiais protestam na Assembleia

Foram cerca de sete horas de discussão e a sessão foi encerrada no início da madrugada de hoje. O PLC 33/2013 obteve 36 votos favoráveis e 16 contrários; eram necessários 48 votos para a aprovação.

As bancadas do PDT, do PT, do PCdoB e os deputados governistas Edson Ferrarini (PTB), Osvaldo Vergínio (PSD) e Pedro Tobias (PSDB) votaram contra o projeto. Ferrarini e Tobias, inclusive, criticaram a postura do governador Geraldo Alckmin em relação ao assunto. Já os deputados Fernando Capez (PSDB) e Campos Machado (PTB) foram vaiados ao defenderem o projeto.

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Tentando acalmar os ânimos, o deputado Carlos Bezerra, líder do PSDB, informou que o governador, por decreto, irá reajustar o vale-alimentação para R$ 540. A reivindicação da categoria é reajuste do salário de 15% agora e 10% em 2014.

O projeto volta hoje para a pauta sem alterações no texto. Como muitos policiais vieram do interior do Estado para o protesto de ontem, hoje a manifestação será menor. A oposição acredita que dificilmente conseguirá barrar o texto, mas avalia como uma “vitória” o número de policiais presentes no protesto e mais um racha na base governista.

 

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