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sexta-feira, 25 de outubro de 2013 Governo | 09:00

Dilma monta cardápio para o comando da Casa Civil

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Quem é próximo da presidente Dilma Rousseff afirma que, embora ela manifeste interesse claro em alguns nomes, o martelo ainda não foi batido sobre quem será o novo ministro da Casa Civil. Dilma estaria montando uma espécie de “cardápio” com as opções, para decidir em definitivo só mesmo mais perto do fim do ano.

A presidente Dilma Rousseff (Foto: Pedro Ladeira/Frame/AE)

A presidente Dilma Rousseff (Foto: Pedro Ladeira/Frame/AE)

Hoje, dizem petistas próximos à presidente, quem anda bem cotado na lista é mesmo o secretário-executivo da Previdência, Carlos Gabas. Como revelou o Poder Online, Gabas até desistiu de uma candidatura a deputado federal, atendendo a um pedido expresso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas circula também a especulação de que ele pode ser alocado em alguma outra pasta.

O enfraquecimento de Aloizio Mercadante, hoje ministro da Educação, nessa lista ficou evidente nos últimos meses. Mas isso não significa que ele tenha sido eliminado da relação de alternativas.

Há quem diga que, nas mais recentes conversas sobre o assunto, Dilma teria sinalizado que ainda pode escolher um modelo como o adotado em 2010, quando o ministro Antonio Palocci ocupou simultaneamente a Casa Civil e um posto de destaque na coordenação da campanha.

O nome de Gabas cresceu diante dos rumores de que Dilma teria torcido o nariz para uma proposta de rearranjo na Esplanada, que envolveria a atual ministra do Planejamento, Miriam Belchior: ela iria para a Casa Civil e, para o seu lugar, retornaria o hoje ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. A própria Miriam, segundo os colegas, também não teria manifestado interesse.

A lista de opções é completada pelo nome do ministro da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams. Ele sempre pertenceu ao círculo de ministros com excelente trânsito junto à presidente. Uma vez enterrada a polêmica sobre investigações da PF que atingiram outros quadros da AGU, ele volta a figurar entre as alternativas.

As conversas de Dilma sobre a Esplanada têm ocorrido apenas com um grupo muito restrito: com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, em algumas ocasiões, o presidente do PT, Rui Falcão, e Mercadante. Alguns petistas, entretanto, foram recrutados para fazer sondagens sobre possíveis indicações do partido.

Leia também: Um requisito para ter espaço no ministério de Dilma

 

 

 

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