Publicidade

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014 Eleições | 07:30

PSDB paulista tenta tapar buraco de 1 milhão de votos

Compartilhe: Twitter

O PSDB paulista faz as contas para saber quanto a debandada de deputados federais que decidiram não disputar a reeleição pode custar ao partido. A sigla chegou perto de uma cifra preocupante. Numa análise rápida, o partido chegou à conclusão de que terá de encontrar forma de compensar a perda de 1.227.200 de votos dados a esses deputados federais.

Há o grupo que desistiu de continuar em Brasília e tentará um mandato na Assembleia Legislativa de São Paulo, casos de Luiz Fernando Machado (129.620 votos), Emanuel Fernandes (218.789 votos), Vaz de Lima (170.777 votos) e William Dib (113.823 votos).

Atual chefe da Casa Civil em São Paulo, Edson Aparecido (184.403 votos) ainda não deixou claro se concorrerá, embora haja uma promessa de que ele não se candidataria a outro mandato para se dedicar ao cargo no governo de Geraldo Alckmin (PSDB). Ele entra nos cálculos dos correligionários.

Na conta dos tucanos de São Paulo entram ainda quatro suplentes que assumiram mandato na Câmara dos Deputados, mas que não disputarão reeleição pelo PSDB. Casos de Antonio Carlos Pannunzio (96.897 votos), que foi eleito prefeito de Sorocaba, Alberto Mourão (104.433 votos), eleito prefeito de Praia Grande, Carlos Roberto (103.373 votos), que deve disputar vaga na Assembleia paulista e Walter Feldman (105.085 votos), que deixou o PSDB para articular a criação da Rede Sustentabilidade e hoje está abrigado no PSB.

Autor: Tags: , , , , , ,