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terça-feira, 6 de maio de 2014 Política | 22:07

Em SP, PT evoca Mario Covas na CPI dos Pedágios e deputado pede sessão de umbanda

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Durante a eleição do presidente da CPI dos Pedágios na Assembleia Legislativa de São Paulo, os deputados petistas Gerson Bittencourt e Antonio Mentor evocaram o ex-governador Mario Covas na tentativa de persuadir o deputado Bruno Covas (PSDB-SP) a não assumir a presidência da comissão.

Os petistas alegaram que o modelo responsável pelas elevadas tarifas de pedágios foi criado por Covas, avô do deputado, e que financia a perpetuação de um mesmo partido no poder.

Leia também: PT vai reivindicar presidência da CPI dos Pedágios

Coube ao deputado Campos Machado (PTB-SP) sair em defesa da família tucana. “Mário Covas não foi apenas um político, foi um estadista, um homem profundamente honesto, honrado, franciscano, correto, preparado, sério e de caráter, que não pode se defender, a não ser que nós façamos aqui uma sessão de umbanda, uma sessão espírita”, afirmou.

A vice-presidência da CPI ficou com Mentor e Covas indicou o também ex-secretário do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) deputado Davi Zaia (PPS-SP) para a relatoria.

Com a chamada “tropa de choque” do governador na comissão, a oposição considera que a CPI já nasceu morta.

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