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quinta-feira, 29 de maio de 2014 Eleições | 12:46

Mesmo sem ser candidato, Barbosa pode ter papel na eleição

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Ao anunciar sua aposentaria para o mês de junho, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, libera a agenda a tempo de assumir um papel no processo eleitoral deste ano, se assim desejar. Esta é uma das avaliações que circula nesta quinta-feira no meio jurídico, diante do anúncio feito pelo ministro ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa

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Uma das versões difundidas nos últimos meses é a de que Barbosa estaria estudando a possibilidade de criar uma ONG ou um instituto. Essa estrutura lhe daria uma vitrine para manter-se em evidência e criar um projeto eleitoral futuro. Ele poderia dar palestras, rodar o Brasil em viagens, e assim por diante.

A rigor, Barbosa poderia inclusive se se filiar a um partido político e até mesmo servir de cabo eleitoral para um candidato à Presidência. Mas há a crença de que ele tende a optar por evitar uma associação tão direta a uma ou outra campanha, até para preservar sua estratégia de um plano eleitoral futuro.

O que é certo é que Barbosa tende a ser alvo do assédio de candidatos que chegaram a sonhar em tê-lo como colega de legenda. Duas grandes campanhas presidenciais fizeram um investimento forte para tentar atrair o presidente do STF. O PSDB do senador Aécio Neves (PSDB-MG) chegou a sonhar em lhe dar o posto de vice. Já o PSB do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, chegou a recrutar a ministra Eliana Calmon a convencer o colega a se filiar.

 

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