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domingo, 5 de abril de 2015 Política | 07:00

Alckmin vai passar bem longe das manifestações anti-Dilma

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Embora o PSDB discuta nos bastidores a possibilidade de ampliar seu envolvimento nos protestos anti-Dilma, o governador Geraldo Alckmin já avisou que vai continuar evitando o envolvimento direto nas manifestações.

Geraldo Alckmin (foto: divulgação)

Geraldo Alckmin (foto: divulgação)

Parte do partido defende que, diferentemente do que ocorreu em 15 de março, os tucanos participem ativamente e tomem a linha de frente nos atos convocados para o próximo dia 15.  Há, por exemplo, propostas para que o senador tucano Aécio Neves, presidente nacional do PSDB e candidato derrotado à Presidência, vá para  a rua.

Hoje, Alckmin e Aécio são os dois nomes que aparecem no topo da lista de possíveis candidatos do PSDB à Presidência em 2018. De um lado, avaliam interlocutores dos dois tucanos, a participação nos protestos poderia render uma vitrine e tornar mais direta a associação do partido e de seus principais líderes ao “sentimento anti-PT”.

Do outro, há quem defenda que a jogada é arriscada demais. Primeiro, o risco de aproximação com grupos que defendem o impeachment poderia render aos tucanos a fama de “golpistas”.

Por via das dúvidas, Alckmin achou melhor ficar de fora. O que pode acontecer é alguns de seus secretários comparecem aos protestos, com o discurso de que apoiam democraticamente as manifestações.

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