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quarta-feira, 25 de novembro de 2015 Governo | 11:07

Substituição na AGU gera disputa entre servidores de carreira e advogados de Dilma

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Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

A sucessão do ministro Luís Adams, na Advocacia Geral da União, tem gerado uma bolsa de apostas entre nomes de carreira da AGU, ou nomes de advogados de confiança da presidente Dilma Rousseff. A escolha da presidente será feita entre essas duas categorias.

Entre os servidores de carreira, Dilma já conta com três opções. Um deles é o atual procurador-geral do Banco Central, Isaac Sidney, que foi chefe de gabinete do ex-diretor do banco Henrique Meirelles.

Outro é o do atual subchefe de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil, Jorge Messias, que conta com o lobby do atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Além deles, na carreira de advogados públicos, um dos principais conselheiros de Adams, Marcelo Siqueira, está entre os cotado.

Se Dilma optar por advogados de sua confiança e fora da carreira de advogados públicos, o nome mais cotado é o de Beto Vasconcelos, atual secretário nacional de Justiça do Ministério da Justiça. Ela ainda tem como segunda opção o advogado Flávio Caetano, que foi coordenador jurídico da campanha da presidente à reeleição e hoje é secretário nacional da Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça.

Embora ainda não se tenha uma data definida, Adams já avisou á Dilma sua intenção de sair do cargo logo após a conclusão da defesa das contas do governo de 2014, consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Para ter validade, este parecer ainda precisa ser apreciado pelo Congresso.

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