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terça-feira, 14 de abril de 2015 Partidos | 11:41

Petistas já falam em ‘sacrifício’ para salvar projeto Lula em 2018

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Com um discurso cada vez mais pessimista em relação ao governo Dilma, alguns líderes petistas já falam internamente em “sacrificar” onde for necessário, para tentar salvar o projeto de trazer Lula de volta como candidato à Presidência em 2018. Diante do desgaste de imagem que atinge o governo, o partido admite que Lula já não tem mais o mesmo potencial para “salvar a pátria” que teve no passado. E, se a situação se agravar ainda mais, vai preferir ficar fora da disputa a se lançar numa corrida com pouca chance de vitória.

Saiba mais: PT se prepara para abrir mão de doações privadas e fala em estender cobrança do dízimo

A presidente Dilma Rousseff, ao lado do ex-presidente Lula

A presidente Dilma Rousseff, ao lado do ex-presidente Lula

Dados divulgados nesta terça-feira pelo Datafolha reforçam o sentimento que já roda a algum tempo dentro do partido. Em novembro de 2010, o instituto apontava que 71% dos entrevistados consideravam Lula o melhor presidente que o Brasil já teve. Agora, são 50%, segundo noticiou o jornal Folha de S. Paulo.

Segundo um petista, a avaliação que se faz internamente é que a situação ainda é “reversível”, mas a janela fica menor mês a mês. Fala-se no partido em pelo menos dois anos de ajustes duros. E, em geral, as declarações são acompanhadas de frases como “temos que dar o braço agora, para salvar o que ainda pode ser salvo lá na frente” ou ainda “se não sacrificarmos Dilma agora, não tem Lula em 2018”.

O PT entende que precisa, antes de tudo, amenizar seu próprio desgaste. Por isso, o partido tem se concentrado principalmente em fazer a defesa de seu “projeto para o país”, mais do que do governo Dilma especificamente.  Parte das apostas nesse sentido estão apoiadas na realização do Congresso do PT, marcado para junho, em Salvador. A esperança é de que um “evento histórico” ajude a reconectar o partido com sua base e criar as condições para que seja de fato competitivo numa corrida presidencial.

Leia também: Dilma põe Michel Temer na dianteira da resposta às manifestações

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Congresso | 09:00

‘O Diabo está nos detalhes’, diz Carlos Zarattini, sobre terceirização

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Diante da expectativa para a votação do projeto da terceirização na Câmara, o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) se queixa de artigos que, segundo ele, tornam “preocupante” a possibilidade de aprovação do texto. Ele afirma que haverá um esforço para alterar o projeto na Câmara, mas admite que as esperanças do governo para barrar os pontos que considera críticos no projeto estão principalmente no Senado.

“O Diabo está nos detalhes e esses detalhes são aqueles que permitem a essas empresas que terceirizem as atividades-fim”, afirma o petista, citando especificamente emendas negociadas pelo deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical (SDD-SP). Paulinho disse ao Poder Online, no último domingo, que o PT e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) “mentem para a população”, ao defenderem a derrubada do texto.

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Política | 07:00

Delegados da PF pedem orçamento independente para combate à corrupção

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A Associação dos Delegados da Polícia Federal lança nesta terça-feira uma lista de propostas para melhorar o combate à corrupção. Na esteira das denúncias na Petrobras e das manifestações, a entidade tentará convencer o governo a adotar medidas de fortalecimento de órgãos de fiscalização e controle.

Na lista de sugestões que serão apresentadas, está, por exemplo, a ideia de criar unidades específicas para investigar desvios de dinheiro público. A ideia é garantir a essa estrutura um orçamento específico, que possa ser preservado em casos de contingenciamento de recursos.

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segunda-feira, 13 de abril de 2015 Governo | 15:17

Berzoini vai ajudar Michel Temer na articulação do governo

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O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini.

O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini.

O ministro Ricardo Berzoini foi encarregado pela presidente Dilma Rousseff de auxiliar o vice-presidente Michel Temer na nova função de articulador político do governo.

Hoje nas Comunicações, Berzoini comandou a Secretaria de Relações Institucionais logo antes de a pasta ficar com Pepe Vargas, removido do posto em função do rearranjo feito pelo governo na articulação.

Num primeiro momento, uma das funções de Berzoini será transferir para o vice-presidente assuntos que antes estavam sob cuidados da SRI e da Casa Civil.

Dilma, aliás, deu um recado bem claro aos ministros. Avisou que ninguém está autorizado a tomar nenhuma decisão relacionada à articulação sem avisar ao vice.

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Eleições | 09:00

PT também já fala em embate Lula x Serra

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Não são só os aliados do tucano José Serra que voltaram a falar na possibilidade de uma candidatura do senador à Presidência em 2018.

Uma ala do PT também já diz trabalhar com o possível cenário de uma disputa entre Lula e Serra.

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Governo | 07:33

Dilma põe Temer na dianteira da resposta às manifestações

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A presidente Dilma Rousseff comentou rapidamente as manifestações de ontem colocando o vice-presidente Michel Temer na dianteira da resposta aos protestos. Por meio da Secretaria de Comunicação Social, Dilma afirmou que a posição do governo é aquela já manifestada pelo vice e que “as manifestações são normais do processo democrático”.

O ministro da Secom, Edinho Silva, acrescentou que “há um descontentamento generalizado com a organização política brasileira”. “A oposição não consegue capitalizar nas ruas as mobilizações. É um desgaste que atinge todos os poderes da República”, completou o ministro.

Segundo ele, Dilma “catalisa o descontentamento por ser o Poder Central”. “A pauta da corrupção é importante e só o tempo vai mostrar para a sociedade que a presidenta Dilma tem tido uma posição de fortalecimento das instituições que tem combatido a corrupção.”

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Partidos | 07:00

PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

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José Serra: 'Paz e amor' (foto: divulgação)

José Serra: ‘Paz e amor’ (foto: divulgação)

O fortalecimento do PMDB e a expectativa de que o partido será ainda mais determinante na corrida eleitoral de 2018 animaram a ala serrista do PSDB. Aliados do senador José Serra (PSDB-SP) passaram a resgatar internamente as esperanças de que ele possa se cacifar como candidato para a disputa presidencial, uma possibilidade que eles próprios davam como praticamente enterrada poucos meses atrás.

A avaliação que hoje é feita no grupo de Serra é que, se o PMDB optar mais adiante por se alinhar à oposição em um projeto contra o PT, o senador teria “mais identidade” com o partido do que outros potenciais candidatos do PSDB, como Geraldo Alckmin. Serra, diz um tucano próximo ao senador, não só é mais “político” que Alckmin, como tem a seu favor o fato de ter origem no PMDB.

Aécio Neves, dizem os serristas, preocupa menos. Eles avaliam que o senador mineiro não só amargou o desempenho ruim em Minas Gerais, em 2014, como vem tendo dificuldade em se firmar como “a cara” do sentimento anti-PT. E, como o desgaste do governo federal se mostra mais forte em São Paulo, o ideal, argumentam, seria optar por um paulista para a corrida ao Planalto.

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domingo, 12 de abril de 2015 Congresso | 08:00

Sob crítica por causa da terceirização, Paulinho dispara contra o PT: ‘Mentem para a população’

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O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical, anda penando nas redes sociais para explicar o apoio ao projeto que regulamenta a terceirização, cujo texto-base foi aprovado nesta semana no Congresso. O sindicalista minimiza as críticas. Diz que há “um ou outro desinformado”. E todo o resto é “gente do PT e da CUT”.

“E o PT e a CUT estão mentindo para a população”, diz Paulinho. Segundo ele, o projeto garante direitos aos trabalhadores terceirizados, que hoje “estão abandonados”. Confira a entrevista:

O senhor passou a ser duramente atacado nas redes sociais, por conta da posição favorável ao projeto da terceirização. Como líder sindical, como o senhor se sente no alvo dos ataques? 
Minha participação em toda a negociação relacionada a esse projeto foi de acordo com a posição adotada pelas centrais sindicais. Das seis centrais sindicais, quatro concordaram que eu apresentasse emendas ao projeto, de forma a garantir que sejam corrigidos os erros e respeitados os direitos dos trabalhadores. E, uma vez incluídas essas emendas, eu, naturalmente, passei a apoiar a proposta. Ter qualquer posição diferente não faria sentido.

Paulinho da Força Sindical (Foto: Leonardo Prado/Agência Câmara)

Paulinho da Força Sindical (Foto: Leonardo Prado/Agência Câmara)

Que erros essas emendas corrigiram?
Este é um projeto com 23 artigos, dos quais 19 tratam de direitos dos trabalhadores. Trouxemos 12,7 milhões de trabalhadores que não tinham proteção alguma para uma estrutura com proteção. Agora, eles têm direitos. Também garantimos direitos aos trabalhadores que forem fruto de terceirizações futuras. Minhas emendas dão garantia, por exemplo, de que os trabalhadores terceirizados terão a mesma convenção coletiva da categoria a que pertenciam. Também reafirmam que a empresa tem que estar previamente registrada na categoria certa. E – uma que ainda não foi votada – torna a empresa solidária. Ou seja, a empresa que contrata tem que garantir o cumprimento dos direitos dos trabalhadores, sob pena de pagar a conta duas vezes. Ainda garantimos que, em até 10 dias após a terceirização, a tomadora do serviço informe ao sindicato a operação. Isso repassa ao sindicato a tarefa de fiscalizar.

Mas isso, na sua visão, dá mais proteção que a CLT? 
Com isso, o trabalhador terceirizado terá a mesma proteção que trabalhadores normais. Hoje, o que os trabalhadores têm para fiscalizar é só o Ministério do Trabalho, que está em frangalhos.

Mas, no seu Facebook, por exemplo, é uma enxurrada de críticas. 
Ali é gente do PT e da CUT. Eles querem atacar os adversários. Eu conto ali: de 10, 9 são do PT. Só um ou outro é algum desinformado. Mas eu não me guio pelo Facebook. Me guio pela rua. Cheguei no aeroporto outro dia e quase perdi o voo porque as pessoas queriam tirar foto comigo, falar sobre o projeto.

As pessoas na rua elogiaram o projeto para o senhor? 
Claro. A verdade é que hoje dois de três trabalhadores são terceirizados e estão absolutamente abandonados. E o PT e a CUT estão mentindo para a população. Vamos fazer reuniões com sindicatos, vamos explicar exatamente do que se trata.

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sábado, 11 de abril de 2015 Partidos | 06:00

PT se prepara para abrir mão de doações privadas e fala em estender cobrança do dízimo

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O PT pretende aprovar na próxima semana a decisão de abrir mão de doações de empresas privadas para financiar a estrutura partidária. O assunto começou a ser articulado internamente nas últimas semanas, com aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como uma forma de responder ao desgaste de imagem sofrido pelo partido diante das denúncias de corrupção na Petrobras.

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

A proposta será submetida à executiva nacional do partido e ao diretório nacional, que se reúnem no fim da semana. Em tese, a votação é mais uma formalidade, já que a direção partidária calcula que a ideia já está bem negociada internamente e será aprovada sem muitas dificuldades.

A ideia, explicam dirigentes da legenda, é abrir mão das doações de empresas somente no que se refere ao financiamento do partido. Campanhas eleitorais, por exemplo, continuariam seguindo as mesmas regras da Justiça Eleitoral aplicadas a todos os partidos.

 

Uma vez aprovada a decisão de se financiar apenas com doações de pessoas físicas, o PT trabalhará em duas frentes para compensar o desequilíbrio nas contas. Primeiro, deve intensificar o corte de gastos que já está em andamento – hoje o partido mantém estruturas amplas em São Paulo e em Brasília.

O PT já está com cinto bem apertado, desde que minguaram as doações de empresas para o caixa da legenda, na esteira das denúncias da Operação Lava Jato. Como adiantou o Poder Online, o partido iniciou há algum tempo um corte de gastos, suspendendo, por exemplo, todas as viagens desnecessárias de dirigentes.

Em segundo lugar, a sigla já estuda internamente uma forma de estender a cobrança do chamado “dízimo petista”. Hoje, o partido cobra uma quantia mensal de todos os seus integrantes que ocupam cargos no governo. O plano, agora, é cobrar uma quantia mensal também de todos os demais filiados. O modelo exato de como seria o novo dízimo do PT ainda não está desenhado. Mas fala-se em fazer uma cobrança variável, de acordo com a renda do filiado.

 

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sexta-feira, 10 de abril de 2015 Partidos | 15:00

PT faz avaliação positiva de inserções na TV

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Alberto Cantalice (Foto: Divulgação)

Alberto Cantalice (Foto: Divulgação)

O PT fez um balanço positivo da repercussão obtida com as inserções que veiculou no rádio e na televisão. O partido avalia que acertou ao evitar o uso de políticos como porta-voz, para tratar preferencialmente a imagem institucional do partido.

Levantamentos internos apontaram que os vídeos foram bem recebidos principalmente nas classes C, D e E. “Isso sem dúvida vai nos ajudar nesse trabalho de desmistificação do PT”, diz o vice-presidente da legenda, Alberto Cantalice.

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