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sexta-feira, 28 de maio de 2010 Eleições | 07:12

DEM estava preparado para o pior

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O partido Democratas estava preparado desde a noite de anteontem para a ação do PT contra a aparição,  em seu programa de TV de ontem, do candidato do PSDB a presidente, José Serra. Inclusive com o vídeo alternativo, caso os petistas conseguissem impedir na justiça as cenas com o tucano. Depois do programa, o comando do DEM comemorou o que considerou o sucesso da operação.

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quinta-feira, 27 de maio de 2010 Eleições | 16:37

Mistério no programa do DEM

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A bancada do Democratas está fazendo mistério em torno do programa de TV que o partido irá levar ar hoje no seu horário eleitoral. Após reunião aparentemente decisiva na noite de ontem, ninguém do comando do DEM quis comentar o programa. Foi fechado um pacto de não abrir detalhes à imprensa. É grande a expectativa sobre como José Serra será apresentado, já que ainda não foram formalizadas as alianças eleitorais.

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Congresso | 15:20

Itagiba e Genoíno quase saíram no tapa

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Os deputados Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) e José Genoíno (PT-SP) travaram uma discussão acalorada ontem na Comissão de Constituição de Justiça e de Cidadania da Câmara, que terminou com um “cala a sua boca” desferido por Itagiba,  insinuando estar disposto a continuar a briga do lado de fora da sala. 

O motivo da encrenca foi o fato de o pertista ter tentado impedir a votação da PEC 381/2009, que cria o Conselho Nacional de Polícia (CNP). 

Explicação de Itagiba para a briga:  “É que o Genoíno tem medo do Ministério Público. Ele está sendo processado pelo mensalão, não é?”

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terça-feira, 25 de maio de 2010 Congresso | 13:59

Bancada do PT tentará adiar votação do novo piso para a polícia

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A bancada petista na Câmara dos Deputados acaba de decidir que continuará impedindo a votação da PEC 300, que cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares — de R$ 3,5 mil para praças e de R$ 7 mil para oficiais.

O líder do  governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), argumentou na reunião que haverá forte impacto orçamentário caso o projeto seja aprovado. 

Já prevendo que a discussão da matéria pode ser adiada, integrantes do movimento de policiais prometem manter plantões para pressionar os parlamentares. Cerca de 800 policiais estão hoje na Casa.

Os partidos governistas estão divididos sobre o assunto.

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Congresso, Economia | 08:34

Paulo Paim diz que não é demagogo

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O presidente Lula foi aconselhado pelos ministros da área econômica a vetar o projeto de autoria do senador Paulo Paim, aprovado pelo Congresso, que derruba o chamado fator previdenciário.

Lula tem esbravejado contra o texto e a demogagia dos parlamentares às vésperas das eleições. Poder Online resolveu ouvir Paim, que, quando Lula era deputado, chegou a dividir com o colega um apartamento funcional em Brasília:

iG – Muitos integrantes do governo e da oposição dizem que a aprovação do projeto às vésperas da eleição se deu por demagogia. O senhor é um demagogo?

Paulo Paim – Quem fez demagogia que se explique, porque eu estou sendo coerente com minha ideologia e minha história. Estou travando uma batalha para resolver o problema do fator previdenciário há 10 anos. Quem fala isso, não conhece a matéria.  O fator previdenciário confisca a receita do trabalhador em geral de maneira injusta, causando-lhe um prejuízo de 30% a 38% na aposentadoria e, para a mulher, é ainda pior. Hoje, cerca de 90% dos que sofrem as consequências do fator têm renda de até três salários mínimos.

iG – Mas o fim do fator previdenciário causa impactos negativos para a economia do país.

Paim – Desde que foi criado, há mais de dez anos, o fator previdenciário já trouxe uma economia de R$ 10 bilhões. Ou seja, seria um gasto insignificante de R$ 1 bilhão por ano. Retirar o fator não vai trazer impacto algum para a economia, até porque a Previdência não é deficitária e dá conta de pagar.

iG – Então por que o Lula não se mostra favorável à derrubada?

Paim – O Lula está sendo enganado pelos tecnocratas, que não querem admitir que a retirada do fator é absolutamente possível porque não tiveram a idéia antes.

iG – Mas o presidente tem demonstrado irritação com o senhor. A velha amizade entre vocês acabou?

Paim – Não me encontrei com ele desde que o projeto foi aprovado, mas acho que o presidente Lula não está chateado. Ele sabe que estou sendo coerente com minha história e  luta. E nunca me pediu que eu mudasse de posição.

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segunda-feira, 24 de maio de 2010 Eleições | 18:03

Consulta da discórdia: No MS Temer aceita infidelidade

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Dois telefonemas deixaram o deputado Waldemir Moka (PMDB-MS) menos intranquilo sobre a consulta feita pela direção de seu partido ao TSE.

O peemedebista recebeu, na semana passada, uma ligação do líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN), e outra do próprio presidente da legenda, Michel Temer. Os dois juraram que não vão exigir fidelidade na campanha e garantiram que o assunto estava encerrado.

No dia da reunião da Executiva Nacional do PMDB, aquela que anunciou a pré-candidatura de Michel Temer a vice de Dilma, Waldemir Moka fez questão de chegar mais cedo para conversar com o escolhido sobre a “intranquilidade” do partido caso fosse exigida a fidelidade partidária na campanha.

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Eleições | 14:32

Consulta da discórdia: Jarbas recebe Serra e diz que PMDB é geléia geral

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Jarbas Vasconcelos deve formalizar na quinta-feira o lançamento de sua candidatura ao governo de Pernambuco pelo PMDB, com a presença do tucano José Serra no palanque. Eis o que ele diz sobre a consulta do PMDB ao TSE:

– É uma tentativa errada da direção partidária para intimidar a mim, ao Quércia, ao Rio Grande do Sul e outros.  Já que não lança sua candidatura própria a presidente, desde que o PMDB virou uma geléia geral, o Michel Temer e a direção agora querem impor ao PMDB fidelidade artificial.

O deputado Osmar Terra (PMDB-RS), que recebeu Serra em Porto-Alegre, concorda com Jarbas:

– Há uma indignação grande dentro do partido. Foi uma ação extemporânea e completamente estranha ao partido, que nunca foi autoritário. A atitude mais correta da direção do partido é ouvir ou liberar o partido, e não tentar fazer descer guela abaixo por decisão judicial. É preciso que isso seja resolvido por meio de discussão política, por um consentimento interno.

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Eleições | 13:50

Quércia diz que Temer perderá na consulta ao TSE

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Do ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, sobre a consulta feita ao TSE pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a pedido do presidente do partido, Michel Temer, acerca das regras de fidelidade partidária a serem seguidas nestas eleições:

– Dificilmente vai dar tempo de a consulta ser atendida pelo TSE antes das convenções e, se acontecer, eu acho que a decisão vai ser favorável a mim, não vai dar em nada. Vou fazer parte de uma coligação com o PSDB e o DEM, que vira um partido, e que vai apoiar o Serra para presidente. Está tudo dentro da lei e ponto final.

Para quem ainda não sabe, eis o texto da consulta:

 I- Pode o candidato do partido “A” detentor ou não de mandato eletivo, fazer campanha a nível nacional para candidato a Presidência da República ou vice do partido “F”, não integrante da coligação nacional do candidato?

II – Pode Prefeito ou Vereador que não disputará a eleição de 2010 fazer campanha de candidatos a nível estadual e ou nacional em candidatura oposta de seu partido?

III – Em razão da resolução do TSE nº 22610/2007 acerca da fidelidade partidária, referendada pelo Plenário do STF, no sentido de que o mandato eletivo pertence ao partido político e que decorre do processo eleitoral, pode-se concluir que a fidelidade partidária inicia-se na campanha eleitoral?

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