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sexta-feira, 17 de abril de 2015 Governo | 09:00

Ideli Salvatti agora só pensa em Madri

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A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

Após desocupar a pasta dos Direitos Humanos para a entrada de Pepe Vargas (PT-RS) e não ser confirmada na direção dos Correios, a ex-ministra Ideli Salvatti (PT-SC) está no aguardo da indicação de seu nome por parte do governo brasileiro para dirigir a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).

De sua casa, em Santa Catarina, a ex-ministra já deu inicio aos contatos por telefone e pessoalmente em busca de apoio para assumir a organização com sede em Madri, na Espanha.

Ideli tem aproveitado a experiência que adquiriu na campanha do petista José Graziano que assumiu, em janeiro de 2012, a direção-geral da FAO, agência das Organizações das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação em Agricultura.

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terça-feira, 14 de abril de 2015 Congresso | 17:06

Marco Feliciano desfila com cinegrafistas na Câmara

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Marco Feliciano (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Marco Feliciano (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Nesta terça-feira, o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) aproveitou o dia relativamente tranquilo para desfilar com uma equipe de cinegrafistas pela Câmara.

Entre outras coisas, o pastor colheu imagens fazendo um social com colegas deputados – inclusive com abraços e tapinhas nas costas de seu desafeto Silvio Costa (PSC-PE), a quem recentemente chamou de “ovelha negra do partido”.

Com o plenário esvaziado, Feliciano conseguiu até mesmo um aparte para falar a favor da redução da maioridade penal e incluir o discurso no vídeo produzido.

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quinta-feira, 9 de abril de 2015 Política | 14:48

PT paulista resiste em abrir mão dos Correios para acomodar Ideli Salvatti

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A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

Um dos motivos que empacam as negociações para acomodar a ministra Ideli Salvatti no comando dos Correios, com a indicação de Pepe Vargas para a Secretaria de Direitos Humanos, é a resistência do PT paulista.

A ala paulista do partido da presidente Dilma Rousseff foi quem indicou o atual presidente da estatal, Wagner Pinheiro de Oliveira.

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domingo, 5 de abril de 2015 Partidos | 07:00

‘País vive crise por incompetência e irresponsabilidade’, diz presidente do PSB sobre Dilma

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Num sinal de que o PSB está decidido a subir o tom em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff, o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, afirma que a petista agora vive as consequências de negligenciar os avisos que recebeu desde a época da última corrida presidencial. Fazendo referência ao ex-governador pernambucano Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no ano passado, Siqueira diz que o partido optou pela independência em relação ao governo, que não deve ser confundida com a neutralidade.

“Há um conjunto de crises que, por incompetência e irresponsabilidade o país está vivendo.  Nós temos que dar nossa contribuição, mesmo sabendo que os responsáveis não somos nós, foi o governo”, diz Siqueira. “Dilma foi advertida pelo próprio governador Eduardo Campos, na pré-campanha e depois, durante a campanha, resolveu mentir e acusar os adversários de fazer exatamente o que ela está fazendo. Agora está sentindo as consequências e a insatisfação profunda a população brasileira com o encaminhamento que ela tem dado a seu governo.” Confira a entrevista:

O PSB adotou uma postura de independência do governo federal e do PT, no entanto, foi durante os governos petistas que o PSB mais cresceu, em número de deputados federais, senadores e governadores. A perspectiva de crescimento do PSB nos próximos anos dependerá de que?
O PSB vem crescendo desde sua refundação. Quando pegamos o histórico dos resultados eleitorais, de uma eleição para outra não há nenhuma situação em que o partido tenha crescido menos que na eleição anterior. É um partido que cresce gradativamente, e recentemente tem crescido de forma mais ampla, inclusive na eleição de 2012, disputando diretamente em várias cidades importantes e capitais, com PT. Decorre da sua posição política e programática.

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

A senadora Marta Suplicy já confirmou sua ida para o partido, as conversas avançam no sentido de atrair senadores Lúcia Vânia (PSDB-GO), Paulo Paim (PT-RS), Walter Pinheiro (PT-BS), além do governador do Mato Grosso, Pedro Taques (PDT). O que o PSB tem oferecido a esses políticos?
Nosso partido adotou uma posição de independência, que não é de neutralidade, é crítica em relação ao atual quadro político e, ao mesmo tempo, propositiva e tem sido procurado por que há um respeito muito grande a esta condição que não quer negociar cargos, que não quer posições, benesses, mas quer fazer proposições para sair desta crise profunda que o governo de Dilma colocou o país.

No programa do PSB, o partido pegou carona nas manifestações contra a presidente Dilma Rousseff a acusando de mentir durante a campanha. A crise que o governo vive hoje pode servir de combustível para o PSB?
Há um conjunto de crises que, por incompetência e irresponsabilidade o país está vivendo.  Nós temos que dar nossa contribuição, mesmo sabendo que os responsáveis não somos nós, foi o governo. Dilma foi advertida pelo próprio governador Eduardo Campos, na pré-campanha e depois, durante a campanha, resolveu mentir e acusar os adversários de fazer exatamente o que ela está fazendo. Agora está sentindo as consequências e a insatisfação profunda a população brasileira com o encaminhamento que ela tem dado a seu governo.

O que falta para Marta se filiar ao PSB com o objetivo de se candidatar à Prefeitura de São Paulo?
A senadora Marta Suplicy é uma grande liderança que nós damos as boas vindas. Está acertado o ingresso dela no PSB, falta apenas marcar a data. Ela será nossa candidata à prefeitura da principal cidade do país?

Além de São Paulo, que candidaturas o partido pretende levar como cabeça de chapa nas próximas eleições municipais?
Teremos, além de Marta, candidaturas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Porto Velho, Cuiabá Campinas, Curitiba, São Luís, Teresina, Goiânia, Campo Grande e várias outras que estão surgindo. Há um quadro de candidaturas bastante animador que ainda estão sendo acertadas por nossos dirigentes nos estados. Esta é a principal homenagem que nós podemos fazer ao nosso grande líder que perdemos, lamentavelmente, em agosto passado: continuar crescendo e continuar coerente com a linha programática que nós formulamos.

A presença da ex-senadora Marina Silva nos quadros do PSB foi uma herança da campanha. Esta relação sobrevive até 2018. Caso ela queira se candidatar, o PSB dará legenda a ela?
Marina e seu grupo não são e provavelmente nunca serão do PSB. Nós temos consciência e ela também, que ela está organizando um partido que tem uma visão programática própria, uma cultura própria de vida, de mundo e da política. Nós respeitamos muito a Marina Silva e seu grupo, mas sabemos que ela está de passagem no PSB. Eventualmente, nos podemos estar alinhados ao seu partido, mas nosso projeto é do PSB e o dela é da Rede Sustentabilidade pelo qual nós temos bastante respeito. Não sei se ela será candidata. O nosso partido se prepara para 2016 com estas candidaturas que me referi há pouco e também deverá ter uma candidatura própria em 2018. Nós temos o nosso próprio caminho, nossa própria visão programática, nossos objetivos, nossas metas e delas não vamos nos afastar.

Ao mesmo tempo em que chegam pessoas ao PSB, o partido também convive com pessoas querendo deixar a legenda, como é o caso da deputada federal Luiza Erundina, que ensaia a criação de um novo partido. Como o partido pretende lidar com isso?
Não acredito na saída da deputada Luiza Erundina do PSB. Ela é uma grande amiga e uma pessoa que admiramos muito. Gostamos dela até mesmo quando ela discorda da direção do partido. Ela tem uma missão meio pedagógica por ser um pouco mais velha que nós. Ela vai ficar no PSB, não acredito na saída dela. Ela vai nos ajudar a fortalecer essa linha de centro esquerda, claramente comprometida com os setores da sociedade. No tocante aqueles que desejam um partido de cento-esquerda, nós damos as boas vindas e estamos sempre abertos. Queremos conversar, queremos discutir, queremos a colaboração deles, se assim desejarem.

 

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quinta-feira, 2 de abril de 2015 Eleições | 13:00

PSB volta a pedir a Renata Campos que se lance candidata

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Viúva de Eduardo Campos em gravação de programa eleitoral para o PSB. (Foto: Divulgação)

Viúva de Eduardo Campos em gravação de programa eleitoral para o PSB. (Foto: Divulgação)

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, ainda está longe de desistir de trazer Renata Campos formalmente para a política. O dirigente teve uma reunião coma  viúva de Eduardo Campos na semana passada.

Voltou a dizer que ela deveria sair dos bastidores e encarar uma candidatura. Falou até em Presidência da República, num cenário, naturalmente, hipotético.

Renata riu, agradeceu. Mas repetiu a máxima que usou desde a última eleição presidencial, quando foi sondada para ser vice de Marina: “Tenho uma família com cinco filhos para criar”.

 

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quarta-feira, 1 de abril de 2015 Partidos | 11:35

PSB aposta no ‘efeito Marta’ para ampliar bancada

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A senadora Lúcia Vânia (Foto: Divulgação/PSDB)

A senadora Lúcia Vânia (Foto: Divulgação/PSDB)

O PSB está decidido a aproveitar o que descreve como “efeito Marta” para tentar ampliar sua bancada. Com a vinda de Marta Suplicy já certa, o partido decidiu intensificar as conversas com alguns parlamentares que já manifestaram interesse em trocar de legenda.

Um dos alvos principais é a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), que já conversa com o partido faz alguns meses, mas também avalia outras alternativas.

As negociações estão sendo feitas diretamente pelo o presidente do partido, Carlos Siqueira, junto com o comando do PSB em Goiás.

 

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terça-feira, 31 de março de 2015 Congresso | 11:00

Novato tenta defender Eduardo Cunha após beijaço e leva chamada dos colegas

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mauro

Mauro Pereira: enquadrado na estreia (Foto: Divulgação/Câmara de Caxias do Sul)

Estreante na Câmara, o deputado Mauro Pereira (PMDB-RS) chegou ao Parlamento disposto a dedicar seu primeiro discurso à defesa do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que tem sido alvo de protestos em defesa do direito de homossexuais. Mas acabou desencorajado pelos próprios colegas de partido.

Ele já se preparava para subir na tribuna quando um outro peemedebista o chamou e soltou: “Não faça isso. Cada um tem direito de ser o que é”, aconselhou um colega.

Pereira retrucou: “Mas os protestos são organizados por filiados de outros partidos políticos”, justificou o novato. “Você acha mesmo que para essas coisas têm filiação partidária?”, insistiu o veterano.

Mauro Pereira parou, pensou. E achou melhor ficar fora dessa.

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quarta-feira, 25 de março de 2015 Governo | 14:16

Governadores do Nordeste prometem não colocar Dilma ‘na parede’

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Governador eleito do Maranhão Flavio Dino (PCdoB). (Foto: Divulgação)

Governador do Maranhão Flavio Dino (PCdoB). (Foto: Divulgação)

Os governadores dos noves estados do Nordeste deram um refresco para a presidente Dilma Rousseff. Enquanto planejam uma manifestação de apoio na tarde desta quarta-feira, no Palácio do Planalto, eles se dizem dispostos a ouvir explicações sobre o pacote fiscal e deixar de lado os assuntos espinhosos, como a correção da dívida dos estados e municípios.

“Ninguém está aqui para colocar a presidente contra a parede”, disse o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

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terça-feira, 24 de março de 2015 Congresso | 11:00

Eduardo Cunha melou o futebol semanal dos deputados

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O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

Os deputados que se reuniam semanalmente para uma partida de futebol em Brasília andam para lá de azedos com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). É que as sessões têm se estendido até tarde às terças-feiras, data em que tradicionalmente acontecia a pelada.

Na semana passada, os parlamentares tentaram remarcar o jogo para quarta. E lá veio Eduardo Cunha de novo, que segurou os deputados no plenário no fim do dia.

 

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segunda-feira, 23 de março de 2015 Governo | 19:23

Dilma procura um destino para o ministro interino da Educação

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Em reunião com o coordenação política, a presidente Dilma Rousseff sinalizou que realmente fará mudanças no Ministério da Educação ao dizer que quer “um bom nome” para a pasta, abandonada na semana passada por Cid Gomes (PROS-CE).

A presidente tem pensado em dois destinos para o atual ministro, Luiz Cláudio Costa, que assumiu o cargo interinamente após a saída de Cid. Uma opção é retornar com Costa para a secretaria que coordena o Sistema de Seleção Unificado (Sisu), função já exercida por ele.

Outra hipótese, mais provável é dar a Costa a Presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O atual presidente da Capes, Jorge de Almeida Guimarães. já pediu para sair do cargo.

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