Publicidade

Arquivo do Autor

terça-feira, 3 de março de 2015 Congresso | 21:52

‘Presidente do Congresso não tem esse poder’, diz líder do PT sobre devolução de MP

Compartilhe: Twitter

Embora crítico, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), desconversou ao ser questionado sobre possíveis interpretações políticas para a decisão do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL) de devolver a Medida Provisória 669/2015 à presidente Dilma Rousseff, sem consultar os senadores.

“Nós entendemos que o presidente do Congresso não tem esse poder”, diz Costa. “O presidente Renan é uma pessoa que tem muita grandeza e que tem exercido com correção a presidência do Congresso Nacional e não daria a uma decisão tão grave como essa um conteúdo que se justificasse com algum tipo de mágoa”

Assista:

Autor: Tags: , ,

Congresso | 13:30

‘Um só deputado não pode definir a política de comunicação da Câmara’, diz Erundina

Compartilhe: Twitter
Deputada Luiza Erundina (PSB-SP) - (Foto: Divulgação)

Deputada Luiza Erundina (PSB-SP) – (Foto: Divulgação)

Diante da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de indicar um deputado federal para assumir a Secretaria de Comunicação da Casa, a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) propôs que a atuação do indicado funcionasse a partir de um conselho de deputados. Hoje, o mais cotado para comandar a Secom é o deputado Cleber Verde (PRB-BA).

De acordo com Erundina, a sugestão já foi aceita por Cunha e pelos demais integrantes da Mesa Diretora. “Como o presidente está determinado a atribuir a um deputado a coordenação dessa área, o máximo que nós conseguimos era de que não ficasse sob a orientação de um único parlamentar de um determinado partido”, explica a socialista.

“Um só deputado não pode definir a política de comunicação da Câmara. Uma política definida por um único deputado, ampliada a um partido político, pode comprometer o respeito à pluralidade casa Casa”, diz Erundina, que foi eleita para a 3ª suplência da Mesa.

Autor: Tags: , , , , , , ,

Justiça | 10:30

‘Pessoal deveria estar preocupado com lista do HSBC’, diz Gim Argello

Compartilhe: Twitter
Senador Gim Argello (PTB-DF). (Foto: divulgação)

Senador Gim Argello (PTB-DF). (Foto: divulgação)

Sem conseguir se reeleger ao Senado, o petebista Gim Argello (DF) tem acompanhado de perto os desdobramentos da Operação Lava Jato e aguarda, ansioso, a divulgação da lista de indiciados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O ex-senador tem dito, entretanto, que preocupante mesmo serão as revelações do caso HSBC. “Na verdade, tem duas listas. Por enquanto, tá todo mundo falando nessa que o Janot vai divulgar, da Petrobras. Mas, se eu te perguntar, você sabe me dizer os 20 nomes. Agora, o pessoal devia tar preocupado é com essa lista do HSBC. Aí, é outro nível de esquema”, diz Gim.

O banco é acusado de ajudar clientes a esconderem recursos de origem ilícita e a sonegar impostos. O envolvimento de correntistas brasileiros será investigado pela Polícia Federal, além de alvo de uma CPI no Senado Federal.

Leia também: Lista do HSBC na Suíça revela empresas da Lava Jato em paraísos fiscais

O esquema de propinas na Petrobras, porém, já chegou no PTB. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) seria um dos beneficiados, tendo recebido R$ 3 milhões. O dinheiro, disse o doleiro Alberto Youssef, teria sido entregue por “emissários do PTB”. O jornal diz ainda que o partido tinha dois diretores na BR Distribuidora: José Zonis, na área de Operações e Logística, e Luiz Claudio Caseira Sanches, na Diretoria de Rede de Postos de Serviço.

 

Autor: Tags: , , , , , , , ,

Congresso | 07:30

Em tempos de Lava Jato, Conselho de Ética vira encrenca

Compartilhe: Twitter
Procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foto: divulgação

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foto: divulgação

Às vésperas da divulgação da lista de indiciados pela Operação Lava Jato elaborada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deputados interessados em presidir o Conselho de Ética admitem que quem levar a disputa certamente vai acumular muitos desafetos na Casa.

Alguns já falam em desistir da empreitada. Preferem evitar a encrenca com os colegas a garantir a vitrine à frente do colegiado.

Autor: Tags:

segunda-feira, 2 de março de 2015 Congresso | 19:30

Átila Lira comandará comissão pelo PSB na Câmara

Compartilhe: Twitter
O deputado federal Átila Lira (PSB-PI). Foto: Divulgação

O deputado federal Átila Lira (PSB-PI). Foto: Divulgação

A bancada piauiense do PSB foi escolhida para presidir a comissão que couber ao partido na Câmara. Ainda não se sabe qual será a pasta comandada pela sigla, mas quem assumirá o posto é o socialista Átila Lira, segundo deputado federal mais votado no estado.

Com cinco deputados, Pernambuco teve direito à liderança da sigla. Já São Paulo e Piauí, que têm as segundas maiores bancadas, conquistaram um lugar na Mesa Diretora e a presidência de uma comissão, respectivamente.

Leia também: Comissão de Educacão da Câmara ficará com PCdoB

Autor: Tags: , , , , ,

Congresso | 13:00

‘Temos uma ovelha negra no partido’, diz Feliciano sobre Silvio Costa

Compartilhe: Twitter
O deputado federal Silvio Costa (PSC-PE). Foto: Agência Senado

O deputado federal Silvio Costa (PSC-PE). Foto: Agência Senado

A decisão de Silvio Costa (PSC-PE) em assumir a vice-liderança do governo na Câmara foi criticada em reunião da bancada do partido, na última semana. Uma fala do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) sintetiza o clima: “Temos uma ovelha negra no partido.”

Bem humorado, entretanto, Feliciano relativiza a questão e evita falar em um pedido de expulsão. “Como nós somos cristãos, aprendemos a caminhar ao lado do próximo e a exercer a tolerância. Não sei se se trata de expulsão… Mas o partido vai ter de discutir suas posições. Isso ainda não foi declarado formalmente mas, hoje, nós estamos atuando na oposição ao governo. Como que vai funcionar essa relação?”, questiona.

Leia mais: Líder do PSC critica ida de Silvio Costa para vice-liderança do governo

Autor: Tags: , ,

Congresso | 11:00

‘Reforma política não pode aprovar o kit elitização’, diz petista

Compartilhe: Twitter

Representante do PT na Comissão Especial que debaterá a reforma política na Câmara, o cearense Odorico Monteiro diz que o Congresso Nacional não pode aprovar o que ele chama de “Kit de Elitização”.  No pacote, entram três pontos: voto facultativo, financiamento empresarial e o chamado “distritão”, que, na prática, estabelece o voto majoritário para deputado.

Leia também: PT aciona Rui Falcão para derrubar PEC de Vaccarezza sobre reforma política

“Nós temos que aproveitar esse momento para entender que a reforma política não pode ser só uma reforma eleitoral”, diz o petista. “Nesse sentido, eu diria que uma coisa importante é a gente ter cuidado para não transformar a reforma num processo de elitização cada vez maior da sociedade brasileira e elitização do próprio Congresso.”

Assista:

Autor: Tags: , , , , ,

Partidos | 09:00

Direção do PSB decidirá sobre disputa de Romário e Glauber por comando no Rio

Compartilhe: Twitter
O deputado federal e presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário. (Foto: Divulgação)

O deputado federal e presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário. (Foto: Divulgação)

Uma disputa entre o atual presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário (PSB-RJ) tem azedado o clima no diretório estadual do partido. A previsão é de que a briga seja discutida em uma reunião da direção nacional do PSB, nesta semana.

Logo após as eleições do ano passado, Romário pediu à direção nacional do PSB para assumir no lugar de Glauber que, em junho de 2014, foi eleito presidente estadual com 96% dos votos. A argumentação do senador é de que o estatuto do partido abre espaço para uma intervenção nacional, quando os candidatos a deputado pela sigla não alcançam 5% dos votos locais.

Em sua defesa, Glauber tem argumentado que o desempenho do partido só não foi maior na disputa para as vagas de deputados, porque o PSB priorizou a candidatura de Romário ao Senado – onde foram alcançados 63% dos votos. No estado, a movimentação o ex-jogador tem sido vista como uma estratégia para aumentar sua visibilidade e cacifá-lo na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro em 2016.

Leia também: ‘Bloco com PPS e Solidariedade é um erro’, diz Glauber Braga

Autor: Tags: , , , ,

Governo | 07:00

Patrus Ananias busca articulador político para comando do Incra

Compartilhe: Twitter
O ministro do Desenvolvimento Agrário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT-MG). Foto: Divulgação

O ministro do Desenvolvimento Agrário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT-MG). Foto: Divulgação

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, deve anunciar já nos próximos dias o futuro presidente do Instituto Nacional da Reforma Agrária. O escolhido assumirá o lugar do economista Carlos Guedes, que desde 2012 preside o órgão por indicação de Miguel Rossetto.

Leia também: Entenda a disputa entre Kátia Abreu e Patrus Ananias na reforma agrária

Entre os nomes defendidos pelos movimentos sociais, está o do superintendente regional do Incra em Sergipe, Leonardo Góes. Na avaliação de Ananias, entretanto, seria interessante indicar alguém com um perfil não apenas técnico, mas também com um bom potencial de articulação política.

Neste contexto, outro nome cotado é o da ex-secretária se Planejamento de Sergipe, Maria Lúcia Falcón. Em 2010, ela chegou a ser sondada pela então recém-eleita presidente Dilma Rousseff para assumir o comando do MDA. Por resistência da tendência petista Democracia Socialista, no entanto, a vaga acabou ficando com o petista Afonso Florence (BA).

O comando do Incra é o último passo que falta para Ananias fechar a nata de seu time. Entre outros nomes de sua confiança, o mineiro já conta com o apoio da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Maria Fernanda Coelho, que ocupa a secretaria-executiva do Ministério e foi um dos nomes sugeridos à presidente como possível titular da pasta, antes da escolha do mineiro.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

domingo, 1 de março de 2015 Congresso | 08:00

‘É duro cortar na própria carne’, diz presidente da nova CPI da Petrobras

Compartilhe: Twitter

Escalado pelo PMDB para comandar a nova Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras, o paraibano Hugo Motta já é alvo de críticas antes mesmo do início dos trabalhos. É que 60% da campanha do deputado foram financiados com recursos repassados indiretamente por duas das empreiteiras acusadas de envolvimento no esquema de corrupção investigada pela Operação Lava Jato da Polícia Federal.

O deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB). Foto: Agência Câmara

Ao Poder Online, entretanto, Motta diz estar com a “consciência tranquila” e que sequer conhece os responsáveis pela captação de recurso de seu partido. “Você não pode culpar um parlamentar que recebe dinheiro do partido, mas não participa do processo de captação. Eu não fui atrás de empresa pedir dinheiro, eu pedi ao meu partido e meu partido me deu. Quem é responsável por pedir dinheiro pelo meu partido eu não sei. Eu não posso responder por isso.”

O paraibano reconhece, porém, a dificuldade de investigar seus pares – mas afirma que fará o necessário para punir eventuais culpados. “A CPI vai fazer aquilo que tem de ser feito. A gente sabe que é duro cortar na própria carne e julgar companheiros, mas se tiver de ser feito, será”, diz o presidente da CPI. Leia abaixo a entrevista completa.

No ano passado nós já tivemos duas CPIs da Petrobras funcionando no Congresso. Qual o sentido de instalar mais uma?
Nossa expectativa é muito grande. Primeiro, pela gravidade dos fatos envolvendo a Petrobras e, segundo, porque você tem uma operação policial e do poder Judiciário andando e apresentando fatos novos quase que diariamente. É justamente este o diferencial dessa CPI. Desta vez, nós tivemos o avanço das novas fases da Operação Lava Jato e isso causa, principalmente na sociedade, uma expectativa sobre como será o trabalho da CPI.

E que expectativa nós podemos ter?
A nossa expectativa é podermos fazer um trabalho que a sociedade realmente avalie positivamente. Nós temos um compromisso único e exclusivo com a investigação e com a apuração. Vamos procurar, com autonomia, decidir sempre em favor de que a CPI funcione. Meu norteador será única e exclusivamente o Regimento Interno. Respeitarei o Regimento e o que estiver ao meu alcance para a CPI funcionar.

O senhor não acha que a CPI pode, justamente, ficar um pouco a reboque dessa investigação judicial e servir apenas como mais um palanque político?
A CPI é um instrumento político do Legislativo, que é um poder tão importante quanto o Executivo e o Judiciário. No Judiciário, estão avançando as investigações sob a condução do juiz Sérgio Moro. Mas a CPI tem suas obrigações e seus limites, após analisar as investigações e o que tem que ser apurado. O que eu espero é que a CPI não seja obstruída e, ao final, cumpra o seu papel. Para isso, ela precisa funcionar e ter acesso a todas as provas possíveis dessa investigação paralela. Daí, claro, a ideia é que com esses dados nós possamos ter a punição dos eventuais culpados e a sugestão de indiciar aqueles que cometeram erros. Sejam eles ocupantes de cargos públicos, políticos ou empreiteiros. Aqueles que estão devendo devem pagar pelos seus erros.

No Congresso, o único instrumento de cassação disponível é o Conselho de Ética. Existe a possibilidade de um trabalho conjunto entre o Conselho e a CPI?
Exatamente, o Conselho de Ética é o único com este poder e o que o regimento determinar nós vamos cumprir. O que eu posso te garantir é que, a partir do que sair dessa lista que será publicada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nós vamos apurar com total isenção. A CPI vai fazer aquilo que tem de ser feito. A gente sabe que é duro cortar na própria carne e julgar companheiros, mas se tiver de ser feito, será.

Dentre os nomes que já foram citados nas delações premiadas, parlamentares do seu partido, o PMDB, aparecem algumas vezes. Isso não pode gerar um certo conflito de interesses na condução dos trabalhos?
De maneira nenhuma. Neste momento, antes de termos o compromisso político-partidário, que foi o que me levou à presidência da Comissão, nós precisamos ter o compromisso moral com a sociedade. Esse é o compromisso primordial para a relação política e para quem tem patrimônio político. Meu único patrimônio é minha credibilidade, então o critério com certeza será esse.

Já na primeira reunião da CPI, o PSOL pediu a substituição de todos os membros que receberam direta ou indiretamente doações das empreiteiras acusadas de participarem no esquema de propinas da Petrobras (leia mais). O senhor, por exemplo, recebeu R$ 451 mil das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht, o que representou 60% de sua campanha. Isso não é uma contradição?
Olha, minha consciência está tranquila. Eu recebi recursos do PMDB, a nível estadual e a nível nacional. Eu não saí do meu estado, nem da minha casa ou do meu gabinete aqui em Brasília, para pedir dinheiro às empreiteiras. Não conheço as empreiteiras, nem os representantes das empresas. Não tenho relação com nenhuma delas. Então, estou muito tranquilo de poder gerir a condução dos trabalhos, dentro desse processo da Lava Jato.

O senhor discorda, então, dessa proposta de substituição.
Sim. Essa é uma posição do PSOL, e eu respeito os deputados, mas a meu ver não é cabível. Eu quero dizer que não tenho nenhum tipo de receio ou de interferência de quem quer que seja, no nosso posicionamento à frente da CPI. Os deputados diretamente envolvidos devem aparecer nessa lista do Ministério Público Federal e vão ser investigados tanto pelo STF, como pelo Conselho de Ética da Casa. O que não pode é você culpar um parlamentar que recebe dinheiro do partido, mas não participa do processo de captação. Eu não fui atrás de empresa pedir dinheiro, eu pedi ao meu partido e meu partido me deu. Quem é responsável por pedir dinheiro pelo meu partido eu não sei. Eu não posso responder por isso.

O ritmo da CPI vai ser dado tanto pelo senhor como pelo relator, o petista Luiz Sérgio (RJ). Recentemente, tem tido bastante atrito na relação entre PT e PMDB. Como fica isso? Vai ter uma trégua, na CPI?
O PMDB sempre teve compromisso com a governabilidade. Isso foi sempre dito, até pelo próprio Eduardo Cunha, antes de disputar  eleição da Casa. Esse compromisso está mantido. As nossas divergências com o PT continuam e são evidentes. Nós temos problemas nessa relação, o que é sabido por todo mundo, mas o que está mantido é esse compromisso pela governabilidade. Quem vai dizer se a relação entre governo e partido vai melhorar ou não é o PT. O que nós temos feito é, de maneira nenhuma, deixar de decidir aquilo que achamos que é certo – seja à frente da CPI ou da presidência da Câmara. São trabalhos que têm de funcionar independentemente do governo e é isso que nós vamos fazer.

Leia também: Base tenta incluir governo FHC em nova CPI da Petrobras

Autor: Tags: , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 3
  3. 4
  4. 5
  5. 6
  6. 7
  7. 10
  8. 20
  9. 30
  10. Última