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quarta-feira, 6 de maio de 2015 Congresso | 23:07

“Mulher que bate como homem tem de apanhar como homem”, diz deputado

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O deputado Alberto Fraga (DEM-DF) despertou a fúria de parte de suas colegas de Plenário ao fazer uma declaração no calor dos debates da sessão que votou o texto base da MP 665/14, que faz mudanças no Seguro Desemprego.

Após a sessão ser suspensa em função da ação de manifestantes que atiraram objetos no Plenário, os deputados Orlando Silva (PCdoB-SP) e Roberto Freire (PPS-SP) se estranharam.

A líder do PCdB, Jandira Feghali (RJ) interveio e acabou alegando ter sido vítima de agressão por parte de Freire, que depois se desculpou. Fraga pediu a palavra para fazer a defesa de Freire e afirmou que “mulher que bate como homem tem de apanhar como homem”.

Feghali usou o tempo de liderança para protestar contra Freire e contra Fraga. Ao terminar sua fala, a comunista assistiu Fraga repetir a frase.

Assista:

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Congresso | 18:49

Durante votação do ajuste fiscal, manifestantes jogam dinheiro falso no Plenário

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Um grupo de manifestantes com uniformes da Força Sindical, central sindical ligada ao deputado Paulinho da Força (SDD-SP), jogou dinheiro falso no Plenário da Câmara.

Após o gesto, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ordenou o esvaziamento das galerias.

Os manifestantes fizeram o protesto após discurso inflamado do líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (PSDB-SP), que criticava a Medida Provisória 665/14, que faz mudanças no Seguro Desemprego e no Abono Salarial e são parte do ajuste fiscal do Planalto.

Além de jogar o dinheiro falso no Plenário, o grupo usou palavras de baixo calão para se referir à presidente Dilma Rousseff e ao PT.

Assista:

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Congresso | 16:49

Com ajuste fiscal em votação, grupo de deputados só quer saber da Liga dos Campeões

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A polêmica votação de uma das MPs do ajuste fiscal corre neste momento na Câmara. E nem assim alguns deputados desgrudaram o olho da televisão.

Vários deles estão mais interessados em acompanhar a semifinal da Liga dos Campeões, que passa na TV instalada no cafezinho da Casa.

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Congresso | 11:00

‘Depois discutiremos com o PDT’, diz líder do governo sobre voto contrário no ajuste

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A decisão do PDT em fechar questão para votar contra a Medida Provisória 665/14 gerou desconforto com o governo.

O líder da bancada, André Figueiredo (PDT-CE), lavou roupa suja no Plenário da Câmara e, dirigindo-se ao líder do governo na Casa, José Guimarães (PT-CE), afirmou que seu partido não foi convidado a discutir as medidas do ajuste e que o ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT), sequer foi convidado a discutir.

Em meio a problemas com o PMDB para a votação desta quarta-feira, o governo evita polemizar, mas nos bastidores não é descartada algum tipo de retaliação ao aliado.

Guimarães adotou discurso ameno. “Nada vai interditar esse nosso bom humor”, disse o líder. “Depois discutiremos com o PDT”, acrescentou ele.

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Congresso | 09:00

Deputados do DEM defendem taxação de grandes fortunas, mas líder desconversa

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Durante os debates iniciais a respeito da Medida Provisória 665/14, que faz alterações no seguro desemprego e no abono salarial e é a primeira proposta do ajuste fiscal, deputados do DEM passaram a ironizar o PT.

Alguns deles usaram a proposta de taxação de grandes fortunas para fustigar o PT e as propostas do ajuste fiscal.

O líder da bancada, entretanto, não quis se comprometer a apoiar um projeto de taxação de grandes fortunas caso algo dessa natureza seja proposto.

Mendonça Filho (DEM-PE) afirmou ser contrário à criação de novos impostos, mostrando que o discurso dos correligionários tem propósito muito mais político do que prático.

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terça-feira, 5 de maio de 2015 Congresso | 17:57

Claque de Paulinho da Força vaia petistas no plenário da Câmara

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Enquanto aguardam o início da sessão que começará a apreciar as medidas provisórias do ajuste fiscal, manifestantes com camisetas da Força Sindical fazem marcação cerrada contra petistas.

Toda vez que um petista faz um discurso no plenário da Câmara, acaba sendo vaiado e provocado pelo grupo, que aplaudiu efusivamente quando o deputado Paulinho da Força adentrou o local para registrar sua presença.

Zeca Dirceu (PT-PR), filho do ex-ministro José Dirceu, foi uma das vítimas. Outro que passou pela mesma situação foi Zé Geraldo (PT-MA), que ao terminar sua fala, foi alvo do grupo.

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quinta-feira, 30 de abril de 2015 Governo | 18:04

“Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade”, rebate Temer sobre fala de Renan

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O vice-presidente Michel Temer (PMDB) divulgou nota rebatendo as declarações do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Renan acusou o governo de não ter iniciativa e afirmou que Temer, agora responsável pela articulação política do Planalto, não poderia usar sua posição para “transformar a coordenação política em uma coordenação de RH, para distribuir cargos e boquinhas”.

Em nota, Temer afirmou que não usará seu “cargo para agredir autoridades de outros Poderes”.

“Respeito institucional é a essência da atividade política, assim como a ética, a moral e a lisura. Não estimularei um debate que só pode desarmonizar as instituições e os setores sociais. O País precisa, neste momento histórico, de políticos à altura dos desafios que hão de ser enfrentados”, diz a nota do vice-presidente.

“Trabalho hoje com o objetivo de construir a estabilidade política e a harmonia ensejadoras da retomada do crescimento econômico em benefício do povo brasileiro. Se outros querem sair desta trilha, aviso que dela não sairei.

Assista ao que disse Renan:

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Congresso | 12:30

“PMDB não pode substituir o PT naquilo que o PT tem de pior que é o aparelhamento”, diz Renan

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), bateu firme no PT ao comentar sua proposta de construção de um pacto em defesa do emprego.

Renan disse que pretende debater sugestões para levar à presidente, inclusive com uma sessão temática a se realizar na próxima terça-feira. “O governo não tem agenda, não tem iniciativa, há um vazio evidente que fragiliza o governo”, disparou ele, reforçando que refere-se aos três poderes, e não apenas ao Executivo.

Renan subiu o tom crítico ao comentar a articulação política, agora a cabo do vice-presidente Michel Temer. Em tom sugestivo, o presidente do Senado mandou recado sem poupar o partido da presidente.

“O PMDB não pode transformar a coordenação política em uma coordenação de RH, para distribuir cargos e boquinhas”, disse Renan. “PMDB não pode substituir o PT naquilo que o PT tem de pior que é o aparelhamento”, acrescentou ele.

Assista:

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quarta-feira, 29 de abril de 2015 Congresso | 17:31

Cunha barra viagens de deputados na semana da votação da Reforma Política

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Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), avisou os deputados que nenhuma viagem oficial será autorizada na última semana de maio.

Cunha pretende votar o texto da Reforma Política neste período e por isso não autorizará nenhuma viagem entre os dias 25 e 29 de maio.

O objetivo é assegurar quórum para a apreciação da reforma. Como será feita por meio de Proposta de Emenda à Constituição, são necessários 308 votos para sua aprovação no Plenário.

Desde que assumiu a presidência da Casa, Cunha já vem limitando esse tipo de viagem, seja em solo nacional ou internacional e só tem liberado esse tipo de missão sem ônus para a Câmara.

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Congresso | 16:15

Base diz que cobrará coerência do governo por postura na votação da terceirização

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Deputados da base aliada pretendem dar o troco no governo na próxima semana, durante a votação das Medidas Provisórias do ajuste fiscal.

Muitos deputados dos partidos da base sentem-se traídos pelo governo e pelo PT por causa da postura adotada durante a votação do PL 4330, que prevê a terceirização da mão de obra pelas empresas.

Dizem que os governistas expuseram a posição daqueles que apoiaram a proposta de forma injusta e que por isso acabaram sendo alvo de protestos em suas bases e nas redes sociais.

Por causa disso, líderes argumentaram que será praticamente inevitável que deputados dos partidos da base não cobrem coerência do governo durante a votação das medidas do ajuste fiscal e até ironizem a presidente Dilma Rousseff nas votações.

 

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