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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 13:40

Adiamento de decisão sobre Cunha eleva clima de suspense no Planalto

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dilma-rousseff1-620x450A decisão do ministro Teori Zavascki de deixar para fevereiro a análise do pedido de afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) trouxe um clima de suspense ao governo, que tem todas as atenções voltadas nesta quinta-feira (17) sobre a continuidade do julgamento do rito do impeachment, no Supremo Tribunal Federal (STF).

No Planalto espera-se com ansiedade o voto dos demais ministros, na torcida para que eles revertam o entendimento apresentado pelo relator do processo, ministro Luiz Edson Fachin, que confirmou os procedimentos adotados por Cunha na eleição dos membros que vão compor a comissão especial destinada a analisar a admissibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma.

Caso a tese do relator seja vitoriosa, o governo já avalia que toda articulação para reconduzir seu maior aliado no PMDB, o deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), ao cargo de líder da bancada no partido, pode ter sido trabalho perdido no sentido de garantir votos imediatos contra o impeachment na Câmara.

O governo espera uma nova votação para eleição dos membros da comissão e isso depende do STF. Picciani, como líder, teria a tarefa de novamente indicar nomes governistas do PMDB para a comissão.

O temor do governo é também de que o processo contra Dilma continue correndo, enquanto o de Cunha fica em suspenso. Isso daria aos oposicionistas pelo menos dois meses de articulações com o objetivo de derrubar a presidente, com uma forte articulação de Cunha para isso.

Cunha é alvo de investigação no Supremo por suposta ligação com o esquema de corrupção da Petrobras e acusado de usar o cargo indevidamente. O pedido de afastamento, feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi entregue no fim da tarde desta quarta (16). Como o Judiciário entra em recesso a partir da próxima semana, Teori avaliou que não teria tempo hábil para analisar as questões técnicas apresentadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, até esta sexta.

 

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Brasil, Partidos, Política | 11:57

“Nosso clima é amistoso”, diz Picciani, ao ser reconduzido ao cargo de líder do PMDB

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado Leonardo Picciani conseguiu ser reconduzido ao cargo de líder da bancada do PMDB, na Câmara, e disse que vai procurar o vice-presidente Michel Temer com o objetivo de selar um clima de paz no partido.

“Nosso clima é amistoso”, disse o líder à coluna, antes de embarcar para o Rio de Janeiro, depois de uma manhã agitada na Câmara. “Quase tivemos que ir ao cartório registrar as assinaturas”, disse.

Piciani foi destituido do cargo de líder na semana passada, em uma articulação comandada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que contou com apoio da bancada anti-governo e, de acordo com interlocutores, com apoio do próprio vice-presidente da República, Michel Temer.

A articulação para a volta de Picciani ao cargo contou com apoio do Palácio do Planalto.

O lugar de Picciani foi ocupado pelo deputado mineiro Leonardo Quintão, agora destituído do cargo.

Leia também: Leonardo Picciani protocola requerimento para retornar à liderança do PMDB

Câmara rejeita assinaturas de Picciani para voltar à liderança do PMDB

Mesa Diretora exige registro de cartório para que Picciani volte à liderança do PMDB na Câmara

 

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Brasil, Partidos, Política | 11:06

Mesa Diretora exige registro de cartório para que Picciani volte à liderança do PMDB na Câmara

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O deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) conseguiu 37 assinaturas para pleitear sua volta à liderança do PMDB da Câmara, e seus aliados foram apresentar a lista à Mesa Diretora a Câmara. Deram de cara com outro obstáculo.

O secretário-geral da Mesa, Sílvio Avelino da Silva, exigiu que o deputado fosse a um cartório para registrar todas as assinaturas antes de dar entrada no recurso.

A barreira causou indignação no grupo apoiador de Picciani e bastante tumulto no órgão, que chegou a ser alvo da Polícia Federal nesta semana. O deputado Hildo Rocha (PMDB-MA) reclamou da atitude dos funcionários. “A propria Mesa está querendo dificultar as coisas”, reclamou o parlamentar.

Integrantes da Operação Lava Jato buscaram na secretaria possíveis provas de manipulação por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, das atividades da Mesa, investigação que resultou no pedido de afastamento de Cunha do cargo de deputado federal, apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

De acordo com ex-coordenadores da Mesa, nunca houve uma atitude como esta em mandatos anteriores. A praxe, segundo funcionários antigos da Mesa, é de deixar a cargo de um funcionário do órgão a tarefa de checar as assinaturas junto aos deputados.

 

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015 Brasil, Política | 18:56

Opositores de Cunha esperam decisão do STF sobre afastamento ainda nesta semana

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O deputado Alessandro Molon, cotado para a Secom (Foto: Divulgação)

O deputado Alessandro Molon (REDE-RJ)

Um dos autores da representação que pede o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do cargo de presidente da Câmara, o deputado Alessandro Molon (REDE-RJ) disse que o grupo espera uma decisão o mais ágil possível do Supremo Tribunal Federal e, se possível, antes do STF entrar no recesso, marcado para ter início na próxima sexta-feira.

“Estamos muito felizes com a decisão do procurador e esperamos que este pedido seja deferido pelo ministro Teori Zavascki o quanto antes, porque já está claro que o presidente Eduardo Cunha está usando do seu poder para que avance o processo contra ele, no Conselho de Ética. Esperamos que  STF  defira o pedido o mais rápido possível porque esta situação para Câmara é insuportável”, disse Molon.

O pedido foi feito pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, no início da noite de hoje, durante o julgamento do rito de impeachment da presidente Dilma Rousseff, pedido aceito por Cunha há três semanas

O grupo de cerca de 40 deputados contrários a Cunha deve ficar em Brasília para assistir a sessão do STF que pode afastar o presidente da Câmara.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2015 Brasil, Política | 14:37

Cunha diz que foi ele quem chamou o chaveiro

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A jornalista acompanhou o marido em uma cerimônia na Câmara, em agosto deste ano.

A jornalista acompanhou o marido em uma cerimônia na Câmara, em agosto deste ano.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que quem mandou chamar o chaveiro para abrir o cofre da residência oficial da Presidência da Câmara foi ele, porque se tratava de um cofre velho “desses a manivela”, que ele nunca sabe abrir.

“Era um cofre velho, desses a manivela que a gente nunca consegue abrir”, disse Cunha que confessou já ter travado uma briga com outro cofre, da mesma categoria, em outro imóvel que ele ocupou antes de se tornar presidente, ocasião que ele também teve que chamar o chaveiro.

No entanto, agentes da PF apreenderam dinheiro e jóias na residência oficial, que podem ser fruto de desvios na Petrobras.

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Brasil, Política | 13:41

Agentes da PF buscam provas na Mesa Diretora da Câmara

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O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

Agentes da Polícia Federal também fazem buscas na Secretaria da Mesa Diretora da Câmara dentro da nova fase da Operação Lava Jato, depois de ter vasculhado a Diretoria Geral da Câmara, o Gabinete do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o Centro de Informática, e outros órgãos dentro da Câmara.

A Mesa da Câmara foi responsável pela decisão que tirou da relatoria do processo contra Cunha, no Conselho de Ética, o deputado Fausto Pinato (PRB-SP), decisão tomada na semana passada a pedido de Cunha.

A manipulação de órgãos da Câmara pode caracterizar o uso do mandato ou do cargo de presidente para tumultuar as investigações, fato que pode ensejar, por parte o Ministério Publico, de prisão de Cunha.

Um eventual pedido de prisão de Cunha teria que ser decido pelo Pleno do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo fato de se tratar de um chefe de Poder.

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Brasil, Política | 10:27

PF busca indícios de manipulação de dados na Câmara

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As buscas feitas por policiais federais no Centro de Informática (Cenin) da Câmara tiveram o objetivo de identificar interferências do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre os dados registrados pelos computadores da Câmara.

Há acusações de que o órgão, a mando de Cunha, não cumpriu a Lei de Acesso à Informação (LAI) que tem objetivo de garantir a transparência de dados públicos.

No momento em que os agentes chegaram ao órgão, um funcionário chegou a passar mal e brigadistas tiveram que ser chamados para socorro.

No início deste ano, Cunha demitiu o então chefe do órgão, Luiz Antonio Eira, depois da divulgação das denúncias de que os requerimentos convocando prestadoras de serviços da Petrobras a prestarem depoimentos foram feitos em computadores do gabinete de Cunha.

Cunha negava a autoria dos pedidos e atribuía os requerimentos à então deputada Solange Almeida, sua aliada.

Esta manobra identificada pelo Ministério Público é uma das provas contra cunha no processo que o acusa de achacar empreiteiras interessadas em contratos com a Petrobras.

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Brasil, Política | 09:40

PF manda chamar chaveiro para abrir cofre na casa de Cunha

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A jornalista acompanhou o marido em uma cerimônia na Câmara, em agosto deste ano.

A jornalista Cláudia Cruz acompanhou o marido, Eduardo Cunha, em uma cerimônia na Câmara, em agosto deste ano.

As buscas na residência oficial da Câmara, onde o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RL) mora, com sua mulher, a jornalista Cláudia Cruz, está demorando mais que a busca na casa de Cunha no Rio de Janeiro, que terminou por volta das 10 horas. em Brasília, os policiais federais precisaram mandar chamar um chaveiro para abrir cofre da casa.

Os policiais estão em busca de documentos que possam servir de prova no processo contra Cunha. Além disso, a autorização dada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, relator da Lava Jato, inclui a apreensão de valores e bens que possam ser fruto de desvios de recursos públicos

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015 Brasil, Partidos, Política | 16:31

Picciani conta com exoneração de secretários do Rio para recobrar posto de líder na Câmara

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Destituído do comando da bancada do PMDB na Câmara, nesta quarta-feira(9), o deputado Leonardo Picciani (RJ), espera a exoneração de dois secretários do governo e da prefeitura do Rio de Janeiro para recobrar seu posto.

Em uma jogada ensaiada com o Palácio do Planalto, com o governador Luiz Fernando Pezão, e com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, Picciani, que é hoje o principal aliado do governo, aguarda que a saída dos secretários de Coordenação do governo, Pedro Paulo, e de Esporte Lazer e Juventude, Marco Antônio Cabral, que é filho do ex-governador Sérgio Cabral.

Os dois foram eleitos deputados federais, no entanto estão licenciados devido a função no Executivo fluminense e da capital. Com a exoneração, eles recobram suas vagas na Câmara.

Embora negue, Picciani, esteve no início da tarde no Planalto para alinhavar a costura. Ao dar entrevista coletiva nesta tarde, ele evitou dar detalhes da operação, no entanto, insinuou que a composição da bancada peemedebista na Câmara “pode mudar a qualquer momento”.

“Está reaberta a temporada de listas”, insinuou o líder destituído por 34 assinaturas dos 66 deputados do PMDB. O restante dos deputados já assinaram apoio a Picciani, que pretende reverter a situação com a assinatura dos dois peemedebistas do Rio.

“O PMDB tinha encerrado a prática de feitura de lista e esta prática foi reativada. Pode ser que outras listas surjam”, disse Picciani.

Além da recondução do líder, a exoneração dos secretários atenderá ao desejo do Planalto de ter como aliados a maior parte da bancada do PMDB, para garantir, de imediato, votos a mais contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A ida dos secretários para a Câmara também serve ao PMDB comandado pelo pai de Leonardo Picciani, jorge Picciani, aliado de Pezão e Cabral, na retomada do controle do partido no Rio de Janeiro.

Picciani (RJ) passou a ser nos últimos meses a alternativa de diálogo do Planalto com o partido aliado,principalmente diante dos achaques conduzidos pelo presidente da Câmara. Ele havia chegado ao posto pelas mãos de Cunha. No entanto, seu recente alinhamento com o Planalto fez com que aliados do presidente da Câmara, mais precisamente, integrantes do bloco rebelde do PMDB, passassem a trabalhar para tirá-lo do cargo.

A gota d`água para sua saída do posto foi a indicação feita na reforma ministerial do ministro da Saúde, Marcelo Castro, e da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera.

 

 

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quinta-feira, 5 de novembro de 2015 Brasil, Governo, Partidos | 11:05

Ordem no Planalto é monitorar, sem alarde, protestos de caminhoneiros

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A preocupação com uma possível aproximação entre caminhoneiros em greve e os movimentos que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff exite, no entanto, as primeiras conversas de representantes de sindicatos que representam as categorias apontaram uma resistência dos líderes em aceitar uma “contaminação” do movimento pela pauta pró-impeachment.

Nesta semana, este foi um sinal considerado positivo pelo governo.

Diante disso, a ordem no Planalto é observar atentamente os protestos, convocados para a próxima segunda-feira (9), pelo Comando Nacional do Transporte, que se declara independente de sindicatos e flertam com o Movimento Brasil Livre, o Vem Pra Rua e o Revoltados Online.

Os caminhoneiros querem a redução no preço do diesel, subsídio de crédito, além da anulação de multas referentes à paralisação feita em fevereiro deste ano.

Dilma escalou seus principais auxiliares para tratar do assunto, entre eles, os ministro de Governo, Ricardo Berzoini,^e do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto.

 

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