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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012 Brasil | 07:00

PSB de Campos também quer Aécio em 2014

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O PSB paulista fechou o que acredita ser o melhor cenário para a eventual candidatura do presidente nacional do partido, Eduardo Campos, à Presidência da República.

Neste caso, a cúpula do partido em São Paulo torce para que Aécio Neves (PSDB) também esteja no páreo.

A justificativa é simples, embora os socialistas evitem falar abertamente: com Aécio na disputa, o tucano canalizaria para si o papel de opositor da presidenta Dilma Rousseff (PT).

O PSB paulista acredita que o partido não deve se colocar dessa forma numa eventual disputa com a petista.

O melhor seria posar como uma terceira via, uma candidatura que mantivesse alguma relação com a presidenta e que pudesse herdar parte de seus eleitores.

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sábado, 1 de dezembro de 2012 Brasil | 09:00

Planalto em campo para manter os vetos

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Palácio do Planalto começou as articulações para evitar que o Congresso derrube os vetos de Dilma Rousseff ao projeto dos royalties do petróleo.

Para anular a decisão são necessários votos da maioria absoluta da Câmara dos Deputados e do Senado: metade mais um dos integrantes de cada Casa.

Um dos alvos da negociação é o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Ele já foi avisado pelo Planalto: em troca do respaldo à sua candidatura à presidência da Casa, o governo exige seu apoio aos vetos.

As alterações no projeto só serão examinadas a partir de fevereiro, depois da eleição dos novos presidentes da Câmara e do Senado.

Um dos principais articuladores da mudança da distribuição dos royalties, Marco Maia (PT-RS) deixará a presidência da Câmara.

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sexta-feira, 30 de novembro de 2012 Brasil | 18:24

Contas de Dornelles ajudaram a derrubar o projeto

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Coube ao senador Francisco Dornelles (PP-RJ) a descoberta de um erro fundamental na proposta de redistribuição dos royalties.

Na noite em que a Câmara aprovou o projeto do Senado, Dornelles e o economista José Roberto Afonso se debruçaram sobre o texto e trataram de checar todos os números.

Descobriram então que o projeto previa o impossível – a distribuição de um percentual maior do que a totalidade dos royalties.

Na ânsia de mudar as regras de distribuição, os autores do projeto tropeçaram na matemática e deram à presidenta Dilma Rousseff um bom pretexto para o veto.

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Brasil | 10:00

Vereador petista não é reeleito, mas assumirá como deputado

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Embora não tenha sido reeleito vereador em São Paulo, Francisco Chagas (PT) já está de malas prontas para Brasília.

É que como segundo suplente de deputado federal, Chagas acabou herdando uma cadeira na Câmara dos Deputados com as saídas dos petistas José de Filippi Júnior, Jilmar Tatto e Carlinhos Almeida.

Os dois primeiros assumem secretarias na futura gestão de Fernando Haddad (PT) em São Paulo.

Já Almeida foi eleito prefeito de São José dos Campos, no interior paulista.

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quinta-feira, 29 de novembro de 2012 Brasil | 20:00

Convite gremista

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Novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Albino Zavascki não foi prestigiado pela presidenta Dilma Rousseff na cerimônia de posse realizada hoje. Mas o gremista fanático e membro da diretoria do time gaúcho recebeu afago do presidente do clube, Paulo Odone.

O cartola, que também é deputado estadual no Rio Grande do Sul pelo PPS, é amigo do ministro desde o começo da carreira de Zavascki, que trabalhou no escritório de Odone e do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral Luiz Carlos Madeira.

O presidente gremista foi ao STF para levar em mãos o convite para Zavascki comparecer à inauguração da nova Arena do Grêmio, que enfrentará o Hamburgo, da Alemanha, no dia 8 de dezembro.

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Brasil | 13:30

Para Cesar Maia, desemprego é de 22,1%

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Em comentário publicado hoje em seu ‘ex-blog’, o vereador eleito Cesar Maia (DEM), ex-prefeito do Rio, questiona o índice de desemprego – 5,3% – divulgado pelo IBGE.

Economista, diz que a taxa não leva em consideração o que chama de “emprego precário”. Segundo ele, “em qualquer lugar do mundo” os subempregados são somados aos desempregados.

Para ele, o IBGE deveria divulgar duas taxas: “a de desemprego por sua metodologia” (pessoas que procuram emprego, critério hoje utilizado); e a de “desemprego total, agregando o emprego precário, como se faz na Europa”.

Segundo Maia, 4,318 milhões de pessoas exerciam empregos precários em outubro, 17,8% da PEA, População Economicamente Ativa.

A soma do desemprego oficial com os empregados de forma precária chegaria, portanto, a 22,1%, um “número espanhol, um número grego”, ressalta o ex-prefeito.

Para chegar ao total, ele utilizou números do próprio IBGE. Somou quatro categorias: as pessoas “marginalmente ligadas a PEA (População Economicamente Ativa)”, as “desalentadas”, as “subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas” e as que obtiveram renda por hora menor que o salário mínimo por hora.

No texto, ele dá o link para a tabela do IBGE de onde retirou os números.

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Brasil | 09:00

O mensageiro procurado

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A Polícia Federal busca um personagem curioso nesta época de alta tecnologia: o mensageiro que fazia a entrega de bilhetes manuscritos trocados entre as estrelas mais cintilantes que surgiram nas investigações da Operação Porto Seguro.

Os principais personagens da história e os alvos da investigação conversavam sobre os assuntos mais importantes por meio mensagens escritas de próprio punho.

A área de inteligência policial chama o “modus operandi” de caixa morta: a primeira mensagem e a resposta são escritas no mesmo bilhete, que é destruído após atingir o objetivo.

O mensageiro é um motoboy que não sabia o que transportava.

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Brasil, Congresso | 07:30

A volta de Ezequiel

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Ex-assessor de Carlos Lupi e responsável pela carona no jato que derrubou o ministro, o sindicalista Ezequiel Nascimento  tenta dar a volta por cima.

Ele organiza um novo sindicato de servidores do Poder Legislativo, o Sindcâmara.

A entidade surgiu depois que Ezequiel foi impedido de disputar a sucessão no sindicato que hoje representa os sevidores, o Sindilegis.

Isto, devido à decisão do sindicato de adotar uma versão da Lei da Ficha Limpa na eleição que reelegeu a atual diretoria, há duas semanas.

Denunciado pelo Ministério Público juntamente com Lupi por improbidade administrativa e condenado pelo TCU por irregularidades em convênios do Ministério do Trabalho, Ezequiel ficou de fora da disputa.

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Brasil, Congresso | 06:30

Na Câmara dos Deputados, investigadores são investigados

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Entre as principais atribuições da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) está o poder cassar parlamentares envolvidos em corrupção, que tenham quebrado o decoro parlamentar ou “sofrido condenação criminal”, conforme prevê o artigo 55 da Constituição.

O problema é que 34,4% dos integrantes da CCJ na Câmara respondem por algum tipo de processo judicial – alguns deles já foram condenados em primeira instância, conforme levantamento do iG.

Dos 64 deputados federais titulares da CCJ, nada menos do que 22 deles são investigados em processos que envolvem, por exemplo, crime eleitoral (compra de votos, por exemplo), passando por estelionato e lavagem de dinheiro.

Paulo Maluf (PP-SP) talvez seja o mais famoso e polêmico membro da lista. Sempre presente às reuniões da CCJ, em geral para defender uma ação mais engajada da polícia no combate ao crime, o deputado responde a três ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF).

Maluf foi condenado, em setembro, a devolver R$ 21,3 milhões à prefeitura de São Paulo como pagamento pelo que ficou conhecido como ‘escândalo dos precatórios’ (venda de títulos municipais sem garantia) no período em que foi prefeito (1992-1996).

Outro integrante renomado da CCJ é João Paulo Cunha (PT-SP), condenado no julgamento do mensalão a nove anos e quatro meses de prisão e ao pagamento de multa de R$ 360 mil.

O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR-RJ) está entre os famosos que na CCJ podem se defender de um eventual processo de cassação. Entre as acusações que pesam contra ele, está a de integrar a máfia dos caça-níqueis.

No Senado, dos 23 integrantes da CCJ cinco são investigados pela Justiça (ou 21,7% do total). Entre eles, Romero Jucá (PMDB-RR), ex-líder do governo Dilma, Lula e FHC.

Hoje relator do Orçamento Federal de 2013, Jucá é acusado por crimes de responsabilidade fiscal e contra o patrimônio público. Pesa ainda sobre ele a suspeita de utilizar ‘laranja’ para comprar uma emissora de televisão em Boa Vista (RR).

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012 Brasil | 18:00

O número 2

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O verdadeiro nº 2 da Advocacia Geral da União AGU, Fernando Luiz Albuquerque Faria, tem se empenhado para informar a amigos e conhecidos que não é citado nas investigações da operação Porto Seguro.

Faria é o substituto do advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams. A confusão já rendeu a publicação de fotos dele na condição de suspeito de  envolvimento no esquema. 

Apesar de ser o braço direito de Adams, o suspeito de envolvimento no esquema de venda de pareceres investigado pela PF, José Weber Holanda Alves, não é o número dois.
Ele ocupava a terceira posição na hierarquia da AGU ao lado de mais três adjuntos.
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