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Arquivo da Categoria Cidades

terça-feira, 3 de junho de 2014 Cidades | 10:30

Evangélicos esperam reunir 2 milhões de pessoas na Marcha para Jesus em SP

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21ª Marcha para Jesus, realizada em 2013, em São Paulo. (Foto: Divulgação)

21ª Marcha para Jesus, realizada em 2013, em São Paulo. (Foto: Divulgação)

A organização da 22ª Marcha para Jesus está otimista, com relação ao público que deve participar do evento no próximo sábado, cujo lema é “Conquistando para Cristo”.

“É difícil dar um número fechado, mas podemos falar com mais segurança sobre algo em torno de 2 milhões de pessoas”, afirmou o deputado federal Marcelo Aguiar (DEM-SP), da Igreja Renascer.

Leia mais: Multidão marcha para Jesus no Centro do Rio de Janeiro e pede paz

Ao todo, há mais de 1500 ônibus de vários estados em caravana para a cidade. Também já confirmaram presença ícones gospeis como André Valadão, Ana Paula Valadão e Thalles Roberto.

Apesar da presença constante de deputados, prefeitos e até do governador Geraldo Alckmin, Aguiar afirmou que a marcha é “100% espiritual, sem interferência das pautas do Congresso Nacional”. Em anos anteriores, porém, debates como legalização das drogas e união homoafetiva acabaram sendo pauta da manifestação.

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quinta-feira, 15 de maio de 2014 Cidades | 06:00

Lula manda Fernando Haddad sair do gabinete e ir para a rua

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Haddad: ordem é menos gabinete e mais rua (foto: Paduardo/Futura Press)

Haddad: ordem é menos gabinete e mais rua (foto: Paduardo/Futura Press)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acha que prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, passa tempo demais despachando com auxiliares e em agenda interna na administração municipal.

Lula chegou a dar um puxão de orelha no afilhado. O chamou para uma conversa e, com a agenda do prefeito em mãos, reclamou que aquele era seu único compromisso do dia fora do gabinete.

Bem-humorado, soltou até alguns palavrões. E sugeriu ao prefeito que vá mais para a rua, para ver de perto o andamento de projetos da prefeitura.

 

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terça-feira, 6 de maio de 2014 Cidades | 16:06

‘O problema do Police é que ele quer ser maior do que é’, diz Matarazzo sobre Plano Diretor

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O vereador Andrea Matarazzo (PSDB-SP) negou que a bancada do PSDB da Câmara de São Paulo tenha se reunido de madrugada para fazer acordo antes da votação do Plano Diretor, conforme afirmou o líder do PSD, Police Neto, ao Poder Online.

“Não teve reunião de madrugada, só se ele fez. A bancada do PSDB se reuniu com o PT no final da tarde, o que é normal porque estávamos em obstrução, para discutir emendas que são fundamentais para a segunda votação. Não tem mistério, o problema do Police é que ele quer ser maior do que é. Todas as bancadas concordaram em discutir as emendas em segunda votação, por que só as dele tem que ser na primeira? Ele deve estar com pouca coisa para fazer”, alfinetou o vereador tucano que disse desconhecer negociação com terrenos citada pelo líder do PSD.

Leia também: ‘Eles não são confiáveis´, diz líder do PSD sobre articuladores de Haddad na Câmara

 

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domingo, 4 de maio de 2014 Cidades | 10:00

‘Eles não são confiáveis’, diz líder do PSD sobre articuladores de Haddad na Câmara

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A aprovação do Plano Diretor da cidade de São Paulo em primeira votação na Câmara de Vereadores – por 46 votos favoráveis contra dois contrários (PV e PSOL) – foi marcada por polêmicas. Os vereadores ficaram cerca de 26 horas sob pressão de movimentos sem-teto que acamparam na Casa.

Police Neto (de boina) discute com vereadores durante votação do plano (foto: Luiz França/Divulgação/CMSP)

Police Neto (de boina) discute com vereadores durante votação do plano (foto: Luiz França/Divulgação/CMSP)

Na última hora, um acordo com o PSDB para a inclusão de emendas da bancada para a segunda a votação – que deve ocorrer até o fim de maio – conseguiu os votos necessários para a aprovação. No entanto, as emendas do PSD – que integra a base do governo do prefeito Fernando Haddad (PT) – foram rejeitadas em plenário com votos da bancada do PSDB depois da garantia da liderança do governo que sete das 11 emendas apresentadas seriam aceitas.

Leia também: Plano Diretor de São Paulo é aprovado em 1ª votação um dia após protestos

Com o não cumprimento do acordo, o líder do PSD na Câmara, vereador Police Neto – um dos articuladores do Plano Diretor – chegou a obstruir a votação, mas acabou votando a favor. Porém, o vereador afirma que a confiança em Haddad foi quebrada e que se não fosse o PSD não haveria quórum para a aprovação. As emendas do partido serão apresentadas novamente antes da segunda votação, que promete ser tão movimentada quanto a primeira.

“Confiamos no prefeito, na capacidade de articulação da liderança do governo e infelizmente nos frustramos. Eles deram uma demonstração clara de que não são confiáveis”, afirma Police Neto.

Poder Online – Sobre o que eram as emendas rejeitadas?
José Police Neto – Nós estávamos discutindo há seis meses isso. O substitutivo atual tem erros, inconsistências, e tentamos sanar esses erros por meio de emendas. O texto fala da construção de 400 km de corredores de ônibus, mas não diz de onde viria esse recurso. Uma das emendas pede a definição clara da fonte de financiamento do transporte público da cidade para os próximos anos. Sem recursos o Plano Diretor virará, novamente, letra morta. Outra emenda pede que o estímulo ao Retrofit Social no centro da cidade, ou seja, a reforma de prédios antigos e hoje subutilizados ou abandonados para habitação social. Temos um problema sério na região central, tem emprego lá mas não tem morador e o plano não aborda isso. Também propusemos que novos perímetros de ZEIS (Zona Especial de Interesse Social) possam ser propostos anualmente pelos planos regionais e planos de bairro, de acordo com as necessidades definidas no Plano Municipal de Habitação, na Lei de Uso e Ocupação Do Solo. E também apresentamos uma sobre uma sobre a metodologia para o cálculo da outorga onerosa (taxa paga pelo empreendedor pelo direito de construir acima do limite básico de uma região). Não há uma metodologia clara para isso e é perigoso que se calcule o valor do solo de uma forma secreta, a cidade pode ficar mais cara e mais pobre porque sem uma metodologia eficiente, as construções serão feitas com base apenas no local mais barato.

Vocês pretendem obstruir a segunda votação para tentar negociar a inclusão dessas emendas?
Vamos apresentar todas novamente porque queremos o melhor para a cidade. Não posso acreditar que o prefeito dos novos tempos adote praticas do período do obscurantismo, que vai calcular o valor do solo de São Paulo sem esclarecer por quem e de qual maneira. Se ele tem oportunidade de corrigir esses erros nessa primeira fase, por que não fazer isso agora? Não teve obstrução, quem deu quórum para votar foi o PSD, sem o PSD não teria os 33 votos necessários para a aprovação. Foi depois que veio o PSDB. Negociamos tudo com o líder do governo e com o relator do projeto, não foi nada na madrugada como o PSDB fez, não fiz nenhuma reunião de portas fechadas.

Que reunião de portas fechadas?
Eu entrei numa sala, na madrugada do primeiro dia de votação, e o pessoal do PSDB estava reunido com o pessoal do PT falando de um terreno de Cohab, não sei o que é, tem que perguntar para eles. Eles me botaram para fora. O PSD não fez nenhuma reunião de portas fechadas. Confiamos no prefeito, na capacidade de articulação da liderança do governo e infelizmente nos frustramos. Eles deram uma demonstração clara de que não são confiáveis. E quando quebra a confiança, demora tempo para resgatar.

O ex-prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, participou da elaboração de alguma maneira desse processo? Ele deu alguma recomendação?
Ele participou dando a legenda pra mim. Ele nunca me recomendou nada, se ele me deu a legenda é porque ele confia no que faço. Nós vamos fazer o que for melhor para a cidade. Não pedimos nada difícil, não pedimos para mudar zoneamento, não fomos tentar acordo na calada da noite pra definir votos da bancada como outros fizeram, foi tudo publicamente. E se o governo quiser tratorar o plano, já vai votar semana que vem como está.

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sexta-feira, 2 de maio de 2014 Cidades | 13:18

Tiririca fará sua estreia na Parada LGBT de São Paulo

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Deputado Tiririca de visual novo

Deputado Tiririca

O deputado Tiririca (PR-SP) fará sua estreia na Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Tiririca conta que foi convidado pelos organizadores da parada para participar da 18º edição, que será realizada neste domingo.

“Foi a primeira vez que fui convidado e fiquei muito feliz”, disse o deputado.

Tiririca diz que o convite não foi para fazer um show, mas somente para participar. “Vou me divertir para caramba lá”, acrescenta ele.

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quinta-feira, 17 de abril de 2014 Cidades | 07:00

Até oposição se diz surpresa com suspensão de audiências do Plano Diretor de SP

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A decisão judicial que suspendeu as audiências do Plano Diretor da cidade de São Paulo pegou até os vereadores da oposição de surpresa, que consideram a medida prejudicial para o trâmite do projeto.

A Justiça acolheu um pedido da Associação Preserva São Paulo que alega que as audiências têm sido convocadas “em desacordo com os princípios da plena informação, da publicidade, eficiência e da supremacia do interesse público, pois, de forma arbitrária, o calendário proposto se inviabiliza aos munícipes e interessados delas participarem, vez que o objeto de discussão das audiências o substitutivo ao PL 0688/2013 é desconhecido pela população.”

“Quando um desembargador solta informação que encontrou fragilidade no projeto, quem recebe essa mensagem assusta. O que houve é que os textos que estavam na internet eram diferente dos impressos porque é um trabalho de atualização constante, o texto ia mudando conforme aconteciam as audiência. Não foi maldade, não foi nada sacana”, explicou o vereador Police Neto (PSD-SP).

Leia tambémPlano Diretor de São Paulo terá primeira audiência pública no sábado

 

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segunda-feira, 14 de abril de 2014 Cidades | 09:00

Preocupado com imagem, Haddad busca aproximação com PT

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Marcelinho Carioca ao lado de Fernando Haddad na campanha eleitoral de 2012 (foto: Paduardo/Futura Press)

Marcelinho Carioca ao lado de Fernando Haddad na campanha eleitoral de 2012 (foto: Paduardo/Futura Press)

Empenhado em recuperar sua imagem após o desgaste sofrido nos últimos meses, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, vem se dedicando a uma reaproximação com o próprio PT.

Haddad iniciou recentemente uma série de reuniões com dirigentes do partido nos bairros da capital paulista. As conversas ocorrem com grupos de militantes, com o objetivo de ouvir problemas locais e dar satisfações sobre iniciativas da prefeitura.

Haddad já realizou pelo menos três encontros do gênero. E confidenciou a colegas de partido que encontrou bastante resistência nas primeiras conversas.

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terça-feira, 8 de abril de 2014 Cidades | 16:09

Movimento Passe Livre vai colocar ônibus tarifa zero para operar em SP

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O Movimento Passe Livre vai colocar um ônibus sem tarifa para circular na estrada da Ponte Seca entre os bairros Mambu e Marsilac, na zona sul de São Paulo, na próxima sexta-feira (11).

A linha popular, que funcionará apenas na sexta, foi organizada pela comunidade e financiada com dinheiro arrecadado em um bingo. Segundo o movimento, a criação de uma linha para o bairro já foi aprovada mas não foi colocada em operação.

“Muitas famílias são obrigadas a caminhar cerca de 15 km por vias precárias para conseguir ser atendidas na UBS. Em março, completa um ano que nossa comunidade vem lutando pela melhoria das vias e a criação de duas novas linhas de ônibus (Reserva/Embura e Mambu/Marsilac). Durante esse ano, fomos várias vezes à subprefeitura, participamos de reuniões e audiências públicas, ouvimos muitas promessas, mas nada mudou. Até agora, os burocratas só tentaram nos enrolar. Cansamos de descaso e enrolação. Nossa situação é urgente. Se o governo não coloca os ônibus aqui, vamos fazer nós mesmos”, diz comunicado do MPL.

Saiba mais: Na zona sul de São Paulo, MPL faz protesto por melhoria no transporte público

 

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quinta-feira, 3 de abril de 2014 Cidades | 13:01

Haddad promete revogar decreto que restringe atuação dos artistas de rua

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), prometeu revogar o decreto publicado em março que restringe a atuação dos artistas de rua na cidade. A medida foi tomada depois de protestos da categoria, que estava participando da elaboração da lei.

Fernando Haddad (Foto: Celso Junior/AE)

Fernando Haddad (Foto: Celso Junior/AE)

Um novo decreto será publicado na semana que vem, um grupo foi formado para elaborar o novo texto em conjunto com representantes da prefeitura. A intenção é respeitar a liberdade dos artistas mas criar mecanismos para evitar o uso indevido da lei e reconhecer comerciantes que se passam por artistas.

“O decreto atual era um tampão pra dar uma controlada nos camelôs que invadiram as calçadas dizendo que são artesãos. Também vamos buscar meios de prevenir abusos por parte de alguns poucos artistas que exageram, como os que montam sistemas de som gigantes”, afirmou o ator Celso Reeks, que participa das negociações entre os artistas de rua e a prefeitura.

Após a publicação,uma comissão irá discutir uma regulamentação específica para o artesanato de rua.

Leia também: Artistas de rua marcam protesto na Prefeitura de SP após lei que restringe atuação

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quarta-feira, 2 de abril de 2014 Cidades | 07:00

Despesa da Prefeitura de SP aumenta 12,2% em relação ao ano passado

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A despesa liquidada da Prefeitura de São Paulo, nos dois primeiros meses deste ano, aumentou 12,2% com relação ao mesmo período do ano passado -aproximadamente R$ 3,8 bilhões.

Somando prefeitura, Câmara e Tribunal de Contas do Município (administração direta e indireta), a despesa liquidada totalizou cerca de R$ 5 bilhões, aumento nominal de 15,8% em relação ao primeiro bimestre do ano passado.

Leia tambémPT pressiona por mudança na comunicação de Haddad

Já a receita arrecadada pela prefeitura nos dois primeiros meses foi de R$ 7,87 milhões, aumento de 6,9% em relação ao ano passado. Somando a administração direta e indireta, o aumento foi de 7,2% comparando com 2013.

Os números mantém a prefeitura com a corda no pescoço. A relação entre despesa e receita ficou em 1,9548 quando deveria ter sido de 1,346. Os dados são do Indicador Paulistano da Câmara de São Paulo.

Saiba mais:  Petista cobra definição do governo sobre dívidas de estados e municípios

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