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Arquivo da Categoria Cidades

terça-feira, 14 de janeiro de 2014 Cidades | 07:00

Ministra telefonou a secretário para pedir atenção aos ‘rolezinhos’ em SP

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A ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência, Luiza de Bairros, ligou para o secretário da Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de São Paulo, Netinho de Paula, para pedir “atenção especial” ao caso dos “rolezinhos” em shoppings da cidade.

Segundo Netinho, a ministra está “preocupada”com a repercussão do assunto. Ontem, o prefeito Fernando Haddad se reuniu com Netinho e com o secretário da Cultura, Juca Ferreira, para tratar do assunto. Netinho mobilizou sua equipe para que tentasse localizar os organizadores dos eventos nas redes sociais e convidá-los para uma conversa.

Leia também: Rolezinho no shopping “é para pegar mulher”, diz participante

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 Cidades | 13:20

Alvo de investigação, Serviço Funerário de SP ganha novo comando

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), escalou a Controladoria-Geral do município para acompanhar o Serviço Funerário da prefeitura. O órgão passou por denúncias que vão desde a venda casadas de caixões e flores até desvios de enterros para cemitérios particulares. Em 2012, um funcionário chegou a ser preso após investigação do Ministério Público.

O departamento ganhou um novo comando no fim de semana e agora responderá para a advogada Lucia Salles, que coordenava a assessoria técnica da Secretaria de Serviços e é funcionária de confiança do secretário Simão Pedro. Ela já trabalhou na gestão da ex-prefeita Luiza Erundina e na diretoria jurídica da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Ela assume em lugar de Sérgio Trani, que pediu demissão do cargo e, na avaliação do governo, não conseguiu resolver os problemas internos no órgão.

Leia também: Haddad diz que corrupção na Prefeitura de São Paulo pode ter mais envolvidos

 

 

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014 Cidades | 12:36

PT torce por um ano melhor para Fernando Haddad

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Fernando Haddad (Foto: William Volcov/ News Free/ AE)

Fernando Haddad: Hora Certa é aposta (Foto: William Volcov/ News Free/ AE)

No PT de São Paulo, a torcida é geral por um ano “melhor” para o prefeito Fernando Haddad. As esperanças por uma recuperação na popularidade do petista se apoiam, segundo aliados, em alguns programas estratégicos que serão alavancados em 2014.

O principal deles é a rede Hora Certa. O programa oferece consultas, exames e cirurgias de pequeno porte no mesmo local de atendimento e foi desenhado com o objetivo de agilizar processos e reduzir filas na rede municipal de saúde.

A preocupação dos petistas, entretanto, é com a comunicação. Aliados de Haddad se queixam de deficiências nas campanhas de divulgação de medidas como o aumento do IPTU e a criação de novas faixas de ônibus na capital. Acham que o impacto negativo desses projetos podia ter sido bem menor.

Leia mais: Haddad fixa meta para melhorar comunicação do governo

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Cidades | 08:00

Picciani assumirá a presidência do PMDB carioca

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O vice-líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Leonardo Picciani (RJ), assumirá o comando do PMDB carioca.

Leia também: Picciani se empenha por Pezão de olho em candidatura a prefeito

O cargo é ocupado atualmente por Carlos Alberto Muniz, que deverá assumir a tesouraria do diretório estadual do PMDB do Rio de Janeiro.

Perguntado se a mudança já é um indicativo dos planos eleitorais de 2016, Picciani negou a relação. “Não estamos cuidando disso (2016). Está muito longe isso, é outra história”, disse o deputado.

Picciani afirma que a dança de cadeira visa a preparação da campanha de Luiz Fernando Pezão ao governo fluminense.

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014 Cidades | 13:26

Operação Trabalho oferecerá 400 vagas a usuários de crack de São Paulo

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A medida anunciada pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), na segunda-feira (6), de oferecer emprego aos usuários de crack na região da Luz, no centro da cidade, será coordenada pela Secretaria da Saúde, em parceria com as de Trabalho e Serviços Públicos.

Os interessados em participar do novo programa -baseada em um modelo utilizado na Holanda- serão inscritos na Operação Trabalho. Serão 400 vagas destinadas para os usuários em trabalhos como zeladoria e manutenção de equipamentos. Os salários do programa variam de R$ 474,60 (20 horas semanais) a R$ 711,90 (30 horas).

Pesquisa realizada pela prefeitura entre os dependentes químicos da região mostra que a maioria das pessoas que vive no local é ex-presidiários.

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domingo, 29 de dezembro de 2013 Cidades | 08:00

‘Minha nota para Haddad é zero’, diz Russomanno

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Celso Russomanno (Foto: AE)

Celso Russomanno (Foto: AE)

Ultrapassado pelos adversários a poucos dias da votação nas eleições do ano passado em São Paulo, Celso Russomanno (PRB) tem sua certeza quanto a disputas majoritárias e não pretende cometer o mesmo erro. “Saí da campanha consciente de que eu preciso de tempo de TV para poder disputar eleição majoritária. Sem tempo de TV você não tem chance. A chance de disputa é mínima”, avalia.

Principal artífice da derrota de Russomanno, o prefeito Fernando Haddad (PT) vira alvo das críticas. “Tudo que ele poderia fazer para melhorar a vida de quem está em São Paulo, faz ao contrário. Só posso dar nota zero para ele. Minha nota para ele é zero”, afirma ele.

Para Russomanno, Haddad acabou provando do próprio veneno quando propôs o aumento da passagem de ônibus, justamente o argumento que o petista usou contra o então candidato do PRB. “Ou será que a gente esqueceu que o motivo de todas as manifestações no Brasil inteiro começou em São Paulo por causa da passagem de ônibus?”, questiona.

Sobre o alinhamento do seu partido, o PRB, no plano nacional, Russomanno defende que a sigla permaneça no apoio a Dilma Rousseff (PT), mas defende que se busque a melhor estratégia de crescimento nos estados. “Em cada estado o PRB verá o que é melhor para o crescimento do partido e atuará dessa forma”, diz ele.

Poder Online – O senhor já definiu o que fará no ano que vem? Será candidato?
Celso Russomanno – Nossa intenção é fazer uma grande bancada de deputados federais para que eu possa ter tempo de televisão. Então é isso que o partido tem discutido. Temos bons candidatos no Brasil inteiro. Temos alguns apresentadores do ‘Balanço Geral’ pelo Brasil. Temos também alguns artistas filiados ao PRB, mais o pessoal que já estava no partido. A intenção é fazer de 25 a 30 deputados federais para contar tempo de TV afim de que eu possa, a gente possa, ter uma eleição em 2016 mais tranquila com tempo de TV.

Seu projeto então é, em 2016, voltar a concorrer à Prefeitura de São Paulo?
Com certeza absoluta.

O senhor liderou a corrida eleitoral do ano passado até poucos dias da eleição. Acabou sendo ultrapassado no final e justamente pelo argumento usado por Fernando Haddad (que na época alegou que o plano de Russomanno para o transporte público faria com que as pessoas pagassem mais caro se andassem percursos maiores no sistema). O que está achando da gestão de Haddad?
Vamos considerar duas coisas. Primeiro, tempo de TV, considerando a campanha, e o dinheiro gasto. Estamos falando em quase R$ 100 milhões para ser prefeito de São Paulo enquanto eu gastei R$ 6 milhões. Para onde vai todo esse dinheiro? Por que uma prefeitura de São Paulo vale tanto dinheiro? Com relação ao que ele está fazendo, acho que a população que tem de responder, não precisa nem eu falar. Se a gente achar alguém em São Paulo satisfeito com alguma coisa, dou os parabéns para ele, mas acho que não, é o contrário. O cara conseguiu inimizade com o povo de São Paulo inteiro. Tudo que ele falou que não faria, fez.

O que, por exemplo?
Falou que não ia aumentar a passagem de ônibus e aumentou. Falou que ia acabar com a Controlar (inspeção veicular) e não acabou. Não era esse o caminho que ele tomou que deveria ter sido tomado, de entrar na Justiça. O caminho era outro, era chamar a empresa, que passou por licitação, e dizer: olha o valor que está sendo pago não está correto, é um valor absurdo, quem vai pagar é a Prefeitura porque a ela já está com uma parte do IPVA. Era o que deveria ter sido feito e não tentar desbancar judicialmente porque sabia que iria perder havia uma licitação. Fez tudo da forma errada. Está fazendo corredores de ônibus em avenidas que não têm as mínimas condições para fazer. Então ele parou São Paulo. A cidade tinha 290 quilômetros de congestionamentos e hoje tem mais de 500 quilômetros. Ele conseguiu travar a cidade de São Paulo. E quanto custa isso para a economia da cidade, que parou por causa da administração dele? Ele faz corredor de ônibus e não melhora a qualidade do ônibus. O ônibus ainda é montado em cima de chassi de caminhão, não tem ar condicionado. Ele quer que as pessoas abandonem os carros e andem num ônibus que não tem condição de transportar gente, que foi feito para transportar gado, carga. Chassi de caminhão não foi feito para transportar gente. Ele quer fazer transporte público de qualidade de que jeito com o que ele está oferecendo? Ele oferece o pior que tem. Outra coisa, taxi, eu dizia durante a campanha, um taxi carrega em média de 80 a 120 passageiros por dia. Então ele é um coletivo e aí você o proíbe de andar nos corredores, ótimo. As pessoas poderiam ir para cima e para baixo de taxi, mas para quê o farão se isso vai custar o mesmo tempo se o fizer com seu próprio carro? Tudo errado. Tudo que ele poderia fazer para melhorar a vida de quem está em São Paulo, faz ao contrário. Só posso dar nota zero para ele. Minha nota para ele é zero.

O senhor teria aumentado o IPTU?
De jeito nenhum. Você quer que uma cidade tenha economia, precisa descentralizar a cidade. Isso ele deveria ter feito. As empresas que se instalarem nas periferias e gerarem empregos para as pessoas que estão naquela região, darei incentivos fiscais. Aí você descentraliza a cidade e as pessoas fazem o transporte da casa delas para o trabalho de bicicleta ou mesmo de coletivo, mas de um lado para o outro dentro do próprio bairro. Isso que ele deveria estar fazendo. Porque aí você desonera a cidade e quanto mais isso acontecer, mais dinheiro sobrará para investimento. Mas não, acontece o contrário, todo mundo sai da periferia e vai para o centro. O que você tem é uma cidade travada. Agora, quanto mais você aumenta o IPTU, mais as empresas saem da cidade, menos a economia da cidade cresce, menos impostos arrecada. Ah, mas eles são os riquinhos. O Haddad falou “vocês estão defendendo os riquinhos”. Os “riquinhos” na concepção dele são na verdade os empresários que geram empregos na cidade. Esses são os “riquinhos” que ele está afastando da cidade. Ele faz da maneira que ele acha e aí está dando o que está dando.

O senhor acha então que a disputa em 2016 será menos difícil do que foi em 2012 em função dessa rejeição que ele vem criando?
Acho que a disputa em 2016 será ótima porque o que eu tenho de informação, o que ele está dando de informação é uma coisa absurda.

Sobre o cenário nacional para o próximo ano, pessoalmente você defende que rumo para o PRB, que deve apoiar a Dilma?
Na esfera nacional o partido está trabalhando com a reeleição da Dilma. O que mudaria isso seria só se o Lula fosse candidato, uma possibilidade que não se pode descartar. Tenho ouvido de fontes bem próximas dele (Lula) que essa é a vontade dele.

Então pessoalmente o senhor também defende essa aliança nacional com a Dilma?
Na verdade o PRB já faz parte da base de sustentação do governo e não há razão para mudar isso. Na esfera estadual, em São Paulo, o PRB irá com o PSDB. Em cada estado o PRB verá o que é melhor para o crescimento do partido e atuará dessa forma.

O senhor chegou a pensar numa candidatura ao governo paulista?
A gente sentiu na pele o que é não ter tempo de TV. Enquanto eu tinha 2 minutos, o Haddad tinha 7 minutos, o (José) Serra tinha 7 minutos. Isso significou que no final da campanha, você acompanhou, eu fui literalmente massacrado pelo tempo de TV, onde certas afirmações eram feitas e por mais que eu respondesse a elas, não tinha eco. O Haddad dizia que eu ia aumentar a passagem de ônibus e ficou batendo nessa tecla, coisa que eu nunca disse. Disse o contrário, que quem andasse regionalmente com os ônibus nos bairros, e as pessoas não andam de ônibus nos bairros porque a passagem é muito cara, pagariam menos. Ele começou a fazer a seguinte conta, se a pessoa paga 50 centavos para andar quatro pontos, pagará R$ 16 para andar o percurso inteiro, quer dizer, ele mentiu descaradamente, me atacou o tempo todo e foi vítima do próprio veneno. Ou será que a gente esqueceu que o motivo de todas as manifestações no Brasil inteiro começou em São Paulo por causa da passagem de ônibus?

Então essa coisa do tempo de TV escasso o fez abandonar o desejo de concorrer ao governo?
Não pensei em abandonar absolutamente nada. Saí da campanha (de 2012) consciente de que eu preciso de tempo de TV para poder disputar eleição majoritária. Sem tempo de TV você não tem chance. A chance de disputa é mínima.

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013 Cidades | 11:00

A pedido de Haddad, Simão Pedro desiste de disputar a eleição

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O secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo, deputado estadual licenciado Simão Pedro (PT), vai continuar no posto municipal em 2014.

A pedido do prefeito Fernando Haddad, ele ficará de fora da disputa eleitoral. Pedro é deputado estadual e pretendia renovar o mandato.

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 Cidades | 19:30

Prefeitura de SP arrecada R$ 306 mil com leilão de caçambas irregulares

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A Prefeitura de São Paulo arrecadou R$ 306 mil  no leilão de cerca de 2.500 caçambas que estavam em um terreno em São Mateus, na zona leste da cidade.

Segundo a Secretaria Municipal de Serviços, as caçambas foram apreendidas nos últimos dez anos por estarem irregular e deixadas no páteo da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb). Só em 2013, 408 caçambas foram apreendidas.

A secretaria estuda um sistema de rastreamento de caminhões que atuam no ramo de transporte de entulho. A verba arrecada com o leilão será revertida em compra de mais veículos de fiscalização.

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terça-feira, 17 de dezembro de 2013 Cidades | 13:27

Haddad fixa meta para melhorar comunicação do governo

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Uma das metas estipuladas pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), para 2014 é refazer a estratégia de comunicação de seu governo.

Com baixo índice de aprovação, o prefeito considera que suas realizações não chegam ao conhecimento da população.

Os vereadores petistas já haviam analisado, por exemplo, que o reajuste do IPTU foi mal divulgado pela prefeitura.

Saiba maisBaixa aprovação faz petistas pressionarem Haddad

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 Cidades | 16:37

Municípios pedem prazo maior para acabar com lixões

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A Frente Nacional dos Prefeitos tem uma nova reivindicação para 2014: a prorrogação do prazo para fim dos lixões, de 2014 para 2016. Um documento sobre o tema foi encaminhado ao Ministério do Meio Ambiente.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que os municípios são obrigados a acabarem com todos os lixões até agosto do ano que vem. No entanto, estimativa da Frente aponta que apenas 20% das cidades conseguiram cumprir a meta até agora e implantar uma política municipal de Gestão de Resíduos, também prevista na lei.

A grande dificuldade, segundo a frente, é a questão econômica. Um aterro para uma cidade de 300 mil habitantes custa cerca de R$ 15 milhões. O documento enviado ao governo federal também pede colaboração técnica e recursos financeiros.

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