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Arquivo da Categoria Congresso

quarta-feira, 21 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Partidos, Política | 12:39

Em resposta ao “Natal sem Dilma”, líder do governo lança “Natal com CPMF”

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José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

Em resposta ao slogan “Natal sem Dilma”, adotado pelos movimentos pró-impeachment, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE) rebateu com outra frase, considerada infeliz por setores do PT: “Natal com CPMF, DRU e Orçamento”, disse Guimarães, referindo-se à criação e aumento de  impostos propostos pelo governo.

Membros do PT avaliam que Guimarães perdeu a oportunidade e que a resposta obvia aos movimentos que pedem a saída de Dilma seria, no mínimo “Natal sem Golpe”.

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 12:25

Aliados de Cunha garantem ter apoio de tucanos

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Apesar das cobranças por parte do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por uma postura mais crítica do PSDB em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aliados do peemedebistas garantem ter o apoio dos tucanos para evitar que ele saia do cargo.

Cunha é hoje o principal denunciado por envolvimento nos casos de corrupção investigados pela Operação lava Jato e é alvo de uma representação feita ao Conselho de Ética da Câmara, por quebra de decoro parlamentar. A representação é encabeçada pela Rede e pelo PSOL.

Ao contabilizar possíveis votos contrários ao afastamento, um dos mais fieis escudeiros de Cunha avaliou que a única manifestação contra Cunha, por parte dos tucanos foi uma “nota de quatro linhas”. “Alguém tem dúvida de que os tucanos não estão conosco?”,questionou o aliado que pediu anonimato.

“Se não estivessem, estariam aí, com o PSOL e com a Rede, dando entrevista a todo momento no Salão Verde”, ponderou.

A primeira manifestação dos tucanos saiu do líder do partido na Câmara.Carlos Sampaio, que disse dar a Cunha o “benefício da dúvida”.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 17:25

Picciani descarta rompimento de bancada peemedebista com Dilma

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O líder do PMDB da Câmara, Eduardo Picciani (RJ), um dos principais interlocutores do partido com o governo, disse que não recebeu nenhum convite para o encontro do partido que tem sido organizado pela Fundação Ulysses Guimarães, instituto de estudos do PMDB.

Ele aposta que o encontro, que estava sendo previsto para o próximo dia 15 de novembro, não deve se realizar. Mesmo que ocorra, Picciani aponta que não há possibilidade de rompimento de sua bancada com o governo.

“Certamente, não será na Fundação Ulysses Guimarães, não será em um congresso, organizado pelo ex-governador Moreira Franco (RJ) (presidente da fundação), que o partido decidirá se fica ou não fica. Essa é uma tarefa da convenção do partido que a princípio, só está marcada para o ano que vem”, explicou o líder que aposta em tempos melhores para a presidente Dilma Rousseff no Congresso, após a decisão do STF que embargou as decisões, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sobre os pedidos e impeachment.

“O momento agora é de calmaria. Temos que votar este clima de tranquilidade institucional e votar a agenda que o país precisa”, defendeu o líder. “O ambiente político de disputa atrapalha a agenda do país”, completou.

Picciani enfrenta a rebeldia de um terço da bancada que não gostou de suas negociações com o Planalto no âmbito da reforma ministerial, que ampliou o domínio do PMDB para sete pastas. O líder tem planos de suceder Eduardo Cunha no cargo e já chegou a negociar apoio do Planalto para uma futura disputa.

Em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, Picciani diz que não há entre eles nenhum clima de disputa. “Temos uma relação partidária e pessoal positiva”.

Ele considerou, no entanto, que as denúncias contra Cunha configuram um tema “grave” e que devem ser tratadas sem açodamento.

 

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Congresso | 08:41

Cunha tira do ar programa premiado da TV Câmara

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O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O diretor-executivo da Secretaria de Comunicação da Câmara, Claudio Lessa, nomeado pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha, decidiu retirar do ar o programa Participação Popular, uma das principais atrações da TV Câmara.

A última edição foi ao ar na sexta-feira (9), para surpresa da equipe do programa que já conta com 300 edições e no ano passado ganhou o prêmio engenho de Comunicação na categoria Inovação. Não houve aviso da decisão, nem para a equipe nem para os telespectadores, que ao assistir o programa não sabiam que seria o último.
O apresentador Fabrício Rocha, que é servidor de carreira da Câmara, é filiado ao PSOL. Este é o motivo alegado nos bastidores.Lessa é também funcionário de carreira da Câmara e mantém um blog dirigido a críticas ao PT.
O PSOL encabeça o rol de partidos que pede a saída de Cunha da Presidência da Câmara, principalmente depois da divulgação de detalhes das movimentações das contas de seus parentes na Suíça, investigada pela Operação lava Jato. A representação entregue pelo PSOL e pela Rede ao Conselho de Ética da Câmara, nesta semana, conta com 48 assinatura.
De acordo com os últimos levantamentos da TV Câmara, o programa está entre os três com maior audiência da TV Câmara, ao lado de Brasil Caipira e Câmara Ligada.
O programa é o que tem a linha mais popular da grade já que o público participa com perguntas e comentários a partir de links espalhados por Brasília ou em outras capitais. O formato ainda permite participações por e-mail, pelo telefone gratuito da Câmara e pelas redes sociais por meio do twitter ou facebook. No estúdio, dois convidados participam dos debates e um deputado é ouvido pelo telefone.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 08:01

Líder do PTB quer substituição de Armando Monteiro no MDIC

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Senador Armando Monteiro (PTB-PE), autor do projeto. (Foto: Agência Brasil)

Ministro Armando Monteiro (PTB-PE) (Foto: Agência Brasil)

Depois de ouvir do líder da bancada do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), que o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro (PTB-PE), não representa o partido, o ministro de Governo, Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política, chamou ao Planalto.

A expectativa da bancada é de que o ministro seja substituído. A conversa está marcada para as 10h30 desta quinta-feira (8).

Na reunião, Arantes alegou o desejo do PTB de abandonar a posicão de independência e retornar à base do governo, no entanto, exigiu sinais mais fortes do governo em dialogar mais com a bancada.

Na quarta-feita, o partido colocou apenas 11, dos seus 25 deputados, em plenário para a sessão do Congresso convocada para deliberar sobre vetos da presidente de propostas que aumentam o gasto do governo. No entanto, o líder se comprometeu com o quorum para a próxima semana, na sessão que poderá ser convocada para a noite de terça.

Ao final da reunião, Berzoini ainda levou as reclamacões das bancadas à presidente Dilma Rousseff, no Palácio da Alvorada.

Durante as negociacões para a reforma, a saída de Monteiro da pasta chegou a ser cotada, principalmente após as críticas públicas feitas pelo ministro ao programa Reintegra, além das reclamações, feitas pelo pernambucano, do corte de recursos para o chamado Sistema S.

Embora A votação dos vetos não seja urgente, o governo tem  pressa emunir a base e demintrar que tem articulacão com aliados no Congresso. O que já era tratado como prioridade, se tornou mais urgente após a decisão unânime do Tribunal e Contas da União (TCU) de recomendar ao Congresso a rejeição das contas do governo de 2014, no julgamento ocorrido na quarta-feira.

A urgência de unir a base tem como objetivo evitar no Congresso a rejeição de suas contas e ainda não permitir o avanço dos pedidos de impeachment.

 

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 06:00

Em reunião com governo, Rosso aprende significado de “DR”

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Ex-governador do DF, Rogério Rosso (PSD-DF)

Deputado Rogério Rosso (PSD-DF)

O líder do PSD na Câmara, deputado Rogério Rosso (DF) passou boa parte da reunião com o ministro Ricardo Berzoini (Governo) sem entender o que significava a sigla “DR”, uma das mais citadas  durante o encontro, ocorrido na noite de quarta-feira (7),  que reuniu líderes da base aliada, no Palácio do Planalto.

Era uma nova sigla? Um novo departamento do governo? Um novo imposto?

Intrigado, Rosso não resistiu e resolveu pediu ajuda ao colega que sentava ao lado, o deputado Domingos Neto (PDT-CE). Perguntou o que significa a sigla tão citada tanto pelo governo, como pelos líderes. Domingos Neto retrucou.

“Você não sabe? É discussão de relação”, respondeu Domingos Neto, deixando o colega mais aliviado.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 20:14

Para Sílvio Costa, revolta na base é por “porteira fechada” nos ministérios

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O deputado Sílvio Costa (PSC-PE) e um dos principais opositores do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e avalia que a ausência de deputados da base para a sessão do Congresso, logo após a reforma, nada mais é do que mais pressão por cargos de segundo escalão.

Costa ainda acrescenta que a briga do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com o líder do PMDB, Eduardo Picciani (RJ) pode colocar toda articulação política a perder.

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 19:52

Movimentação de Cunha para “cortar asas” de Picciani preocupa governo

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

A disputa de poder entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o líder do PMDB na Casa, Leonardo Picciani (RJ), tem preocupado o governo que teme que a briga impeça o governo de colher os frutos de ter dado ao principal aliado sete pastas importantes, na reforma feita pela presidente no início da semana.

Depois de perder a liderança do bloco da maioria, em uma manobra arquitetada por Cunha, Picciani, passou a se movimentar para não perder a liderança da bancada de seu partido. O líder passou a quarta-feira (7) coletando assinaturas para permanecer na liderança da bancada no próximo ano.

O objetivo de Picciani é se cacifar para a Presidência da Câmara. Recentemente, ele passou a ser um interlocutor privilegiado do Planalto nas negociações de cargos, em contraponto ao grupo peemedebista que defende o rompimento com Dilma e que forma a tropa de choque de Cunha.

Ao negociar com o Planalto, Picciani também obteve apoio do governo para seu projeto de chegar a presidência da Câmara.

Cunha, por sua vez,  joga contra a ascensão de Picciani como liderança no partido, ao mesmo tempo em que vê seu próprio poder ser colocado em xeque , devido a série de denúncias, entre as quais, as mais recentes suspeitas de contas na Suíça em seu nome e em nome de parentes.

O primeiro sinal de que a coalizão não funcionou foi a ausência de deputados da base do governo na sessão do Congresso, chamada pelo presidente da Casa, Renan Calheiros, para votar os vetos da presidente Dilma Rousseff.

Em movimento orquestrado, líderes de quatro partidos da base aliada na Câmara dos Deputados não registram presença. A sessão foi encerrada por falta de quorum para deliberação.

Preocupado com a falta de resultados da reforma, o chefe da Secretaria de Governo, ministro Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política, chamou interlocutores aliados insatisfeitos com a supervalorização do PMDB na Esplanada para uma conversa no Planalto.

Participam da reunião com o ministro os deputados Maurício Quintella (PR­AL), Eduardo da Fonte (PP­PE), Celso Russomanno (PRB­SP), Rogério Rosso (PSD­DF), Jovair Arantes (PRB-), Eduardo da Fonte (PP-PE) e Maurício, Domingos Neto (PDT-CE), Aluísio Mendes (PSDC-MA), José Guimarães (PT-CE), Andre Moura (PSC-SE) e Marcelo Aro (PHS-MG).

Dos 34 deputados do PR, partido que tem o Ministério dos Transportes, apenas oito compareceram a sessão. Do PSD, partido que controla o Ministério das Cidades , compareceram oito de 33 parlamentares. Já o PP, que tem o ministro da Integração Nacional, Gilberto Ochi, colocou em plenário 16 dos 39 deputados de sua bancada. O PRB, que manteve o ministro George Hilton no ministério dos Esportes,  colocou 10 de seus 20 deputados em Plenário. Do PMDB, compareceram 37, dos 66 deputados.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política, Sem categoria | 19:08

Pedido de afastamento de Nardes lista reunião com defensores de impeachment

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Ministros questionam legitimidade de relator das contas do governo de 2014 (Agência Brasil)

Ministros questionam legitimidade de relator das contas do governo de 2014 (Agência Brasil)

O pedido de afastamento do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, da relatoria das contas do governo de 2014, aponta uma reunião do ministro com o grupo de defensores do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara.

Além disso, o documento, protocolado no início desta noite, indica como referência, o episódio no qual o então ministro do  TCU, Lincoln Magalhães da Rocha, foi forçado a renunciar à relatoria da representação que pede a exoneração de parentes de deputados que foram contratados para a Câmara sem concurso público, em 2005.

Na época, o questionamento partiu do Ministério Público Federal depois que o ministro concedeu uma entrevista a um jornal dando a entender que iria rejeitar o pedido sob o argumento de que exonerar os parentes “discriminaria a família legalmente constituída”.

 

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 00:50

Dilma ofereceu Ciência e Tecnologia para resgatar PSB

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Na tentativa de resgatar o PSB para sua base, a presidente Dilma Rousseff mandou emissários ao partido e ofereceu o Ministério de Ciência e Tecnologia.

A pasta já foi comandada pelo principal ícone do partido, Eduardo Campos, morto em plena campanha presidencial, no ano passado, em um desastre de avião.

Entre os socialistas, os três governadores, Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE), apoiam a volta do PSB para a base de sustentação do governo.

Pelo menos 18, dos 32 deputados também querem o retorno para a base e o abandono da tese de “independência” sustentada pela atual direção do partido.

Os socialistas, no entanto, não responderam ao convite da presidente durante o encontro que ela teve, na quarta-feira, com os três governadores. O comando do partido, nas mãos hoje de Carlos Siqueira, não aceita se aliar novamente ao governo.

diante disso, a pasta de Ciência e Tecnologia poderá ficar mesmo com o PMDB. O indicado para ela é o deputado Celso Pansera.

O atual ministro de Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, deverá se mudar para a pasta da Defesa, para substituir o ministro Jaques Wagner, que está de mudança para a Casa Civil.

O PSB rompeu com o governo em abril de 2013, quando o partido decidiu lançar o nome de Eduardo Campos na corrida presidencial do ano passado. No segundo turno, o PSB se colocou contrário à Dilma, embarcando na campanha tucana.

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