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Arquivo da Categoria Economia

segunda-feira, 11 de abril de 2011 Economia | 14:59

Filho de José Alencar na diretoria da Fiesp

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Josué Gomes da Silva (Foto: Hélvio Romero/AE)

Josué Gomes da Silva, filho caçula do ex-vice-presidente José Alencar e presidente da Coteminas, será eleito daqui a pouco para a diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Josué será o terceiro vice-presidente.

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sábado, 9 de abril de 2011 Economia | 16:10

Mantega dá um tempo da crise do câmbio

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Depois de uma semana tentando domar o câmbio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tirou o sábado para relaxar com a família em São Paulo.

Depois de visitar a exposição Relicário, do artista Vik Muniz, no Instituto Tomie Ohtake, Mantega almoçou com a mulher e a filha no restaurante Santinho, dentro do Instituto.

* Colaborou Mariana Castro

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quinta-feira, 7 de abril de 2011 Economia | 12:13

Delfim: BC faz nota de Dilma cair

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Delfim Netto (Foto: Divulgação)

O ex-ministro Delfim Netto, em palestra em São Paulo, acaba de justifica a nota de 9,9 aos 100 dias do governo Dilma. Segundo ele, a culpa por Dilma perder um décimo é do Banco Central:

– Há uma consciência clara que a economia não é tão simples quanto parecia. Mas existe um modelinho que o BC fez de três equações que é extremamente ridículo. Será uma vergonha daqui a vinte anos quando analisarem esse modelo, que se dizia capaz de explicar o que estava acontecendo. Aquele modelinho no qual não constava o crédito.

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Economia | 11:39

Delfim dá nota 9,9 para os 100 primeiros dias do governo Dilma

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Em palestra, em São Paulo, o ex-ministro Delfim Netto acaba de dar nota 9,9 aos 100 dias do governo Dilma. Numa escala de 0 a 10. Começa agora a explicar porque a presidenta perdeu 1 décimo.

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Economia | 11:24

Octávio de Barros prevê “trinta anos gloriosos” na economia

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Em palestra sobre os 100 dias de governo Dilma, o economista-chefe do Bradesco, Octávio de Barros, disse agora há pouco, em São Paulo, que o  país tem condições de ingressar numa nova era de “trinta anos gloriosos”.

Vai depender de, entre outras questões, da liderança da China e não mais dos Estados Unidos, do ajuste fiscal, da reforma da Previdência – “que não seja tão revolucionária” – e de jogar pesado na Educação.

E ressaltou:

– Neste momento, não há nenhum empresário no Brasil preocupado com o crescimento do PIB em 2011. Os olhares das empresas vão muito além de 2011.

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terça-feira, 5 de abril de 2011 Economia | 07:02

BNDES sai ileso da crise do etanol

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Nas conversas com o setor de açúcar e álcool, resta ao governo um desafio: ampliar o número de usinas novas no país. Em 2008, foram abertas 31 usinas, em 2009, depois da crise financeira abriram somente 19, em 2010, apenas 10 e a previsão para 2011 são de três a cinco.

Uma planta demora até quatro anos para entrar em operação e mais um ou dois para atingir a capacidade plena de produção.

O pior para o governo é que o problema no setor deixou, há tempos, de ser financiamento – que era uma reclamação antiga dos usineiros. Aliás, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, saiu muito bem nessa fita toda de explosão dos preços do etanol. O banco tem sido pim-pom-pim-pá – como a presidenta Dilma Rousseff tanto gosta.

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Economia | 06:04

Usinas mais caras podem pesar no bolso dos contribuintes

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Atender às reivindicações dos operários das construções das usinas de Jirau, Santo Antônio e outras pode acabar pesando no bolso dos contribuintes.

Na noite de ontem, a situação de Santo Antônio caminhava para a normalidade. Mas o acordo só foi possível com 5% de reajuste salarial antecipado, um aumento da cesta básica de R$ 110,00 para R$ 300,00 e ainda a concessão de passagens aéreas a cada três meses – antes as viagens eram em ônibus.

A tendência é os trabalhadores, aos poucos, garantirem uma isonomia de salários e benefícios em todas as construções. Esta é a estratégia sindical.

Isso ocorre porque as grandes empresas tendem a pagar salários mais altos e benefícios mais modestos. Enquanto nas médias empreiteiras, ocorre o contrário. Como trabalham juntos e misturados, os operários de umas tendem a reivindicar o que têm os empregados das outras.

O resultado disso pode ser, segundo quem acompanha essas obras de perto, fornecer um argumento para os consórcios recorrerem a Aneel com a justificativa de que precisarão compensar esse aumento dos custos com uma tarifa mais alta do que a prevista em contrato.

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segunda-feira, 4 de abril de 2011 Economia | 07:06

Os amigos de Roger Agnelli

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O publicitário Nizan Guanaes e o consultor Murilo Aragão deram maior força para desenhar a estratégia do presidente da Vale, Roger Agnelli, para continuar à frente do comando da mineradora.

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Economia | 07:05

Agnelli: muito mais de R$ 15 milhões por ano

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Aliás, Roger Agnelli perdeu muito mais do que os R 15 milhões por ano, que estão sendo divulgados como sua remuneração no cargo.

A esse montante soma-se ainda as stock options – a opção preferencial de ações que os executivos dessa estatura juntam como remuneração.

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segunda-feira, 28 de março de 2011 Economia | 17:09

Everardo Maciel: é impossível Receita Federal controlar entrada de investimento estrangeiro direto

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Saiu do Ministério da Fazenda um alerta sobre a suspeita de que uma parte dos US$ 55 bilhões de investimento estrangeiro direito (IED) previstos para este ano são, na verdade, capital destinado a desfrutar dos juros altos do país em aplicações financeiras (a famosa corretagem).

O disfarce de entrar no Brasil como investimento estaria sendo usado para as empresas fugirem dos 6% de Imposto sobre Operação Financeira (IOF), cobrados desde outubro.

A ameaça da Fazenda é colocar a Receita Federal no pé desses suspostos sonegadores. Mas…o ex-secretário Everardo Maciel aposta que o Leão pouco – ou nada – pode fazer para fiscalizar o IED:

– Controlar fluxo de capitais, na entrada ou na saída, é uma solução casuística que o mercado dá sempre um jeito de burlar, sempre estará à frente. O que vamos fazer? Partir para a solução patética de recursar investimentos?

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