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Arquivo da Categoria Economia

segunda-feira, 24 de novembro de 2014 Economia | 19:56

Câmara de Comércio Internacional inaugura escritório no Brasil

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Na próxima semana, a Câmara de Comércio Internacional inaugurará seu primeiro escritório no Brasil. A organização ficará sediada no prédio da Confederação Nacional da Indústria em São Paulo. O responsável por comandar a CCI Brasil será Julian Kassum, que desde 2012 estava à frente do escritório argentino.

Mesmo antes da inauguração do escritório, a Câmara já vinha sendo acionada para trabalhar na resolução de conflitos econômicos no Brasil. Um exemplo foi quando acionistas franceses do Grupo Pão de Açúcar criticaram a eleição do empresário brasileiro Abilio Diniz à presidência da BRF – empresa resultante da fusão entre Sadia e Perdigão – na mesma época em que ele presidia a rede de supermercados.

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Economia | 15:26

Fogo petista segue na direção de Joaquim Levy

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As críticas de petistas à escolha de Joaquim Levy como novo ministro da Fazenda circulam sem parar.

Um ministro da presidente Dilma Rousseff descreve o indicado como uma escolha “sem sentido”. Segundo ele, a pasta será uma “loucura” nas mãos do ex-secretário do Tesouro.

 

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014 Economia | 12:23

Escolha de Dilma para Fazenda indicará se mudança será maior ou menor

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A avaliação feita neste momento pelo governo é de que a escolha da presidente Dilma Rousseff sobre quem será o novo ministro da Fazenda deixará claro se ela pretende ou não atender de maneira mais efetiva ao desejo de mudança do mercado em relação à política econômica. Diante da recusa do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, os principais nomes colocados neste momento são o do ex-secretário-executivo da pasta Nelson Barbosa e do ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy.

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

Barbosa, avaliam interlocutores de Dilma, seria a alternativa mais “conhecida” pela presidente. Ele figura entre os grandes favoritos da petista para a vaga desde o começo. Participou ativamente das decisões da pasta no passado, mas saiu justamente por discordar da linha adotada pelo atual ministro Guido Mantega. Na avaliação de líderes petistas, seria a escolha de Dilma para uma mudança mais “controlada”, na qual a presidente possa manter mais influência sobre os rumos da política econômica.

Levy, por sua vez, surgiria como uma opção mais “autônoma”. Por isso mesmo, entendem interlocutores do governo, poderia agradar mais ao mercado. Mas há no governo quem avalie que ele não é exatamente a menina dos olhos de Dilma.

Fontes palacianas ainda deixam em aberto a possibilidade de a presidente surpreender e indicar outro nome. O anúncio deve ocorrer ainda nesta sexta-feira, provavelmente no fim do dia.

Leia também: Vai-vém na definição da equipe econômica recoloca atenções em Nelson Barbosa

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014 Economia | 21:55

Vai-vém na definição da equipe econômica recoloca atenções em Nelson Barbosa

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Depois de idas e vindas nas negociações para a indicação da nova equipe econômica, integrantes do governo ainda apostam escolha pode caminhar novamente para o ex-secretário-executivo da pasta Nelson Barbosa. Dilma convidou sem sucesso Luiz Carlos Trabuco para a vaga e incluiu na lista de cotados Joaquim Levy, respectivamente presidente do banco Bradesco e ex-secretário do Tesouro.

Barbosa que figurou desde o início na lista de favoritos de Dilma. Além de ser um nome da confiança da presidente, ele se mostrou resistente à linha seguida pelo atual titular Guido Mantega, o que, na visão do governo, representaria uma boa sinalização de mudança para o mercado.

As conversas, entretanto, prosseguiram hoje em São Paulo, para onde a presidente e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajaram nesta quinta-feira, por causa do velório do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos. Há quem avalie ainda que Dilma pode surpreender e escolher um nome que até agora não apareceu na lista de cotados.

A expectativa é de que o anúncio ocorra, no máximo, até o começo da semana que vem. Pode acontecer já nesta sexta-feira.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014 Economia | 13:00

Embrapii assina contrato com 10 institutos de pesquisa

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Tema de muita promessa no governo Dilma, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) dá seus primeiros passos concretos nesta quarta. A operação  vinha funcionando apenas por meio de três projetos-piloto. Agora, será assinado um contrato com os 10 primeiros institutos de pesquisa autorizados a investir em projetos de inovação usando o selo da empresa.

A meta do governo é chegar ao fim de 2015 com 23 unidades em funcionamento, que terão R$ 360 milhões para desenvolver projetos de inovação.

 

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quarta-feira, 30 de julho de 2014 Economia | 18:41

Dilma deve sancionar sem vetos Lei Geral da Micro e Pequena Empresa

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Guilherme Afif (Foto: Divulgação)

Guilherme Afif (Foto: Divulgação)

Se depender da última conversa que o ministro Guilherme Afif Domingos teve com a presidente Dilma Rousseff, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa tende mesmo a ser sancionada no próximo dia 7 sem vetos.

Ao menos por enquanto, está mantida a ideia de aproveitar os 90 dias após a sanção para fazer os ajustes nas tabelas que enquadram as categorias beneficiadas pelas novas regras.

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domingo, 27 de julho de 2014 Economia | 08:00

‘É perfeitamente possível desburocratizar’, diz Guilherme Afif

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Com assento garantido na Esplanada até o fim do ano, o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos (PSD), diz ter fixado como meta a cumprir antes do fim de sua gestão deixar as “bases” para a implantação de um sistema nacional capaz de desburocratizar processos corporativos. O ministro diz que é perfeitamente possível reduzir a burocracia. Para isso, basta disposição para alterar processos.

Afif promete iniciar ainda neste ano a operação de um sistema por meio do qual será possível fechar empresas em apenas um dia, graças à simplificação de procedimentos, unificação de cadastros e o fim da exigência de certidões. “É perfeitamente possível desburocratizar. Para isso, é necessário alterar processos”, diz o ministro. ” Estarão prontas as bases para que isso sejam difundido para o Brasil inteiro. ” Confira os principais trechos da entrevista de Afif ao Poder Online:  

Guilherme Afif Domingos (Foto: Divulgação)

Guilherme Afif Domingos (Foto: Divulgação)

A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa foi sancionada, mas ainda falta sanção da presidente. Há perspectiva de algum veto?
A proposta foi aprovada mediante um acordo. Mas, na negociação final, alguns pontos divergiram, principalmente no que se refere à inclusão de algumas categorias em tabelas menores. Mas, em tese, não vemos a necessidade de veto. O que poderá ser feito é tentar corrigir o que entendemos como uma distorção, remanejando também outras categorias nas tabelas disponíveis. Para isso, vamos conduzir um estudo detalhado, que nos permita equalizar essa situação.

O senhor tem perspectiva de permanecer no ministério no caso de um segundo mandato da presidente Dilma?
O que eu tenho é um compromisso de permanecer no governo até 31 de dezembro. Depois, é outra história. Neste momento, estou concentrado em concluir a minha gestão entregando aquilo que me comprometi a fazer. E, até agora, estamos caminhando dentro do planejado.

E a prioridade, qual é?
Temos uma visão muito clara de que é perfeitamente possível desburocratizar. Para isso, é necessário alterar processos. E, hoje, o problema do Brasil é de sistemas, que não se comunicam entre si. Uma empresa ou mesmo um indivíduo tem que ter diversos cadastros, em diversos bancos de dados, muitas vezes com as mesmas informações. E essas estruturas não conversam. O que estamos fazendo é criar as bases para um banco de dados único no Brasil. Para as empresas, será a oportunidade de acabar com inscrições, exigências de certidões, e assim por diante. Os empresários passarão a entregar declarações. Com isso, será possível fechar uma empresa no Brasil em um único dia.

Mas o senhor vê alguma chance de isso ocorrer ainda na sua gestão?
Para as empresas, isso ocorrerá no curto prazo. Vamos iniciar a operação do sistema de abertura e fechamento de empresas em setembro, começando pelo Distrito Federal. Dali, estarão prontas as bases para que isso seja difundido para o Brasil inteiro. Mas há regiões onde é mais complicado. São Paulo, por exemplo, é a pior praça.

E para as pessoas físicas, é possível imaginar um cadastro único?
No longo prazo, é possível sim levar isso para o cidadão comum. Pelo exemplo que daremos com as empresas, será possível mostrar isso tudo pela experiência. Não existe nada que justifique o cidadão ter um cadastro em cada canto, como acontece atualmente. E o fato é que essa burocracia toda irrita o cidadão. Eu tive a oportunidade de colocar isso para a presidente. Contei o meu caso, de quando me mudei para Brasília. Como vim de São Paulo, tenho direito a um auxílio-moradia. Mas tive que entregar certidões de 11 cartórios para comprovar que não havia débitos em meu nome. Eu precisei reconhecer firma até mesmo para abrir o ministério, que não existia. Ou seja, se isso atinge um ministro de Estado, imagine o cidadão comum.

 

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quinta-feira, 10 de julho de 2014 Economia | 18:30

Justiça devolve cargo a presidente do Sesc mesmo após reconhecer irregularidade

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A Justiça do Rio de Janeiro autorizou nesta tarde o presidente do Sesc e do Senac, Antônio de Oliveira Santos, a retornar ao cargo. Em mais um capítulo da novela sobre as idas e vindas de Santos no comando da entidade, a nova decisão pegou de surpresa os advogados da Fécomercio-RJ, que haviam obtido recentemente no Superior Tribunal de Justiça (STJ) decisão pelo afastamento. Santos foi acusado de conduzir um negócio irregular ao adquirir R$ 720 mil em materiais odontológicos sem licitação.

Os desembargadores, ao analisar novo recurso de Santos, concordaram que houve irregularidade no negócio. Mas aceitaram o argumento da defesa do presidente do Sesc de que se tratava de “um grão de areia no deserto”. A justificativa é que o valor do negócio em questão corresponde a “apenas” 0,49% do orçamento da entidade no ano de 2000, período em que ocorreu a compra. Ou seja, seria proporcionalmente pequeno para justificar o afastamento.

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quarta-feira, 4 de junho de 2014 Economia | 11:14

Dados vão mostrar que não há quadro inflacionário de curto prazo, diz Márcio Holland

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O secretário de Polícia Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland,  mantém o discurso otimista em relação à economia nos meses em que a presidente Dilma Rousseff vai comandar sua campanha de reeleição. Embora evite fazer um paralelo com a ida às urnas, ele insiste que os dados da inflação de março já deram indicativos nesse sentido e que todos os indicadores daqui para frente ajudarão a acabar com a ideia “de que temos um quadro inflacionário de curto prazo”.

Holland participou nesta manhã do Fórum Brasil-Infraestrutura, realizado nesta quarta-feira, em Brasília, pelo jornal Brasil Econômico.

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sexta-feira, 23 de maio de 2014 Economia | 13:18

STF vai analisar planos econômicos na semana que vem

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STF (Foto: AE)

STF (Foto: AE)

O Supremo Tribunal Federal confirmou a inclusão na pauta da próxima semana a análise sobre perdas provocadas por planos econômicos das décadas de 80 e 90.

A Corte analisa os planos Bresser, Verão, Collor 1 e 2.

 

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