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Arquivo da Categoria Eleições

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015 Eleições | 06:00

PT e PMDB falam em lançar chapa Haddad-Chalita em 2016

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O deputado Gabriel Chalita participa de homenagem a Michel Temer em outubro (Foto: Divulgação)

Gabriel Chalita, com o vice Michel Temer  (Foto: Divulgação)

PT e PMDB têm falado informalmente na possibilidade de selarem uma aliança para  próxima disputa municipal em São Paulo. Uma ideia que circulou nas conversas é emplacar Gabriel Chalita como vice do petista Fernando Haddad.

Mas o candidato derrotado ao governo paulista, Paulo Skaf, parece não gostar muito da ideia. Já fez chegar ao vice-presidente Michel Temer que está disponível para mais uma rodada nas urnas.

O recado dado foi que as conversas serão tocadas, nesse estágio, no diretório municipal do partido. Que é presidido por ninguém menos que o próprio Chalita.

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domingo, 14 de dezembro de 2014 Eleições | 08:00

‘Fazer denúncia é fácil. É preciso provar’, diz Edinho Silva

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Encarregado de comandar as finanças da campanha da presidente Dilma Rousseff, o petista Edinho Silva diz assegurar a lisura das contas eleitorais  e diz que houve um “sentimento de injustiça” diante do parecer de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que recomendou a reprovação do balanço. Depois de reverter essa posição no pleno da Corte, ele reforça a defesa do PT pelo financiamento público de campanha e diz que o Brasil precisa endurecer as penas para crimes relacionados ao financiamento de campanha.

O petista rebate, por outro lado, as notícias sobre o suposto envolvimento do PT no esquema desmantelado pela Operação Lava Jato na Petrobras, que também toma por base o fluxo de dinheiro desviado por meio de doações eleitorais.

“É preciso ver se as denúncias têm fundamento. Nós só vamos saber quando todas as informações vierem à tona. Fazer denúncia é fácil. Mas é preciso provar”, afirma o tesoureiro. “Estamos incorrendo num erro gravíssimo no Brasil, em que denúncias são feitas, não são comprovadas, mas a honra e a historia de vida das pessoas são destruídas.”

O tesoureiro do PT, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

O tesoureiro da campanha presidencial de Dilma, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

O parecer técnico do TSE que pedia a reprovação das contas da presidente Dilma pegou o PT de surpresa, embora as contas tenham sido aprovadas no final. Como o senhor avalia esse episódio?
Primeiro, fiquei surpreso com parecer da área técnica. Eu, como coordenador financeiro, sei de todos os cuidados que tivemos, as orientações que a presidenta deu e que nós seguimos rigorosamente. Desde o início, a ordem era rejeitar doações que gerassem qualquer tipo de dúvida e ter cuidado absoluto nos registros de despesas. A própria campanha criou controladoria interna para que isso fosse assegurado. Tomamos cuidados ao extremo para que a presidente não corresse nenhum risco. Portanto, claro que um parecer pela rejeição das contas causou surpresa e causou indignação. Tenho certeza da lisura das contas da campanha. Confesso que houve um certo sentimento de injustiça. Afinal, tivemos que convocar uma entrevista coletiva para rebater a área técnica do TSE. Foi uma injustiça.

Mas é sabido que o caixa dois no Brasil ainda existe. O senhor acredita que esse entendimento é errado também?
Eu asseguro que a campanha da presidente ficou longe de qualquer coisa que possa se assemelhar a caixa dois. Fugimos não só dessas doações, como de todos os diálogos que pudessem caminhar para isso. A campanha não correu o risco sequer de dialogar com quem fizesse esse tipo de proposta. Não aceitaremos questionamentos éticos e morais numa campanha que foi conduzida na legalidade e com critérios que refletem a postura da presidente Dilma.

Inicialmente, a estratégia da equipe jurídica era buscar irregularidades também na campanha do Aécio. Depois, passou a ser defender a campanha da presidente. O que motivou essa mudança na hora do julgamento no TSE?
Apontar irregularidades na campanha do senador Aécio nunca foi a estratégia da nossa equipe jurídica. O que nós verificávamos é que, quando fomos esclarecer questões nas diligências, nossos técnicos contábeis e jurídicos acabavam verificando também questões semelhantes ou até mais graves nas contas do Aécio. Mas é natural que, ao buscar uma estratégia de defesa, uma campanha vai buscar saber como outras campanhas se comparam. Mas trata-se de construir um argumento.

Mas o senhor avalia que o TSE foi injusto, foi mais duro com a Dilma do que será com Aécio?
As contas do senador Aécio ainda não estão sendo julgadas. A lei prevê que o eleito é o primeiro a ter suas contas analisadas.

Já que a equipe de vocês identificou problemas mais graves, como o senhor disse, então o senhor espera um parecer semelhante da área técnica?
O que eu espero é que o TSE siga parâmetros legais e jurisprudências na análise de todas as contas de campanha. Não só a nossa, mas a do Aécio, da Marina Silva, do Levy Fidelix, e assim por diante. Não esperamos nenhum tratamento especial para um lado ou para o outro. Só esperamos que o tribunal siga critérios legais e estamos certos de que é isso o que vai ocorrer.

Houve gente no seu partido que se queixou da escolha do ministro Gilmar Mendes como relator. O que o senhor achou? 
Não foi a minha postura. Em momento algum eu coloquei em questão a história do ministro Gilmar Mendes. Sempre disse que confiava no currículo, na história jurídica e na isenção do ministro Gilmar Mendes. Assim como sempre confiei no pleno do TSE.

O PT diz que a única forma de coibir de fato as irregularidades nas contas de campanha é o financiamento público exclusivo. O senhor acredita que essa mudança é viável?
Aqui está a palavra de um ex-tesoureiro. É impossível sustentarmos o modelo eleitoral brasileiro. Ou nós mudamos urgentemente, mudamos urgentemente a forma de financiamento de campanhas do Brasil, ou ficaremos o tempo todo enxugando gelo. Se não mudarmos o modelo, seguiremos tendo casos de relações que não são republicanas. A democracia como um todo precisa ser fortalecida.

Mas o caixa dois, na sua opinião, continua existindo no Brasil?
Só tem uma forma de coibir a doação ilegal: aumentar a penalidade. Além do financiamento público, acho que temos que ter uma pena duríssima para tudo aquilo que estiver fora do que está estabelecido na nossa lei.

Mas o caso Petrobras não mostra que o seu próprio partido ainda se vê envolvido em denúncias com irregularidades em doações eleitorais?
Em primeiro lugar, é preciso ver se as denúncias têm fundamento. Nós só vamos saber quando todas as informações vierem à tona. Fazer denúncia é fácil. Não podemos incorrer numa prática no Brasil de que o ônus da prova seja do denunciado. Tem que ser do denunciante. Senão, qualquer ilação coloca sobre o acusado a tarefa de provar que é inocente. Estamos incorrendo num erro gravíssimo no Brasil, em que denúncias são feitas, não são comprovadas, mas a honra e a historia de vida das pessoas são destruídas.

O senhor fala de petistas envolvidos no mensalão?
Falo no geral, não só na política. Isso virou prática em todas as áreas, destrói-se a vida das pessoas e, ao longo das investigações, é comum as coisas não se comprovarem. Quem denuncia tem a obrigação de fornecer a prova.

O senhor é cotado para integrar o ministério da presidente no novo governo. As conversas estão avançando?
Eu confesso que a maior honra da minha militância política foi assumir a coordenação financeira da campanha. Quem conhece a presidenta Dilma sabe que ela é rigorosa. E eu fui o dirigente da campanha que teve uma procuração para representá-la em todo o processo. Isso, para mim, não é pouco. É um imenso reconhecimento. Não fiz isso para obter cargo ou para obter salário. Se quisesse isso, eu teria disputado como deputado federal e certamente teria todas as condições de me eleger. Acredito no projeto que ela representa e que dá continuidade ao do presidente Lula. Se eu tiver a oportunidade de ser convidado por ela para integrar o governo, em algo que possa de fato representar uma colaboração minha na implantação desse político, vou ficar extremamente honrado. Mas entendo que a prioridade da presidente é formar maioria no Congresso para que ela possa ter condições de governabilidade. Minha relação é de militante e vai continuar sendo.

 

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 Eleições | 16:34

Aliados de Alckmin já fazem as contas para 2018

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Pessoas próximas ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, já fazem as contas de quanto tempo de televisão ele pode vir a ter, caso consiga se viabilizar como candidato à Presidência em 2018, na disputa com nomes como o senador mineiro Aécio Neves.

No embalo da criação do bloco que reúne na Câmara PSB, PV, SDD e PPS, os alckmistas acham que há terreno sólido para pensar numa aliança que aproxime essas legendas do PSDB e do DEM.

Seguindo essa ideia, já se pensa em algo em torno de 7 minutos no horário eleitoral gratuito.

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Eleições | 06:00

Aécio e Alckmin dão as primeiras cotoveladas na disputa por 2018

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Geraldo Alckmin e Aécio Neves (Foto: PSDB-MG)

Geraldo Alckmin e Aécio Neves (Foto: PSDB-MG)

Os tucanos Geraldo Alckmin e Aécio Neves já andam se estranhando, num ensaio da disputa que deve se arrastar até a definição do candidato do partido à Presidência em 2014.

Os dois praticamente não se falam, segundo interlocutores. Além disso, pelo menos dois episódios andaram tirando o bom humor do governador paulista.

O primeiro foi o fato de Aécio abrir conversas com o socialista Júlio Delgado (PSB-MG) para a disputa para a presidência da Câmara, sem conversar sobre o posicionamento da bancada paulista em relação ao tema.

O segundo foi a articulação para a escolha do novo líder da bancada tucana na Câmara. Também nesse caso, diz um alckmista, Aécio nem tocou no assunto com o time do governador paulista.

Leia também:Tucanos se dividem sobre o futuro de Aécio Neves

 

 

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Eleições | 00:41

PT considerou ‘perfeita’ argumentação em julgamento de contas no TSE

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A equipe jurídica do PT recebeu elogios de sobra do comando da campanha da presidente Dilma Rousseff. A avaliação interna feita pela equipe foi a de que a argumentação foi “perfeita”, o que garantiu a aprovação com ressalvas das contas, por unânimidade.

Desde que veio à tona a notícia de que técnicos do TSE haviam recomendado a reprovação da prestação de contas da petista, o time jurídico foi convocado para avaliar as chances de reverter o parecer. A aprovação com ressalvas era a expectativa inicial do PT.

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terça-feira, 9 de dezembro de 2014 Eleições | 11:59

Após parecer do TSE, campanha de Dilma pede à Justiça que verifique contas de Aécio

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Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Em resposta ao parecer do Tribunal Superior Eleitoral pedindo a rejeição das contas da presidente Dilma Rousseff, a campanha petista acaba de protocolar um pedido de diligência na contabilidade de campanha do rival tucano Aécio Neves. No documento, a campanha petista apresenta notícia de irregularidades verificadas nas contas do tucano, mencionando especificamente “inconsistência em relação a fornecedores”.

A equipe de Dilma pede, por exemplo, que sejam confirmadas a existência de companhias que prestaram serviço à campanha de Aécio, a idoneidade dos documentos apresentados para comprovar os gastos ou se os estabelecimentos estão autorizados a prestar os serviços descritos nas notas fiscais. O documento lista vários fornecedores da campanha tucana.

Como adiantou o Poder Online, a estratégia de buscar irregularidades nas contas de Aécio foi pensada em uma reunião da equipe de Dilma realizada na tarde de ontem, logo após vir à tona a notícia de técnicos do TSE haviam pedido a rejeição das contas da presidente.

Leia também: Parecer por rejeição de contas pegou de surpresa campanha de Dilma 

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014 Eleições | 18:03

Parecer por rejeição de contas pegou de surpresa campanha de Dilma

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A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A equipe da presidente Dilma Rousseff e o comando do PT foram totalmente pegos de surpresa pelo parecer emitido por técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomendando a rejeição das contas da campanha presidencial petista.

Há apenas poucos dias, mesmo apoiados na expectativa de uma “avaliação rigorosa” por parte do relator Gilmar Mendes, integrantes da campanha davam como certa uma aprovação com ressalvas.

Agora à tarde, integrantes do corpo jurídico e do núcleo político da campanha foram convocados às pressas para analisar a decisão. A preocupação maior, dizem membros da equipe, é com a inexistência de um prazo para tentar reverter o parecer.

A saída, agora, é rebater ponto a ponto do parecer no plenário do TSE. A campanha petista pretende argumentar que as diligências sobre as contas foram respondidas e que não haveria justificativa para um parecer nesse sentido. Uma linha que estava sendo pensada agora à tarde era buscar nas contas do tucano Aécio Neves de operações semelhantes às apontadas como irregulares nas contas de Dilma.

Outra linha de ação é rebater o noticiário na imprensa. O presidente nacional do PT, Rui Falcão, e o tesoureiro Edinho Silva convocaram uma entrevista coletiva para tratar do tema.

 

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Eleições | 19:30

Finanças de 2016 preocupam Lúcio Vieira Lima

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O deputado federal Lucio Vieira Lima (PMDB-BA) (Foto: Divulgação)

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) (Foto: Divulgação)

O peemedebista Lúcio Vieira Lima tem se preocupado cada vez mais em revezar a rotina de deputado federal com a de produtor de Cacau, no interior da Bahia. Neste fim de semana, Lima voltou para o estado, em vez de viajar com o candidato à presidência da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pelo sul do país. Já no próximo, deve acompanhá-lo.

Leia também: Eduardo Cunha faz campanha até em sala VIP de aeroporto

A preocupação é de que, caso os negócios não andem bem, faltará dinheiro para engrossar o caixa do partido nas eleições municipais de 2016. Isso porque, com as denúncias de corrupção envolvendo as principais financiadoras de campanhas eleitorais na Operação Lava Jato, a expectativa é de que as doações caiam significativamente.

 

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Eleições | 10:30

Sem mandato, Pitiman diz que vai retomar vida de empresário

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Pré-candidato tucano ao GDF e deputado federal, Luiz Pitiman.

Pré-candidato tucano ao GDF e deputado federal, Luiz Pitiman.

Derrotado na disputa pelo Palácio do Buriti, o deputado federal Luiz Pitiman (PSDB-DF) tem dito que pretende voltar à vida de empresário do ramo da construção civil e imobiliário, no ano que vem.

“Estou cinco anos atrasado”, diz o tucano, que ficou em 4º  lugar na disputa pela sucessão do governador Agnelo Queiroz (PT-DF), com 4,46% dos votos.

Pitiman também desconversa sobre a possibilidade de ocupar algum cargo no governo de Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). “Mas nós estaremos juntos, está tudo correndo bem”, garante o tucano sobre a aliança entre os dois partidos no Distrito Federal.

Saiba mais: PSDB negocia composição com governo de Rollemberg no Distrito Federal

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terça-feira, 18 de novembro de 2014 Eleições | 06:00

‘PSB vai insistir em se firmar como terceira via’, diz vice de Marina

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Candidato a vice na chapa encabeçada pela ex-senadora Marina Silva, o deputado Beto Albuquerque insiste que o PSB vai continuar tentando se firmar como uma alternativa à polarização PT-PSDB. Segundo ele, uma posição formal deve ser tirada na próxima semana, em reunião da executiva do partido. O encontro estava previsto para ocorrer ontem, mas acabou sendo adiado por questões de agenda.

“A tendência é o partido reafirmar que esta polarização PT-PSDB não é a melhor alternativa para o país. O partido vai insistir em se firmar como terceira via. Queremos um caminho de independência”, diz ele.

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