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Arquivo da Categoria Governo

terça-feira, 3 de novembro de 2015 Governo | 12:55

Dilma escala Berzoini para tratar de crise dos caminhoneiros

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O ministro do Governo, Ricardo Berzoini.

O ministro do Governo, Ricardo Berzoini.

A reunião com os líderes da Câmara, nesta segunda-feira (3), foi rápida e tratou somente da pauta de votações. O ministro de Governo, Ricardo Berzoini, abriu a reunião e, depois, deixou a condução da conversa nas mãos do líder do governo na Câmara, José Guimarães.

Berzoini precisou deixar o encontro para uma conversa mais indigesta e reservada com a presidente Dilma Rousseff e outros ministros do Planalto. A presidente está preocupada com os protestos realizados pelos caminhoneiros, que ameaçam parar o país.

Também é grande a preocupação de Dilma com a aproximação dos caminhoneiros com os movimentos que pedem o seu impeachment, como o Revoltados Online e o Movimento Brasil Livre (MBL).

Estes movimentos se aproximaram do protesto dos caminhoneiros, que preparam uma nova paralisação das rodovias, como a que ocorreu no início deste ano.  Desta vez, o bloqueio planejado para este mês de novembro pediria a renúncia de Dilma.

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 14:28

Lotéricos pedem presença de Cunha no Planalto, mas ele evita aparecer ao lado de Dilma

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Ao serem recebidos pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em seu gabinete, nesta quinta-feira (22), representantes do lobby das casas lotéricas agradeceram o empenho de Cunha na aprovação da lei que regulamenta o setor.

Os lotéricos disseram que faziam questão da presença de Cunha na cerimônia de sanção da lei, marcada para esta tarde no Palácio do Planalto.

No entanto, Cunha optou por não comparecer ao evento, para o qual foi convidado oficialmente, como presidente da Câmara. Seria o primeiro encontro dele com Dilma após o bate-boca pela imprensa, sobre as denúncias da Operação Lava Jato.

 

 

 

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 12:25

Aliados de Cunha garantem ter apoio de tucanos

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Apesar das cobranças por parte do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por uma postura mais crítica do PSDB em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aliados do peemedebistas garantem ter o apoio dos tucanos para evitar que ele saia do cargo.

Cunha é hoje o principal denunciado por envolvimento nos casos de corrupção investigados pela Operação lava Jato e é alvo de uma representação feita ao Conselho de Ética da Câmara, por quebra de decoro parlamentar. A representação é encabeçada pela Rede e pelo PSOL.

Ao contabilizar possíveis votos contrários ao afastamento, um dos mais fieis escudeiros de Cunha avaliou que a única manifestação contra Cunha, por parte dos tucanos foi uma “nota de quatro linhas”. “Alguém tem dúvida de que os tucanos não estão conosco?”,questionou o aliado que pediu anonimato.

“Se não estivessem, estariam aí, com o PSOL e com a Rede, dando entrevista a todo momento no Salão Verde”, ponderou.

A primeira manifestação dos tucanos saiu do líder do partido na Câmara.Carlos Sampaio, que disse dar a Cunha o “benefício da dúvida”.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015 Governo | 17:52

Ao criticar AGU, Aécio contribui para reforçar Adams no cargo

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Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

A estratégia de questionar a isenção do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, para julgar as contas do governo foi considerada desastrosa por muitos petistas, no entanto, a defesa da saída do ministro Luís Inácio Adams, advogado-geral da União, por parte do senador Aécio Neves (PSDB-MG) serviu para reforçá-lo ainda mais no cargo.

Adams, que é o decano dos ministros de Dilma, no cargo desde outubro de 2009, queria deixar o cargo tão logo terminasse o julgamento das contas de 2014, no TCU, partindo do pressuposto que o governo venceria a batalha.

A derrota por unanimidade, no entanto, fez com ele repensasse sua saída. Com isso, sua intenção é permanecer no cargo até que todas as ameaças de impeachment da presidente sejam dizimadas. Aécio reagiu, dizendo que ele se “descredenciou” para continuar a frente da AGU. Integrantes do governo, entretanto, rebatem dizendo que “só quem reclamou foi a oposição”.

 

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 17:25

Picciani descarta rompimento de bancada peemedebista com Dilma

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O líder do PMDB da Câmara, Eduardo Picciani (RJ), um dos principais interlocutores do partido com o governo, disse que não recebeu nenhum convite para o encontro do partido que tem sido organizado pela Fundação Ulysses Guimarães, instituto de estudos do PMDB.

Ele aposta que o encontro, que estava sendo previsto para o próximo dia 15 de novembro, não deve se realizar. Mesmo que ocorra, Picciani aponta que não há possibilidade de rompimento de sua bancada com o governo.

“Certamente, não será na Fundação Ulysses Guimarães, não será em um congresso, organizado pelo ex-governador Moreira Franco (RJ) (presidente da fundação), que o partido decidirá se fica ou não fica. Essa é uma tarefa da convenção do partido que a princípio, só está marcada para o ano que vem”, explicou o líder que aposta em tempos melhores para a presidente Dilma Rousseff no Congresso, após a decisão do STF que embargou as decisões, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sobre os pedidos e impeachment.

“O momento agora é de calmaria. Temos que votar este clima de tranquilidade institucional e votar a agenda que o país precisa”, defendeu o líder. “O ambiente político de disputa atrapalha a agenda do país”, completou.

Picciani enfrenta a rebeldia de um terço da bancada que não gostou de suas negociações com o Planalto no âmbito da reforma ministerial, que ampliou o domínio do PMDB para sete pastas. O líder tem planos de suceder Eduardo Cunha no cargo e já chegou a negociar apoio do Planalto para uma futura disputa.

Em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, Picciani diz que não há entre eles nenhum clima de disputa. “Temos uma relação partidária e pessoal positiva”.

Ele considerou, no entanto, que as denúncias contra Cunha configuram um tema “grave” e que devem ser tratadas sem açodamento.

 

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quinta-feira, 8 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 08:01

Líder do PTB quer substituição de Armando Monteiro no MDIC

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Senador Armando Monteiro (PTB-PE), autor do projeto. (Foto: Agência Brasil)

Ministro Armando Monteiro (PTB-PE) (Foto: Agência Brasil)

Depois de ouvir do líder da bancada do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), que o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro (PTB-PE), não representa o partido, o ministro de Governo, Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política, chamou ao Planalto.

A expectativa da bancada é de que o ministro seja substituído. A conversa está marcada para as 10h30 desta quinta-feira (8).

Na reunião, Arantes alegou o desejo do PTB de abandonar a posicão de independência e retornar à base do governo, no entanto, exigiu sinais mais fortes do governo em dialogar mais com a bancada.

Na quarta-feita, o partido colocou apenas 11, dos seus 25 deputados, em plenário para a sessão do Congresso convocada para deliberar sobre vetos da presidente de propostas que aumentam o gasto do governo. No entanto, o líder se comprometeu com o quorum para a próxima semana, na sessão que poderá ser convocada para a noite de terça.

Ao final da reunião, Berzoini ainda levou as reclamacões das bancadas à presidente Dilma Rousseff, no Palácio da Alvorada.

Durante as negociacões para a reforma, a saída de Monteiro da pasta chegou a ser cotada, principalmente após as críticas públicas feitas pelo ministro ao programa Reintegra, além das reclamações, feitas pelo pernambucano, do corte de recursos para o chamado Sistema S.

Embora A votação dos vetos não seja urgente, o governo tem  pressa emunir a base e demintrar que tem articulacão com aliados no Congresso. O que já era tratado como prioridade, se tornou mais urgente após a decisão unânime do Tribunal e Contas da União (TCU) de recomendar ao Congresso a rejeição das contas do governo de 2014, no julgamento ocorrido na quarta-feira.

A urgência de unir a base tem como objetivo evitar no Congresso a rejeição de suas contas e ainda não permitir o avanço dos pedidos de impeachment.

 

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 06:00

Em reunião com governo, Rosso aprende significado de “DR”

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Ex-governador do DF, Rogério Rosso (PSD-DF)

Deputado Rogério Rosso (PSD-DF)

O líder do PSD na Câmara, deputado Rogério Rosso (DF) passou boa parte da reunião com o ministro Ricardo Berzoini (Governo) sem entender o que significava a sigla “DR”, uma das mais citadas  durante o encontro, ocorrido na noite de quarta-feira (7),  que reuniu líderes da base aliada, no Palácio do Planalto.

Era uma nova sigla? Um novo departamento do governo? Um novo imposto?

Intrigado, Rosso não resistiu e resolveu pediu ajuda ao colega que sentava ao lado, o deputado Domingos Neto (PDT-CE). Perguntou o que significa a sigla tão citada tanto pelo governo, como pelos líderes. Domingos Neto retrucou.

“Você não sabe? É discussão de relação”, respondeu Domingos Neto, deixando o colega mais aliviado.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015 Governo, Partidos | 21:13

Siqueira enquadra bancada e diz que reposicionamento depende da direção do PSB

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Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Diante da perspectiva de reaproximação entre a bancada do PSB e o governo, o presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira, tratou de enquadrar os deputados nesta quarta-feira (7), durante um almoço oferecido pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.

Siqueira disse que qualquer “reposicionamento” do partido depende de deliberação da executiva nacional que deverá se reunir daqui a uma semana.

Mais da metade da bancada socialista tem  manifestado posição contrária ao possível processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e admite, por exemplo, um “reposicionamento” em relação ao governo e “futuras conversas”, a revelia da direção do partido.

No almoço, o vice-presidente de Relações Governamentais do partido, o ex-deputado Beto Albuquerque (RS) foi enfático ao defender uma posição mais oposicionista ao governo e ao PT.

Beto, que foi candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Marina Silva após a morte de Eduardo Campos, argumentou que se o PSB tivesse ganhado o governo e  experimentasse todas as dificuldades que Dilma enfrenta atualmente, não poderia contar com o apoio do PT. “Porque vamos ser para eles o que eles não seriam conosco?”, questionou, diante da bancada.

O secretário geral do partido, Renato Casagrande, diz que não há reposicionamento, mas admite que a direção do partido ainda não conversou com a bancada sobre a possibilidade de impeachment da presidente e qual será a posição do PSB em relação ao processo. “Só vamos discutir isso, quando estiver tramitando. Não vamos discutir isso antecipadamente.

De acordo com Casagrande, a reunião da executiva servirá para discussão da conjuntura política e como o partido deverá se posicionar em relação ao governo.

 

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 20:14

Para Sílvio Costa, revolta na base é por “porteira fechada” nos ministérios

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O deputado Sílvio Costa (PSC-PE) e um dos principais opositores do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e avalia que a ausência de deputados da base para a sessão do Congresso, logo após a reforma, nada mais é do que mais pressão por cargos de segundo escalão.

Costa ainda acrescenta que a briga do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com o líder do PMDB, Eduardo Picciani (RJ) pode colocar toda articulação política a perder.

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 19:52

Movimentação de Cunha para “cortar asas” de Picciani preocupa governo

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

A disputa de poder entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o líder do PMDB na Casa, Leonardo Picciani (RJ), tem preocupado o governo que teme que a briga impeça o governo de colher os frutos de ter dado ao principal aliado sete pastas importantes, na reforma feita pela presidente no início da semana.

Depois de perder a liderança do bloco da maioria, em uma manobra arquitetada por Cunha, Picciani, passou a se movimentar para não perder a liderança da bancada de seu partido. O líder passou a quarta-feira (7) coletando assinaturas para permanecer na liderança da bancada no próximo ano.

O objetivo de Picciani é se cacifar para a Presidência da Câmara. Recentemente, ele passou a ser um interlocutor privilegiado do Planalto nas negociações de cargos, em contraponto ao grupo peemedebista que defende o rompimento com Dilma e que forma a tropa de choque de Cunha.

Ao negociar com o Planalto, Picciani também obteve apoio do governo para seu projeto de chegar a presidência da Câmara.

Cunha, por sua vez,  joga contra a ascensão de Picciani como liderança no partido, ao mesmo tempo em que vê seu próprio poder ser colocado em xeque , devido a série de denúncias, entre as quais, as mais recentes suspeitas de contas na Suíça em seu nome e em nome de parentes.

O primeiro sinal de que a coalizão não funcionou foi a ausência de deputados da base do governo na sessão do Congresso, chamada pelo presidente da Casa, Renan Calheiros, para votar os vetos da presidente Dilma Rousseff.

Em movimento orquestrado, líderes de quatro partidos da base aliada na Câmara dos Deputados não registram presença. A sessão foi encerrada por falta de quorum para deliberação.

Preocupado com a falta de resultados da reforma, o chefe da Secretaria de Governo, ministro Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política, chamou interlocutores aliados insatisfeitos com a supervalorização do PMDB na Esplanada para uma conversa no Planalto.

Participam da reunião com o ministro os deputados Maurício Quintella (PR­AL), Eduardo da Fonte (PP­PE), Celso Russomanno (PRB­SP), Rogério Rosso (PSD­DF), Jovair Arantes (PRB-), Eduardo da Fonte (PP-PE) e Maurício, Domingos Neto (PDT-CE), Aluísio Mendes (PSDC-MA), José Guimarães (PT-CE), Andre Moura (PSC-SE) e Marcelo Aro (PHS-MG).

Dos 34 deputados do PR, partido que tem o Ministério dos Transportes, apenas oito compareceram a sessão. Do PSD, partido que controla o Ministério das Cidades , compareceram oito de 33 parlamentares. Já o PP, que tem o ministro da Integração Nacional, Gilberto Ochi, colocou em plenário 16 dos 39 deputados de sua bancada. O PRB, que manteve o ministro George Hilton no ministério dos Esportes,  colocou 10 de seus 20 deputados em Plenário. Do PMDB, compareceram 37, dos 66 deputados.

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