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Arquivo da Categoria Partidos

sexta-feira, 10 de abril de 2015 Partidos | 07:00

Panelaço, Petrobras, juros e Eduardo Cunha estão entre as 100 crises de Dilma, diz instituto tucano

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 Dilma Rousseff (Foto: Agência Brasil)

Dilma Rousseff (Foto: Agência Brasil)

No documento que pretende lançar hoje  pelos 100 dias do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o Instituto Teotônio Vilela, ligado ao PSDB, selecionou um acontecimento por dia que considera uma “crise” na administração petista.

O documento se baseia em notícias publicadas por veículos de comunicação e é aberto com o fato de Dilma ter “reciclado promessas antigas” no discurso de posse, em 1° de janeiro.

Passam pelo texto ainda a composição do Congresso na nova legislatura, déficits da balança comercial, aumento na conta de luz, denúncias na Petrobras, evolução da taxa de juros e do PIB, mudanças previstas em regras trabalhistas, eleição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara, panelaço e protestos contra a presidente.

 

 

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quarta-feira, 8 de abril de 2015 Partidos | 23:46

PSDB de São Paulo faz convocação geral para protestos do dia 12

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O PSDB estava em dúvida, mas acabou decidindo fazer uma convocação formal de seus filiados para que participem dos protestos marcados para o próximo dia 12. Nas manifestações ocorridas em março, a direção partidária achou melhor não aderir formalmente aos atos, mas a avaliação de que cresce a oportunidade de capitalizar o desgaste da presidente Dilma Rousseff levou a legenda a reavaliar a abordagem.

Uma convocatória oficial foi distribuída agora à noite, via Whatsapp, pelo presidente do PSDB de São Paulo, Duarte Nogueira. É no maior colégio eleitoral do País que o PSDB espera que os protestos tenham maior adesão.

“Estamos convidando todos os nossos amigos, simpatizantes, partidários para que estejam nas ruas no próximo domingo, no dia 12 de abril, para mostrar sua indignação”, diz Nogueira, no vídeo distribuído para convocar a militância tucana.

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Partidos | 18:11

Vaccari dá retoques finais em estratégia para depor na CPI

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O tesoureiro do PT, João Vaccari, já está em Brasília. Ele passou esta tarde reunido com colegas de partido, para fazer os retoques finais da estratégia para o depoimento que dará à CPI nesta quinta-feira.

O plano de responder às perguntas e tentar constranger deputados com dados sobre doações feitas por empresas envolvidas na Lava Jato continua na mesa.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015 Partidos | 09:00

PRB engorda lista de filiados com dois empresários

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O PRB deve engordar sua lista de filiados com dois empresários.

A legenda acertou a vinda de Marcelo Almeida, que hoje está no PMDB do Paraná. Ele é acionista da CR Almeida, que atua na construção civil e na concessão de rodovias, já esteve na lista dos políticos mais ricos do Brasil pela Forbes e deve disputar a  Prefeitura de Curitiba em 2016.

O partido fechou fechou também com Marcos Aurélio de Abreu Rodrigues e Silva, dono do grupo Employer, que atua na área de recursos humanos.

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domingo, 5 de abril de 2015 Partidos | 09:00

PSDB busca consenso para unificar proposta de reforma política

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O presidente do PSDB, Aécio Neves (MG). (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

O presidente do PSDB, Aécio Neves (MG). (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

O PSDB está tentando chegar internamente a um consenso para apresentar uma proposta única de reforma política que considere factível diante do atual ambiente político. Por enquanto, a legenda caminha para um consenso em pelo menos dois pontos: fim da reeleição com mandato de cinco anos e fim das coligações proporcionais.

Um ponto que ainda gera polêmica, mas apresenta boa adesão, é o fim da soma do tempo de televisão de todos os partidos de uma coligação – seriam somados apenas os tempos do partido do candidato e de seu vice).

Já o debate sobre financiamento ainda racha o partido. Muita gente endossa o fim das doações de empresas privadas, mas uma parcela significativa da legenda defende que seja mantido o financiamento por esses grupos, com mecanismos mais fortes de fiscalização.

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Partidos | 07:00

‘País vive crise por incompetência e irresponsabilidade’, diz presidente do PSB sobre Dilma

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Num sinal de que o PSB está decidido a subir o tom em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff, o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, afirma que a petista agora vive as consequências de negligenciar os avisos que recebeu desde a época da última corrida presidencial. Fazendo referência ao ex-governador pernambucano Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no ano passado, Siqueira diz que o partido optou pela independência em relação ao governo, que não deve ser confundida com a neutralidade.

“Há um conjunto de crises que, por incompetência e irresponsabilidade o país está vivendo.  Nós temos que dar nossa contribuição, mesmo sabendo que os responsáveis não somos nós, foi o governo”, diz Siqueira. “Dilma foi advertida pelo próprio governador Eduardo Campos, na pré-campanha e depois, durante a campanha, resolveu mentir e acusar os adversários de fazer exatamente o que ela está fazendo. Agora está sentindo as consequências e a insatisfação profunda a população brasileira com o encaminhamento que ela tem dado a seu governo.” Confira a entrevista:

O PSB adotou uma postura de independência do governo federal e do PT, no entanto, foi durante os governos petistas que o PSB mais cresceu, em número de deputados federais, senadores e governadores. A perspectiva de crescimento do PSB nos próximos anos dependerá de que?
O PSB vem crescendo desde sua refundação. Quando pegamos o histórico dos resultados eleitorais, de uma eleição para outra não há nenhuma situação em que o partido tenha crescido menos que na eleição anterior. É um partido que cresce gradativamente, e recentemente tem crescido de forma mais ampla, inclusive na eleição de 2012, disputando diretamente em várias cidades importantes e capitais, com PT. Decorre da sua posição política e programática.

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

A senadora Marta Suplicy já confirmou sua ida para o partido, as conversas avançam no sentido de atrair senadores Lúcia Vânia (PSDB-GO), Paulo Paim (PT-RS), Walter Pinheiro (PT-BS), além do governador do Mato Grosso, Pedro Taques (PDT). O que o PSB tem oferecido a esses políticos?
Nosso partido adotou uma posição de independência, que não é de neutralidade, é crítica em relação ao atual quadro político e, ao mesmo tempo, propositiva e tem sido procurado por que há um respeito muito grande a esta condição que não quer negociar cargos, que não quer posições, benesses, mas quer fazer proposições para sair desta crise profunda que o governo de Dilma colocou o país.

No programa do PSB, o partido pegou carona nas manifestações contra a presidente Dilma Rousseff a acusando de mentir durante a campanha. A crise que o governo vive hoje pode servir de combustível para o PSB?
Há um conjunto de crises que, por incompetência e irresponsabilidade o país está vivendo.  Nós temos que dar nossa contribuição, mesmo sabendo que os responsáveis não somos nós, foi o governo. Dilma foi advertida pelo próprio governador Eduardo Campos, na pré-campanha e depois, durante a campanha, resolveu mentir e acusar os adversários de fazer exatamente o que ela está fazendo. Agora está sentindo as consequências e a insatisfação profunda a população brasileira com o encaminhamento que ela tem dado a seu governo.

O que falta para Marta se filiar ao PSB com o objetivo de se candidatar à Prefeitura de São Paulo?
A senadora Marta Suplicy é uma grande liderança que nós damos as boas vindas. Está acertado o ingresso dela no PSB, falta apenas marcar a data. Ela será nossa candidata à prefeitura da principal cidade do país?

Além de São Paulo, que candidaturas o partido pretende levar como cabeça de chapa nas próximas eleições municipais?
Teremos, além de Marta, candidaturas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Porto Velho, Cuiabá Campinas, Curitiba, São Luís, Teresina, Goiânia, Campo Grande e várias outras que estão surgindo. Há um quadro de candidaturas bastante animador que ainda estão sendo acertadas por nossos dirigentes nos estados. Esta é a principal homenagem que nós podemos fazer ao nosso grande líder que perdemos, lamentavelmente, em agosto passado: continuar crescendo e continuar coerente com a linha programática que nós formulamos.

A presença da ex-senadora Marina Silva nos quadros do PSB foi uma herança da campanha. Esta relação sobrevive até 2018. Caso ela queira se candidatar, o PSB dará legenda a ela?
Marina e seu grupo não são e provavelmente nunca serão do PSB. Nós temos consciência e ela também, que ela está organizando um partido que tem uma visão programática própria, uma cultura própria de vida, de mundo e da política. Nós respeitamos muito a Marina Silva e seu grupo, mas sabemos que ela está de passagem no PSB. Eventualmente, nos podemos estar alinhados ao seu partido, mas nosso projeto é do PSB e o dela é da Rede Sustentabilidade pelo qual nós temos bastante respeito. Não sei se ela será candidata. O nosso partido se prepara para 2016 com estas candidaturas que me referi há pouco e também deverá ter uma candidatura própria em 2018. Nós temos o nosso próprio caminho, nossa própria visão programática, nossos objetivos, nossas metas e delas não vamos nos afastar.

Ao mesmo tempo em que chegam pessoas ao PSB, o partido também convive com pessoas querendo deixar a legenda, como é o caso da deputada federal Luiza Erundina, que ensaia a criação de um novo partido. Como o partido pretende lidar com isso?
Não acredito na saída da deputada Luiza Erundina do PSB. Ela é uma grande amiga e uma pessoa que admiramos muito. Gostamos dela até mesmo quando ela discorda da direção do partido. Ela tem uma missão meio pedagógica por ser um pouco mais velha que nós. Ela vai ficar no PSB, não acredito na saída dela. Ela vai nos ajudar a fortalecer essa linha de centro esquerda, claramente comprometida com os setores da sociedade. No tocante aqueles que desejam um partido de cento-esquerda, nós damos as boas vindas e estamos sempre abertos. Queremos conversar, queremos discutir, queremos a colaboração deles, se assim desejarem.

 

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quarta-feira, 1 de abril de 2015 Partidos | 11:35

PSB aposta no ‘efeito Marta’ para ampliar bancada

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A senadora Lúcia Vânia (Foto: Divulgação/PSDB)

A senadora Lúcia Vânia (Foto: Divulgação/PSDB)

O PSB está decidido a aproveitar o que descreve como “efeito Marta” para tentar ampliar sua bancada. Com a vinda de Marta Suplicy já certa, o partido decidiu intensificar as conversas com alguns parlamentares que já manifestaram interesse em trocar de legenda.

Um dos alvos principais é a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), que já conversa com o partido faz alguns meses, mas também avalia outras alternativas.

As negociações estão sendo feitas diretamente pelo o presidente do partido, Carlos Siqueira, junto com o comando do PSB em Goiás.

 

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terça-feira, 31 de março de 2015 Partidos | 07:00

Tucanos falam em rever papel nas manifestações anti-Dilma

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Aliados dizem que ele está "desconectado" dos protestos (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Aliados dizem que ele está “desconectado” dos protestos (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Com a aproximação de mais uma data de convocação de manifestações contra o governo Dilma, setores do PSDB avaliam nos bastidores que o partido errou na forma como tratou os protestos de 15 de março.

Para não se colocar formalmente como patrocinador do impeachment e do discurso pela volta da ditadura, o partido se vendeu como apoiador dos movimentos e não organizador direto dos atos.

Há no partido quem se queixe especificamente do presidente e candidato derrotado à Presidência, Aécio Neves. A tese é que o tucano estaria “desconectado” demais dos protestos e deveria capitalizar melhor o sentimento anti-PT em colégios eleitorais estratégicos para o PSDB, como São Paulo.

 

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sexta-feira, 27 de março de 2015 Partidos | 13:00

‘Ele que teve a iniciativa desse rompimento’, diz Chico Alencar sobre Cabo Daciolo

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Ao comentar a decisão tomada na última quinta-feira pela Executiva Nacional do PSOL que suspendeu os direitos partidários do deputado federal Cabo Daciolo (RJ), o líder do partido na Câmara, Chico Alencar (RJ), atribuiu ao próprio cabo a responsabilidade pelo afastamento.

“Isso é da vida partidária. É claro que, se ele considerar que deve seguir nessa posição, ferindo o programa partidário, aí que fique claro que o partido tem uma visão e ele tem outra e, aí, não cabe, isso não tem conciliação possível. Se você está num partido, tem que cumprir o programa dele”, diz Alencar, ao afirmar que Daciolo “é que teve a iniciativa desse rompimento” ao defender uma proposta contra a laicidade do Estado.

Leia mais: PSOL decide pela suspensão de Daciolo

A suspensão foi decidida após Daciolo apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição apelidada por ele próprio de “PEC dos Apóstolos”, que sugere substituir os dizeres “todo o poder emanda do povo” por “todo o poder emanda de Deus”, na Carta Magna. A proposta já havia sido barrada em uma reunião da bancada e, agora, o futuro de Daciolo no PSOL será definido pelo Diretório Nacional do partido, que deve se reunir em maio. Até lá, o deputado não fala mais em nome do partido, não pode participar de votações, nem de reuniões partidárias.

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quarta-feira, 25 de março de 2015 Partidos | 14:44

Lava Jato tirou o fôlego de João Vaccari

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Quem conhece bem o tesoureiro do PT, João Vaccari, diz não ter dúvidas de que ele vai permanecer no cargo por um bom tempo, mesmo sendo réu na Operação Lava Jato.

Mas uma preocupação cerca o secretário petista: até seus mais árduos defensores admitem que tudo isso tem dificultado e muito uma tarefa básica da função: arrecadar.

Se depender do bolso do PT, dificultou mesmo. O diretório nacional está em contenção total de gastos.

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