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Arquivo da Categoria Partidos

quarta-feira, 25 de março de 2015 Partidos | 09:00

‘Eu não faria desta forma’, diz Erundina sobre saída de Marta Suplicy do PT

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A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

Ao comentar a saída da senadora Marta Suplicy do PT e sua filiação ao PSB, a deputada federal Luiza Erundina – que fez o mesmo caminho em 1998 – critica a maneira como Marta tem conduzido a situação.

“Eu não faria desta forma. Ela tem suas razões, mas não precisa declarar guerra ao PT”, explica Erundina. “Eu mesma não saí assim”, compara. A deputada chegou a ser convidada para a festa de aniversário de Marta na última sexta-feira, mas não compareceu.

Sobre a intenção da senadora de disputar a prefeitura de São Paulo em 2016, Erundina reconhece que ela chega como a candidata natural do PSB e atribui parte do apoio partidário ao desempenho do atual prefeito petista, Fernando Haddad. “Ele não faz política, não construiu uma simpatia com a cidade. Até faz coisas interessantes, mas não dialoga, não fatura, isso favorece a Marta.”

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terça-feira, 24 de março de 2015 Partidos | 20:07

Na TV, PCdoB reforça coro contra privatização da Petrobras

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Nas inserções do PCdoB que irão ao ar nesta semana, o partido decidiu priorizar o discurso contra a privatização da Petrobras. No material de 30 segundos veiculado esta noite na televisão, aparecerá um trabalhador com o macacão laranja da estatal manchado de petróleo, dizendo algo como “podem até querer manchar nossa imagem, mas não vão conseguir”.

Já na próxima quinta-feira, em 10 minutos de programa partidário, 20 comunistas falarão sobre o tema, entre outras questões, na televisão. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, as líderes do PCdoB no Senado, Vanessa Grazziotin (AM), e na Câmara, Jandira Feghali (RJ), e deputada estadual Manuela d’Ávila (RS) foram alguns dos selecionados.

Nesta semana, uma pesquisa divulgada pelp DataFolha revelou que 61% dos brasileiros são contra a privatização da Petrobras.

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Partidos | 09:00

Com apoio de Erundina, novo partido deve se chamar Raiz

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Os dissidentes da Rede, de Marina Silva, definiram o nome do novo partido: é Raíz – Movimento Cidadanista e será lançado oficialmente no início de maio em São Paulo.

No mesmo período, segundo os organizadores, a deputada Luiza Erundina (PSB) coordenará um evento do mesmo gênero em Brasília, dando o ponte pé para a coleta de assinaturas. O manifesto do partido, chamado de Carta Cidadanista, será divulgada na sexta-feira pelo historiador Célio Turino.

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segunda-feira, 23 de março de 2015 Partidos | 09:00

Petistas voltam a falar em ‘refundação’ do partido

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Em meio à crise de imagem que atinge a presidente Dilma Rousseff, setores do PT falam cada vez mais em defesa de uma “refundação” do partido. A ideia vem sendo repetida nos bastidores, por exemplo, pelos poucos petistas que optaram por se alinhar nos bastidores à ex-ministra Marta Suplicy, que se prepara para deixar o PT e se lançar candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PSB.

A tese foi amplamente alardeada em 2005, pelo então presidente nacional do partido, Tarso Genro. Foi a base da “Mensagem ao partido”, texto que deu a origem a uma nova corrente no PT e por pouco não foi assinado por nomes como a presidente Dilma Rousseff – que na época ainda estava bem longe da cadeira de presidente – e pelo hoje prefeito paulistano, Fernando Haddad.

Tarso, entretanto, tem preferido falar pouco sobre o assunto.

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quarta-feira, 18 de março de 2015 Partidos | 07:00

Cúpula do PT ficou fora da festa de Marta Suplicy

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Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Marta Suplicy não só convidou vários integrantes da cúpula do PSB para sua festa de aniversário, marcada para a próxima sexta-feira, como cortou da lista a cúpula do PT.

Nem o presidente do partido, Rui Falcão, que já foi seu secretário e comandou uma de suas campanhas, foi convidado.

Mais um motivo para alimentar a tese de que ela possa anunciar ali mesmo, no auge da comemoração que programou junto com o marido Márcio Toledo, sua decisão de trocar de legenda.

 

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terça-feira, 17 de março de 2015 Estados, Partidos | 16:39

João Vaccari fica onde está

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imageO presidente do PT, Rui Falcão, acaba de anunciar que o partido não tem a menor intenção de afastar João Vaccari.

Sobre as pressões internas por sua saída do cargo de tesoureiro, noticiadas pelo Poder Online, Falcão explicou: “Ninguém me procurou, formalmente ou informalmente, para pedir o afastamento de Vaccari”.

Segundo ele, só há, até o momento, “denúncias sem comprovações”.

 

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Partidos | 12:18

Com o cinto apertado, PT corta gasto com viagens de dirigentes

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Em tempos de crise, o cinto do PT apertou. E o partido decidiu maneirar nos gastos com viagens de dirigentes.

A ordem agora é que as despesas com passagens e hospedagem se concentrem no estritamente necessário.

O motivo, explica o partido, é a redução nos repasses do fundo partidário.

 

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Partidos | 07:00

Denúncia reforça pedidos por afastamento de Vaccari da tesoureira do PT

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A notícia de que João Vaccari Neto teve seu nome incluído entre os primeiros denunciados da Operação Lava Jato elevou ainda mais as pressões para que ele se afaste da Secretaria de Finanças do PT. Ontem, vários dirigentes defendiam nos bastidores que o presidente nacional da legenda, Rui Falcão, se sentasse com o tesoureiro para negociar sua saída da direção partidária.

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

O argumento apresentado por esses petistas é que o partido e o governo precisam parar de “sangrar”e que Vaccari deveria, portanto, se afastar espontaneamente do cargo, para se defender das acusações de envolvimento no esquema desmantelado pela Operação Lava Jato. Ontem, petistas que há pouco tempo defendiam que o partido apoiasse Vaccari descreviam a situação do tesoureiro como “insustentável”.

A expectativa, diz um dirigente, é que Falcão se pronuncie sobre o assunto ainda neste início de semana. O tema também pode aparecer na próxima reunião da executiva petista. O encontro estava marcado originalmente para o fim do mês, mas dirigentes já esperam desde a semana passada que ele seja antecipado. A ideia era que a reunião ocorresse ainda nesta semana, mas até agora o partido não marcou uma data.

Se Vaccari se afastar, o desafio do PT será encontrar um substituto. Em tese, o nome teria que sair da lista de 84 integrantes do diretório nacional petista. Pela lógica interna do partido, também deverá sair da Corrente Construindo um Novo Brasil, ala majoritária da legenda, à qual pertence Vaccari.

Nos corredores, pelo menos dois nomes são citados com frequência como alternativas: o ex-deputado Paulo Ferreira e o deputado estadual paulista Edinho Silva. O primeiro é membro do diretório e já conhece bem a cadeira de Vaccari, cargo que ocupou no auge do escândalo do mensalão. O segundo não é membro do diretório, mas comandou as finanças de Dilma na eleição e possui boa relação com empresários. Nos bastidores, entretanto, os dois sinalizam que não teriam interesse na vaga.

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segunda-feira, 16 de março de 2015 Partidos | 16:44

Pego de surpresa, Vaccari ainda não decidiu o que fará diante de denúncia

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O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi pego de surpresa pela inclusão de seu nome entre os denunciados da Lava Jato. Pressionado por colegas de partido a se afastar da secretaria,, ele ainda não decidiu o que fará diante da denúncia.

O comando do PT esperava que uma denúncia demoraria mais a se concretizar. Nos bastidores, entretanto, vários petistas pedem que ele se afaste da tesouraria.

Vaccari deve divulgar ainda hoje nota oficial sobre a denúncia.

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domingo, 15 de março de 2015 Partidos | 08:00

‘PT vive momento difícil, mas isso não significa que devemos recuar’, diz presidente da sigla em SP

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Diante das manifestações previstas para este domingo contra o governo Dilma, o PT de São Paulo, berço do partido e maior colégio eleitoral do país, admite que o momento é de dificuldade para a legenda. O presidente do partido na capital, Paulo Fiorilo, diz que o momento é de reação e cobra da legenda que vá para as ruas.

“O PT tem que ir para as ruas, de onde nunca deveria ter saído”, diz o dirigente. Fiorilo minimiza o desgaste vivido pelo prefeito Fernando Haddad e diz ainda ver espaço para assegurar uma candidatura competitiva à reeleição, mesmo diante da perspectiva de saída da senadora Marta Suplicy da legenda. Marta deve anunciar em breve sua ida para o PSB, legenda pela qual deve disputar a eleição municipal.

“Nos últimos meses, ela passou de fato a fazer críticas ao partido e ao governo. Mas essas críticas são uma opinião pessoal dela. Mas acredito que ela está construindo o caminho dela. Só espero que este caminho não passe pela saída dela do PT”, disse o petista. Confira a entrevista:

Este domingo deve ser marcado por manifestações contra o governo Dilma, principalmente em São Paulo. Como o senhor avalia esse forte desgaste enfrentado pelo PT?
O PT de fato vive um dos seus momentos mais difíceis. Mas isso não significa que devemos recuar. Nós temos que fazer essa discussão, tornar esse debate público. O PT tem que ir para as ruas, de onde nunca deveria ter saído. É justamente o que estamos fazendo em São Paulo, estamos participando de encontros, organizando eventos. E é assim que vamos para o enfrentamento.

Paulo Fiorilo (Foto: Divulgação/Facebook)

Paulo Fiorilo (Foto: Divulgação/Facebook)

O senhor disse que o PT nunca deveria ter saído das ruas. O partido se desligou da sua origem? 

Uma das dificuldades que um partido que vira governo tem é ver seus principais quadros irem para este governo. Isso, naturalmente, cria uma dificuldade. O que eu acho é que nós temos que retomar este espaço, um espaço que é nosso.

E, diante disso, a senadora Marta Suplicy se prepara para sair do partido. E ela tem aproveitado, enquanto isso, para atacar o PT dentro do próprio PT. Como lidar com mais esse problema?
Primeiro, a Marta ainda não avisou ao PT que pretende sair. Marta é um nome que faz parte da história do PT. Ela disputou cargos importantes, foi prefeita, foi senadora. Nos últimos meses, ela passou de fato a fazer críticas ao partido e ao governo. Mas essas críticas são uma opinião pessoal dela. Mas acredito que ela está construindo o caminho dela. Só espero que este caminho não passe pela saída dela do PT.

Independentemente da Marta, a eleição deve ser difícil para o prefeito Fernando Haddad. Por conta de um desgaste da gestão dele e da perspectiva de serem lançadas várias candidaturas.
Ainda temos um longo caminho pela frente até a eleição. E nós acreditamos que ainda há tempo e espaço para fazermos todo esse debate, essa discussão, sobre o que foi feito na gestão Haddad e sobre o que ainda é possível fazer. Acredito que, feito esse debate, nós temos sim condições de ter uma candidatura competitiva com Haddad.

Mas esse era o mesmo discurso do PT para a eleição de governador. E o desempenho do Alexandre Padilha não chegou ao patamar histórico que o partido prometia alcançar.
Acho que na eleição do ano passado nós não fizemos a leitura certa do cenário. Tenho certeza de que, com uma leitura mais precisa do momento, a nossa candidatura será forte.

Em São Paulo, muito do desgaste é também da Dilma, do governo federal. O que dá para fazer pensando no governo federal?
O governo federal vive também uma conjuntura muito difícil. É um momento econômico complicado, com necessidade de ajustes. Mas  a recuperação se dará a partir de medidas positivas que serão anunciadas em breve, como a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida. São medidas que vão ajudar a minimizar essa conjuntura difícil que o Brasil vive.

O PT também se vê diante do envolvimento de vários integrantes na Lava Jato. O senhor acredita, por exemplo, que o tesoureiro João Vaccari deve ficar no cargo?

O PT tem reafirmado seu compromisso com a apuração. Cabe ao partido agora avaliar o momento de agir e o momento de esperar. Eu não acho que tenhamos que defenestrar companheiros antes que tudo seja apurado e que os processos sejam concluídos. Ainda estamos no meio desse processo. Mas é claro que o PT precisa estar bem sintonizado com todos esses acontecimentos, para poder tomar as medidas necessárias quando chegar a hora certa, caso algum dos envolvidos de fato tenha culpa.

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