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Arquivo da Categoria Partidos

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Partidos | 07:00

Cristiane Brasil tenta proteger PTB de denúncias contra Collor

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A deputada federal e presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil (RJ). (Foto: Divulgação)

A deputada federal e presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil (RJ). (Foto: Divulgação)

Na última terça-feira, a presidente nacional do PTB e deputada federal, Cristiane Brasil (RJ), passou o dia tentando apagar o fogo e proteger seu partido das denúncias feitas contra o senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL) no esquema de corrupção da Petrobras.

De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, Collor seria um dos beneficiados do esquema de propinas e teria recebido R$ 3 milhões resultante de negócio da BR Distribuidora, subsidiária da estatal. O dinheiro, disse o doleiro Alberto Youssef, teria sido entregue por “emissários do PTB”. O jornal diz ainda que o PTB tinha dois diretores na BR Distribuidora: José Zonis, na área de Operações e Logística, e Luiz Claudio Caseira Sanches, na Diretoria de Rede de Postos de Serviço.

“Não dá para colocar todos no mesmo balaio”, diz Cristiane, que foi ao plenário da Câmara para defender o partido, sem, no entanto, proteger o senador alagoano. “O PTB não tem qualquer cargo na Petrobras ou em suas subsidiárias. O partido, como todo o povo brasileiro, quer o esclarecimento na Justiça dos fatos e do envolvimento dos personagens nesse escândalo que está afundando a Petrobras num mar de lama”, completa a filha do ex-deputado federal e delator do mensalão Roberto Jefferson.

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domingo, 22 de fevereiro de 2015 Partidos | 08:00

‘Governo não nos deu motivo para abandonar a oposição’, diz presidente do PSB

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Diante da tentativa do PT de reaproximação com o PSB para o fortalecimento de uma frente de esquerda no Congresso Nacional, o presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira (PE), é taxativo: “voltar para a base do governo federal não está na pauta do PSB. O governo não nos deu nenhum motivo para abandonarmos a oposição.”

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Ao Poder Online, o pernambucano diz que o momento é de enfrentar os problemas e os impactos das decisões tomadas pela presidente Dilma Rousseff. “Nós precisamos discutir os problemas do país. Essa recessão anunciada, o emprego em queda, o aumento da violência, essa crise energética e hídrica, essa situação lamentável em que se encontra a Petrobras, que é a principal empresa do Brasil.”

Na mesma linha, Siqueira evita discutir as estratégias da sigla para as eleições de 2016 e diz que “antecipar o debate eleitoral seria um desserviço ao Brasil”. O presidente do PSB reforça o coro, entretanto, dos de defendem um debate amplo sobre a reforma política no Congresso Nacional, mas diz que uma mudança nas regras eleitorais não será suficiente. “É fundamental que nós tenhamos também uma reforma na atitude dos políticos”, diz. Confira abaixo a entrevista completa.

Recentemente o PSB esteve ao lado do PSDB em momentos bastante estratégicos, como o segundo turno das eleições presidenciais e na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados. Qual é o saldo dessa aliança?
No segundo turno presidencial, nós não tivemos outra opção. Foi uma aliança pontual. Nós vínhamos criticando ao longo de toda a campanha o desastre da polícia econômica do governo do PT, esse crescimento pífio, uma recessão anunciada e tudo isso que, lamentavelmente, está se confirmando. Mas, passada a campanha, cada um tomou seu rumo. Hoje o PSB tem uma posição de independência e de se consolidar para além dessa polarização que tomou conta do país.

E a aliança na Câmara?
O bloco que nós montamos na Câmara foi uma articulação exclusiva para a distribuição das comissões e não seria permanente, independentemente do resultado das eleições da Casa. Tanto é que já está se desfazendo, uma vez que o posicionamento que o partido tirou é de independência ao governo e à oposição. Nós adotamos a decisão correta de lançar um nome próprio e não apoiar nem uma candidatura do PT, nem do PMDB. E, se formos ver, nos saímos muito bem. O candidato do governo (Arlindo Chinaglia, PT-SP) só teve 36 votos a mais do que o Júlio Delgado, mesmo com todo aquele aparato.

Mas o Júlio Delgado saiu enfraquecido e com menos votos do que na última disputa, em 2013.
Sim, mas é que a vitória do Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi avassaladora, aquilo ali surpreendeu todo mundo.

Existe uma ala considerável do PSB que defende uma reaproximação com o PT e o governo federal. Na sua avaliação, tem alguma chance disso ocorrer e de esse diálogo ser retomado?
A nossa posição é de dialogar com todos os partidos. Nós nunca cortamos o diálogo. Mas, hoje, voltar para a base do governo federal não está na pauta do PSB. O governo não nos deu nenhum motivo para abandonarmos a oposição. Nós precisamos discutir os problemas do país. Essa recessão anunciada, o emprego em queda, o aumento da violência, essa crise energética e hídrica, essa situação lamentável em que se encontra a Petrobras, que é a principal empresa do Brasil. Nós daremos nosso apoio para enfrentar esses problemas com soluções reais, até porque são problemas que se comunicam.

Um dos principais debates que têm sido feitos recentemente trata da reforma política e, sobretudo, das condições em que essa reforma poderá ocorrer. O PSB já definiu que projeto apoiará no Congresso Nacional?
A necessidade de uma reforma política é algo que vem sendo discutido desde a redemocratização, e que historicamente nós acompanhamos, mas que não se concretiza. Nós defendemos que é preciso aperfeiçoar o sistema partidário, que hoje é pouco organizado. Não faz sentido nós termos mais de 30 partidos. Precisamos de regras claras. Também defendemos o fim das coligações, que geram distorções. Sempre fomos contra o “distritão”, porque ele enfraquece as instituições. Mas é necessária uma cláusula de barreira, de desempenho mínimo para os partidos. Defendemos o financiamento público, embora tenhamos muita identificação com a proposta da OAB e da CNBB e estejamos abertos para discutir doações de pessoas físicas. Outra coisa que é fundamental, por uma questão de economia, é a unificação dos calendários eleitorais.

O senhor acredita que há um clima favorável no Congresso Nacional para que esse debate avance?
Eu acho que não são as mudanças nas regras eleitorais que vão resolver o nosso problema de representatividade e de esgotamento do sistema político. É fundamental que nós tenhamos também uma reforma na atitude dos políticos.

Alguns setores defendem que a reforma política seja submetida a um referendo ou plebiscito popular. O senhor concorda?
Tanto o referendo como o plebiscito são instrumentos democráticos legítimos e muito importantes, mas têm de ser usados da maneira adequada – e não daquele jeito que a presidente Dilma Rousseff tentou empurrar, depois das manifestações de 2013. A reforma política pode e deve ser submetida à aprovação popular, mas depois de sua aprovação no Congresso. É uma questão muito complexa, não dá pra perguntar antes, só depois que ela tiver sido mais debatida entre os parlamentares.

Nacionalmente, o PSB faz parte de um bloco com o PPS, o PV e o Solidariedade. Já existe alguma estratégia desenhada para as eleições de 2016?
Eu acho um desserviço ao país nós tratarmos de eleições neste momento. Nós acabamos de passar por um processo eleitoral intenso e estamos enfrentando uma ameaça de recessão e uma crise histórica. Antecipar essa discussão seria um desserviço, nós precisamos urgentemente discutir a sério o cenário atual, mas sem contaminá-lo com as eleições que virão daqui a dois anos.

É que a gente sabe que esse debate já está ocorrendo internamente aos partidos.
Sim, ele ocorre. Mas nós não queremos e não temos como antecipar essa discussão agora, muito menos traçar estratégia. Nós precisamos olhar para os problemas de hoje até porque, dependendo de como nós enfrentarmos essa conjuntura atual, daqui a dois anos nós podemos ter uma realidade completamente diferente.

Olhando então para as últimas eleições. Qual é a avaliação que o senhor faz desse início de mandato dos governadores eleitos pelo PSB Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE)?
Eles enfrentam um problema que é comum a todos os governos estaduais, que é esse altíssimo grau de concentração de recursos em Brasília. Nós precisamos de um novo sistema federativo, de uma nova distribuição de recursos. O governo federal tem reduzido drasticamente o repasse para áreas estratégicas e isso dificulta muito o trabalho local. O Rollemberg, mesmo, está se esforçando muito, mas vai demorar um pouco até conseguir resolver a situação deixada pelo PT no Distrito Federal.

E a situação da ex-senadora Marina Silva, no PSB? Ela vai mesmo sair?
Desde o início nós soubemos que a filiação de Marina era uma filiação democrática, uma aproximação provisória. O pessoal da Rede Sustentabilidade sempre deixou isso muito claro. Agora, ela está concluindo o processo de formalização da Rede e, no momento oportuno, deve sair. Mas nós a estamos deixando à vontade para conduzir esse processo.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 Partidos | 19:50

Sibá Machado chega desnorteado a reunião da CNB

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Deputado Federal Sibá Machado (PT-AC). Foto: Agência Câmara

Deputado Federal Sibá Machado (PT-AC). Foto: Agência Câmara

Debutante na reunião da direção nacional da principal tendência petista, a “Construindo um Novo Brasil”, Sibá Machado (AC) ainda está um pouco perdido.

Os dirigentes da CNB devem avaliar os primeiros passos do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, mas, à véspera da reunião que ocorre nesta sesta-feira, o novo líder do PT na Câmara não sabia dizer ao certo do que se tratava.

“Ainda não fui informado. Não recebi convite, pauta, nada, nada. Tô indo pela primeira vez, mostrar minha cara lá”, diz o petista que passará a acompanhar as reuniões agora que assumiu a liderança da sigla na Casa.

Leia também: Sibá Machado está assustando os colegas de bancada

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Partidos | 10:00

Bolsonaro defende que PP expulse envolvidos na Lava Jato

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) tem defendido que seu partido expulse todos os envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Proporcionalmente, o partido é o que mais apareceu nas investigações, até o momento.

“O Alberto Youssef já disse que no meu partido só sobrariam dois. Eu não sei quem são os dois, mas, se eu recebi algum dinheiro, o partido não levou meu voto para o Executivo”, diz Bolsonaro.

Saiba mais: Lava Jato paira sobre Eduardo Cunha e mais 16 membros do novo Congresso

Dos 45 parlamentares da sigla, seis foram citados nas investigações: os deputados federais José Otávio Germano (RS), Luiz Fernando Faria (MG), Nelson Meurer (PR) e Simão Sessim (RJ) e os senadores Benedito de Lira (AL) e Ciro Nogueira (PI).

No Congresso Nacional, a expectativa é de que até o fim do mês o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente a lista oficial dos parlamentares citados nos depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef e peça a abertura de inquérito ao Supremo Tribunal Federal.

Leia também: Bolsonaro desiste da Comissão de Direitos Humanos

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sábado, 14 de fevereiro de 2015 Partidos | 08:00

‘Pedido de impeachment é desprezível’, diz Luciana Genro

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Embora acuse o governo federal de cometer “uma espécie de estelionato eleitoral”, a ex-presidenciável do PSOL Luciana Genro (RS) critica a campanha travada por integrantes da oposição em defesa de um impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

“Esse pedido de impeachment, pra nós, é desprezível”, diz a presidente da Fundação Lauro Campos. “Nós não nos alinhamos com a oposição de direita. Nós queremos que o povo vá às ruas para lutar por mais direitos.”

De acordo com Luciana, os partidos que aderiram à mobilização pró-impeachment e convocaram manifestações pelo Brasil, neste domingo, também estão “comprometidos com esse mesmo modelo econômico e com todo esse escândalo de corrupção que toma conta do país, particularmente no caso de Petrobras e das grandes empreiteiras”.

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Partidos | 19:35

Líder do PSC critica ida de Silvio Costa para vice-liderança do governo

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Líder do PSC na Câmara, André Moura (SE). Foto: Divulgação

Líder do PSC na Câmara, André Moura (SE). Foto: Divulgação

O líder do PSC na Câmara, André Moura (SE), criticou a indicação do correligionário Silvio Costa (PE) para assumir uma das dez vagas de vice-líder do governo na Câmara.

Em nota publicada hoje, Moura disse que a decisão do pernambucano “não reflete o posicionamento político decidido pela bancada federal e pela Executiva Nacional da sigla, que dela não coaduna e tampouco avaliza”.

Moura criticou, ainda, o fato de a decisão de Costa ter sido tomada sem consulta prévia ao partido e disse que ele deve “responder por sua decisão isolada”.

A indicação só aumentou o desgaste entre Costa e o PSC, causado pelo apoio do pernambucano à candidatura de Arlindo Chinaglia (PT-SP), na contramão de seu partido, que defendia o evangélico Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Câmara.

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Partidos | 17:45

Pastor Everaldo deve ficar longe das urnas em 2016

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Pastor Everaldo, candidato do PSC à presidência. (Foto: Alan Sampaio / IG Brasília)

Pastor Everaldo (Foto: Alan Sampaio / IG Brasília)

Pastor Everaldo, candidato derrotado à Presidência pelo PSC, deve mesmo ficar longe das urnas em 2016.

Aos mais próximos, ele tem dito que o plano é mesmo se dedicar à organização do partido e à estratégia para aumentar a penetração da sigla nos municípios.

 

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Partidos | 07:30

‘Profissão do Kassab é criar partido pra base aliada’, diz presidente do PTB

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A deputada federal e presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil (RJ). (Foto: Divulgação)

A deputada federal e presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil (RJ). (Foto: Divulgação)

A oposição não tem gostado nada da movimentação do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab (SP), para recriar o Partido Liberal. É que boa parte dos partidos vê, na estratégia, uma manobra para roubar opositores e inflar a base aliada.

Na última quarta-feira, a presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil (RJ), chegou a provocar formalmente o Tribunal Superior Eleitoral para se posicionar diante de casos semelhantes – em que um partido é criado já com o objetivo de, futuramente, fundir-se a outro.

“Nós precisamos acabar com essa profissão do Kassab, de criar partidos. É um empreiteiro financiado pelo governo para construir partidos pra base aliada”, diz a filha do ex-presidente do PTB Roberto Jefferson. “Isso burla a legislação que está em vigor, de uma maneira que não atende ao interesse nem do legislador, nem da sociedade. Essa criação inorgânica de siglas que são barriga de aluguel para a criação de monstros partidários sem a menor ideologia é ruim pra sociedade”, critica.

Leia também: Kassab ganha fama de ministro badalado graças ao novo PL

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 Partidos | 10:30

Roberto Freire está a postos para voltar à Câmara

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Presidente nacional do PPS, Roberto Freire. Foto: Divulgação

Presidente nacional do PPS, Roberto Freire. Foto: Divulgação

Com a decisão do Supremo Tribunal Federal de arquivar a investigação sobre o suposto envolvimento do deputado Rodrigo Garcia (DEM-SP) no chamado cartel do metrô, a expectativa é de que a qualquer momento ele seja convidado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) para voltar ao secretariado paulista.

Assim, surgiria mais uma vaga para os suplentes eleitos por São Paulo, abrindo espaço justamente para o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, que chegou à quarta suplência. Aliado do PSDB em São Paulo, o PPS esperava ansioso desde a eleição para que a fila andasse.

Três já saíram da frente, todos convidados para ocupar secretarias: Arnaldo Jardim (PPS), Floriano Pesaro (PSDB) e Duarte Nogueira (PSDB) assumiram, respectivamente, Agricultura, Desenvolvimento Social e Transportes.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Partidos | 06:00

Se situação de Vaccari piorar, PT custará a encontrar substituto

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Ninguém no alto comando do PT tem a intenção de retirar o apoio ao tesoureiro João Vaccari por enquanto. Mas líderes da legenda reconhecem que não seria lá muito fácil encontrar alguém afim de encarar a tarefa, caso as denúncias contra o dirigente se agravem ao ponto de o partido optar pela substituição.

Depois do destino dado a Delúbio Soares no escândalo do mensalão e ao próprio Vaccari na Operação Lava Jato, a avaliação que predomina no partido é que muita gente vai preferir fugir da tarefa.

Um nome que vira e mexe é citado na lista informal de sugestões é Paulo Ferreira, que já foi tesoureiro no auge do escândalo do mensalão e foi encarregado de sanar a dívida de dezenas de milhares de reais deixada pelo antecessor Delúbio Soares. Nas conversas reservadas, entretanto, ele jura que quer distância do caixa petista, mesmo tendo falhado em renovar o mandato de deputado na última eleição.

Alguns líderes petistas minimizam o problema. Dizem que, se a troca se fizer mesmo necessária, um empurrãozinho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ajudará a vencer qualquer resistência.

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