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terça-feira, 11 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Economia, Partidos, Política | 20:03

Renan bota para votar proposta sobre repatriação de recursos

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Com a adoção da chamada “Agenda Brasil”, por parte do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a proposta que permite a repatriação de recursos ou patrimônio mantidos por brasileiros no exterior e não declarados à Receita Federal, ganhou prioridade na pauta do Senado e deverá ser votada nesta quarta-feira (12) no plenário.

A decisão de pautar o assunto foi tomada na reunião de líderes desta terça-feira.

O projeto é de autoria do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e conta com apoio do governo, que estima arrecadar cerca de 150 bilhões em impostos ao ano, considerando que os brasileiros tenham hoje cerca de 500 bilhões no exterior.

O projeto indica uma base de tributação de 35% sobre os recursos depositados fora do país. Caso seja aprovada, a proposta seguirá para sanção da presidente Dilma Rousseff.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 18:35

Em crise com a Câmara, Dilma chama presidente do Senado ao Palácio

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Renan Calheiros (foto: Clarissa Oliveira)

Renan Calheiros (foto: Clarissa Oliveira)

 

Em meio a crise política que ronda o governo, a presidente Dilma Rousseff chamou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para uma conversa no início da noite desta quinta-feira (6), no Palácio do Planalto.

A reunião não está prevista na agenda oficial da presidente.

O apoio do senador é considerado um contraponto importante às movimentações do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que durante o recesso parlamentar, se declarou oposição ao governo.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015 Brasil, Eleições, Governo, Partidos, Política | 19:36

Eleições municipais devem apressar ida de Cid e Ciro para PDT

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roberto-claudio-prefeito-490x356A definição sobre a ida dos Cid e Ciro Gomes para o PDT tem sido considerada mais urgente devido as eleições municipais de 2016. Aliado de primeira hora dos irmãos cearenses, o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, é candidato à reeleição e terá que cumprir a legislação eleitoral que exige pelo menos um ano de filiação ao uma legenda para uma candidatura.

Com isso, Roberto Cláudio precisa ter sua legenda já definida até o início de outubro deste ano.

O prefeito e os irmão Gomes consideram arriscado permanecer no PROS, legenda criada e comandada por Eurípedes Júnior. Nos bastidores, aliados dizem que não querem correr o risco de ficarem em um partido que poderá negociar alianças e sacrificar a possibilidade de candidatura própria.

Além disso, nas contas do grupo político comandado por Cid e Ciro, a migração levará prefeitos e cerca de 10 deputados do PROS para o PDT. Os mais otimistas falam em cerca de 20 parlamentares contando com outras legendas.

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Brasil, Eleições, Partidos, Política | 18:28

PDT aguarda Cid e Ciro, de olho em 2018

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Ciro Gomes

Ciro Gomes 

O presidente do PDT, Carlos Lupi, espera que até meados de agosto já se tenha uma definição sobre a filiação dos irmãos cearenses Ciro e Cid Gomes (atualmente no PROS) à legenda.

A única resistência entre os pedetistas é do senador Cristovam Buarque (DF), que enxerga na filiação dos irmãos o fim dos seus planos de se candidatar novamente à presidência da República em 2018.

Buarque, que foi candidato do PDT à presidência em 2006, com a bandeira única da Educação, não gosta da ideia de ter que disputar prévias com os recém-chegados.

Grande parte dos pedetistas acredita que Ciro poderia ser um bom nome para cabeça de chapa. “É direito dele, mas ninguém tem culpa se ele tem a mesma pretensão”, disse Lupi.

“Não há esta condição colocada para a vinda dos irmãos Cid e Ciro, mas também não há veto à possível candidatura de Ciro”, disse Lupi.

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Brasil, Partidos, Política | 17:49

PT teme multa e suspensão do fundo partidário

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Além de ter que administrar a própria crise de imagem, agravada pelas denúncias que atingem seu ex-tesoureiro João Vaccari Neto, e a prisão do ex-ministro José Dirceu, ícone do partido, o PT ainda convive com outro fantasma: a perspectiva de perder três meses de repasses do fundo partidário e ter que pagar uma multa no valor de R$ 4,9 milhões, imposta pela Justiça Eleitoral que desaprovou parcialmente as contas do partido de 2009.

Por enquanto, a penalidade imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em abril deste ano, está suspensa por um recurso apresentado pelo partido.

 

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quinta-feira, 2 de julho de 2015 Brasil, Congresso, Partidos, Política | 00:18

Molon pede que Serra “meta o bico” em questão da maioridade penal

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Serra na Câmara é recebido por petistas, contrários a redução da maioridade penal (Luciana Lima)

Serra na Câmara é recebido por petistas, contrários a redução da maioridade penal (Luciana Lima)

Ao receber o tucano José  Serra no plenário da Câmara, o petista Alessandro Molon o felicitou: “Que bom que o senhor está aqui para nos ajudar!”, disse o petista, referindo-se à votação da redução da maioridade penal.

Serra respondeu:  “Não vim aqui meter o bico”.

O petista insistiu: “O senhor, que é tucano, tem mais é que meter o bico. Se não for assim, quem vai meter?”

Após a vista de Serra à Câmara, os petistas passaram a discursar em apoio ao projeto de mudança do Estatuto da Cranca e do Adolescente (ECA), de autoria de Serra, que aumenta o tempo de internacão de menores que cometeram crimes hediondos.

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quarta-feira, 1 de julho de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 22:22

Serra vai à Câmara para influenciar votação sobre maioridade penal

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Serra no plenário da Câmara, durante votação da redução da maioridade penal

Serra no plenário da Câmara, durante votação da redução da maioridade penal (Luciana Lima)

As discussões sobre a redução da maioridade penal na Câmara mobilizou senadores nesta quarta-feira, ao ponto de alguns deles atravessarem os salões para defenderem seus pontos de vista.

O tucano José Serra (SP) foi cuidadoso ao dizer a militantes contrários à redução que não podia interferir no trabalho dos deputados. Vim procurar o Jutahy, disse o tucano, ao chegar, referindo-se ao baiano Jutahy Magalhães, seu grande aliado.

Serra é autor do projeto de lei que modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Sua proposta aumenta o tempo de internação para crimes hediondo e é defendida como uma alternativa ao texto da Câmara que reduz a maioridade.

A presença de Serra no Plenário da Câmara, durante a discussão, no entanto, irritou o líder do PSDB, Nilson Leitão (MT) que reclamou com colegas de bancada. “Ele está lá no canto defendendo suas ideias”, reclamou o líder. “Isso não pode”, disse Leitão, que havia orientado a bancada a votar a favor da redução.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) reagiu, defendendo o tucano: “Pode sim”, disse a petista. “Quem sabe ele não traz uma boa influência.

Serra na Câmara é recebido por petistas, contrários a redução da maioridade penal (Luciana Lima)

Serra na Câmara é recebido por petistas, contrários a redução da maioridade penal (Luciana Lima)

Para os petistas, a presença de Serra significou ajuda, já que o partido está disposto a aprovar sua proposta no Senado. O senador tucano foi cercado ainda pelo deputado Alessandro Molon (PT-RJ), também contrário à emenda.

Na votação de terça-feira, quando o texto base foi rejeitado por cinco votos de diferença,  as dissidências do PSDB foram fundamentais para a rejeição. Dos 51 tucanos que participaram da votação, Betinho Gomes (PE), Eduardo Barbosa (MG), João Paulo Papa (SP), Mara Gabrilli (SP) e Max Filho (ES) votaram contra o relatório apresentado pelo deputado Laerte Bessa (PR-DF).

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terça-feira, 30 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política, Sem categoria | 14:43

Sarney diz a Lula que ele tem que palpitar

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Sarney: "Lula tem que palpitar"

Sarney: “Lula tem que palpitar”

Em uma postura mais conciliadora, bem distante das críticas que vinha fazendo à política econômica, e em meio a “ressaca” após o vazamento das críticas que comparavam a presidente Dilma Rousseff ao “volume morto” do Sistema Cantareira,  o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confidenciou aos peemedebistas que iria parar de dar palpite no governo.

Prontamente, o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP), que participou do café da manhã na casa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PDMB-AL) reagiu, pedindo a palavra. Sarney olhou nos olhos de Lula e defendeu que ele tem que palpitar.

“Você é a maior liderança política deste país na atualidade. Tem que palpitar sim”, defendeu Sarney.

Do café da manhã com Lula participaram, além de Sarney e o anfitrião, os senadores, Romero Jucá (PMDB-RR), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Jorge Viana (PT-AC) e Delcídio Amaral (PT-MS).

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 14:22

Lula é contra fim da reeleição e aumento de mandato de chefe do Executivo

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Os ex-presidentes da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foto: Ricardo Stuckert / PR

Os ex-presidentes da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foto: Ricardo Stuckert / PR

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ser contra o fim da releição, medida aprovada pela Câmara, e única proposta da reforma política colocada em votação pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deverá ser confirmada no Senado.

Lula citou os Estados Unidos e vários outros países democráticos desenvolvidos que adotam a reeleição, em café da manhã com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O ex-presidente também disse que é contra aumentar o mandato do chefe do executivo para cinco anos.

Ao argumentar, o ex-presidente fez um alerta aos peemedebistas, lembrando os tempos de Fernando Henrique Cardoso e disse que qualquer governante, que chegar  ao fim do mandato com uma aprovação razoável, deverá aprovar de novo a reeleição e acabar ficando 10 ou 12 anos no poder.

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 13:19

Lula diz a Renan que Lava Jato não pode ser agenda do país

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lula-visita-renan-004Em café da manhã com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a impressão de ter vindo a Brasília em “missão de paz”. Ele pediu que o alagoano relevasse qualquer desconforto em relação à presidente Dilma Rousseff ou com o governo.

Consciente da crise de imagem que atinge o PT e o governo, Lula propôs a Renan um pacto de união, dizendo que a Operação Lava Jato não pode ser a única agenda do país.

Peemedebistas saíram do encontro com a impressão de que Lula retornou  à posição de ajudar o governo a sair da crise e apostar novamente na parceria com o PMDB, postura diferente da que o ex-presidente teria expressado, há algumas semanas, quando destilou críticas à Dilma.

O comentário de um peemedebista deu o clima da conversa: “Ele nem falou mal da Dilma, nem do Mercadante”,disse, referindo-se à presidente e ao chefe da Casa Civil.

 

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