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Arquivo da Categoria Partidos

segunda-feira, 11 de maio de 2015 Partidos | 17:24

Após entrevista ao iG, Patrus defende em artigo fim das doações privadas no PT

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Depois de defender, em entrevista ao iG, que o PT abra mão de doações privadas também em campanhas eleitorais, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, reforçou a proposta em artigo encaminhado a toda a militância do PT. No texto, distribuído no fim da semana passada, Patrus disse que o partido deve “colocar-se diante da própria história” e resgatar seu “projeto inaugural”.

O ministro do Desenvolvimento Agrário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT-MG). Foto: Divulgação

O ministro do Desenvolvimento Agrário e ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT-MG). Foto: Divulgação

“Não foi o dinheiro que nos constituiu, não foram os recursos de empresas nas campanhas eleitorais; o que nos constituiu foi a força das nossas ideias, a determinação em fazermos do Brasil um país mais justo e solidário, a dedicação da nossa militância”, diz o texto.

“Nós defendemos no nosso projeto de reforma política, o fim das contribuições financeiras das empresas nos processos eleitorais. Vamos assumir perante nós mesmos e perante o povo brasileiro que continuaremos trabalhando pela reforma política que defendemos. Mas enquanto ela não for aprovada, nós vamos cumprir o que defendemos como se fosse uma norma partidária, a partir de agora, a partir das eleições de 2016”, prossegue o ministro.

Na entrevista ao iG, Patrus criticou o fato de o PT ter se rendido às “regras do jogo” e adiantou o plano de levar a proposta sobre o financiamento das campanhas ao Congresso do partido, marcado para o meio deste ano. “O que os outros partidos fazem, o PT não pode fazer”, disse. Confira aqui a íntegra da entrevista.

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sábado, 9 de maio de 2015 Partidos | 08:00

PT gastou cerca de R$ 10 milhões para impulsionar comunicação digital

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A reformulação completa da área de comunicação digital do PT absorveu um investimento de aproximadamente R$ 10 milhões. Na conta, estão a remodelagem do site do partido, da Agência PT e da estrutura de redes sociais.

O argumento é que a área virou peça fundamental da resposta do partido à crise de imagem que eclodiu nos últimos meses.

 

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sexta-feira, 8 de maio de 2015 Partidos | 06:00

Para amenizar desgaste, PT se descola de Dilma e reforça vínculo com Lula

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A direção nacional do PT marcou mais uma reunião no próximo dia 18, em Brasília, para avançar na estratégia de resposta à crise de imagem que atinge o partido. Abertamente, dirigentes petistas ssaem em defesa da presidente Dilma Rousseff e das medidas do ajuste fiscal. Nos bastidores, entretanto, integrantes do comando partido explicitam um plano para descolar cada vez mais a imagem do partido da presidente Dilma Rousseff e reforçar o vínculo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Uma proposta que já começou a ser estudada internamente e deve passar pelo crivo da executiva nacional na reunião do dia 18 é pedir a Lula que embarque em um amplo giro de viagens pelo país. Setores do comando partidário avaliam que o ex-presidente precisa assumir a dianteira do plano para resgatar a relação do PT com sua base histórica. A ideia é garantir uma extensa agenda de visitas ao Nordeste, por exemplo.

Os primeiros passos desse plano, diz um líder petista, se fizeram ver no programa de televisão veiculado pelo partido nesta semana. Apesar das críticas e dos panelaços que tomaram vários estados brasileiros, o comando partidário diz fazer uma avaliação positiva do vídeo. Isso porque  o filme tinha um objetivo específico: dialogar com setores estratégicos, como movimento sindical e entidades de representação de trabalhadores. Para justificar o distanciamento em relação ao governo, alguns petistas investem na tese de que o partido precisa primeiro se levantar para depois poder ajudar Dilma.

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quinta-feira, 7 de maio de 2015 Partidos | 12:38

Tucanos tentam jogar no colo do PPS recuo sobre impeachment

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Depois do vai-vém do PSDB em relação à ideia de investir num pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, alguns tucanos passaram a jogar o recuo no colo do PPS. Investem na versão de que, por conta dos planos de uma fusão com o PSB, líderes do partido liderado por Roberto Freire (PPS-SP) teriam “amarelado” em abraçar o pedido de imediato.

No PSDB, aliás, muita gente ficou irritada com o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) por conta desse assunto. Um deputado verbaliza o sentimento: “Foi uma tragédia a forma como ele liderou a coisa. Pega mal demais simplesmente não saber para onde vamos”.

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quarta-feira, 6 de maio de 2015 Partidos | 12:05

Bancada do PSB ainda torce o nariz para fusão com PPS

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Ainda tem muita gente no PSB torcendo o nariz para o projeto de fusão com o PPS. Nas últimas semanas, não faltaram deputados reclamando na orelha de líderes da legenda por terem sido pegos de surpresa pela notícia da união das duas legendas.

A ordem, agora, é apagar incêndios e passar aos parlamentares o recado de que tudo será tratado em seu devido tempo, inclusive o papel de cada lado no novo partido. Internamente, o PSB diz que está “incorporando” o PPS.

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Partidos | 06:00

PSB já não descarta projeto eleitoral com Marina Silva para 2018

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Tida como praticamente impossível logo após a corrida de 2014, a ideia de lançar a ex-senadora Marina Silva numa nova candidatura presidencial em 2018 já não enfrenta mais tanta resistência assim dentro do partido do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no passado. Diante da perspectiva de uma fusão da sigla com o PPS, alguns líderes socialistas admitem nos bastidores que o desenho de um novo projeto eleitoral pode sim passar pela ideia de convencer Marina a disputar novamente o Palácio do Planalto.

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina passou grande parte dos últimos meses muito distante do PSB. Desde que saiu da votação de outubro do ano passado, avisou imediatamente ao comando partidário que sua prioridade é retomar a criação da Rede Sustentabilidade. Mas, para os socialistas, os “sinais” são cada vez mais claros de que a nova legenda custará a sair do papel.

Embora muita gente no partido resista à ideia de um novo projeto eleitoral com Marina na cabeça de chapa, uma ala  reconhece que a fusão com o PPS pode alimentar uma empreitada nesse sentido. A teoria é que a fusão dará ao PSB muito mais musculatura, tempo de televisão e capilaridade em colégios eleitorais estratégicos. Mas continua faltando um nome para a disputa.

Embora ganhe alguns adeptos, a ideia ainda tende a enfrentar resistência de alguns setores estratégicos da legenda. A começar pela direção do PSB em alguns colégios eleitorais estratégicos. É o caso de São Paulo, onde o partido está muito bem amarrado na aliança com os tucanos, mais especificamente com o governador Geraldo Alckmin.

Marina também sempre deixou claro desde a eleição que não tem planos de se lançar novamente pelo PSB. Mas, nesse caso, há no atual partido da ex-senadora quem enxergue “sinais” de que ela pode rever a posição no futuro, dependendo do andamento do projeto da Rede. Um desses indicativos veio numa recente visita da ex-senadora à liderança do partido. Depois de discorrer longamente sobre sua relação com Eduardo Campos, Marina disse que a Rede e o PSB serão “irmãos siameses”. Quem assistiu ao discurso diz ter ficado impressionado com o discurso.

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terça-feira, 5 de maio de 2015 Partidos | 10:59

Mesmo dividido, PT deve insistir em cobrar mandato de Marta

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Uma ala do PT vem defendendo internamente que o partido desista de reivindicar o mandato da senadora Marta Suplicy. O argumento colocado é que, mesmo no caso de uma vitória judicial em favor da legenda, Marta sairia “vitimizada” da briga. O presidente do PT paulista, Emidio de Souza, já avisou que discorda da avaliação. Pretende seguir até o fim na briga com a senadora.

Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

O plano é tentar dar o cargo de Marta para Paulo Frateschi, sob entendimento de que o mandato pertence ao partido e não à chapa encabeçada por Marta. Isso porque o primeiro suplente é Antonio Carlos Rodrigues, do PR. Frateschi é segundo na sucessão.

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Partidos | 09:00

PT e Instituto Lula farão encontro de comunicação com a militância

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O PT e o Instituto Lula convocaram para esta noite, na sede do partido em Brasília, uma reunião para alinhar a comunicação com a militância.

Vão tratar em conjunto das estratégias de mídia e redes sociais.

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sexta-feira, 17 de abril de 2015 Partidos | 11:00

Possível mudança no dízimo do PT assombra parlamentares e comissionados

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Tem muito deputado, senador e ocupante de cargo comissionado preocupado com a notícia de que o PT planeja abrir mão das doações privadas para financiar o partido e, por consequência, pode mudar as regras do dízimo que cobra de seus filiados. Hoje, a mordida já é grande no salário dos deputados, senadores e detentores de cargos comissionados.

“Pelo amor de Deus, nem toca nesse assunto de dízimo. Estamos tremendo só de ouvir falar”, comentava nesta semana um senador petista, após o Poder Online antecipar a discussão sobre uma possível mudança na cobrança. Ele diz que paga 25% do salário para o partido. As cobranças variam de acordo com o perfil e a renda do filiado.

Um ministro, que também paga a conta mensal ao PT, diz que a expectativa é de que qualquer alteração na norma seja pensada com base em um cronograma. Assim, todo mundo vai ter tempo de se adaptar à nova realidade.

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Partidos | 07:00

Para o PT, André Vargas preocupa mais que Vaccari

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João Vaccari Neto (Foto: Câmara dos Deputados)

João Vaccari Neto (Foto: Câmara dos Deputados)

Embora a prisão de João Vaccari tenha acendido a luz vermelha no PT, integrantes do partido dizem ver mais motivos para preocupação em relação ao ex-deputado André Vargas.

Caso os dois venham a se beneficiar de uma delação premiada na Operação Lava Jato, Vargas tem muito mais “ressentimento” a descarregar no partido, já que foi pressionado a se desfiliar quando as acusações chegaram até ele.

Colegas de partido de Vaccari também dizem que o ex-tesoureiro é um “soldado do partido”. E em momento algum foi abandonado pelo PT. Ou seja, tende a ser mais “fiel aos companheiros”.

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