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Arquivo da Categoria Política

segunda-feira, 15 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Economia, Governo, Partidos, Política | 17:56

Ministros se esforçam para explicar veto sem dizer que Dilma vetará fim do fator

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Carlos Gabas (Foto: divulgação)

Carlos Gabas (Foto: divulgação)

O ministro da Previdência, Carlos Gabas, precisou se esforçar para não adiantar a posição da presidente Dilma Rousseff de vetar a regra que acaba com o fator previdenciário e, ao mesmo tempo, defender as razões para o veto que deverá ocorrer até a quarta-feira. “Não sei qual será a decisão da presidente”, insistiu Gabas após dizer que não é da natureza da presidente “se acomodar com uma posição momentaneamente cômoda”.
Mais cedo, o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Edinho Silva, passou pelo mesmo dilema: “A presidente ainda não tomou sua decisão”, disse Edinho, que ao mesmo tempo evocou a “responsabilidade” do governo com a sustentabilidade da Previdência. “O governo tem responsabilidade não só com o período que governa, mas também com a sociedade brasileira”, disse.

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sábado, 13 de junho de 2015 Brasil, Partidos, Política | 15:58

Para Paulo Rocha, venceu o PT que quer influenciar mais no governo

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Ao deixar o 5º Congresso do PT, neste sábado, o senador Paulo Rocha (PT-PA) avaliou que o PT vencedor no Congresso é o que quer influenciar mais nas decisões do governo da presidente Dilma Rousseff. O encontro serviu para explicitar as insatisfações dos petistas em relação a política de alianças e a condução da economia. “A insatisfação existe”, disse o deputado que faz parte da corrente majoritária do partido.

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Brasil, Partidos, Política | 15:40

Por consenso, PT faz defesa de Vaccari, preso na Lava Jato

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O PT aprovou por consenso a defesa de seu ex-tesoureiro João Vaccari Neto, preso, desde o mês de abril, devido a suspeita de envolvimento na Operação Lava Jato, que investiga o esquema de propina instaurado na Petrobras.

Ao final do 5º Congresso do partido, o presidente da legenda, Rui Falcão, disse que sua prisão faz parte da tentativa de criminalizar o partido. “O Vaccari não é culpado. Ele nunca levou dinheiro do partido e está sendo preso injustamente. Há uma tentativa de crimilizar o partido e sua prisão faz parte disso. O que ele fez foi exatamente a sua função que é a de coletar recursos para o partido, via transação bancária, declaradas a Justiça Eleitoral”, defendeu.

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Brasil, Congresso, Eleições, Governo, Partidos, Política | 15:18

Rompimento com o PMDB desestabilizaria governo Dilma, avalia Rui Falcão

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Ao fim do 5º Congresso do PT, o presidente do partido, Rui Falcão, avaliou que o rompimento com o PMDB poderia desestabilizar ainda mais o governo da presidente Dilma Rousseff. A proposta apresentada pela esquerda do partido foi derrotada pelos delegados da corrente majoritária na manhã deste sábado (13), em Salvador (BA).

“É evidente que há no PT manifestações. A gente não esconde. Agora não há nenhuma condição, nenhum propósito de romper aliança no Congresso nacional com os parceiros que integraram a nossa coligação”, disse o presidente do PT.

Para Falcão, os problemas com o PMDB e com outros partidos da base devem ser resolvidos na negociação política. “Isso requer conversa, negociação política e não, simplesmente, um rompimento unilateral que, tal a conjuntura que vivemos hoje, poderia levar uma desestabilização do nosso governo”, disse Rui Falcão ao final do encontro do partido.

“O trabalho de costura das lideranças, da presidente, e nós mesmos, no diálogo com os outros partidos, é procurar o de dar estabilidade e governabilidade à nossa presidente, para o nosso governo”.

Apesar dos problemas com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vem imprimindo constrangimentos ao governo e ao PT desde sua posse no cargo, Falcão aconselhou a manutenção da aliança.

“O Congresso Nacional é o que o povo elegeu. Trata-se de um Congresso contraditório, agora com mais participação de representantes do conservadorismo. Mas é o Congresso que é um Poder constituído. Nós temos nos relacionar com ele. É evidente que há contradições dentro da base aliada, não só com o PMDB”, reconheceu.

“Neste processo há contradições, há oposições. a principal delas é que tem oposto um setor grande do Congresso a um tipo de governança que imprime o presidente da Câmara, como se viu agora, neste episódio da votação do financiamento empresarial”, avaliou.

 

 

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Partidos, Política | 12:53

“Fora Levy” vira texto ameno em “Carta de Salvador”

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As críticas duras ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e ao pacote de ajuste fiscal deram lugar a texto ameno sobre a necessidade de retomar o crescimento econômico e a política de empregos, durante o 5º Congresso do PT, nesta semana, em Salvador (BA).

Durante a votação da Carta de Salvador, a única alteração admitida pelos governistas no texto base em relação à política econômica foi a seguinte: “É preciso conduzir a orientação geral da política econômica para a implementação de estratégias para a retomada do crescimento, para defesa do emprego, do salário e demais direitos dos trabalhadores que permitam ampliação das políticas sociais.”

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quarta-feira, 10 de junho de 2015 Congresso, Política | 18:07

Para André Moura, manifestantes eram “baderneiros”

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Depois de dar a ordem para retirar manifestantes do plenário da comissão especial que discute a proposta de redução da maioridade penal, o presidente da comissão, deputado André Moura (PSC-SE), justificou sua atitude chamando os manifestantes de baderneiros. Acusado por parlamentares de não permitir a manifestação dos deputados contrários à proposta, Moura se defendeu dizendo que os deputados precisam respeitar o regimento da Casa.

Com a confusão, o deputado foi abrigado a adiar a votação da proposta para a próxima semana.

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Congresso, Política | 17:59

Maria do Rosário reclama de arbitrariedades na discussão sobre redução da maioridade penal

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Após o tratamento a gás de pimenta dispensado pela segurança da Câmara dos Deputados aos estudantes que se manifestaram contra a redução da maioridade penal, a deputada Maria do Rosário (PT-RS), que estava no Plenário momento da confusão, reclamou da confusão gerada pelo presidente da comissão especial que discute a matéria, André Moura (PSC-SE).

“Spray de pimenta aqui na Câmara é a primeira vez que eu vejo. Espero que seja a última”, disse a deputada que é contrária à proposta.

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terça-feira, 9 de junho de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 18:17

Petistas desaconselham ida de Dilma a debates internos

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Diante da perspectiva de ausência da presidente Dilma Rousseff na abertura do 5º Congresso do PT, que ocorrerá na próxima quinta-feira (11), em Salvador, petistas aconselham que a presidente não vá durante os debates, que geralmente ocorrem no segundo dia, com críticas abertas ao governo e tradicionalmente com muita disputa política.

“A expectativa do PT, das mulheres, de todos os petistas é homnegeála, mas preferencialemten quando eles não tiverem sua propostas sendo votadas”, disse o deputado Afonso Florence (PT-BA)

Primeiramente, a intenção de Dilma era chegar da viagem que faz à Bélgica, na noite de quinta-feira e participar da abertura do Congresso ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As mulheres do PT já haviam preparado uma homenagem à presidente para a abertura.

Para o deputado,  Dilma, como petista, sabe bem como ocorrem os debates internos do partido.”Uma coisa é a abertura, um ato solene, outra coisa são os trabalhos de grupo, outra coisa é a plenária final deliberativa. Obviamente, interromper o processo de disputa típico, natural, democrático do PT pode criar um ambiente que uma proposta, tendencialmente vitoriosa se sinta preterida. Como boa petista, certamente ela sabe a distinção de sua presença em cada um desses momentos”, disse Florence, que já ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento Agrário no primeiro mandato da presidente.

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Brasil, Governo, Partidos, Política | 16:41

Sem mágoas do governo, Ideli assumirá cargo na OEA

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Ex-ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti (PT-SC) precisou sair da pasta para dar lugar ao seu colega de partido Pepe Vargas (PT-RS) depois que ele foi demitido da articulação política do governo. Agora, Ideli arruma as malas para dar a “volta por cima”.

A ex-ministra, que também já ocupou as pastas da Pesca e cuidou da articulação política no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, está arrumando as malas para se mudar para Washington, nos Estados Unidos, onde assumirá o cargo de assessora especial do uruguaio Luis Almagro, recém nomeado secretário-geral das Organizações dos Estados Americanos (OEA).

O cargo é uma solução inicial. A pedido de Almagro, Ideli deverá comandar a criação de uma nova secretaria na estrutura da OEA: a de Acesso a Direitos e Equidade, que deverá presidir após a criação.

A ex-ministra garantiu que não há mágoa com sua saída do governo. “Sou o maior exemplo de que quando uma porta se fecha, outras se abrem”, disse ao Poder Online.

 

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Brasil, Congresso, Eleições, Governo, Justiça, Partidos, Política | 13:57

Cardozo e Alckmin se reúnem para construir alternativa à redução da maioridade penal

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O governador Geraldo Alckmin e a presidenta Dilma Rousseff (Foto: Epitácio Pessoa/AE)

O governador Geraldo Alckmin e a presidenta Dilma Rousseff (Foto: Epitácio Pessoa/AE)

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT-SP) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), se reúnem nesta tarde (9) para discutir uma alternativa à proposta de redução da maioridade penal, atualmente, em discussão na Câmara dos Deputados.

A proposta a ser feita por Cardozo ao tucano, a pedido da presidente Dilma Rousseff, será de integrar duas ideias. O governo encamparia a defesa do projeto do tucano,  que aumenta o prazo máximo de internação de menores infratores de três para oito anos e Alckmin encorporaria à proposta a ideia do Planalto de aumentar penas para adultos que exploram crianças e adolescentes para a prática criminosa.

O governo avalia que a proposta de Alckmin tem grande poder de aglutinar interesses, já que até o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que quer colocar a proposta de redução da maioridade penal em votação ainda neste mês, já sinalizou recuo. Já entre os tucanos, a discussão do assunto é um bom motivo para isolar o senador Aécio Neves (MG). Em vez de Aécio, que hoje presidente do partido, o governador paulista é que ganhará o protagonismo na discussão do assunto.

Entre os tucanos, a avaliação é de que o tema tem grande poder de mobilização nacional, o suficiente para ajudar a lançar luz sobre as intenções de Alckmin de se lançar candidato à Presidência da República em 2018.

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