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Arquivo da Categoria Política

quarta-feira, 25 de novembro de 2015 Política | 10:29

Dilma escolherá entre vice-líderes substituto de Delcídio na liderança de governo

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Delcídio Amaral

Delcídio do Amaral

Com a prisão do líder do governo no Senado, senador Delcídio do Amaral (PT-MS), a presidente Dilma Rousseff deverá escolher até o fim da tarde um dos vice-líderes do governo que assumirá interinamente a função. Nome mais provável é o do senador Paulo Rocha (PT-PA).

Além dele, outros três senadores são vice-líderes do governo no Senado: Telmário Mota (PDT-RR), Wellington Fagundes (PR-MT) e Hélio José (PSD-DF).

A prisão de Delcídio agrava a crise na base política do governo e impacta diretamente na articulação do Planalto no Congresso.

Tido com um “petista de alma tucana”, Delcídio, que pertenceu aos quadros do PSDB e chegou a controlar a área de óleo e gás da Petrobras, no governo de Fernando Henrique Cardoso, é um dos principais negociadores do Planalto, com trânsito incomparável em todo leque de legendas que compõe o Congresso.

A prisão de Delcídio fez com que a presidente fechasse a cerimônia de recepção das atletas da seleção brasileira de Handebol, que ocorreu somente com o acesso de profissionais de imagem. Inicialmente, a cerimônia estava prevista para ocorrer no Salão Nobre, no segundo andar do Planalto e foi transferida para o terceiro andar, onde se localiza o Gabinete Presidencial.

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terça-feira, 3 de novembro de 2015 Política | 15:16

No Rio, Lindbergh apontará violência do Estado em reunião da CPI sobre assassinato de jovens

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Lindbergh Farias (Foto: José Cruz/ABr)

Lindbergh Farias (Foto: José Cruz/ABr)

O senador Lindbergh Farias, relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado, que investiga o assassinato de jovens no país, focará na violência policial, na reunião da comissão marcada para a próxima sexta-feira (6), no Auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Rio de Janeiro (OAB-RJ), no Centro da capital fluminense.

Estão convidados para a reunião especialistas em segurança pública dos mais críticos à política implementada no Estado.

Devem falar na reunião representantes da Anistia Internacional, Via Rio, Observatório de Favelas e Grupo Mães de Acari.

Estarão presentes também o sociólogo Michel Misse, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Ignacio Cano, do Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); o delegado Orlando Zaccone; Robert Mugah, especializado em segurança e desenvolvimento e diretor de pesquisas do Instituto Igarapé.

Além deles, foram convidados representantes da Secretaria Estadual de Segurança Pública, Juizado da Criança e do Adolescente, Polícia Militar e Polícia Civil e Defensoria Pública e o coronel Íbis Silva Pereira, que já foi comandante da PM do Rio no ano passado.

A CPI, presidida pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA), analisa números do relatório da Anistia Internacional, divulgado em agosto deste ano, que aponta mais de 56 mil vítimas de homicídios em 2012 no Brasil. Dessas, cerca de 30 mil eram jovens de 14 e 29 anos e 77% de negros. O Estado do Rio de Janeiro aparece em 11º lugar no ranking nacional, com 323 jovens mortos, uma taxa de 62,5 mortes para cada 100 mil adolescentes. esses números não incluem os “desaparecimentos”.

“E a própria abordagem policial é racista. Temos a polícia que mais mata e também a que mais morre; não pode ser assim.  Aproximadamente seis pessoas são mortas diariamente pelas polícias, e cerca de 490 policiais foram assassinados no país, apenas em 2013”,apontou o senador

 

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quinta-feira, 29 de outubro de 2015 Partidos, Política | 12:53

Lula admite mudança de discurso de Dilma após a eleição

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O ex-presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)

O ex-presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)

O ex-presidente, que nos bastidores tem orientado a presidente Dilma contra o aperto na economia, admitiu, durante a reunião do Diretório Nacional do PT, que a presidente teve que adotar uma prática na condução da economia após as eleições, diferente do que ela pregou durante a campanha.

“Nós tivemos problemas políticos sérios, que nós temos que encarar. Todo mundo sabe que nós temos. Depois que nós ganhamos a eleição mais difícil que nós participamos, uma eleição muito difícil, inclusive, pela agressividade da campanha contra nossa presidenta Dilma Rousseff, nós tivemos que mudar o nosso discurso e fazer aquilo que a gente dizia que não ia fazer. Este é um fato. Este é um fato conhecido de 204 milhões de habitantes e conhecido da nossa presidente Dilma Rousseff”, disse Lula.

O ex-presidente ainda defendeu que passa pela melhoria das condições da economia a solução para a crise de imagem do partido e do próprio governo. “A única condição para começar a recuperar o prestígio é recuperar a economia”, disse o ex-presidente. “Acontece que nem sempre quando a gente está no governo a gente consegue executar as coisas como  a gente pensa que tem que ser”, ponderou Lula que pediu empenho da bancada para aprovar as medidas do pacote.

“Qual é a prioridade zero do nosso partido no Congresso Nacional hoje? É a gente criar condições para aprovar as medidas que a presidenta Dilma mandou para o Congresso Nacional para que ela encerre definitivamente essa ideia do ajuste, para que a gente possa ver a economia voltar a crescer”, disse Lula. “Sem a conclusão desse ajuste, ficamos numa confusão política muito grande”.

 

 

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Partidos, Política | 11:34

Lula enquadra Lindbergh por críticas a Levy

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Lindbergh Farias é enquadrado durante reunião do diretório do PT devido às c´riticas ao pacote fiscal.

Lindbergh Farias é enquadrado por Lula, durante reunião do diretório do PT devido às críticas ao pacote fiscal.

Ao discursar durante a reunião do Diretório Nacional do PT, nesta quinta-feira (29), em Brasília, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tratou de enquadrar o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que liderou no Senado o grupo dos chamados “independentes”.

Este grupo de senadores se posicionou contra o ajuste fiscal e contra a condução da política econômica desempenhada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

“Temos um problema, Lindbergh, um problema chamado confiança”, disse Lula se dirigindo ao senador, que preside a Comissão e Assuntos Econômicos  (CAE), do Senado.

“Fico vendo os companheiros gritar ‘fora Levy’ com a mesma facilidade que se gritava fora FMI”, protestou Lula.

“Tem que mudar? Tem que mudar. Tem que votar a crescer? Tem que votar a crescer. Mas eu sei que a Dilma também quer mudar”, defendeu o ex-presidente sobre a questão econômica.

 

 

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 14:28

Lotéricos pedem presença de Cunha no Planalto, mas ele evita aparecer ao lado de Dilma

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Ao serem recebidos pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em seu gabinete, nesta quinta-feira (22), representantes do lobby das casas lotéricas agradeceram o empenho de Cunha na aprovação da lei que regulamenta o setor.

Os lotéricos disseram que faziam questão da presença de Cunha na cerimônia de sanção da lei, marcada para esta tarde no Palácio do Planalto.

No entanto, Cunha optou por não comparecer ao evento, para o qual foi convidado oficialmente, como presidente da Câmara. Seria o primeiro encontro dele com Dilma após o bate-boca pela imprensa, sobre as denúncias da Operação Lava Jato.

 

 

 

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Partidos, Política | 12:39

Em resposta ao “Natal sem Dilma”, líder do governo lança “Natal com CPMF”

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José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

Em resposta ao slogan “Natal sem Dilma”, adotado pelos movimentos pró-impeachment, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE) rebateu com outra frase, considerada infeliz por setores do PT: “Natal com CPMF, DRU e Orçamento”, disse Guimarães, referindo-se à criação e aumento de  impostos propostos pelo governo.

Membros do PT avaliam que Guimarães perdeu a oportunidade e que a resposta obvia aos movimentos que pedem a saída de Dilma seria, no mínimo “Natal sem Golpe”.

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 12:25

Aliados de Cunha garantem ter apoio de tucanos

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Apesar das cobranças por parte do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por uma postura mais crítica do PSDB em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aliados do peemedebistas garantem ter o apoio dos tucanos para evitar que ele saia do cargo.

Cunha é hoje o principal denunciado por envolvimento nos casos de corrupção investigados pela Operação lava Jato e é alvo de uma representação feita ao Conselho de Ética da Câmara, por quebra de decoro parlamentar. A representação é encabeçada pela Rede e pelo PSOL.

Ao contabilizar possíveis votos contrários ao afastamento, um dos mais fieis escudeiros de Cunha avaliou que a única manifestação contra Cunha, por parte dos tucanos foi uma “nota de quatro linhas”. “Alguém tem dúvida de que os tucanos não estão conosco?”,questionou o aliado que pediu anonimato.

“Se não estivessem, estariam aí, com o PSOL e com a Rede, dando entrevista a todo momento no Salão Verde”, ponderou.

A primeira manifestação dos tucanos saiu do líder do partido na Câmara.Carlos Sampaio, que disse dar a Cunha o “benefício da dúvida”.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 17:25

Picciani descarta rompimento de bancada peemedebista com Dilma

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O líder do PMDB da Câmara, Eduardo Picciani (RJ), um dos principais interlocutores do partido com o governo, disse que não recebeu nenhum convite para o encontro do partido que tem sido organizado pela Fundação Ulysses Guimarães, instituto de estudos do PMDB.

Ele aposta que o encontro, que estava sendo previsto para o próximo dia 15 de novembro, não deve se realizar. Mesmo que ocorra, Picciani aponta que não há possibilidade de rompimento de sua bancada com o governo.

“Certamente, não será na Fundação Ulysses Guimarães, não será em um congresso, organizado pelo ex-governador Moreira Franco (RJ) (presidente da fundação), que o partido decidirá se fica ou não fica. Essa é uma tarefa da convenção do partido que a princípio, só está marcada para o ano que vem”, explicou o líder que aposta em tempos melhores para a presidente Dilma Rousseff no Congresso, após a decisão do STF que embargou as decisões, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sobre os pedidos e impeachment.

“O momento agora é de calmaria. Temos que votar este clima de tranquilidade institucional e votar a agenda que o país precisa”, defendeu o líder. “O ambiente político de disputa atrapalha a agenda do país”, completou.

Picciani enfrenta a rebeldia de um terço da bancada que não gostou de suas negociações com o Planalto no âmbito da reforma ministerial, que ampliou o domínio do PMDB para sete pastas. O líder tem planos de suceder Eduardo Cunha no cargo e já chegou a negociar apoio do Planalto para uma futura disputa.

Em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, Picciani diz que não há entre eles nenhum clima de disputa. “Temos uma relação partidária e pessoal positiva”.

Ele considerou, no entanto, que as denúncias contra Cunha configuram um tema “grave” e que devem ser tratadas sem açodamento.

 

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quinta-feira, 8 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 08:01

Líder do PTB quer substituição de Armando Monteiro no MDIC

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Senador Armando Monteiro (PTB-PE), autor do projeto. (Foto: Agência Brasil)

Ministro Armando Monteiro (PTB-PE) (Foto: Agência Brasil)

Depois de ouvir do líder da bancada do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), que o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Monteiro (PTB-PE), não representa o partido, o ministro de Governo, Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política, chamou ao Planalto.

A expectativa da bancada é de que o ministro seja substituído. A conversa está marcada para as 10h30 desta quinta-feira (8).

Na reunião, Arantes alegou o desejo do PTB de abandonar a posicão de independência e retornar à base do governo, no entanto, exigiu sinais mais fortes do governo em dialogar mais com a bancada.

Na quarta-feita, o partido colocou apenas 11, dos seus 25 deputados, em plenário para a sessão do Congresso convocada para deliberar sobre vetos da presidente de propostas que aumentam o gasto do governo. No entanto, o líder se comprometeu com o quorum para a próxima semana, na sessão que poderá ser convocada para a noite de terça.

Ao final da reunião, Berzoini ainda levou as reclamacões das bancadas à presidente Dilma Rousseff, no Palácio da Alvorada.

Durante as negociacões para a reforma, a saída de Monteiro da pasta chegou a ser cotada, principalmente após as críticas públicas feitas pelo ministro ao programa Reintegra, além das reclamações, feitas pelo pernambucano, do corte de recursos para o chamado Sistema S.

Embora A votação dos vetos não seja urgente, o governo tem  pressa emunir a base e demintrar que tem articulacão com aliados no Congresso. O que já era tratado como prioridade, se tornou mais urgente após a decisão unânime do Tribunal e Contas da União (TCU) de recomendar ao Congresso a rejeição das contas do governo de 2014, no julgamento ocorrido na quarta-feira.

A urgência de unir a base tem como objetivo evitar no Congresso a rejeição de suas contas e ainda não permitir o avanço dos pedidos de impeachment.

 

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 06:00

Em reunião com governo, Rosso aprende significado de “DR”

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Ex-governador do DF, Rogério Rosso (PSD-DF)

Deputado Rogério Rosso (PSD-DF)

O líder do PSD na Câmara, deputado Rogério Rosso (DF) passou boa parte da reunião com o ministro Ricardo Berzoini (Governo) sem entender o que significava a sigla “DR”, uma das mais citadas  durante o encontro, ocorrido na noite de quarta-feira (7),  que reuniu líderes da base aliada, no Palácio do Planalto.

Era uma nova sigla? Um novo departamento do governo? Um novo imposto?

Intrigado, Rosso não resistiu e resolveu pediu ajuda ao colega que sentava ao lado, o deputado Domingos Neto (PDT-CE). Perguntou o que significa a sigla tão citada tanto pelo governo, como pelos líderes. Domingos Neto retrucou.

“Você não sabe? É discussão de relação”, respondeu Domingos Neto, deixando o colega mais aliviado.

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