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Arquivo da Categoria Política

sexta-feira, 25 de setembro de 2015 Governo, Política | 09:51

Pepe Vargas não esperará por Dilma e deve renunciar ainda hoje

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas. (Foto: Agência Brasil)

O ministro de Direitos Humanos, Pepe Vargas (Foto: Agência Brasil)

O ministro dos Direitos Humanos, Pepe Vargas, não vai esperar o retorno da presidente Dilma Rousseff da viagem aos Estados Unidos, para sair da secretaria. Pepe deve renunciar ao cargo ainda nesta sexta-feira (25), para reassumir seu mandato de deputado federal na segunda-feira (28).

Na reforma ministerial que deverá ser anunciada na próxima semana, a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) será fundida com as pastas de Igualdade Racial (SEPIR) e Mulheres (SPM), formando o Ministério da Cidadania.

As secretárias de Mulheres, Eleonora Menicucci, e da Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, também já foram informadas pela presidente sobre suas demissões, em uma conversa no Palácio da Alvorada, que contou com a presença do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, cotado para comandar a nova pasta.

A conversa ocorreu em clima de tensão, na avaliação de petistas, diante da inabilidade política de Dilma. O comunicado de saída e de fusão ocorreu na frente do cotado para assumir a pasta. Ministros demissionários avaliaram que “foram os últimos a saber” dos planos da presidente para a área.

Pepe já havia sido retirado da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), onde permaneceu por um curto espaço de tempo, no início do primeiro mandato de Dilma. Sua ida para Direitos Humanos se deu em um clima de compensação, que não mereceu da presidente nem uma cerimônia de posse.

Na época, Pepe também fez o papel de “último a saber”. Suas funções no Planalto acabaram sendo entregue ao vice-presidente Michel Temer, cujo partido, o PMDB, exigia sua saída da articulação.

 

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quinta-feira, 24 de setembro de 2015 Governo, Política | 12:16

Saída de Mercadante do Planalto também é exigência de Eduardo Cunha

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Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

A situação do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante não é fácil. Caso ele seja poupado pela reforma ministerial que a presidente poderá anunciar na próxima semana, continuará com poderes esvaziados, ou seja, cuidando apenas dos serviços burocráticos da Casa Civil.

No entanto, se a solução for esta, não será suficiente para contemplar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que, nos bastidores, exigiu a cabeça de Mercadante, com quem se recusa a dialogar.

Cunha também não agrada da permanência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e teria mandado este recado ao Planalto.

Leia também: Mercadante briga para ficar na Casa Civil, mesmo anulado na articulação

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Governo, Política | 12:00

Reforma ministerial só será anunciada após retorno dos Estados Unidos

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Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

A presidente Dilma Rousseff só deverá anunciar a reforma ministerial depois que voltar da viagem que fará aos Estados Unidos, a partir deste fim de semana.

Dilma decidiu adiar o anúncio, seguindo os conselhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de avaliar que não havia conversado o suficiente, nem com partidos aliados, como o PMDB, nem com representantes de movimentos sociais que podem ter as expectativas frustradas em relação a fusão de pastas consideradas simbólicas, como as de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Mulheres.

Até o embarque, que pode ocorrer na noite desta quinta-feira (24) ou até mesmo na sexta-feira, Dilma se dedicará aos diálogos.

Neste momento, a presidente se reúne no Palácio da Alvorada com o vice-presidente Michel Temer e ministros como Miguel Rossetto (Secretaria Geral), Kátia Abreu (Agricultura), Giles Azevedo (Gabinete), Eleonora Minecucci (Mulheres), além de Ricardo Berzoini (Comunicações), responsável pela articulação política do governo.

A presidente viaja para Nova Iorque, onde fará a abertura dos debates da 7ª Sessão da Assembléia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (28).

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quarta-feira, 23 de setembro de 2015 Brasil, Governo, Política | 16:10

Convite de Dilma a ministra das Mulheres é entendido como sinal de que pastas sociais não serão fundidas

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A ministra de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci. (Foto: Agência Brasil)

A ministra de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci. (Foto: Agência Brasil)

Diante das incertezas em relação à reforma administrativa que a presidente Dilma Rousseff deverá anunciar nas próximas horas, os defensores da manutenção das pastas destinadas a políticas afirmativas comemoraram o convite feito pela presidente à ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci para acompanhá-la na viagem a Nova Iorque.

O convite soou como uma sinalização de que Dilma não mexerá nas pastas que têm o status simbólico de ministério: Direitos Humanos, Mulheres e Igualdade Racial.

Além de Eleonora, a presidente ainda levará em sua comitiva o ministro da Fazenda, Joaquim Levy; o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira; do Meio Ambiente Izabella Teixeira, e do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias.

A viagem a Nova Iorque ocorre por conta da abertura da  70ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (28), na qual a presidente discursará.

 

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terça-feira, 22 de setembro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:11

Picciani tem dificuldades em entregar a Dilma PMDB apaziguado

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Leonardo Picciani (foto: divulgação)

Leonardo Picciani (foto: divulgação)

Integrantes da bancada do PMDB na Câmara, rebeldes ao governo, tem reclamado que, no último mês, desde que o líder, deputado Leonardo Picciani (RJ), deu início a um diálogo mais próximo com a presidente, ele não tem realizado a tradicional reunião semanal da bancada das terças-feiras.

Na semana passada, Picciani chegou a chamar os deputados para o costumeiro encontro, mas, diante do atraso de uma hora e meia, muitos parlamentares decidiram não esperar, irritados.

Picciani marcou reunião para esta terça-feira, quando terá que apaziguar os ânimos da bancada, enfurecida com o veto da presidente Dilma Rousseff ao nome do deputado e ex-ministro Saraiva Felipe, para comandar o Ministério da Saúde.

Felipe esteve a frente da pasta no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, gestão marcada por seu envolvimento com a chamada Máfia das Sanguessugas. Ele teria nomeado como sua assessora uma ex-funcionária da empresa Planam, Maria da Penha Lino. A Planam era o centro da investigação do esquema que envolvia emendas parlamentares e fraudes em licitações.

A sugestão foi levada a Dilma pelo líder como sugestão para a reforma ministerial que deverá ser anunciada nesta quarta-feira.

Perante a bancada, o líder tem passado a ideia de fragilidade ao não conseguir emplacar o indicado. Já o governo teme que a articulação com Picciani acabe azedando ainda mais a relação com a Câmara e, principalmente com o PMDB. Isso porque, integrante do Planalto já enxergam que a Picciani exerce uma liderança “outorgada” pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ).

Agora, como interlocutor privilegiado do Planalto, teme que ele não tenha a ascendência necessária para entregar o que Dilma espera: uma bancada menos rebelde.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015 Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:02

Governo conta com Cunha para barrar impeachment, mas teme articulação da oposição

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

As devoluções, arquivamentos e postergações de decisão sobre os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são visto pelos auxiliares mais próximos da presidente como sinais de que ele não dará prosseguimento ao processo de impeachment, de forma monocrática, competência garantida ao presidente da Câmara, pela Constituição Federal.

No entanto, o governo teme que, diante de uma provável negação de Cunha, deputados de oposição, e até mesmo de partidos da base rebeldes ao governo, consigam aprovar recurso, dando início, em Plenário, à tramitação.

O assunto foi objeto de conversa da presidente Dilma com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quinta-feira, no Palácio da Alvorada. Os dois se encontraram com o objetivo de traçar estratégia para enfrentar a deterioração do cenário político das últimas semanas, inclusive a eminência de um processo de impeachment a ser deflagrado na Câmara.

Na semana passada, a oposição levantou uma questão de ordem tratando deste assunto, que deve ser respondida por Cunha na próxima segunda-feira (21). Ao receber o principal pedido até agora, assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, Cunha disse que primeiro responderia a questão de ordem, depois decidiria sobre ele sem, no entanto, falar de prazos. Enquanto isso, a ordem no governo é negociação intensa no Congresso, principalmente na Câmara.

Dilma escalou seus ministros mais habilidosos para a função, entre eles o de Comunicação, Ricardo Berzoine, que também finaliza o novo desenho da Esplanada a ser anunciado na próxima quarta-feira (23); da Defesa, Jaques Wagner; além do chefe do Gabinete Pessoal da presidente, Giles Azevedo, que tem conseguido resultados importantes na negociação com a ala do PMDB mais rebelde da Câmara.

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Política | 10:41

Ideli trabalha para solução de crise entre Colômbia e Venezuela

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Ideli Salvatti e o governador do Norte de Santander, Edgar Jesus Diaz  (Divulgação OEA)

Ideli Salvatti e o governador do Norte de Santander, Edgar Jesus Diaz (Divulgação OEA)

Depois de ter sido fiel escudeira dos governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nos momentos mais difíceis do escândalo do mensalão, e ter contribuído para tentar solucionar as constantes dificuldades do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff na relação com aliados,  a ex-ministra Ideli Salvatti tem trabalhado agora para solucionar outra crise que não a da política brasileira.

Como , assessora de Direitos de Acesso e Igualdade da Organização dos Estados Americanos (OEA), Ideli, tem atuado na fronteira entre Colômbia e Venezuela,para ajudar a solucionar a tensão formada com o fechamento da fronteira, determinado, há três semanas, pelo presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Nesta semana, a ex-ministra de Direitos Humanos do primeiro mandato de Dilma, participou da inauguração de uma escola para crianças colombianas, deslocadas da Venezuela.
A escola fica na região de Santander na Colômbia. Apesar da tensão entre os dois países, no início deste mês, o governo venezuelano permitiu o cruzamento das crianças, que ainda vivem na Venezuela e estudam Colômbia e estavam sem aula desde o início da tensão.
Cerca de 20.000 colombianos, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), foram afetados pelo fechamento da fronteira, justificado, de acordo com Maduro, por um ataque de “paramilitares colombianos” a militares venezuelanos, durante uma operação de combate ao contrabando.
De acordo com Ideli, a OEA tem trabalhado trabalha para que haja uma solução rápida em relação a crise entre Colômbia e Venezuela. Porém, a OEA exige que haja a garantia dos direitos das pessoas, principalmente, crianças e jovens. “Por isso, a importância dessa escola, nesse momento. É um aceno também de esperança”, disse.
A escola é uma iniciativa da OEA, por meio do programa educativo Virtual Educa, em conjunto com as autoridades colombianas.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015 Partidos, Política | 17:07

Aécio chama economistas tucanos para encontrar soluções para crise

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AecioNeves_AlanSampaio_IGBRASILIAPelo menos quatro economistas que baseiam o pensamento tucano confirmaram presença no seminário promovido pelo PSDB com o objetivo de “encontrar soluções para a crise, sem aumento de impostos”, de acordo com os próprios integrantes do partido.

Os ex-presidentes do Banco Central, no governo de Fernando Henrique Cardoso, Armínio Fraga e Gustavo Franco, além de Mansueto Almeida e Samuel Pessoa estarão no encontro marcado para a parte da manhã, no Senado, organizado sob pretexto de comemorar os 20 anos do Instituto Teotônio Vilela, órgão de formulação do partido.

Detalhe: os quatro rezam a mesma cartilha do ministro Joaquim Levy. Mansueto Almeida chegou a elogiar a postura do atual ministro dizendo em seu blog que sem Levy, o país já teria perdido o grau de investimento há muito tempo.

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Política, Sem categoria | 15:11

Candidatura de Ciro para 2018 é anunciada durante filiação

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imageAo fazer o discurso de boas vindas para-o ex-ministro Ciro Gomes ao PDT, o prefeito de Natal, Carlos  Eduardo,  acabou se empolgando e convocando os pedetistas a se envolverem na candidatura de Ciro, à Presidência da Republica, em 2018.

“A partir de agora temos uma liderança nacional. Vamos fazer de Ciro Gomes presidente da Republica em 2018”, disse o prefeito arrancando palmas empolgadas da plateia. em seguida, o prefeito se arrependeu do anúncio.

“Acho que estou falando um pouco demais”, disse o prefeito, diante dos olhares de reprovação do presidente da legenda, Carlos Lupi, que tinha combinado não falar em candidatura.

Lupi o repreendeu ao pé do ouvido: “Não era para falar agora”, disse Lupi.

“Não era, eu sei, mas saiu”, respondeu o prefeito.

 

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terça-feira, 15 de setembro de 2015 Congresso, Governo, Partidos, Política | 12:28

Defesa de Dilma por líder do PMDB é fruto de articulação de Giles

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Assessor pessoal da presidente Dilma Rousseff, Giles Azevedo costurou apoio de peemedebistas rebeldes

Assessor pessoal da presidente Dilma Rousseff, Giles Azevedo costurou apoio de peemedebistas rebeldes (foto: PR)

Apesar de ter sido um dos motivos do desconforto do vice-presidente Michel Temer com a presidente Dilma Rousseff, há cerca de um mês, as articulações do assessor especial da presidente, Giles Azevedo, tem começado a dar resultados, de acordo com interlocutores do governo.

Se há sinceridade na postura recente de Picciani, o governo terá que esperar para conferir. Um sinal observado por auxiliares de Dilma foi a fala do líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani, em apoio à permanência de Dilma no cargo em ato de apoio a Dilma nesta terça-feira.

“Eu tenho a percepção, que é a percepção corrente no PMDB, que a eleição se disputa até o fim do dia do pleito. Depois disso, tem que respeitar o resultado das urnas”, disse o peemedebista, que lidera a bancada da Câmara, rebelde à aliança com o Planalto.

O deputado é aliado de primeira hora do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que anunciou rompimento com Dilma em julho, durante o recesso.

O pai do deputado, Jorge Picciani, que preside o PMDB do Rio de Janeiro, foram recebidos no Planalto em uma articulação que contou, além de Giles, com a contribuição do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, movimentação que teria deixado Temer enciumado.

Pai e filho tinham sido responsáveis, na eleição, pela montagem do palanque do senador Aécio Neves (PSDB-MG), no Rio.

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