Publicidade

Arquivo da Categoria Sem categoria

terça-feira, 10 de dezembro de 2013 Sem categoria | 18:00

Economistas lançam livro sobre propostas para o Brasil

Compartilhe: Twitter
Os economistas Fabio Giambiagi e Claudio Porto (Foto: Divulgação)

Os economistas Fabio Giambiagi e Claudio Porto (Foto: Divulgação)

Os economistas Fabio Giambiagi e Claudio Porto lançam nesta terça-feira, em Brasília, o livro Propostas para  o Governo 2015-2018 – Agenda para um País Próspero e Competitivo.

O livro reúne análises de 40 especialistas, que fazem um diagnóstico sobre o desempenho da economia brasileira.

O lançamento será realizado na sede da Confederação Nacional da Indústria.

 

Autor: Tags:

domingo, 8 de dezembro de 2013 Congresso, Sem categoria | 08:00

‘Bancada ruralista chantageia o governo’, diz deputado da frente indígena

Compartilhe: Twitter

A minuta de uma portaria apresentada pelo Ministério da Justiça, nesta semana, sobre a demarcação de terras indígenas causou mais um protesto no Palácio do Planalto. O deputado Padre Ton (PT-RO), coordenador da Frente Parlamentar de Apoio aos Povos Indígenas, afirma que o texto burocratiza ainda mais a demarcação.

Saiba mais: Índios protestam em Brasília contra mudança no processo de demarcação de terras

As críticas, tanto de líderes indígenas quanto da bancada ruralista – que também não gostou do texto -, fizeram com que Cardozo ligasse para o deputado na sexta-feira (6) para marcar uma reunião nesta semana, com o objetivo de discutir o assunto com a frente e com o núcleo agrário do PT.

Para o deputado, o governo não pode continuar cedendo às pressões da bancada ruralista. “A bancada ruralista não quer resolver conflitos, ela é grande e chantageia o governo”, afirmou o deputado ao Poder Online. Leia abaixo:

Deputado Padre Ton (PT-RO)

Deputado Padre Ton (PT-RO)

 O que a Frente Parlamentar de Apoio aos Povos Indígenas achou da minuta?
Nós vamos conversar nesta semana. O ministro quer conversar com a frente para nós contribuirmos com o texto final. A minuta, no nosso ponto de vista, é muito longa, em vez de ajudar, dificulta as demarcações. Tem mais de 20 de decretos sobre a questão prontos para serem assinados, como o decreto de demarcação das terras Tupinambás, no sul da Bahia, onde indígenas estão sendo mortos. Esse decreto está parado desde 2009. E a minuta burocratiza muito mais, envolve ali nove ministérios, como o de Agricultura, Transporte, Minas e Energia. O processo vai ser mais lento, se o governo quer resolver conflitos fundiários no campo, entre indígenas, não precisa nessa minuta detalhar todo o processo de demarcação, já existe decreto sobre isso. E no artigo 24 dessa minuta fica claro que o Ministério da Justiça está tirando a autonomia da Funai.

Leia tambémPolítica indígena do governo é confusa, diz deputado do PT

Líderes indígenas têm protestado com mais frequência, não?
É muito importante essa mobilização, da sociedade e dos líderes indígenas, e eu tenho incentivado. O de quarta-feira foi espontâneo, eles estavam em um evento e aproveitaram para fazer o protesto. Somos poucos no Congresso e a bancada ruralista é grande. Precisamos dessa mobilização.

A bancada ruralista tem pressionado o governo sobre a questão?
Agora, no Mato Grosso do Sul, por exemplo, eles iam fazer leilão para arrecadar dinheiro para formar uma milícia e combater os índios no Estado, que eles chamaram de Leilão da Resistência, uma  iniciativa da Acrissul (Associação dos Criadores de MS) para arrecadar R$ 3 milhões para despesas com advogados, divulgação e segurança. A Justiça suspendeu. A bancada ruralista não quer resolver conflitos, ela é grande e chantageia o governo. Por isso, é importante a mobilização social.
Vocês estão programando algum tipo de ação?
Nós vamos ter agora essa reunião com o ministro e eu fiquei agora nesse fim de semana dois dias em Roraima, visitando a reserva Raposa Serra do Sol. Nossa intenção, além de ouvir as lideranças indígenas, é fazer uma propaganda positiva do local. Os ruralistas foram para lá e fizeram uma propaganda negativa, dizendo que não há produção de nada. Vamos continuar incentivando as manifestações também para chamar a atenção.
O que será sugerido nessa reunião com o ministro Cardoso?
O governo deveria desconsiderar a portaria 303 da Advocacia Geral da União (AGU) na minuta, ela foi considerado inconstitucional e não foi revogada apesar dos inúmeros apelos dos movimentos indígenas e de outros setores da sociedade. A minuta privilegia os interesses econômicos, projetos de grandes empreendimentos, sem considerar, mais uma vez, a possibilidade de ouvir os povos indígenas.

Leia tambémDemarcação de terras indígenas volta a tensionar relação do governo com ruralistas

Autor: Tags: , ,

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013 Sem categoria | 19:00

Atraso na votação do Código da Mineração incomoda Anastasia

Compartilhe: Twitter

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), que tinha recebido a garantia do presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de que o projeto do Código da Mineração iria a plenário até o dia 10 de dezembro, não gostou nada do adiamento da votação para o ano que vem.

Segundo cálculos do governo, com a nova regra dos royalties da mineração, as receitas do Estado seriam 2,5 vezes maiores, ou seja, o novo Código faria com que a parcela anual de Minas aumentasse dos atuais R$ 355 milhões para aproximadamente R$ 1 bilhão.

Leia também: Código de Mineração deve ser votado apenas no ano que vem

Autor: Tags: , ,

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013 Eleições, Sem categoria | 11:00

Garibaldi Alves quer distância do assunto eleição

Compartilhe: Twitter
Garibaldi Alves (Foto: Ed Ferreira/AE)

Garibaldi Alves (Foto: Ed Ferreira/AE)

Quem acompanha de perto as articulações para a reforma ministerial diz que o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho (PMDB), anda cada vez mais distante quando o assunto é a eleição do ano que vem no Rio Grande do Norte.

Para um interlocutor, tudo indica que o ministro pretende mesmo bater o pé e ficar fora da corrida estadual.

Autor: Tags: , ,

terça-feira, 3 de dezembro de 2013 Partidos, Sem categoria | 18:37

A colegas de partido, Genoino disse querer evitar ‘mais sofrimento’

Compartilhe: Twitter

Antes de assinar a carta que preparou para formalizar sua renúncia ao mandato de deputado, José Genoino ouviu a opinião de alguns poucos colegas petistas em conversas telefônicas. Disse que queria evitar “ainda mais sofrimento” e afirmou que não se via em condições de se defender de um processo de cassação.

Em uma dessas conversas, mantida com um alto dirigente do partido, Genoino ouviu que o PT o apoiaria em qualquer decisão que julgasse mais conveniente. O petista agradeceu as palavras de apoio e avisou que já estava determinado a renunciar ao mandato.

Autor: Tags: ,

sexta-feira, 8 de novembro de 2013 Sem categoria | 13:00

Maluf espera definir apoio em São Paulo até janeiro

Compartilhe: Twitter

O deputado Paulo Maluf (PP-SP) deve definir seu apoio para a eleição em São Paulo até o mês de janeiro.

A previsão é feita por seu braço direito, Jesse Ribeiro, secretário-geral do PP paulista. “Estivemos com o Ciro Nogueira (PP-PI) e agora queremos ouvir as três candidaturas que estão colocadas”, afirmou ele. “Acho que isso se define em janeiro”, acrescentou.

Ribeiro reconhece que o homem do PP no governo Geraldo Alckmin (PSDB), Antônio Carlos do Amaral Filho, poderia ser limado do cargo durante esse processo.

Amaral é presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo e foi uma indicação de Maluf como parte do acordo de apoio ao tucano. “O cargo é dele (Alkmin). Não precisa nem nos dar satisfação”, diz Ribeiro.

Autor: Tags: , , , ,

sexta-feira, 1 de novembro de 2013 Política, Sem categoria | 07:00

Vereadores farão campanha para explicar aumento do IPTU em SP

Compartilhe: Twitter

Os vereadores que aprovaram o projeto de lei que aumenta o IPTU na cidade de São Paulo vão fazer uma campanha para explicar a proposta. Na avaliação do prefeito Fernando Haddad (PT) e dos parlamentares da base governista, a população não entendeu a proposta que altera a Planta Genérica de Valores (PGV), utilizada no cálculo do valor venal do imóvel, sobre o qual incide a alíquota do imposto.

Os parlamentares que votaram a favor do aumento do IPTU dizem estar sendo criticados pela população nas ruas e pelas redes sociais.

A intenção é usar as redes sociais, conversar nas ruas com a população e até mandar cartas, se preciso, para explicar que os imóveis residenciais terão aumento médio de 10,7%  e que o aumento ficou limitado a 20% em 2014, sendo 10% no caso das residências. E também que em bairros periféricos haverá redução do imposto.

Ontem, Haddad chamou os vereadores na prefeitura para agradecer pessoalmente o empenho na aprovação do projeto na Câmara.

Leia também: Câmara aprova aumento do IPTU e texto segue para sanção de Haddad

 

Autor: Tags: , , , , ,

sexta-feira, 18 de outubro de 2013 Sem categoria | 06:00

Avaliação do governo deve ser foco da estratégia de Dilma

Compartilhe: Twitter
A presidente Dilma Rousseff, ao lado do ex-presidente Lula

A presidente Dilma Rousseff, ao lado do ex-presidente Lula

Mesmo diante da mudança no cenário de candidaturas para a corrida eleitoral do ano que vem, a presidente Dilma Rousseff tende a se concentrar em medidas que ajudem a assegurar a popularidade do governo. Esta é a avaliação que toma corpo entre petistas próximos ao Palácio do Planalto.

A conta feita por aliados da presidente é a de que mais vale garantir que o eleitor esteja satisfeito, a ponto de preferir não se arriscar numa mudança, a embarcar num enfrentamento com possíveis rivais.

Em resumo, a ordem é fazer com que a presidente deixe de lado o confronto direto – principalmente com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que o governo prefere manter o mais longe possível dos holofotes -, para investir no que pode lhe render uma imagem positiva: viagens pelo país, inaugurações, lançamentos de novos projetos e anúncios de resultados.

Leia também: PT encomendou duas pesquisas para medir efeito da aliança Campos-Marina

Autor: Tags: ,

segunda-feira, 30 de setembro de 2013 Política, Sem categoria | 20:54

Relatório do projeto de desoneração do transporte público será entregue na quarta

Compartilhe: Twitter

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP) vai entregar o relatório do projeto de lei que desonera o transporte público na próxima quarta-feira (2), na Câmara. O texto inicial do Regime Especial de Incentivos para o Transporte Público Coletivo e Metropolitano de Passageiros (Reitup) é de 2009 e voltou a tramitar após a série de protestos pelo país, em junho.

Algumas emendas sugeridas pelo Senado, como a de Aloysio Nunes (PSDB-SP), que previa que o investimento dos estados e municípios em transportes coletivos fosse abatido da prestação mensal das dívidas com a União, não foram acatadas.

Leia também: Frente de prefeitos cobra ministros por desoneração dos transportes e alerta para novos protestos

Já as emendas que tratavam da transparência das planilhas de custos, foram incorporadas ao projeto. O projeto prevê que as prefeituras e empresas façam um laudo técnico para saber o valor da redução da tarifa com a desoneração e as planilhas terão que ser amplamente divulgadas.

Os deputados terão 15 dias para analisar o relatório e, depois, o texto poderá entrar na pauta para votação. A intenção de Zarattini é que ele seja votado ainda neste ano.

“Queremos que o projeto seja aprovado ainda neste ano para evitar a pressão que os municípios sofrem no início do ano, quando precisam reajustar as tarifas”, afirmou o deputado.

Leia também: Agora apoiado pelo governo, projeto que desonera transporte ficou parado por uma década

Autor: Tags: , , , ,

domingo, 29 de setembro de 2013 Sem categoria | 08:00

‘Não estou preocupado. Sempre enfrentei candidatos fortes’, diz Suplicy

Compartilhe: Twitter

Determinado a se viabilizar para disputar mais uma vez o Senado pelo PT, o senador Eduardo Suplicy (SP) diz que a articulação no partido para empurrá-lo para a Câmara dos Deputados e ceder a vaga a um aliado na eleiçã0 em São Paulo é uma questão superada. Com 72 anos, o petista acaba de passar por uma cirurgia de catarata e fez um check-up completo para encarar a corrida eleitoral do ano que vem.

Ao Poder Online, Suplicy disse ter ciência de que, se convencer o partido a lhe ceder a legenda, a eleição do ano que vem será difícil. E garantiu que não está preocupado com a possibilidade de enfrentar um nome como o tucano José Serra nas urnas, caso ele decida permanecer no PSDB. Confira a entrevista.

Eduardo Suplicy (Foto: AE)

Eduardo Suplicy (Foto: AE)

O que se diz h0je em alguns setores do PT é que as manifestações de junho ajudaram a enfraquecer a articulação para tirar o senhor da corrida para o Senado. Sua candidatura está garantida?
Este é o sentimento que eu normalmente encontro, quase diariamente, em todas as conversas que tenho. Onde eu vou e com dirigentes do com quem converso, tenho ouvido uma avaliação que vai mesmo nesses termos.

O que mudou em relação à época em que se falava em dar a vaga a um partido aliado? 
Em maio, eu fui ao presidente Lula e ele me disse que não haveria nenhuma chance de eu não ser candidato ao Senado. Mas, depois disso, houve uma declaração do presidente do PT, Rui Falcão, de que talvez fosse uma opção de ceder a vaga para uma aliança no estado. O que eu acho é que houve uma reação muito forte na base. Nas pessoas, em geral. Recentemente, o ministro Padilha (Alexandre Padilha, candidato ao governo de São Paulo pelo PT) fez uma visita ao meu gabinete. Ali, minha chefe de gabinete o questionou sobre minha candidatura, se está tudo certo. Ele disse que, por ele, está tudo tranquilo. Mas claro que ainda há uma ou outra voz dissonante. Às vezes se fala em ainda tentar trazer o PMDB. Mas acho que isso está superado. E, se eu for candidato ao Senado, tenho certeza de que poderei dar muita força ao Alexandre Padilha.

Mas o senhor não teme enfrentar uma eleição muito difícil?
Nesta semana, foi divulgado o ranking Congresso em Foco e eu, novamente, estou entre os melhores senadores. Infelizmente, eu estou em repouso após uma cirurgia de catarata e gravei uma mensagem para a cerimônia.

E a idade não atrapalha? 
Eu aproveitei essa cirurgia e fiz um check-up completo. Os médicos me disseram que eu posso concorrer a qualquer cargo que quiser, nos próximos 24 anos.

Se o ex-governador José Serra não sair do PSDB, pode ser candidato ao Senado. E aí seria certamente uma disputa muito difícil. O senhor não fica preocupado? 
É perfeitamente possível que o Serra seja candidato. Mas não estou preocupado. Eu sempre enfrentei candidatos muito fortes, até porque São Paulo tem muitas alternativas. Mas é assim desde 1990. Tenho muita confiança de que dá para vencer, porque saio nas ruas e sinto essa receptividade nos cumprimentos das pessoas.

 

 

Autor: Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 3
  3. 4
  4. 5
  5. 6
  6. 7
  7. 10
  8. Última