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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015 Partidos | 20:04

Pimentel diz que só demitirá secretários se vice pedir

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Fernando Pimentel (Foto: Divulgação)

Fernando Pimentel (Foto: Divulgação)

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, disse a Poder Online que não tem feito nenhum movimento para demitir secretários peemedebistas com o objetivo de reforçar a parte governista do PMDB na Câmara, com o objetivo de ajudar o Planalto e ao deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que tenta retomar seu posto de líder da bancada peemedebista com uma lista de assinaturas.

Pimentel ponderou que a condução de todo processo está nas mãos de seu vice, Antônio Andrade, que é presidente do PMDB mineiro. “Não estou fazendo nenhum movimento neste sentido, primeiro porque esta é uma questão interna do PMDB e só farei qualquer mudança, se o pedido partir do meu vice, que tem a maior lealdade”, enfatizou.

O governador disse ainda que considera ainda a manobra “inóqua” para os interesses do Planalto de reforçar a base governista na Câmara. Pelo menos no caso de Minas Gerais, uma mudança poderia abalar aliados históricos como o PCd0B, cujos parlamentares foram eleitos na mesma chapa.

 

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Partidos, Política | 19:51

Exonerações em Minas são cogitadas para reforçar PMDB governista na Câmara

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Na tentativa de construir a possível lista do PMDB para reconduzir o deputado Leonardo Picciani (RJ) ao posto de líder do partido na Câmara, uma das possibilidades cogitadas junto ao presidente do partido em Minas Gerais, o vice-governador Antônio Andrade, seria reproduzir em Minas, a manobra desenhada no Rio de Janeiro, com a exoneração de dois dos seus secretários para reforçar a bancada na Câmara.

Da mesma forma que a turma do Rio, a manobra em Minas Gerais atende aos interesses do Planalto para construir maioria de apoio dentro do maior partido aliado, o PMDB.

Com a movimentação em conjunto de Picciani e do Planalto, o deputado busca recobrar o comando da bancada e, ao mesmo tempo, o governo tenta retomar um controle maior do processo de votação do pedido de impeachment da presidente Dilma Roussefff, acatado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) há duas semanas.

Picciani foi destituído do posto com 35 assinaturas entre os 66 parlamentares do partido. Além das desonerações para ajudar formar maioria na Câmara, Picciani e seu pai, Jorge Picciani, ainda buscam filiações de deputados de outros partidos ao PMDB, com o objetivo, claro, de tornar o partido mais governista.

 

 

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Congresso | 17:12

Brito é sobrenome em alta no Conselho de Ética

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Se existe um sobrenome em alta no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados ele é Brito.

Além de terem em comum filiação a partidos da base de apoio ao governo, os três selecionados na lista tríplice de onde sairá o nome do novo relator do processo que pode cassar o mandato de Eduardo Cunha, eles também partilham o mesmo sobrenome.

Os selecionados na lista tríplice são Marcos Rogério da Silva Brito (PDT-RO), Leonardo Cunha de Brito (PT-AP) e Sergio Luís Lacerda Brito (PSD-BA).

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Partidos, Política | 17:06

Quintão visita Temer no Jaburu como primeiro ato de sua liderança

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Deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG). Foto: Divulgação

Deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG). Foto: Divulgação

O novo líder do PMDB na Câmara, Leonardo Quintão (MG) preferiu se prevenir de ser alvo do clima de ressentimento expressado pelo vice-presidente Michel Temer (SP) na carta enviada à presidente Dilma Rousseff.

Quintão foi conduzido ao cargo pela bancada contrária ao Planalto.

Nesta quarta-feira (9), o primeiro ato do novo líder foi uma visita ao vice, no Palácio do Jaburu.

Durante pelo menos uma hora, Quintão conversou com Michel Temer, que é presidente licenciado, mas de fato, do maior partido aliado do governo.

 

 

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Brasil, Partidos, Política | 16:31

Picciani conta com exoneração de secretários do Rio para recobrar posto de líder na Câmara

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Destituído do comando da bancada do PMDB na Câmara, nesta quarta-feira(9), o deputado Leonardo Picciani (RJ), espera a exoneração de dois secretários do governo e da prefeitura do Rio de Janeiro para recobrar seu posto.

Em uma jogada ensaiada com o Palácio do Planalto, com o governador Luiz Fernando Pezão, e com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, Picciani, que é hoje o principal aliado do governo, aguarda que a saída dos secretários de Coordenação do governo, Pedro Paulo, e de Esporte Lazer e Juventude, Marco Antônio Cabral, que é filho do ex-governador Sérgio Cabral.

Os dois foram eleitos deputados federais, no entanto estão licenciados devido a função no Executivo fluminense e da capital. Com a exoneração, eles recobram suas vagas na Câmara.

Embora negue, Picciani, esteve no início da tarde no Planalto para alinhavar a costura. Ao dar entrevista coletiva nesta tarde, ele evitou dar detalhes da operação, no entanto, insinuou que a composição da bancada peemedebista na Câmara “pode mudar a qualquer momento”.

“Está reaberta a temporada de listas”, insinuou o líder destituído por 34 assinaturas dos 66 deputados do PMDB. O restante dos deputados já assinaram apoio a Picciani, que pretende reverter a situação com a assinatura dos dois peemedebistas do Rio.

“O PMDB tinha encerrado a prática de feitura de lista e esta prática foi reativada. Pode ser que outras listas surjam”, disse Picciani.

Além da recondução do líder, a exoneração dos secretários atenderá ao desejo do Planalto de ter como aliados a maior parte da bancada do PMDB, para garantir, de imediato, votos a mais contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A ida dos secretários para a Câmara também serve ao PMDB comandado pelo pai de Leonardo Picciani, jorge Picciani, aliado de Pezão e Cabral, na retomada do controle do partido no Rio de Janeiro.

Picciani (RJ) passou a ser nos últimos meses a alternativa de diálogo do Planalto com o partido aliado,principalmente diante dos achaques conduzidos pelo presidente da Câmara. Ele havia chegado ao posto pelas mãos de Cunha. No entanto, seu recente alinhamento com o Planalto fez com que aliados do presidente da Câmara, mais precisamente, integrantes do bloco rebelde do PMDB, passassem a trabalhar para tirá-lo do cargo.

A gota d`água para sua saída do posto foi a indicação feita na reforma ministerial do ministro da Saúde, Marcelo Castro, e da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera.

 

 

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Política | 14:55

Tiro de Cunha para destituir Pinato pode sair pela culatra

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O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

A decisão de colocar o petista Zé Geraldo como relator do processo que julga Eduardo Cunha no Conselho de Ética para substituir Fausto Pinato (PRB-SP) irritou o presidente da Câmara dos Deputados. No entendimento de interlocutores, Cunha contava com um novo sorteio para definir o relator. Na avaliação do peemedebista, o presidente do Conselho, José Carlos Araújo (PSD-BA), não teria competência para indicar o novo relator.

Confirmada sua indicação, o deputado Zé Geraldo (PT-PA) subscreveu o relatório de Pinato que defende a continuação da investigação. Lembrando que Zé Geraldo está entre os petistas do Conselho de Ética que votaram contra Cunha no episódio que deflagrou a crise entre o Legislativo e o Executivo e resultou na aceitação do pedido de impeachment contra Dilma Rousseff.

Logo depois do anúncio feito por José Carlos Araújo, Cunha encaminhou um adendo à mesa diretora sobre a listra tríplice de relatórios, composta por Pinato, Zé Geraldo e Vinícius Gurgel (PR-AM).

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terça-feira, 8 de dezembro de 2015 Política | 19:43

Após se reunir com Dilma, Alckmin diz que “impeachment não é golpe”.

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Ao comentar a vitória da oposição na Câmara em relação ao controle da comissão especial que analisará o impeachment, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que isso reflete um sentimento importante da Câmara e que “impeachment não é golpe”.

O governador tucano preferiu não comentar a carta de Temer para a presidente. “Quem tem que falar sobre o assunto são ambos. Quem escreveu e quem recebeu a carta”, disse o governador depois de participar de reunião com a presidente Dilma Rousseff para discutir medidas de combate à microcefalia.

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Governo | 17:33

Governadores de 16 estados divulgarão carta de apoio a Dilma

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Fernando Pimentel (Foto: Divulgação)

Fernando Pimentel (Foto: Divulgação)

A presidente Dilma Rousseff recebeu apoio de 16 governadores nesta terça-feira (8), dos nove estados do Nordeste, além de outros estados como o Distrito Federal, Rio de Janeiro, Roraima, Amapá, Acre e Santa Catarina.

Antes de se reunirem com a presidente, eles almoçaram o o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner e há uma expectativa de divulgação de uma carta de apoio ao final do dia.

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, ex-ministro e aliado de primeira hora da presidente, não compareceu ao encontro mas justificou a ausência, devido ao nascimento de sua filha, hoje, em Belo Horizonte.

Pimentel foi representado pelo vice, Antônio Andrade, ex-ministro da Agricultura do primeiro mandato de Dilma. Outros dois estados foram representados pelos vices. Piauí e Acre.

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015 Partidos, Política | 18:04

Picciani garante que continua líder do PMDB

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O líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), se disse confiante que se manterá na posição de líder da bancada peemedebista e que o movimento para tirá-lo do posto não obteve sucesso.

“Esse movimento não atingiu o seu objetivo. Eu continuarei líder prezando pela unidade da bancada”, disse Picciani.

O peemedebista disse ainda que preza pelo “bom senso”. “Evidentemente não controlo todas as posições de todos os deputados. Aqueles que têm posições mais exacerbadas, fazem o que acham que devem”, declarou.

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Política | 16:12

Bancada do PMDB articula saída de Picciani da liderança

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O alinhamento do PMDB do Rio de Janeiro com a presidente Dilma Rousseff pode custar deputado Leonardo Picciani o cargo de líder da bancada na Câmara, posição que o parlamentar assumiu conduzido pelo atual presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Dos peemedebistas, apenas 22 dos 66 deputados estariam a favor do líder. Os deputados esperam um aval do vice-presidente Michel Temer para tirar Leonardo da posição.

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