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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Governo | 16:45

‘PSDB tenta bater na mesma tecla, mas a tecla não tem som’, diz Adams sobre manobra fiscal

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Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

O ministro da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, diz estar com tudo preparado para recorrer do parecer do Tribunal de Contas da União, de que teria havido irregularidade nas manobras fiscais feitas pelo Tesouro no ano passado. Ao comentar o fato de o PSDB condenar as medidas, Adams disse que o partido de oposição se apoia em uma “sistemática” que existe desde 2001 para tentar atacar o governo petista.

“O PSDB nunca deu bola para isso. Agora, eles tentam bater na mesma tecla de sempre, mas a tecla não tem som”, disse Adams ao Poder Online. Segundo ele, o governo vai argumentar que não houve irregularidade nas manobras e que mecanismos semelhantes foram usados desde o início da década passada, ainda na gestão tucana. “O que tivemos no ano passado foi que as receitas foram menores do que esperávamos e isso gerou um estrangulamento”, completou o ministro.

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Política | 15:09

Para Erundina, Marta será alternativa contra polarização em São Paulo

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A ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB), avalia que a entrada de Marta Suplicy (PT) na disputa municipal em São Paulo terá a mesma lógica da participação de Eduardo Campos na disputa presidencial em 2014: quebrar a polarização entre PT e PSDB.

Erundina diz não ter conversado com Marta a respeito da corrida municipal ainda, mas elogiou a ex-prefeita de São Paulo e destacou a importância dela na disputa do próximo ano.

Marta deverá anunciar nos próximos dias sua saída do PT e filiação ao PSB.

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Partidos | 11:56

Marina reafirma ao PSB plano de criar a Rede e diz que os dois partidos serão ‘irmãos siameses’

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Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva esteve ontem no Congresso para ajudar na articulação da PEC 215. Aproveitou para se reunir com líderes do PSB, onde reafirmou que não abandonou os planos de criar a Rede Sustentabilidade.

Marina falou de Eduardo Campos, disse que os dois dividiam “um sonho” e prometeu manter a união com os socialistas. “Seremos sempre irmãos siameses”, disse Marina.

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Partidos | 09:00

Desgaste do PT põe Alckmin, Aécio e Serra no páreo para 2018

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Com o desgaste sofrido pela presidente Dilma Rousseff e o PT, agora acentuado pela prisão do tesoureiro João Vaccari Neto, o PSDB vê a chance de reciclar um de seus três últimos candidatos ao Planalto. Em tese, o que se diz no partido é que não há mais jogo de cartas marcadas. Hoje, Geraldo Alckmin, Aécio Neves e José Serra estão todos no páreo para a corrida presidencial, cada um com um estilo e estratégia próprios.

Leia também: PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

Aécio, segundo interlocutores, trabalha para se transformar numa espécie de voz dos movimentos de rua contrários ao governo do PT. Aceitou encampar o discurso do impeachment da presidente Dilma Rousseff, fala abertamente sobre o apoio às manifestações e aproveita o cargo de presidente do partido para se manter em evidência. Tem como principal ponto negativo o fato de ter perdido em casa na última eleição presidencial. Aécio foi derrotado em Minas Gerais, tanto como candidato à Presidência quanto como patrocinador da candidatura de Pimenta da Veiga na corrida estadual.

Como São Paulo assegurou um bom desempenho para o senador mineiro no placar geral, o coro no PSDB de São Paulo é pela escolha de um nome paulista para a vaga. Alckmin, por enquanto, tem optado por uma abordagem “não política”, dizem os colegas de partido. Mantém-se mais concentrado em amenizar problemas da administração estadual que possam virar uma fatura a ser paga lá na frente, como a crise hídrica. E tem optado por evitar ataques diretos à presidente Dilma e ao PT.

Serra, por sua vez, seria a alternativa mais “política” das três, diz um aliado. Há quem aposte que ele teria mais chances, por exemplo, de atrair o PMDB para uma aliança eleitoral, tanto pelo fato de ter origem na legenda, quanto pela boa relação que mantém com alguns caciques da sigla. O senador paulista investe pesado no discurso econômico e, por isso, poderia levar a melhor no contraponto direto ao governo Dilma, avalia o interlocutor.

Parte da disputa que começa a tomar forma entre os três tucanos passa pela eleição municipal do ano que vem. Principalmente no que se refere a Alckmin e Serra.

No PSDB paulista, a tese é que uma eventual candidatura de Aloysio Nunes Ferreira fortalece o nome do senador, de quem é aliado fiel. O efeito seria ainda mais forte no caso de uma vitória do tucano sobre o petista Fernando Haddad. Já Alckmin se beneficiaria de um bom desempenho de Marta Suplicy na corrida. Isso porque a petista prestes a ingressar no PSB será lançada com aval do governador paulista, que poderia, assim, amarrar um apoio do PSB para uma eventual candidatura presidencial.

No PSDB, alckmistas, serristas e aecistas concordam que qualquer diagnóstico, neste momento, é impreciso em função da distância da corrida presidencial. Ainda assim, é consenso também que a tendência é um acirramento progressivo da disputa já nos próximos meses. Que tende a aumentar principalmente se a crise de Dilma e do PT se agravar.

Saiba mais: Por 2016, PSDB trabalha para unir Serra e Alckmin

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Congresso | 07:00

Oposição diz ter assinaturas necessárias para CPI do BNDES

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Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). - (Foto: Agência Brasil)

Deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG). – (Foto: Agência Brasil)

A oposição afirma ter conseguido levantar as assinaturas necessárias para pedir a instalação da CPI do BNDES.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) promete confirmar a coleta dos endossos nesta quinta-feira. Quer aproveitar o depoimento do presidente do banco, Luciano Coutinho, para dar a notícia.

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quarta-feira, 15 de abril de 2015 Partidos | 19:39

PT pode optar por substituto interino para João Vaccari

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Com dificuldade de encontrar um nome para substituir João Vaccari Neto no posto de secretário de Finanças, o PT pode optar por um interino para o posto. A ideia está entre as possibilidades discutidas pela direção petista nesta quarta-feira, após o partido tomar a decisão de afastar Vaccari após o dirigente ser preso em mais uma fase da Operação Lava Jato.

Leia também: PT afasta Vaccari alegando que tesoureiro se vê como “preso político”

O PT chegou a ventilar alguns nomes para o posto nos últimos meses, diante do agravamento das denúncias, mas nenhum indicou qualquer tipo de disposição de assumir a função. Entre os citados, estavam, por exemplo, Edinho Silva e Paulo Ferreira. O primeiro tornou-se ministro da Secom. O segundo, que assumiu a função no auge do escândalo do mensalão, também indicou internamente que não interesse.

Nenhuma abordagem formal chegou a ser feita antes do afastamento de Vaccari. De acordo com um ministro ouvido pelo Poder Online, a escolha por um interino não só facilitaria o preenchimento rápido do posto, como passaria a mensagem de que o partido acredita na inocência do tesoureiro.

Outro ponto que pode facilitar o preenchimento da vaga é a expectativa de que o partido abra mão formalmente de doações privadas para financiar a estrutura partidária. A proposta já estava sendo encaminhada pela direção partidária, como adiantou o Poder Online, e agora ganha força para ser aprovada, na opinião de líderes petistas.

Em tese, há algumas regras de ordem burocrática relacionadas à substituição de Vaccari. A regra petista prevê, por exemplo, que seja um integrante da direção nacional. Em tese, também deve ser um membro da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), ala que dá as cartas no partido e é integrada pelo tesoureiro afastado. Mas o comando partidário não descarta rever esses critérios, caso encontre um nome que julgue adequado para a vaga e esteja fora desse espectro.

Alguns petistas insistem, entretanto, na necessidade de indicar um nome “experiente” para a função. Por isso mesmo, diz um líder da legenda, é possível que todo o processo de escolha – que tende a ser encerrado até sexta-feira – ocorra sob tutela do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

 

 

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Partidos | 17:36

PT afasta Vaccari alegando que tesoureiro se vê como ‘preso político’

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O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, teve seu afastamento da direção partidária confirmado neste fim de tarde, em nota distribuída pelo partido. Logo antes de a saída ser anunciada, aliados empenharam-se em difundir a informação de que ele já teria preparado antecipadamente a saída, por considerar que enfrentava o risco de virar “preso político”.

O comando petista afirma que Vaccari teria comunicado há algum tempo ao presidente nacional do PT, Rui Falcão, que concordava com a saída no caso de a crise se agravar.

Há versões diferentes circulando no partido, mas uma delas é que Vaccari havia entregue uma carta a Falcão preparando o terreno para este momento. Alguns petistas enxergaram na informação um empenho do partido em dar uma “saída honrosa” ao tesoureiro.

Veja a nota do PT:

NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DO PT

O Partido dos Trabalhadores manifesta-se a respeito da desnecessária detenção, na data de hoje (15 de abril), do Secretário de Finanças e Planejamento, João Vaccari Neto, nos seguintes termos:

1 – A detenção de João Vaccari Neto é injustificada visto que, desde o início das investigações, ele sempre se colocou à disposição das autoridades para prestar qualquer esclarecimento que lhe fosse solicitado. Convocado, prestou depoimento na Delegacia da Polícia Federal de São Paulo, em 5 de fevereiro desse ano. Além disso, na CPI da Petrobras, respondeu a todas as questões formuladas pelos parlamentares.

2 – Reafirmamos nossa confiança na inocência de João Vaccari Neto, não só pela sua conduta à frente da Secretaria Nacional de Finanças e Planejamento, mas também porque, sob a égide do Estado Democrático de Direito, prevalece o princípio fundamental de que todos são inocentes até prova em contrário.

3 – Os advogados que cuidam da defesa de João Vaccari Neto estão apresentando um pedido de habeas corpus para que sua liberdade ocorra no prazo mais curto possível.

4 – Informamos ainda que, por questões de ordem práticas e legais, João Vaccari Neto solicitou seu afastamento da Secretaria de Finanças e Planejamento do PT.

5 – O Partido dos Trabalhadores expressa sua solidariedade a João Vaccari Neto e sua família, confiando que a verdade prevalecerá no final.

Rui Falcão

Presidente Nacional do PT

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Partidos | 15:45

Com fama de ‘arrecadador eficiente’, Vaccari enfrenta denúncias desde que assumiu

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Preso nesta quarta-feira em mais uma etapa da Operação Lava Jato, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é alvo de denúncias desde que assumiu as contas partidárias. Quando foi indicado para o cargo, o secretário de Finanças estava na mira do Ministério Público de São Paulo, por conta do caso Bancoop.

A Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) estampou as manchetes assim que Vaccari foi indicado para a tesouraria petista, no início de 2010, por conta da suspeita de que o dinheiro pago por cooperados para a construção de imóveis tivesse sido desviada para caixa do partido. O tesoureiro, que comandou a cooperativa entre 2004 e 2010, dizia que a investigação não passava de uma “ação eleitoreira” e atribuía os problemas a falhas de planejamento.

Leia também: Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

Vaccari também chegou a ter seu nome mencionado em investigações do escândalo dos “aloprados”, em 2006, quando petistas foram presos tentando comprar um dossiê contra candidatos tucanos. Ele entrou no caso por ter conversado por telefone com Hamilton Lacerda, então coordenador de Comunicação da campanha do hoje ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) e um dos envolvidos na tentativa de compra do dossiê. O tesoureiro, entretanto, não foi denunciado.

Vaccari sempre foi defendido por colegas de partido mais próximos, em especial aqueles pertencentes ao seu grupo dentro do PT, a corrente Construindo um Novo Brasil – a mesma de Lula e de nomes como José Dirceu e Antonio Palocci. O argumento repetido à exaustão pelos petistas era o de que não havia provas concretas do envolvimento do tesoureiro de nenhuma das acusações. O próprio Lula saiu abertamente em defesa de Vaccari, já durante as investigações da Operação Lava Jato.

Mais do que isso, Vaccari sempre recebeu elogios dos colegas mais próximos. De perfil discreto, ele raramente fala com a imprensa e abandonou a prática que havia sido implantada pelo antecessor Paulo Ferreira, de comentar com frequência as finanças partidárias e a arrecadação da legenda. Mas quem é próximo do tesoureiro o descreve como um “arrecadador eficiente”, que soube reforçar de maneira significativa o caixa petista desde que assumiu a função.

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Partidos | 12:54

Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

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A prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, na véspera da maratona de reuniões em que o partido decidirá seu rumo diante da crise, jogou nas alturas a pressão pelo afastamento do secretário. O comando partidário já defende há muito tempo que Vaccari se licencie do cargo – mesmo que temporariamente -, a pretexto de se defender das denúncias. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já reforçou o coro internamente. Fizeram o mesmo vários ministros que integram o círculo próximo da presidente Dilma Rousseff.

Leia mais: Denúncia reforça pedidos por afastamento de Vaccari da tesouraria do PT

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Mas o próprio Vaccari resistiu. Dizia seguir a orientação de seus advogados, para os quais o afastamento soaria como uma confissão de culpa e dificultaria as chances de o tesoureiro se isentar das acusações no decorrer do processo.

Embora parte da legenda defenda uma ação mais drástica, dirigentes reconhecem também que há forte preocupação com os efeitos que essa pressão poderia ter. Entendem que isso poderia soar como confissão de envolvimento do próprio partido nos desvios. Afinal, o PT argumenta desde o início que todas as doações de empresas envolvidas na Lava Jato eram legais.

Alguns dizem temer ainda que Vaccari dispare contra a própria legenda caso se sinta “abandonado” sem que haja prova concreta de que participava do esquema. Nas palavras de um dirigente petista, seria transformá-lo em “homem-granada”.

O problema é que o PT não imaginava que Vaccari pudesse ser preso neste momento. O partido saiu do depoimento do tesoureiro na CPI da Petrobras com a avaliação de que ele conseguiu responder corretamente às perguntas, o que esfriaria a crise, ao menos por um tempo. Petistas escalados para ajudá-lo comemoravam, por exemplo, o resultado da estratégia de cruzar lista de doações eleitorais de empresas da Lava Jato com os nomes de integrantes da CPI que fazem parte da oposição. E esperavam que ele ficasse longe dos holofotes por algum tempo.

Embora o diretório nacional do PT tenha reunião marcada somente para sexta-feira, o destino de Vaccari começa a ser decidido na reunião de emergência convocada hoje pela direção partidária em São Paulo. Muitos dos integrantes da direção já estavam na capital paulista para o encontro do fim da semana, que seria antecedido de reuniões preparatórias da executiva nacional e das correntes que integram a sigla.

 

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Governo | 09:00

‘100 dias do segundo mandato e nenhuma família foi assentada’, critica coordenador do MST

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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra Alexandre Conceição iniciou uma série de ocupações pelo país nesta semana, para pressionar o governo federal a avançar no processo da reforma agrária. O objetivo é obter até o dia 17 de abril um compromisso e um prazo para o assentamento de novas famílias. A data é marcada pelo massacre de Eldorado do Carajás, quando 21 militantes do MST foram assassinados no Pará, em 1996.

“Os quatro anos que passaram foram desastrosos e agora já se completam 100 dias do segundo mandato e nenhuma família foi assentada. Nós queremos um aceleramento e um destravamento imediato da reforma agrária e que as famílias possam imediatamente ser assentadas”, diz o coordenador nacional do MST, Alexandre Conceição. “Mais de 6 milhões de hectares foram concentrados na mão do latifúndio. Não pode. Nós não votamos numa presidente da República pra concentrar latifúndio na mão do latifundiário e do agronegócio”, completa.

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