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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015 Política, Sem categoria | 14:22

Dilma quer conversa “cara a cara” com Eliseu Padilha

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O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

A presidente Dilma Rousseff espera uma conversa “cara a cara” com o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha (PMDB-RS), mas ele preferiu não colocar os pés no Gabinete Presidencial por enquanto e  convocou uma coletiva na sede do PMDB, no Congresso Nacional, para explicar sua decisão de sair do governo, tomada na semana passada.

Padilha foi recebido nesta tarde pelo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que ainda tenta reverter a decisão de saída envolta em um clima de rompimento com o governo, diante do clima de desconfiança em relação ao impeachment.

Entre os argumentos de Wagner para ainda manter o peemedebista no governo está o de que Dilma fez um esforço muito grande para mantê-lo no governo na última reforma ministerial, apesar das reclamações da própria bancada do PMDB de que ele não teria votos suficientes que o cacifasse como ministros e não representava a bancada.

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Política | 13:51

Em clima de desconfiança, Dilma e Temer cancelam compromissos e devem se encontrar ainda hoje

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Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

A presidente Dilma Rousseff cancelou a reunião de coordenação política que ocorreria na tarde desta segunda-feira (7) e o vice-presidente Michel Temer, cancelou sua participação na entrega do Prêmio Lide, em São Paulo, e deve voar para Brasília, após participar de um evento na Fecomércio, também em São Paulo.

Dilma informou que eles devem se encontrar ainda hoje para uma conversa.

O encontro ocorrerá após um fim semana em que Dilma reafirmou sua confiança no vice, enquanto Temer se movimentava em encontros com integrantes da oposição e governadores, à revelia do Planalto.

Os encontros de Temer com líderes da oposição, com os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), alimentaram as suspeitas de conspiração por parte do vice para a saída da presidente.

 

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015 Partidos | 18:44

PT convoca deputados mais “experientes” para comissão do impeachment

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O PT deve bater o martelo na próxima semana em relação aos membros da comissão especial que analisará o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, acatado nesta semana pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O partido da presidente tem oito vagas na comissão e pretende optar pelo critério da “experiência” para a definição dos nomes.

Pelo menos seis deputados já estão entre os que participarão da comissão: Arlindo Chinaglia (SP), Carlos Zaratini (SP), Wadih Damous (RJ), Paulo Pimenta (RS), Paulo Teixeira (SP) e o atual líder do partido na Câmara, Sibá Machado (AC).

A reunião da bancada está marcada para as 14 horas de segunda-feira (7)

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Sem categoria | 15:53

Para petistas, Temer “saliva” mais por impeachment que Aécio

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O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Foto: Agência Brasil

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Foto: Agência Brasil

Embora o governo insista em dar a Temer a credibilidade esperada de um vice-presidente, petistas da Câmara se dizem reticentes com o comportamento do vice, considerado altamente suspeito de traição.

Nos bastidores, um petista graúdo fez um paralelo entre Temer e o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, que tem adotado um comportamento de apoio mais “sóbrio” ao impeachment.

Na opinião do deputado do PT, só há uma pessoa que “saliva” mais pelo impeachment que Aécio: o vice.

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Política | 15:25

André Moura diz que Wagner está com a verdade

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"O que Wagner disse é o que está dito", diz moura sobre briga de Cunha com Dilma

“O que Wagner falou é o que está dito”, diz moura sobre briga de Cunha com Dilma.

Alçado ao centro da briga entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a presidente Dilma Rousseff, o líder do PSC, deputado André Moura (SE), disse à coluna que a versão apresentada pelo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, sobre as negociações do governo, é a verdadeira.

“O que o ministro Wagner falou é o que está dito”, disse o deputado, que é um dos principais aliados de Cunha na Câmara.

Mais cedo, ao atacar Dilma, Cunha disse que ela mentiu ao dizer que não faria barganha sobre o caso dele no Conselho de Ética. Segundo Cunha, Moura foi levado por Wagner para uma conversa com Dilma, na qual ela teria pedido a aprovação da CPMF, caso o PT votasse a favor de Cunha no Conselho de Ética.

A reação do Planalto veio em seguida em coletiva do ministro Jaques Wagner: “O deputado André Moura não esteve com a Dilma. Esteve comigo”, afirmou o ministro.

“Eu sempre discuti com ele, como emissário do presidente da Câmara. Discuti pauta econômica: a DRU, a CPMF, repatriação. Sempre discuti com ele uma pauta que chamo de Pauta Brasil”, disse Wagner.

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Política | 13:18

Celso de Mello será o relator de mandado de segurança contra decisão de Cunha

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello é que será responsável por dar o parecer sobre o Mandado de Segurança, impetrado pelo deputado Rubens Júnior (PCdoB-MA), contra a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de dar andamento ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O pedido tem caráter liminar e pede ao STF a suspensão do recebimento da denúncia por parte de Cunha

No questionamento, o deputado alega que Cunha não cumpriu o rito necessário para a decisão, visto que não houve uma notificação prévia da presidente para que ela pudesse se defender das acusações constantes no pedido.

De acordo com o deputado, Cunha violou os princípios do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório, além de diversos dispositivos legais, que deveriam ser observados mesmo em um processo de natureza política.

“A natureza política do processo de impeachment não tem o condão de afastar garantias fundamentais, especialmente quando elas contribuem para a melhor solução do caso concreto, em prestígio à soberania popular e ao estado Democrático de Direito”, avaliou o deputado.

 

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015 Política | 17:35

Rui Falcão espera voto contra Cunha de deputados petistas no Conselho de Ética

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O presidente do PT, Rui Falcão (Foto: Divulgação)

O presidente do PT, Rui Falcão (Foto: Divulgação)

Diante da expectativa em relação ao voto dos três deputados petistas no Conselho de Ética da Câmara, que julga nesta terça-feira (1), a abertura de processo contra o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente nacional do PT, Rui Falcão, expressou sua opinião contra o peemedebista.

No twitter, Falcão disse:”confio que nossos deputados no Conselho de Ética votem pela admissibilidade”.

O foco em relação do voto dos deputados Leo de Brito (AC), Valmir Prascidelli (SP) e Zé Geraldo (PA) foi lançado pelo próprio Cunha, que tem dado sinal da expectativa nos bastidores.

A depender do posicionamento dos petistas, Cunha ameaça colocar em tramitação um dos pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

 

 

 

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015 Política, Sem categoria | 18:27

“Parecia um velório”, diz Marun sobre sessão que confirmou prisão de Delcídio

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O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS)

Adversário político do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), o deputado Carlos Marum (PDMB-MS) esteve na sessão do Senado que confirmou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que prender o petista e comentou: “Parecia um velório. e, de certa forma, era. Nós políticos temos duas vidas”, observou o parlamentar.

Em seguida, para recuperar o otimismo em relação ao seu antagonista, o deputado recorreu a uma frase do estadista conservador britânico Winston Churchill, primeiro ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.

“A política é tão excitante quanto a guerra,com a diferença que na guerra você pe morto apenas uma vez e na política você morre e ressucita várias vezes”, citou o deputado.

Por 59 votos a 13, o Senado acatou na noite de quarta-feira a prisão preventiva do senador determinada pelo STF. Delcídio foi o primeiro senador a ser preso em pleno exercício do mandato. “Acho que o flagrante era questionável. O Senado não julgou a prisão, julgou as acusações”, considerou Marun.

 

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Política | 17:24

Delcídio usou o cargo de líder em conversas interceptadas

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Entre as conversas interceptadas pela Polícia Federal, do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), e que permanecem secretas na Procuradoria Geral da República, uma chamou a atenção de integrantes do Ministério Público e do Judiciário.

Na gravação, Delcídio fala como “líder do governo” para garantir sua capacidade de influência.

Um dos diálogos ocorreu na quinta-feira da semana passada.

Além disso, integrantes da investigação estão de posse de diálogos, por telefone, do senador, com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que também permanecem sob sigilo.

As interceptações foram autorizadas pelo STF.

 

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015 Congresso | 16:44

Grupo anti-Cunha lamenta ausência do DEM em visita à PGR

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Os deputados críticos do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sentiram, nesta quarta-feira (25), a ausência de parlamentares do DEM entre o grupo que foi à Procuradoria Geral da República (PGR) para pedir o afastamento de Cunha do cargo.

Para alguns parlamentares de legendas ditas “independentes”, a ausência pode ser um sinal de que Cunha tenha conseguido reverter em parte a hostilidade contra ele no campo da oposição.

O grupo, formado inicialmente por 35 parlamentares de nove partidos, liderados pela Rede e pelo PSOL, havia conseguido o apoio do PSDB e do DEM, que lideraram as tentativas de obstrução das votações na Câmara, devido as manobras de Cunha para postergar o início do processo contra ele  no Conselho de Ética da Casa.

O movimento de obstrução uniu além do PSDB e do DEM, legendas como PPS, Rede, PSOL e PSB, que chegaram a anunciar uma ação conjunta contra Cunha na Câmara, com o objetivo de municiar o procurador Rodrigo Janot para que ele peça ao Supremo Tribunal Federal (STF) a saída do cargo.

O grupo foi recebido pelo chefe de gabinete de Janot, Eduardo Pelella.

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