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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 Cidades | 07:30

De volta à planície, Suplicy abre agenda com sem-teto e combate ao crack

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Senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Foto: Divulgação

Senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Foto: Divulgação

Prestes a se despedir dos últimos dias como senador, o petista Eduardo Suplicy (SP) decidiu antecipar para antes da posse a agenda de secretário de Direitos Humanos no governo Haddad.

Neste fim de semana, o petista acompanhará o padre Julio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de São Paulo, em uma conversa com sem-tetos da Zona Leste de São Paulo. O grupo foi alvo de uma ação de despejo da subprefeitura da Mooca, na última sexta-feira, por ocupar uma lateral do viaduto Bresser.

Suplicy ainda promete ler também nos próximos dias a tese de doutorado da antropóloga Taniele Rui, que desde 2008 pesquisa o consumo de drogas em São Paulo e Campinas, com atenção especial ao impacto de políticas públicas sobre a Cracolândia. “Vou ler e estudar com atenção e depois quero conversar com ela”, diz Suplicy.

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Governo | 06:00

Aliados enchem a bola de Marta Suplicy

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Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Os mais empenhados em incentivar a recente campanha de Marta Suplicy faz uma previsão para lá de otimista sobre o potencial eleitoral da ex-ministra. Numa conversa recente, Marta ouviu que a candidatura à prefeitura de São Paulo poderia ser só o começo da nova empreitada.

Dali em diante, prossegue a teoria, ela poderia tentar repetir os passos de Marina Silva. Uma ideia é trabalhar para aglutinar legendas menores em um novo partido.

Marta ouviu a sugestão, mas não fez que sim, nem que não. Já o PT diz simplesmente não ver na ex-ministra a estatura necessária para tocar uma empreitada como essa.

Leia também: Marta Suplicy não deu bola aos acenos do PT

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Congresso | 18:00

Lideranças viram comitê eleitoral de candidatos a presidente da Câmara

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Na última semana da campanha pela presidência da Câmara dos Deputados as salas das lideranças de PT, PMDB e PSB transformaram-se em verdadeiros comitês eleitorais.

Arlindo Chinaglia (PT-SP), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Júlio Delgado (PSB-MG) transformaram as salas das lideranças de seus partidos, mas até nesse aspecto a diferença de investimento parece visível.

Delgado, que vem repetindo que sua campanha é a mais pobre, tem o comitê mais tímido, do ponto de vista visual.

Já Cunha e Chinaglia, que até jatinho tiveram a sua disposição na campanha, têm volume maior de propagandas espalhadas pelas lideranças.

Veja:

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Economia | 16:00

Fundação petista faz as pazes com equipe econômica

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Nelson Barbosa (Foto: Agência Brasil)

Nelson Barbosa (Foto: Agência Brasil)

Depois do mal-estar provocado pelas críticas que fez às primeiras medidas do ajuste fiscal do governo, a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, parece ter resolvido fazer as pazes com a nova equipe econômica.

A entidade convidou o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, para fazer uma explanação sobre o pacote a militantes e líderes petistas.

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Partidos | 15:00

‘Manifestações ainda estão muito mornas’, diz presidente do PSOL

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O presidente do PSOL, Luiz Araújo. (Foto: Divulgação / Facebook)

O presidente do PSOL, Luiz Araújo. (Foto: Divulgação / Facebook)

Na opinião do presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo, ainda falta fôlego às primeiras reações dos movimentos sociais ao pacote de ajustes nas regras de acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários anunciado pelo governo da presidente Dilma Rousseff, em dezembro.

“A reação às medidas impopulares do governo estão tímidas. As manifestações ainda estão muito mornas”, disse Araújo. “Se fosse em outros tempos, a reação seria mais rápida”, completa o dirigente, numa comparação entre a relação dos sindicatos com os governos petistas e com o do ex-presidente tucano, Fernando Henrique Cardoso.

Ao longo desta quarta-feira, serão realizados diversos atos pelo país, convocados pelas principais centrais sindicais no que foi definido como o Dia Nacional de Lutas contra as Medidas Provisórias 664 e 665. Editadas pelo governo federal no dia 30 de dezembro, as medidas mudam as regras de acesso ao seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença e ao abono salarial.

Leia também: Movimento sindical pode dificultar vida de Dilma na largada do 2º governo

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Governo | 12:56

PT recruta ministros para melhorar exposição na internet

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O ministro da Cultura, Juca Ferreira.

O ministro da Cultura, Juca Ferreira.

A área de comunicação do PT escalou ministros para que participem de bate-papos e melhorar a imagem do governo na internet. Juca Ferreira, da Cultura, que anda tentando desviar das bofetadas da ex-ministra Marta Suplicy, vai abrir o ciclo amanhã, a partir das 16 horas.

A iniciativa tem início dois dias após a presidente Dilma Rousseff recomendar aos auxiliares que se comuniquem mais, num esforço para dar mais visibilidade a realizações do governo e tentar amenizar o desgaste provocado pelas denúncias de corrupção na Petrobras.

A conversa terá transmissão pelo site do PT na internet.

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Governo | 10:30

PSDB promete insistir em requerimento para ouvir Pepe Vargas

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas. (Foto: Agência Brasil)

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas. (Foto: Agência Brasil)

Seja qual for o resultado da disputa pela presidência da Câmara, o PSDB já prepara um pacote de estratégias para tentar desgastar o PT na próxima legislatura. Uma das medidas já anunciadas é a convocação do ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, para falar sobre as suspeitas de compra de votos para o petista Arlindo Chinaglia (SP).

Sem quórum para convocar o ministro antes das eleições pela Comissão Representativa, que funciona durante o recesso, os tucanos levarão a proposta para alguma comissão onde tenham maioria com a nova distribuição das cadeiras.

À convocação, somam-se também as propostas de instalação de uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a Petrobras, bem como a abertura de investigações sobre o sistema elétrico.

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Partidos | 09:00

Marta Suplicy não deu bola aos acenos do PT

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Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Marta Suplicy está fazendo jogo duro para conversar com o PT. O partido mandou recados e até alguns emails. Ficou sem resposta. Quem apoia a movimentação de Marta explica com a alegação de que “ninguém com estatura” procurou a ex-ministra para uma conversa. Leia-se: Lula não a procurou até agora.

Ontem, petistas se diziam surpresos com a publicação de mais críticas públicas da ex-prefeita ao partido e à presidente Dilma Rousseff, em artigo no jornal Folha de S. Paulo.  Mas seguiam defendendo uma negociação com Marta, para tentar impedir sua saída do partido.

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Governo | 07:30

Ideli tenta destravar divulgação da lista suja do trabalho escravo

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A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

Em homenagem ao Dia Nacional de Combate a Trabalho Escravo, nesta quarta-feira, a ministra dos Direitos Humanos, Ideli Salvatti, pretende iniciar uma articulação junto ao Judiciário para que volte a ser autorizada a divulgação da lista suja do trabalho escravo, publicada desde 2004 pelo Ministério do Trabalho.

A ministra levará o tema para a reunião de hoje da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, que também conta com a participação do ministro do Trabalho, Manoel Dias. A ideia é montar uma força-tarefa para tentar reverter uma decisão tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski, a pedido da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias.

A última versão da lista suja do trabalho escravo, de julho de 2014, contava com 609 empresas. Dessas, 32 eram construtoras, o que colocava o setor como o 4º colocado. A lista reúne os donos de terras ou empresas flagrados com mão de obra escrava que tiveram a oportunidade de se defender em primeira e segunda instância administrativas. A partir de então, esses empregadores eram impedidos de receber empréstimos em bancos públicos como a Caixa Econômica Federal, que é a principal operadora do crédito imobiliário no País.

Leia também: Governo age para barrar retrocesso na lei contra trabalho escravo

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Governo | 04:00

Para conter desgaste, Dilma aponta para novo governo mais centralizado e mais político

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Diante de um momento de adversidade econômica e do desgaste motivado por denúncias de corrupção, o governo precisa atuar de forma mais centralizada e mais próxima da esfera política, com um discurso unificado e estruturado, para não sangrar em meio aos ataques da oposição. Foi esta a mensagem central que os ministros tiraram da primeira reunião com a presidente Dilma Rousseff, realizada na tarde de ontem.

Dilma comanda a primeira reunião ministerial do novo governo (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Dilma comanda a primeira reunião ministerial do novo governo (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Saiba mais: Dilma fala de ajuste econômico e pede aos ministros: ‘Façam o possível’

De acordo com um ministro presente no encontro, uma frase ajuda a resumir como tende a ser a nova gestão: “Não proponham nada novo sem falar conosco”. Quem fez a declaração foi ninguém menos que o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que aos olhos dos antigos e novos colegas entra fortalecido no segundo mandato de Dilma.

Além de Mercadante, os ministros que tiveram a oportunidade de fazer exposições durante o encontro foram aqueles com vínculos às áreas econômica e social do governo, que, segundo a presidente, serão prioridade absoluta no momento. Falaram Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento), Tereza Campelo (Desenvolvimento Social), Carlos Gabas (Previdência), Manoel Dias (Trabalho) e Guilherme Afif (Micro e Pequena Empresa). O vice Michel Temer também discursou.

Nas mais de quatro horas de reunião, Dilma não escondeu a preocupação com impacto das denúncias de corrupção na Petrobras no governo. Foi feita menção, inclusive, às ameaças de impeachment feitas pela oposição. Daí a necessidade, segundo a presidente, de todos os auxiliares apoiarem as medidas apresentadas como parte do ajuste fiscal e se empenharem para evitar prejuízos às ações sociais estratégicas.

A presidente pediu que o discurso da equipe esteja alinhado, sem qualquer tipo de exposição pública das divergências entre os membros do primeiro escalão. Avisou que não quer saber de brigas pela imprensa, nem de fogo amigo dentro da equipe. E pediu expressamente aos ministros que assegurem o comprometimento de seus respectivos partidos com o projeto do governo.

Além disso, Dilma confirmou as expectativas e pediu a todos que tratem como prioridade a articulação política, recebendo parlamentares e ouvindo demandas de todos os setores.  E prometeu fazer sua parte. Disse que vai inclusive realizar reuniões ministeriais nos mesmos moldes com mais frequência.

Leia também: Atrasado, Joaquim Levy chegou depois de Dilma na reunião ministerial

 

 

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