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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 Partidos | 19:37

Gilberto Carvalho reserva um tempinho para o PT

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Gilberto Carvalho (foto Antonio Cruz/ABr)

Gilberto Carvalho (foto Antonio Cruz/ABr)

O ex-ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho voltará a se reunir com a militância petista, hoje à noite, para discutir “os desafios impostos ao PT pela atual conjuntura política”.

Realizado na sede do partido em Brasília, o encontro é organizado pelo campo majoritário do PT, Construindo um Novo Brasil, do qual fazem parte nomes como Carvalho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o atual presidente nacional da sigla, Rui Falcão.

Desde que Carvalho deixou o governo para assumir a presidência do Conselho Administrativo do Serviço Social da Indústria, aliás, o comando do partido tem estudado estudado formas de trazê-lo para mais perto da direção, mas até o momento nada foi definido.

Leia também: PT custa a encontrar nomes para reforçar comando partidário

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Congresso | 17:42

Três nomes já disputam liderança do PSC na Câmara

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Líder do PSC na Câmara, André Moura (SE). Foto: Divulgação

Líder do PSC na Câmara, André Moura (SE). Foto: Divulgação

Aliado do peemedebista Eduardo Cunha (RJ), o PSC decidiu esperar o resultado das eleições da presidência da Câmara dos Deputados para definir quem será o próximo líder na bancada na Casa.

Até o momento, entretanto, pelo menos três nomes já sinalizaram interesse em ocupar a cadeira hoje preenchida por André Moura (PSC-SE). São eles o Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), Edmar Arruda (PSC-PR) e Gilberto Nascimento (PSC-SP).

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Congresso | 15:35

Valadares se movimenta, mas ainda não convence

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Antônio Valladares (PSB-SE)  (Foto: Agência Senado)

Antônio Valladares (PSB-SE) (Foto: Agência Senado)

Quem ainda está sem saber para onde vai a disputa pela presidência do Senado custa a acreditar que a candidatura do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) vá de fato sair do papel.

Ele anunciou hoje que poderá entrar na corrida contra o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), mas o martelo só será batido amanhã, após reunião da bancada socialista.

 

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Partidos | 14:10

PCdoB reúne deputados federais e estaduais em Brasília

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O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo. Foto: Divulgação

O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo. Foto: Divulgação

Na próxima quinta-feira, a nova bancada do PCdoB na Câmara se reunirá em Brasília, na companhia do presidente nacional da sigla, Renato Rabelo (PCdoB), para definir uma estratégia comum para a próxima legislatura.

Na pauta, estão a discussão sobre a liderança do partido na Casa, hoje ocupada por Jandira Feghali (PCdoB-RJ), bem a como a negociação sobre as comissões e os temas que serão priorizados daqui pra frente. O grupo também discutirá a situação dos suplentes eleitos nos estados, que poderão assumir mandatos ao longo dos próximos anos.

Já no dia seguinte, os deputados estaduais e nacionais da sigla se reunirão na cidade, em um seminário de formação política. Ao todo, o partido elegeu 25 deputados estaduais em 17 estados e 10 deputados federais em 9 estados.

Leia também: ‘Demora do STF é inaceitável’, diz Jandira Feghali sobre financiamento de campanha

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Congresso | 12:00

PSDB fará reunião no sábado para acertar posição no Senado

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Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), convocou para sábado a reunião em que a bancada baterá o martelo sobre a disputa na Presidência do Senado.

O que se espera é que a oposição tente se mobilizar para apresentar um nome, ao menos para marcar posição frente ao presidente da Casa, Renan Calheiros (AL).

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Congresso | 10:30

Bancada feminina prepara coquetel para ouvir Chinaglia

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Coordenadora da bancada feminina, Jô Moraes (PCdoB-MG). Foto: Divulgação.

Coordenadora da bancada feminina, Jô Moraes (PCdoB-MG). Foto: Divulgação.

No próximo sábado, a bancada feminina da Câmara realizará um coquetel para conversar sobre as propostas do candidato petista à presidência da Casa, Arlindo Chinaglia (SP), para as mulheres.

Articulado por apoiadoras do petista, o encontro também pretende reunir as deputadas ainda indecisas na disputa. Na ocasião, será entregue uma plataforma elaborada pela bancada, com demandas específicas sobre projetos voltados para a pauta feminina.

Em dezembro, representantes das mulheres também se reuniram com o candidato peemedebista Eduardo Cunha (RJ), em um café da manhã. De acordo com a coordenadora da bancada, Jô Moraes (PCdoB-MG), o grupo também pretende conversar com os outros dois candidatos declarados – Chico Alencar (PSOL-RJ) e Júlio Delgado (PSB-MG) – até o domingo das eleições.

Leia também: ‘Bancada feminina atuará como bloco’, diz Jô Moraes

 

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Partidos | 09:00

PT custa a encontrar nomes para reforçar comando partidário

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A operação montada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reforçar o comando do PT anda esbarrando na dificuldade de encontrar nomes disponíveis para se dedicar integralmente à tarefa. De acordo com um líder petista, alguns quadros sondados internamente têm desviado dos apelos, alegando envolvimento em outros projetos.

Recentemente, o PT bateu o martelo na troca do comando da Secretaria-Geral, que sairá das mãos de Geraldo Magela e vai para Romênio Pereira. A ideia de trazer Gilberto Carvalho para mais perto da direção ainda não saiu da mesa, mas sua nomeação no Sesi derrubou a tese de que ele poderia se dedicar em tempo integral ao partido.

Marco Aurélio Garcia também sinalizou que está bem na assessoria de Relações Internacionais da Presidência. Mas teria se colocado à disposição para ajudar no que for preciso.

 

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Congresso | 07:30

Candidatos calculam 100 deputados ainda indecisos na disputa da Câmara

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Na troca de figurinhas que rola entre as campanhas dos candidatos à presidência da Câmara, a estimativa que corre é que cerca de 100 dos 513 deputados ainda estariam sem voto definido. Daí a ansiedade sobre se haverá ou não um segundo turno. Na conta, entram votos de partidos que ainda não declararam nenhum apoio formal – entre eles PP, PR e a maioria do chamado G-10 dos nanicos – além das já esperadas dissidências nas bancadas que definiram uma orientação, em especial no PSDB, PSD e PRB.

Uma das sondagens informais que rodaram nos últimos dias apontava Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com apoio de cerca de 160 deputados do PMDB, PTB, DEM, PSC, Solidariedade e PRB. Já Arlindo Chinaglia (PT-SP) viria em segundo, com aproximadamente 140 votos do PT, PROS, PCdoB, PSD e PDT. Em terceiro, estaria Júlio Delgado (PSB-MG), com cerca de 100 deputados do PSB, PSDB, PV e PPS. Já Chico Alencar (PSOL-RJ), por enquanto, teria apenas com o apoio certo dos cinco parlamentares da sigla.

Leia também: ‘A oposição poderia controlar o Congresso’, diz Paulinho da Força

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Política | 06:00

Gilberto Kassab pede distância dos microfones

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Gilberto Kassab (Foto: Agência Brasil)

Gilberto Kassab (Foto: Agência Brasil)

Gilberto Kassab tem optado por ficar bem quieto. Não quer falar com a imprensa por enquanto.

Além de fazer como outros novatos da Esplanada, que preferem tomar pé das coisas no ministério antes de dar declarações, o ministro das Cidades não quer correr o risco de ser questionado sobre a recepção que teve dos colegas.

Até porque o que não falta no governo é petista e peemedebista reclamando que a presidente Dilma Rousseff anda supervalorizando o novo auxiliar.

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domingo, 25 de janeiro de 2015 Partidos | 06:00

‘PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar isso’, diz ex-marineiro

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Ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo e idealizador da política dos Pontos de Cultura criada pelo governo Lula, o historiador Célio Turino é um dos principais responsáveis pela articulação em torno da criação do Avante – nome provisório do partido que pretende dar uma resposta à crise de representatividade revelada nas manifestações de junho de 2013.

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em entrevista ao Poder Online, Turino afirma que já teve início uma nova onda de manifestações populares e que é preciso “uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum”, para que as demandas tenham êxito. Este seria o papel do Avante, que hoje reúne lideranças como a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), além de representantes de movimentos como a greve dos garis no Rio de Janeiro e dos protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo.

Leia também: Dissidência da Rede cria partido para tentar catalisar movimentos sociais

De acordo com Turino, os partidos atualmente existentes não conseguiram dar essa resposta. “Avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho”, diz o historiador. “Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.” Leia abaixo a entrevista completa.

No último fim de semana, tiveram início as primeiras discussões formais sobre a criação deste novo partido. Como foi esse primeiro encontro?
A presença nos surpreendeu positivamente, foram cerca de 200 pessoas no auditório do cursinho Henfil, em São Paulo, mais um grande número acompanhando pela internet. No primeiro dia, apresentamos as ideias gerais para a constituição de um partido de novo tipo no Brasil, com características de Partido-Movimento, como os que têm surgido na Europa, em oposição às políticas recessivas, como Podemos na Espanha ou Syriza na Grécia. Estiveram presentes vários amigos espanhóis, que participaram dos Acampamentos nas Praças, 15 M e formação dos novos partidos e movimentos espanhóis, como Partido X, Ganyem Barcelona e Podemos. Também foi muito festejada a presença ativa da Luiza Erundina. No segundo dia tratamos de nossa organização, além de estudarmos mais a fundo as novas experiências de fazer político, seja na América Latina e na Europa.

Vocês já pretendem dar início ao processo de formalização da sigla? Existe algum prazo?
Trabalhamos sem preocupação com calendário eleitoral. Porém, a adesão espontânea tem sido muito grande em todo país, o que pode agilizar a nossa constituição formal. Já estamos na fase final de redação do manifesto, que se chamará Carta Cidadanista, bem como do nome definitivo e estatuto.

Que movimentos têm participado da construção desse processo?
Inúmeros, sobretudo coletivos e movimentos surgidos a partir das jornadas de junho de 2013. De lideranças da greve autônoma dos Garis, no Rio de Janeiro, a ativistas contra o Estado de Exceção, resultante da repressão judiciária e policial.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, em que estados vocês já têm articulações?
No nosso último levantamento eram 18 estados, ao todo. Mas a cada dia surgem novas propostas de participação. Já são centenas de pessoas envolvidas neste projeto, com grande inserção em diversos coletivos e movimentos.

O que representa o lema de “Avante”, escolhido por vocês? Avante em direção a que e a quem? O nome é, de fato, provisório?
Sim, é um nome provisório e já estamos em consulta final para definição do nome. Avante foi escolhido como referência às lutas anarquistas e socialistas do passado, da música Bandiera Rossa, que canta “avanti poppolo, Bandiera Rossa…” (do italiano, “avante, povo, bandeira vermelha”). Ao mesmo tempo, um passo avante para o futuro, rompendo com o atual quadro partidário, em que os partidos, ao invés de servirem à sociedade, se servem dela.

A deputada Luiza Erundina tem dito que o Avante surge em um momento muito oportuno, para dar resposta a um “esgotamento do atual sistema”. Como um partido político operando dentro da institucionalidade poderia fazer um contraponto a esse sistema?
Exatamente, há um esgotamento do atual sistema político-partidário e isto irá provocar crises de governabilidade cada vez mais intensas, com reflexos negativos na vida de toda a sociedade. Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.

Saiba mais: ‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

Recentemente, o deputado Ivan Valente afirmou que haveria espaço no PSOL para nomes como o senhor e a deputada Luiza Erundina, que hoje estão construindo o Avante (leia mais). Por que não se somar a eles? No contexto brasileiro, o que diferencia a proposta do Avante da proposta do PSOL?
O respeito é recíproco e acreditamos que estaremos juntos com o PSOL em diversas ações comuns. Porém, avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho.

Boa parte das ideias apresentadas pelo Avante são semelhantes ao que motivou o surgimento da Rede Sustentabilidade. No entanto, como o senhor mesmo tem dito, Rede perdeu a possibilidade de dar uma resposta àquele sentimento de insatisfação popular que nós observamos nas manifestações de 2013, ao se render à política tradicional e à polarização entre o PT e o PSDB. Qual é a proposta do Avante para escapar disso?
Exatamente, a Rede, lamentavelmente, revelou uma distância entre o que se diz e o que se faz. Isso a distanciou da construção de uma nova política, principalmente quando houve a adesão à candidatura de Aécio (Neves, PSDB-MG). Mas, independente disto, a construção do Avante é bastante diferente da construção inicial da Rede. Primeiro pela composição, em que a maioria das pessoas nem vêm da Rede e sim de movimentos sociais autônomos, além de dissidentes de partidos como PSOL, Piratas, PT, PCdoB e PSB. Segundo, pelas raízes programáticas, baseadas nos princípios do Bem Viver – Tekó Porã, em guarani, que é um conceito ameríndio que busca a harmonia entre humanos e a terra -, Bem Comum, Ecossocialismo e Cidadanismo.

A proposta das coalizões suprapartidárias, a exemplo do modelo espanhol, em que o partido indica candidaturas para serem apoiadas em cada local, independente de alianças maiores, não seria uma forma de se render a essa política tradicional também?
Estamos trabalhando nesta perspectiva para 2016, buscando contribuir para a constituição de alianças cidadanistas nos municípios, como o que aconteceu em Medellin, na Colômbia, a partir de 2002 e revolucionou a cidade. Fez com que Medellin, antes conhecida como cidade do cartel das drogas, se transformasse na cidade mais inovadora do mundo, dez anos depois, segundo reconhecimento da ONU. Em nosso seminário, tratamos de analisar estas experiências, tanto que um de nossos convidados, Javier Toret, é um dos principais articuladores da coalizão GanyemBarcelona.

O senhor diria que o Avante é uma tentativa de resposta às manifestações de 2013?
Sim. Muito provavelmente haverá uma nova onda de manifestações populares, conforme já estamos assistindo em grandes cidades, como São Paulo. As medidas recessivas e antipopulares adotadas pelo governo Dilma, como corte em direitos trabalhistas, sobretudo no seguro desemprego e pensões de viúvas e órfãos, bem como o corte no orçamento da educação, na ordem de R$ 7 bilhões, e demais investimentos públicos, enquanto, ao mesmo tempo, eleva impostos e tarifas, irão intensificar este ambiente de insatisfação, ainda mais porque todo este esforço acontece apenas para pagar mais juros aos especuladores e bancos, e mais nada. Para que a nova onda de manifestações tenha êxito, será necessária uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum. Daí a necessidade urgente de uma nova forma de partido político, evitando a dispersão programática que houve com as jornadas de junho de 2013.

Existem articulações para a fundação de diversos partidos, no próximo ano. A própria Rede Sustentabilidade, além do Partido Novo, Partido Pirata, Partido do Combate ao Desemprego e novas versões do Partido Liberal e do Arena são alguns exemplos. Sem contar com partidos recentemente registrados, como PEN, PROS, Solidariedade e PSD. Como o senhor enxerga esses processos? O que explica essa multiplicidade de partidos. Neste contexto, como responder à crítica de que o Avante seria apenas uma sigla a mais?
Esta busca por novos partidos só indica o esgotamento do atual sistema partidário e do próprio sistema político. Ao mesmo tempo em que há muitos partidos, falta um partido mais moldado à semelhança do povo brasileiro. O que temos hoje é muito mais uma casta política e econômica que cada vez mais tem se apropriado do bem público e é contra esta casta que pretendemos lutar. Independentemente de siglas que, no fundo, se revelam muito parecidas entre si, conforme se comprova com o programa econômico da Dilma, que é absolutamente igual ao do Aécio ou mesmo da Marina, talvez até mais agravado na intensidade, por ausência de oposição. Há que fazer política em outras bases e assim faremos.

Leia também: ‘Um partido de oposição não é muito bem-vindo’, diz fundador do Partido Novo

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