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quinta-feira, 24 de setembro de 2015 Governo, Política | 12:16

Saída de Mercadante do Planalto também é exigência de Eduardo Cunha

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Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

A situação do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante não é fácil. Caso ele seja poupado pela reforma ministerial que a presidente poderá anunciar na próxima semana, continuará com poderes esvaziados, ou seja, cuidando apenas dos serviços burocráticos da Casa Civil.

No entanto, se a solução for esta, não será suficiente para contemplar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que, nos bastidores, exigiu a cabeça de Mercadante, com quem se recusa a dialogar.

Cunha também não agrada da permanência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e teria mandado este recado ao Planalto.

Leia também: Mercadante briga para ficar na Casa Civil, mesmo anulado na articulação

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Governo, Política | 12:00

Reforma ministerial só será anunciada após retorno dos Estados Unidos

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Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

A presidente Dilma Rousseff só deverá anunciar a reforma ministerial depois que voltar da viagem que fará aos Estados Unidos, a partir deste fim de semana.

Dilma decidiu adiar o anúncio, seguindo os conselhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de avaliar que não havia conversado o suficiente, nem com partidos aliados, como o PMDB, nem com representantes de movimentos sociais que podem ter as expectativas frustradas em relação a fusão de pastas consideradas simbólicas, como as de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Mulheres.

Até o embarque, que pode ocorrer na noite desta quinta-feira (24) ou até mesmo na sexta-feira, Dilma se dedicará aos diálogos.

Neste momento, a presidente se reúne no Palácio da Alvorada com o vice-presidente Michel Temer e ministros como Miguel Rossetto (Secretaria Geral), Kátia Abreu (Agricultura), Giles Azevedo (Gabinete), Eleonora Minecucci (Mulheres), além de Ricardo Berzoini (Comunicações), responsável pela articulação política do governo.

A presidente viaja para Nova Iorque, onde fará a abertura dos debates da 7ª Sessão da Assembléia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (28).

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quarta-feira, 23 de setembro de 2015 Brasil, Governo, Política | 16:10

Convite de Dilma a ministra das Mulheres é entendido como sinal de que pastas sociais não serão fundidas

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A ministra de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci. (Foto: Agência Brasil)

A ministra de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci. (Foto: Agência Brasil)

Diante das incertezas em relação à reforma administrativa que a presidente Dilma Rousseff deverá anunciar nas próximas horas, os defensores da manutenção das pastas destinadas a políticas afirmativas comemoraram o convite feito pela presidente à ministra das Mulheres, Eleonora Menicucci para acompanhá-la na viagem a Nova Iorque.

O convite soou como uma sinalização de que Dilma não mexerá nas pastas que têm o status simbólico de ministério: Direitos Humanos, Mulheres e Igualdade Racial.

Além de Eleonora, a presidente ainda levará em sua comitiva o ministro da Fazenda, Joaquim Levy; o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira; do Meio Ambiente Izabella Teixeira, e do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias.

A viagem a Nova Iorque ocorre por conta da abertura da  70ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (28), na qual a presidente discursará.

 

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terça-feira, 22 de setembro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:11

Picciani tem dificuldades em entregar a Dilma PMDB apaziguado

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Leonardo Picciani (foto: divulgação)

Leonardo Picciani (foto: divulgação)

Integrantes da bancada do PMDB na Câmara, rebeldes ao governo, tem reclamado que, no último mês, desde que o líder, deputado Leonardo Picciani (RJ), deu início a um diálogo mais próximo com a presidente, ele não tem realizado a tradicional reunião semanal da bancada das terças-feiras.

Na semana passada, Picciani chegou a chamar os deputados para o costumeiro encontro, mas, diante do atraso de uma hora e meia, muitos parlamentares decidiram não esperar, irritados.

Picciani marcou reunião para esta terça-feira, quando terá que apaziguar os ânimos da bancada, enfurecida com o veto da presidente Dilma Rousseff ao nome do deputado e ex-ministro Saraiva Felipe, para comandar o Ministério da Saúde.

Felipe esteve a frente da pasta no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, gestão marcada por seu envolvimento com a chamada Máfia das Sanguessugas. Ele teria nomeado como sua assessora uma ex-funcionária da empresa Planam, Maria da Penha Lino. A Planam era o centro da investigação do esquema que envolvia emendas parlamentares e fraudes em licitações.

A sugestão foi levada a Dilma pelo líder como sugestão para a reforma ministerial que deverá ser anunciada nesta quarta-feira.

Perante a bancada, o líder tem passado a ideia de fragilidade ao não conseguir emplacar o indicado. Já o governo teme que a articulação com Picciani acabe azedando ainda mais a relação com a Câmara e, principalmente com o PMDB. Isso porque, integrante do Planalto já enxergam que a Picciani exerce uma liderança “outorgada” pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ).

Agora, como interlocutor privilegiado do Planalto, teme que ele não tenha a ascendência necessária para entregar o que Dilma espera: uma bancada menos rebelde.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015 Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:02

Governo conta com Cunha para barrar impeachment, mas teme articulação da oposição

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. (Foto: Divulgação)

As devoluções, arquivamentos e postergações de decisão sobre os pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), são visto pelos auxiliares mais próximos da presidente como sinais de que ele não dará prosseguimento ao processo de impeachment, de forma monocrática, competência garantida ao presidente da Câmara, pela Constituição Federal.

No entanto, o governo teme que, diante de uma provável negação de Cunha, deputados de oposição, e até mesmo de partidos da base rebeldes ao governo, consigam aprovar recurso, dando início, em Plenário, à tramitação.

O assunto foi objeto de conversa da presidente Dilma com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quinta-feira, no Palácio da Alvorada. Os dois se encontraram com o objetivo de traçar estratégia para enfrentar a deterioração do cenário político das últimas semanas, inclusive a eminência de um processo de impeachment a ser deflagrado na Câmara.

Na semana passada, a oposição levantou uma questão de ordem tratando deste assunto, que deve ser respondida por Cunha na próxima segunda-feira (21). Ao receber o principal pedido até agora, assinado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, Cunha disse que primeiro responderia a questão de ordem, depois decidiria sobre ele sem, no entanto, falar de prazos. Enquanto isso, a ordem no governo é negociação intensa no Congresso, principalmente na Câmara.

Dilma escalou seus ministros mais habilidosos para a função, entre eles o de Comunicação, Ricardo Berzoine, que também finaliza o novo desenho da Esplanada a ser anunciado na próxima quarta-feira (23); da Defesa, Jaques Wagner; além do chefe do Gabinete Pessoal da presidente, Giles Azevedo, que tem conseguido resultados importantes na negociação com a ala do PMDB mais rebelde da Câmara.

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Política | 10:41

Ideli trabalha para solução de crise entre Colômbia e Venezuela

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Ideli Salvatti e o governador do Norte de Santander, Edgar Jesus Diaz  (Divulgação OEA)

Ideli Salvatti e o governador do Norte de Santander, Edgar Jesus Diaz (Divulgação OEA)

Depois de ter sido fiel escudeira dos governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nos momentos mais difíceis do escândalo do mensalão, e ter contribuído para tentar solucionar as constantes dificuldades do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff na relação com aliados,  a ex-ministra Ideli Salvatti tem trabalhado agora para solucionar outra crise que não a da política brasileira.

Como , assessora de Direitos de Acesso e Igualdade da Organização dos Estados Americanos (OEA), Ideli, tem atuado na fronteira entre Colômbia e Venezuela,para ajudar a solucionar a tensão formada com o fechamento da fronteira, determinado, há três semanas, pelo presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Nesta semana, a ex-ministra de Direitos Humanos do primeiro mandato de Dilma, participou da inauguração de uma escola para crianças colombianas, deslocadas da Venezuela.
A escola fica na região de Santander na Colômbia. Apesar da tensão entre os dois países, no início deste mês, o governo venezuelano permitiu o cruzamento das crianças, que ainda vivem na Venezuela e estudam Colômbia e estavam sem aula desde o início da tensão.
Cerca de 20.000 colombianos, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), foram afetados pelo fechamento da fronteira, justificado, de acordo com Maduro, por um ataque de “paramilitares colombianos” a militares venezuelanos, durante uma operação de combate ao contrabando.
De acordo com Ideli, a OEA tem trabalhado trabalha para que haja uma solução rápida em relação a crise entre Colômbia e Venezuela. Porém, a OEA exige que haja a garantia dos direitos das pessoas, principalmente, crianças e jovens. “Por isso, a importância dessa escola, nesse momento. É um aceno também de esperança”, disse.
A escola é uma iniciativa da OEA, por meio do programa educativo Virtual Educa, em conjunto com as autoridades colombianas.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015 Governo, Sem categoria | 20:47

Adams deixará AGU após julgamento no TCU e Beto Vasconcelos deve assumir o cargo

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Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

O chefe da Advocacia Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, deverá deixar o governo tão logo termine a defesa das contas da presidente Dilma Rousseff, no Tribunal de Contas da União (TCU), no processo que trata das chamadas “pedaladas fiscais”.

Adams já comunicou ao Planalto que está cansado e sua intenção de sair.

Caso as contas do governo em 2014 sejam reprovadas pelo órgão, o governo pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, o recurso já deverá ser apresentado pelo substituto de Adams na função.

O nome pensado pela presidente é o de Beto Vasconcelos, atual chefe da Secretaria Nacional de Justiça, do Ministério da Justiça.

Adams ocupa a AGU desde 2009 e chegou a esperar uma indicação da presidente para um vaga no Supremo, o que não ocorreu. Vasconcelos também chegou a ser cotado para ser indicado por Dilma para a vaga, atualmente ocupada pelo ministro Luís Roberto Barroso.

Além disso, a AGU deverá perder os status de ministério na reforma que a presidente deverá anunciar na próxima semana. O governo estuda fazer o mesmo com outros órgãos de assessoramento como a Controladoria Geral da União (CGU), hoje comandada pelo ministro Valdir Simão, e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), dirigido pelo general José Elito.

 

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Congresso, Justiça | 19:42

Para defazer suspeitas de censura, Cleber Verde garante espaço ao PSOL na TV Câmara

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Net_Deputado_Cleber_VerdeO secretário de comunicação da Câmara, deputado Cleber Verde (PRB-MA), tratou de desfazer o desconforto gerado pelas suspeitas de “veto” nos veículos da Câmara, a deputados do PSOL e outros parlamentares críticos à atuação do presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Para compensar a não transmissão pela TV Câmara, da sessão solene, que comemorou os 10 anos do PSOL, na última terça-feira, Verde garantiu aos deputados do PSOL que a sessão será exibida no sábado, na programação da TV.

Além disso, a produção também tratou de gravar com o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), o programa Palavra Aberta. A gravação ocorreu nesta quinta-feira (17) e o programa, que falará da história do partido, será exibido na próxima segunda-feira (21).

O líder não perdeu tempo durante a gravação de 11 minutos e acabou fazendo um trocadilho. Avisou que a sessão solene seria “prisada”, em vez de reprisada, já que não foi exibida ao vivo, como é de costume nas atividades do Plenário.

 

 

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Congresso | 17:57

Molon chama Cunha de “majestade” que quer “calar” divergências na Câmara

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Um dos “vetados” na programação da TV Câmara, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) criticou a condução das votações por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Cunha havia colocado em votação um requerimento de urgência para a proposta que confere ao presidente da sessão, o poder de dar, ou não, a palavra aos vice-líderes. Ao perceber que o requerimento não seria aprovado, pediu ao líder dos Democratas, Mendonça Filho, que retirasse a proposta, manobra não prevista no regimento interno.

Molon, que é vice-líder do PT, reclamou. “Vossa excelência quer calar este plenário, tirar a palavra dos vice-líderes, para que, só possa falar os vice-líderes que vossa excelência, ou talvez, vossa majestade, desejar permitir que use a palavra”.

Além de Molon, mais dois “vetados” nas programações dos veículos de comunicação da Câmara são vice-líderes, entre eles o deputado Silvio Costa (PTB-PE), que é vice-líder do governo, e Glauber Braga (PSB-RJ) que é vice líder de seu partido. Além deles, os deputados do PSOL também reclamam de censura por parte do presidente da Câmara

Com dedo em riste, Molon criticou a postura de Cunha que, segundo ele, “retira de pauta” quando sente que vai perder, ou “refaz a votação”, quando perde. “Isto é impor a vontade de vossa excelência. Respeite este Parlamento. Respeite a Democracia. Abaixo a sua ditadura deputado Eduardo Cunha”, disse o deputado.

Leia também: Deputados críticos a Eduardo Cunha são vetados na TV Câmara

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015 Partidos, Política | 17:07

Aécio chama economistas tucanos para encontrar soluções para crise

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AecioNeves_AlanSampaio_IGBRASILIAPelo menos quatro economistas que baseiam o pensamento tucano confirmaram presença no seminário promovido pelo PSDB com o objetivo de “encontrar soluções para a crise, sem aumento de impostos”, de acordo com os próprios integrantes do partido.

Os ex-presidentes do Banco Central, no governo de Fernando Henrique Cardoso, Armínio Fraga e Gustavo Franco, além de Mansueto Almeida e Samuel Pessoa estarão no encontro marcado para a parte da manhã, no Senado, organizado sob pretexto de comemorar os 20 anos do Instituto Teotônio Vilela, órgão de formulação do partido.

Detalhe: os quatro rezam a mesma cartilha do ministro Joaquim Levy. Mansueto Almeida chegou a elogiar a postura do atual ministro dizendo em seu blog que sem Levy, o país já teria perdido o grau de investimento há muito tempo.

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