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Posts com a Tag ABGLT

terça-feira, 30 de dezembro de 2014 Governo | 09:00

Grupos preparam ato pela reforma política na posse de Dilma

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Após organizarem o plebiscito popular pela reforma política, entidades e movimentos sociais convocaram militantes de todo os estados para protestarem na posse presidencial, em defesa de uma assembleia constituinte sobre o tema.

Em setembro, o grupo reuniu mais de 7,5 milhões de assinaturas favoráveis ao plebiscito, que foram entregues à presidente Dilma Rousseff antes mesmo do segundo turno. Ao todo, mais de 500 entidades participaram da realização do plebiscito, entre elas  CUT, MST, MTST, ABGLT, Marcha Mundial de Mulheres, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB.

Saiba mais: Ativistas rejeitam referendo pela reforma política e pedem plebiscito

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 Governo | 19:30

Movimentos de juventude pedem mais ‘peso político e autonomia’ no governo

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Presidente Dilma reunida com movimentos da juventude, após as manifestações de 2013. (Foto: Roberto Stuckert - PR)

Presidente Dilma reunida com movimentos da juventude, após as manifestações de 2013. (Foto: Roberto Stuckert – PR)

Uma carta assinada por mais de 17 organizações representantes da juventude pede à presidente Dilma Rousseff que eleve o status da Secretaria Nacional de Juventude ao de Secretaria Especial, “possibilitando maior peso político e autonomia orçamentária” para processar as demandas da área.

“Nesse processo de transição, questionamos qual o lugar das políticas para a Juventude na agenda do próximo mandato?”, diz o documento elaborado por movimentos como MST, CUT, Contag, ABGLT, Fora do Eixo, Pastoral da Juventude Rural, Levante Popular da Juventude e Fórum Nacional de Juventude Negra.

O documento também resgata mobilizações como as “jornadas de junho” e os “rolezinhos”, para exemplificar “uma ebulição crescente” entre os jovens e defende a necessidade de “um aporte orçamentário correspondente à dimensão e à importância desse segmento na sociedade brasileira”, para que as promessas de priorização do tema sejam cumpridas.

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quinta-feira, 15 de maio de 2014 Congresso | 13:30

Evangélico fica em saia-justa ao premiar gays e feministas

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Deputado Zequinha Araújo (PSC-PA), presidente da Comissão de Legislação Participativa. (Foto: Divulgação)

Deputado Zequinha Araújo (PSC-PA), presidente da Comissão de Legislação Participativa. (Foto: Divulgação)

O presidente da Comissão de Legislação Participativa, Zequinha Araújo (PSC-PA), não estava com uma cara muito feliz durante a premiação das organizações que mais contribuem com projetos e emendas de iniciativa popular, na última quarta-feira.

É que entre as entidades mais premiadas estavam justamente o Centro Feminista de Estudos e Assessoria e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – que defendem, entre outras causas, bandeiras como a união homoafetiva e a legalização do aborto.

O cerimonial deu um jeito de as premiações serem entregues pelas deputadas Luiza Erundina (PSB-SP) e Érika Kokay (PT-DF). Mas, mesmo durante os discursos de premiação, o evangélico Zequinha não tirou o olho do celular, economizou nas palmas  e se contentou com um seco aperto de mãos.

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domingo, 10 de março de 2013 Partidos, Política, Social | 09:00

ABGLT promete ir à ONU contra indicação de pastor Feliciano

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O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis, Transsexuais e Transgêneros (ABGLT), Carlos Magno Fonseca, afirmou que recorrerá à Organização das Nações Unidas (ONU) contra a escolha do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

A ONG tem status consultivo na ONU. A eleição do deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para presidente da comissão na quinta-feira (7) gerou protestos.

As declarações de Feliciano são tidas como homofóbicas e preconceituosas. O deputado é alvo de uma ação penal (acusado de estelionato) e um inquérito (por preconceito e discriminação por uma fala supostamente homofóbica em uma rede social) no Supremo Tribunal Federal (STF). Ao iG, o novo presidente da comissão disse que “não tem nada contra a comunidade LGBT”, mas sim “contra seus ativistas”.

Ao Poder Online, o presidente da associação afirma que a escolha de Feliciano para o comando da comissão é um retrocesso na política. Ele afirma ainda que o governo de Dilma Rousseff está aquém de Luiz Inácio Lula da Silva nas questões LGBT.

Qual a posição da ABGLT sobre a eleição de Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos?
Nós vamos denunciar à ONU. É uma problema sério para o País quando um parlamentar desses assume uma comissão tão importante. É preciso utilizar essa pressão internacional. Nós tínhamos conversado com deputados antes, para saber como ia ser a indicação. Foi uma surpresa para todos nós a escolha por um partido que não tem tradição nenhuma nessa discussão. Nós lançamos uma nota de repúdio no dia que ele foi indicado para presidente e participamos da manifestação contra a eleição dele na quarta-feira (6). Esse pastor é conhecido pela sua postura preconceituosa e isso é perigoso não só para nós da comunidade LGBT como para a própria democracia brasileira. É um retrocesso muito grande para o País.

Vocês esperavam quem na presidência?
A gente esperava que, se não fosse alguém do PT, que ao menos fosse algum partido como PDT, PSB ou PCdoB, que já estiveram na comissão e têm histórico no campo de direitos humanos e movimentos sociais. Infelizmente, o PT abriu mão dessa comissão para priorizar outras e um acordo com o PMDB e PSDB fez com que eles cedessem suas vagas ao PSC. Esses partidos não têm dado prioridade a essa questão;

Como a associação vê a aproximação entre evangélicos e governo?
É muito ruim, a bancada evangélica é aliada com todos os setores conservadores. Esses parlamentares estão a serviço de suas convicções religiosas e morais e não a serviço da política, do debate público. Interfere na laicidade, estado político é diferente do estado religioso. Há uma confusão, é ruim para o parlamento e para a sociedade.

O que fazer para mudar essa situação?
A população em geral precisa ficar muito atenta, o deputado está lá porque foi votado. É preciso perceber a que serviço esses parlamentares estão, qual propostas, como é vida desse parlamentar no Congresso. O que nós temos visto é que esses parlamentares evangélicos, em sua maioria, são péssimos parlamentares, apresentam projetos sem consistência, sem interesse público. É preciso que população faça avaliação, no ano que vem é ano de eleição. Essa polêmica colocou claramente o que é que a gente tem que ter em consciência na hora de colocar parlamentares no poder. Não se trata de votar no partido a ou b, mas em que projeto esse parlamentar vai defender. Essa é a reflexão que a sociedade precisa fazer.

Qual a avaliação do governo Dilma para a comunidade LGBT?
Se compararmos entre os governos Dilma e Lula, a Dilma está muito aquém do que foi o governo Lula. Não podemos deixar de reconhecer os avanços econômicos e de desenvolvimento mento que estão em curso com a presidente, mas para a nossa comunidade está muito aquém. Vivemos uma época de violência, de discurso de ódio e não existe uma política concreta para combater a homofobia e efetivar a cidadania da nossa comunidade. É preciso um gesto da presidente para resolver esse problema, o estado tem que dar conta. A homofobia precisa ser crime, o discurso de ódio tem que ser responsabilizado. Discurso de ódio não é liberdade de expressão, é preciso de instrumento jurídico para coibir isso, além de instrumentos das áreas de saúde, direitos humanos, cultural e todos os outros, para combater a homofobia, da mesma forma que se tem para o combate à miséria. Até agora não vimos isso.

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012 Brasil | 20:39

Dirceu conquista movimento gay

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O ex-ministro José Dirceu conquistou lideranças de movimentos gays ao sair em defesa do Estado laico e dos direitos das pessoas LGBT no Brasil. Na semana passada, o chefe da Casa Civil do governo Lula afirmou em seu blog que, independentemente das posições do governo, o PT deve defender o fim do preconceito e da violência contra os homossexuais, o direito da mulher decidir sobre seu corpo e que o aborto deve ser tratado como questão de saúde pública.

Hoje, a ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) divulgou nota agradecendo Dirceu por sua “firmeza” contra a discriminação e preconceito com os homossexuais.

Ontem, a ABGLT pediu providências ao Ministério Público Federal sobre a decisão do governo de vetar vídeos da campanha do carnaval contra a Aids, produzida pelo Ministério da Saúde com o foco na comunidade LGBT. A entidade pede também explicações da presidenta Dilma Rousseff sobre o kit anti-homofobia, elaborado pelo Ministério da Educação.

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010 Eleições | 16:02

Em carta, gays e lésbicas cobram mais respeito de Dilma e Serra

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A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) divulgou agora há pouco carta aos candidatos a presidente cobrando “mais respeito” no debate do tema de seus direitos.

“Não é aceitável que o preconceito, o machismo e a homofobia sejam estimulados por discursos de alguns grupos fundamentalistas e ganhem espaço privilegiado em plena campanha presidencial.”

Em determinado trecho, a ABGLT diz que tanto Dilma Rousseff quanto José Serra sempre apoiaram suas causas e elogia os dois. Leia:

Candidata Dilma: a senhora ajudou a coordenar o governo que mais fez pela população LGBT, que criou o programa Brasil sem Homofobia, e o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, com diversas ações. A senhora assinou, junto com o presidente Lula, o decreto de Convocação da I Conferência LGBT do mundo. A senhora já disse, inúmeras vezes, que o aborto é uma questão de saúde pública e não uma questão de polícia.

Candidato Serra: o senhor, como ministro da saúde, implantou uma política progressista de combate à epidemia do HIV/Aids e normatizou o aborto legal no SUS. Aquele governo federal que o senhor integrou também elaborou os Programas Nacionais de Direitos Humanos I e II, que já contemplavam questões dos direitos humanos das pessoas LGBT. Como prefeito e governador, o senhor criou as Coordenadorias da Diversidade Sexual, esteve na Parada LGBT de São Paulo e apoiou diversas iniciativas em favor da população LGBT.”

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