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Posts com a Tag Acir Gurgacz

quinta-feira, 13 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 19:27

Senadores “independentes” se apresentam a Dilma como alternativa no Senado

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Senador Cristovam Buarque (PDT-DF), vai ao Planalto com grupo de senadores "independentes"

Senador Cristovam Buarque (PDT-DF), vai ao Planalto com grupo de senadores “independentes”

O grupo de senadores que se autodenomina “independente” está reunido neste momento com a presidente Dilma Rousseff para se apresentar como “alternativa” de diálogo diante das dificuldades que o governo vem enfrentando no Congresso.

Fazem parte do encontro os senadores Acir Gurgaz, líder do PDT no Senado, Cristóvam Buarque (PDT-DF), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), João Cabiberibe (PSB-AP), Lasier Martins (PDT-RS), Lídice da Mata (PSB-BA) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

O encontro havia sido pedido ao vice-presidente Michel Temer, responsável pela articulação política, em carta enviada no início da semana.

Temer não respondeu e na quarta-feira (12) a assessoria da presidente retornou marcando o encontro que é considerado estratégico para reforçar o contraponto que o governo vem construindo no Senado, à oposição declarada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Ao Planalto, o diálogo ainda servirá para minimizar os efeitos das dissidências da base anunciadas pelo PDT e pelo PTB da Câmara, sob a influência de Cunha.

Tal como fez o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que sugeriu a chamada “Agenda Brasil”, os independentes chegaram ao Planalto com outra agenda que deverá servir de ponto de partida para a aproximação.

Entre as propostas estão as que tratam da reforma política e ainda as que envolvem o compromisso de que o ajuste fiscal não atingirá conquistas sociais e investimentos em infraestrutura.

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Governo | 18:51

Lideranças do PDT se reúnem com ministra Ideli Salvatti

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Os líderes do PDT na Câmara, André Figueiredo (PDT-CE), e no Senado, Acir Gurgacz (PDT-RO), se encontram com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati.

A reunião está acontecendo agora, no Palácio do Planalto, em meio as discussões sobre sucessão no Ministério do Trabalho, pasta controlada pelos pedetistas.

Embora o mais cotado seja o deputado Brizola Neto (PDT-RJ), seu nome sofre resistências do presidente do partido, Carlos Lupi, que comandava a pasta, e de boa parte da bnacda na Câmara.

Também estão na disputa pelo cargo o secretário geral do partido, deputado Manoel Dias (PDT-SC), e o deputado Vieira da Cunha (PDT-RS).

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domingo, 5 de fevereiro de 2012 Governo | 06:01

Carlos Lupi revela a Brizola Neto os cinco nomes do PDT para comandar o Ministério do Trabalho

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Brizola Neto (Foto: Antônio Cruz/ABr)

Divulgado o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro — que irá representar o PP na Esplanada dos Ministérios –, Dilma Rousseff deve começar a fechar esta semana os seus escolhidos no PDT e no PR.

A princípio, o PDT deve continuar com o comando do Ministério do Trabalho, pasta antes ocupada pelo presidente licenciado do partido, Carlos Lupi.

Sob o fogo cruzado de denúncias, Lupi deixou o governo e reassumiu o comando do partido — também em meio a uma crise, especialmente com a ala fluminense da legenda, tendo à frente o deputado federal Brizola Neto.

Os dois conversaram na quinta-feira. Segundo Brizola Neto relata em entrevista ao Poder Online, parece que começaram a se entender.

Tanto que Lupi revelou ao correligionário-adversário a lista de nomes para ministro que chegou a discutir com a presidenta Dilma Rousseff.

São eles: o próprio Brizola Neto; o recém-eleito líder na Câmara, André Figueiredo (CE); o deputado federal Vieira da Cunha (RS); o secretário-geral do PDT, Manoel Dias; e o líder no Senado, Acir Gurgacz (RO).

Mas Brizola Neto admite que nenhum desses nomes unirá o PDT por si só. Segundo ele, antes o partido precisa de um pacto de unidade interna.

Poder Online –  O senhor protagonizou um racha no PDT contra o ex-ministro Carlos Lupi. Mas ele voltou a presidir o partido. Qual sua expectativa agora?
Brizola Neto –
Nós protestamos foi com relação aos mecanismos de organização e de decisões dentro do partido. Nada pessoal. Tanto que nos solidarizamos a ele em relação às denúncias contra sua gestão no Ministério.  Acreditamos terem partido de setores atrasados da sociedade. Agora, do ponto de vista do futuro imediato, havia duas questões a serem resolvidas: a escolha do líder na Câmara e a definição do novo ministro do PDT. O líder já foi escolhido. É o André Figueiredo. Então só falta a questão do Ministério.

Poder Online –  Pois é. Parece que o Lupi saiu ganhando na votação do líder.
Brizola Neto –
A princípio, sim. Mas também houve uma conjunção de interesses. O André é ligado a ele, mas recebeu os votos, por exemplo, dos deputados Reguffe (DF) e Miro Teixeira (RJ) que não são alinhados com o Lupi, são independentes.

Poder Online –  Mas ele também ganhou força na medida em que reassumiu a presidência do PDT.
Brizola Neto –
O Lupi tinha se licenciado por um ato pessoal. Então, do ponto de vista formal, reconheço que sua volta também dependia apenas de um ato pessoal. E foi o que houve. O que eu argumentei é que, para ter mais legitimidade, ele deveria ter discutido esse seu retorno, dentro do partido, de uma forma mais aprofundada e democrática.

Poder Online –  E agora? O Lupi tem legitimidade como presidente do PDT?
Brizola Neto –
Tudo depende de como será a gestão daqui para a frente. Se vai haver uma democratização da organização e das decisões partidárias.

Poder Online –  E vai haver?
Brizola Neto –
Olha, eu diria que o Lupi parece disposto a mudar a forma de se relacionar. Eu e ele tivemos uma reunião na quinta-feira em que começamos a discutir isso.

Poder Online –  Então vocês estão se entendendo?
Brizola Neto –
Eu não sou obstáculo ao entendimento. A conversa foi boa.

Poder Online –  Falaram de ministérios? Nomes?
Brizola Neto –
Ele relatou que, no domingo que antecedeu a sua saída do Ministério, teve uma conversa informal com a presidenta Dilma Rousseff. E que, ali, ela perguntou sobre nomes do partido. E o próprio Lupi citou cinco, acrescentando que não há vetos a qualquer um desses.

Poder Online –  E quais foram os nomes citados?
Brizola Neto –
O André Figueiredo, o Vieira da Cunha, o Manoel Dias, o Acir Gurgacz e eu.

Poder Online –  E, entre vocês cinco, qual o nome que une o partido?
Brizola Neto –
Sinceramente, neste momento não dá para dizer. É evidente que o partido viveu uma crise. Não só pelas denúncias contra o Lupi quando ministro, como por toda essa discussão acerca da falta de democracia interna. Então, mais importante do que o nome, o PDT precisa construir um pacto de unidade interna. Sem esse pacto, nenhum dos nomes unirá o partido.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011 Governo | 08:09

Dilma fará agenda em Rondônia

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A presidenta Dilma Rousseff acompanhará o ministro da Pesca, Luiz Sérgio, na entrega de máquinas para piscicultores em Cacoal, em Rondônia, onde vai inaugurar o hospital regional da cidade, no dia 8 de outubro.

Quem anunciou a agenda foi o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), em discurso ontem na tribuna do Senado, após participar de audiência com ministro Luiz Sérgio.

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terça-feira, 16 de agosto de 2011 Estados | 08:02

Comissão de Agricultura debate Código Florestal no Paraná

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A Comissão de Agricultura do Senado fará nesta sexta-feira (19), às 14h, um ciclo de debates sobre o projeto do novo Código Florestal na Assembleia Legislativa do Paraná.

Organizado pelo senador Sérgio de Souza (PMDB) — que assumiu cadeira deixada pela ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) –, o evento contará com a participação do presidente da comissão, Acir Gurgacz (PDT-RO), do relator do projeto no Senado, Luiz Henrique (PMDB-SC), além de representantes dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.

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quarta-feira, 6 de julho de 2011 Congresso | 13:02

Código Florestal: Ideli ganha tempo para costurar acordo

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A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, se reuniu hoje com os presidentes das comissões de Meio Ambiente, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), da Agricultura, Acir Gurgacz (PDT-RO), e com o senador José Pimentel (PT-CE) representando a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

Na ocasião, Ideli decidiu fechar a votação do novo Código Florestal no Senado para o final do ano.

A ideia é aproveitar a série de audiências sobre o tema na Casa para ganhar tempo nas negociações em torno de um texto único de ruralistas e ambientalistas.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011 Congresso | 13:55

Ideli faz primeira reunião com senadores para negociar Código Florestal

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A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, se reunirá na tarde desta quarta-feira com os presidentes das comissões de Meio Ambiente, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), de Agricultura, Acir Gurgacz (PDT-RO), e de Constituição e Justiça do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para tratar do projeto do novo Código Florestal.

Trata-se da primeira audiência da ministra com o grupo de senadores para costurar acordo sobre o texto e a tramitação do projeto na Casa.

Também participará da reunião o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), além dos relatores do projeto Jorge Viana (PT-AC) e Luiz Henrique (PMDB-ES).

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domingo, 20 de fevereiro de 2011 Partidos | 06:03

PDT no Senado vota com governo, mas não aceita ameças contra Lupi

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Acir Gurgacz (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

Se depender da bancada do PDT no Senado, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, permanecerá no cargo.

Primeiro, porque o líder pedetista na Casa, Acir Gurgacz (RO), afirma que todos os quatro senadores do partido votarão a favor da proposta do governo para o salário mínimo: R$ 545.

Depois, porque, se Lupi for demitido, aí sim o líder diz que pode haver uma rebelião.

Veja as explicações de  Acir Gurgacz ao Poder Online na entrevista que segue:

Poder Online: Como votará a bancada do PDT?

Acir Gurgacz: Nós já nos reunimos e concluímos que deveremos, todos, votar pela regra atual de reajuste do salário mínimo, ou seja, R$ 545 agora e cerca de R$ 612 no ano que vem.

Poder Online: Por quê?

Acir Gurgacz: Por acreditarmos que isto permitirá ao governo manter ajustadas as suas contas e, com isso, ter mais condições de prestar um melhor serviço à população. A verdade é que uma maior eficência da máquina pública, assim como a manutenção da capacidade de investimento do governo, sobretudo na área social, darão ao trabalhador brasileiro um ganho maior do que eventuais R$ 15 que se dêem a mais agora sobre o salário mínimo.

Poder Online: E quanto às ameaças de demissão que pesam sobre o ministro do partido, Carlos Lupi?

Acir Gurgacz: Não é essa a informação de que dispomos. Para nós do PDT no Senado, o ministro está seguro no cargo. É o que sabemos.

Poder Online: Mas uma parte da bancada de deputados do PDT votou contra o mínimo.

Acir Gurgacz: Votou. Ora, esse é o jogo da democracia. Nós apoiamos o governo porque concordamos com ele nas grandes linhas. Mas não temos compromisso de votar 100% com o Palácio do Planalto. A maioria tem votado a favor e, eventualmente, alguns parlamentares discordam desta ou daquela decisão. Isso se chama democracia.

Poder Online:  É…  Mas e se houver uma retaliação do Palácio do Planalto contra o ministro Lupi? Vocês vão reagir?

Acir Gurgacz: Claro que vamos. E não se trata de uma ameaça nossa, até porque estamos votando com o governo em peso aqui no Senado. Mas se houver retaliações contra o nosso ministro é porque estaremos vivendo numa ditadura, em que não se aceita que meia dúzia de deputados votem contra o governo. Aí é evidente que o partido reagiria.

Poder Online: De que forma?

Acir Gurgacz: Não vamos especular.

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011 Congresso | 14:53

Acir Gurgacz é novo líder do PDT no Senado

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Senador por Rondônia, Acir Gurgacz é o novo líder do PDT no Senado, substituindo Osmar Dias.

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010 Congresso | 17:04

Acir Gurgacz pede audiência com Dilma

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Escolhido como próximo líder do PDT no Senado, o atual vice-líder Acir Gurgacz (RO) passou por cima do interlocutor do partido, Carlos Lupi, e pediu hoje à equipe de transição uma audiência com a presidenta eleita Dilma Rousseff.

O objetivo é tratar dos espaços do partido no governo de Dilma.

Acontece que alguns integrantes do partido não estão nada satisfeitos com a atuação de Lupi. Indicado pelo PDT para continuar no Ministério do Trabalho, Lupi tirou férias na semana passada, considerada decisiva na composição do novo governo.

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