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Posts com a Tag Aécio Neves

quarta-feira, 16 de setembro de 2015 Partidos, Política | 17:07

Aécio chama economistas tucanos para encontrar soluções para crise

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AecioNeves_AlanSampaio_IGBRASILIAPelo menos quatro economistas que baseiam o pensamento tucano confirmaram presença no seminário promovido pelo PSDB com o objetivo de “encontrar soluções para a crise, sem aumento de impostos”, de acordo com os próprios integrantes do partido.

Os ex-presidentes do Banco Central, no governo de Fernando Henrique Cardoso, Armínio Fraga e Gustavo Franco, além de Mansueto Almeida e Samuel Pessoa estarão no encontro marcado para a parte da manhã, no Senado, organizado sob pretexto de comemorar os 20 anos do Instituto Teotônio Vilela, órgão de formulação do partido.

Detalhe: os quatro rezam a mesma cartilha do ministro Joaquim Levy. Mansueto Almeida chegou a elogiar a postura do atual ministro dizendo em seu blog que sem Levy, o país já teria perdido o grau de investimento há muito tempo.

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terça-feira, 1 de setembro de 2015 Brasil, Justiça, Partidos, Política | 19:16

Aécio quer expulsão de advogado que ameaçou Dilma

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Aécio Neves (foto: Agência Senado)

Aécio Neves (foto: Agência Senado)

O senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, considerou que as ameaças feitas pelo advogado Matheus Sathler Garcia à presidente Dilma Rousseff são “manifestações violentas” e que não condizem com o pensamento dos tucanos.

O senador informou que vai solicitar ao Conselho de Ética do PSDB a abertura de processo disciplinar contra o advogado, que foi candidato a deputado federal pelo PSDB, em 2014. O objetivo do processo, de acordo com o senador, é de expulsá-lo do PSDB.

“As recentes manifestações de Sathler contra a presidente Dilma Rousseff não condizem com o que prega o programa do PSDB nem estão em sintonia com o que espera de um filiado do partido”, enfatizou Aécio.

O advogado será investigado pela Polícia Federal por ter divulgado um vídeo no qual ameaçava cortar a cabeça da presidente Dilma Rousseff no próximo dia 7 de setembro.

O vídeo com ameaças à Dilma foi postado no Youtube, no último 25 de agosto. O advogado começa sua fala afirmando que daria um recado à “presidanta” Dilma Rousseff”.

“No dia 7 de Setembro a gente não vai pacificamente para as ruas. Vamos, juntamente com a as forças armadas populares do Brasil, te tirar do poder. Com a foice e o martelo nós vamos arrancar a sua cabeça. Aqui não é ameaça, nem aviso. Porque quando o povo agir já vai ter mais volta. Renuncie, fuja do Brasil ou se suicide”, diz o advogado.

 

Rejeitado nas urnas, tucano promete arrancar cabeça de Dilma à “foice e martelo”

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quarta-feira, 27 de maio de 2015 Congresso | 05:50

Aécio aposta em votação mais apertada de MP que muda pensão por morte

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O senador Aécio Neves (PSDB-MG) diz apostar que o governo deverá ter ainda mais dificuldade para aprovar a MP 664/14, do que teve na aprovação de MP 665/14.

Na noite desta terça-feira, o governo conseguiu uma importante vitória ao aprovar a MP 665/14, que muda regras do Seguro Desemprego e do Abono Salarial. A vitória no Senado foi apertada, 39 a 32.

Para o presidente nacional do PSDB, o placar mostra “a fragilidade do governo”. Segundo ele, a tarefa desta quarta-feira, quando o governo tentará aprovar mudanças na concessão de pensão por morte por meio da MP 664/14, será ainda mais dura.

“A fragilidade do governo é visível aqui se percebe a cada instante. Até poucos minutos antes da votação havia chance de derrota”, afirmou ele

Assista:

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terça-feira, 26 de maio de 2015 Política | 12:59

Raupp encerra giro com dirigentes em busca de apoio contra o “distritão”

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O senador Valdir Raupp (PMDB-RO).

O senador Valdir Raupp (PMDB-RO)

O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) deve encerrar hoje sua rodada de conversas com dirigentes partidários em busca de apoio para combater a aprovação do distritão, previsto na votação da reforma política.

O distritão, defendido por correligionários de peso de Raupp, como o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (RJ), e o vice-presidente da República, Michel Temer, transforma a eleição de deputados em disputa igual a que ocorre hoje por cadeiras no Senado. Acaba a proporcionalidade, institui uma disputa de todos contra todos e são eleitos os mais votados.

Ontem, Raupp esteve com o o presidente do PT, Rui Falcão, e hoje encontra-se com o Ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD).

Ele já esteve com o presidente Nacional do DEM, José Agripino, e com o presidente do PSDB, Aécio Neves.

A votação da reforma política começa hoje na Câmara.

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quinta-feira, 14 de maio de 2015 Partidos | 06:00

Para se manter no comando do PSDB, Aécio busca direção mais ‘plural’

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Empenhado em permanecer no comando nacional do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves vem dando a aliados indicativos de que está disposto a patrocinar a formação de uma executiva nacional mais “plural”, que contemple não só as tradicionais alas serrista e alckmista, mas também governadores e outras tendências internas do partido.

Leia mais: Desgaste do PT põe Alckmin, Aécio e Serra no páreo para 2018

Aliados dizem que ele está "desconectado" dos protestos (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Aécio Neves (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Aécio já iniciou internamente as negociações para a renovação da direção, prevista para o meio deste ano.  Com o cenário para 2018 ainda indefinido, o comando tucano é uma vitrine para o senador mineiro tentar se recuperar da derrota para a presidente Dilma Rousseff e, principalmente, do fato de ter perdido em seu próprio estado, Minas Gerais.

A permanência dele no cargo é tida como praticamente certa entre colegas de partido, mas as conversas nesse sentido têm sido acompanhadas da cobrança por uma alteração significativa da composição da atual executiva nacional.

Atualmente, a cúpula tucana é integrada por diversos aliados do senador José Serra. As indicações foram a forma encontrada por Aécio para aliviar o clima de disputa interna com a ala serrista, no auge dos preparativos para a campanha de 2014. Assim, entraram na executiva nomes como Mendes Thame (PSDB-SP), Alberto Goldman (PSDB-SP), Jutahy Junior (PSDB-BA) e Alvaro Dias (PSDB-PR).

Alguns tucanos esperam que seja aberto um espaço maior para a ala ligada a Geraldo Alckmin, agora que o governador paulista está em posição estratégica na lista de potenciais candidatos ao Planalto. Há ainda a possibilidade de serem contemplados outros governadores do PSDB na formação da cúpula da legenda.

 

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quinta-feira, 7 de maio de 2015 Partidos | 12:38

Tucanos tentam jogar no colo do PPS recuo sobre impeachment

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Depois do vai-vém do PSDB em relação à ideia de investir num pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, alguns tucanos passaram a jogar o recuo no colo do PPS. Investem na versão de que, por conta dos planos de uma fusão com o PSB, líderes do partido liderado por Roberto Freire (PPS-SP) teriam “amarelado” em abraçar o pedido de imediato.

No PSDB, aliás, muita gente ficou irritada com o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) por conta desse assunto. Um deputado verbaliza o sentimento: “Foi uma tragédia a forma como ele liderou a coisa. Pega mal demais simplesmente não saber para onde vamos”.

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Partidos | 09:00

Desgaste do PT põe Alckmin, Aécio e Serra no páreo para 2018

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Com o desgaste sofrido pela presidente Dilma Rousseff e o PT, agora acentuado pela prisão do tesoureiro João Vaccari Neto, o PSDB vê a chance de reciclar um de seus três últimos candidatos ao Planalto. Em tese, o que se diz no partido é que não há mais jogo de cartas marcadas. Hoje, Geraldo Alckmin, Aécio Neves e José Serra estão todos no páreo para a corrida presidencial, cada um com um estilo e estratégia próprios.

Leia também: PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

Aécio, segundo interlocutores, trabalha para se transformar numa espécie de voz dos movimentos de rua contrários ao governo do PT. Aceitou encampar o discurso do impeachment da presidente Dilma Rousseff, fala abertamente sobre o apoio às manifestações e aproveita o cargo de presidente do partido para se manter em evidência. Tem como principal ponto negativo o fato de ter perdido em casa na última eleição presidencial. Aécio foi derrotado em Minas Gerais, tanto como candidato à Presidência quanto como patrocinador da candidatura de Pimenta da Veiga na corrida estadual.

Como São Paulo assegurou um bom desempenho para o senador mineiro no placar geral, o coro no PSDB de São Paulo é pela escolha de um nome paulista para a vaga. Alckmin, por enquanto, tem optado por uma abordagem “não política”, dizem os colegas de partido. Mantém-se mais concentrado em amenizar problemas da administração estadual que possam virar uma fatura a ser paga lá na frente, como a crise hídrica. E tem optado por evitar ataques diretos à presidente Dilma e ao PT.

Serra, por sua vez, seria a alternativa mais “política” das três, diz um aliado. Há quem aposte que ele teria mais chances, por exemplo, de atrair o PMDB para uma aliança eleitoral, tanto pelo fato de ter origem na legenda, quanto pela boa relação que mantém com alguns caciques da sigla. O senador paulista investe pesado no discurso econômico e, por isso, poderia levar a melhor no contraponto direto ao governo Dilma, avalia o interlocutor.

Parte da disputa que começa a tomar forma entre os três tucanos passa pela eleição municipal do ano que vem. Principalmente no que se refere a Alckmin e Serra.

No PSDB paulista, a tese é que uma eventual candidatura de Aloysio Nunes Ferreira fortalece o nome do senador, de quem é aliado fiel. O efeito seria ainda mais forte no caso de uma vitória do tucano sobre o petista Fernando Haddad. Já Alckmin se beneficiaria de um bom desempenho de Marta Suplicy na corrida. Isso porque a petista prestes a ingressar no PSB será lançada com aval do governador paulista, que poderia, assim, amarrar um apoio do PSB para uma eventual candidatura presidencial.

No PSDB, alckmistas, serristas e aecistas concordam que qualquer diagnóstico, neste momento, é impreciso em função da distância da corrida presidencial. Ainda assim, é consenso também que a tendência é um acirramento progressivo da disputa já nos próximos meses. Que tende a aumentar principalmente se a crise de Dilma e do PT se agravar.

Saiba mais: Por 2016, PSDB trabalha para unir Serra e Alckmin

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domingo, 5 de abril de 2015 Política | 07:00

Alckmin vai passar bem longe das manifestações anti-Dilma

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Embora o PSDB discuta nos bastidores a possibilidade de ampliar seu envolvimento nos protestos anti-Dilma, o governador Geraldo Alckmin já avisou que vai continuar evitando o envolvimento direto nas manifestações.

Geraldo Alckmin (foto: divulgação)

Geraldo Alckmin (foto: divulgação)

Parte do partido defende que, diferentemente do que ocorreu em 15 de março, os tucanos participem ativamente e tomem a linha de frente nos atos convocados para o próximo dia 15.  Há, por exemplo, propostas para que o senador tucano Aécio Neves, presidente nacional do PSDB e candidato derrotado à Presidência, vá para  a rua.

Hoje, Alckmin e Aécio são os dois nomes que aparecem no topo da lista de possíveis candidatos do PSDB à Presidência em 2018. De um lado, avaliam interlocutores dos dois tucanos, a participação nos protestos poderia render uma vitrine e tornar mais direta a associação do partido e de seus principais líderes ao “sentimento anti-PT”.

Do outro, há quem defenda que a jogada é arriscada demais. Primeiro, o risco de aproximação com grupos que defendem o impeachment poderia render aos tucanos a fama de “golpistas”.

Por via das dúvidas, Alckmin achou melhor ficar de fora. O que pode acontecer é alguns de seus secretários comparecem aos protestos, com o discurso de que apoiam democraticamente as manifestações.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 Congresso | 07:00

PT planeja paz com PSB para formar frente de esquerda

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Enquanto cada vez mais setores do PSB defendem a tese de que o lugar do partido não será na esfera do PSDB, o PT pretende fazer um esforço especial para reatar seus melhores tempos com os socialistas.

PT e PSB se afastaram durante a disputa eleitoral de 2014, sobretudo depois dos ataques que os dois partidos trocaram ainda no primeiro turno a partir da entrada de Marina Silva (PSB) na disputa. As relações se desgastaram ainda mais depois que o PSB resolveu apoiar Aécio Neves (PSDB) no segundo turno.

Petistas na Câmara não apenas acreditam que o partido poderá melhorar as relações com o PSB, como demonstram disposição em trabalhar por isso. Parte da estratégia que o PT tem em seus planos para tentar romper um certo isolamento em que se vê desde a derrota eleitoral e especialmente ao perder a presidência da Câmara.

Parte de bancada tem defendido a criação de uma frente de esquerda para contrapor o sentimento anti-PT que tem isolado o partido neste início de legislatura. Nessa estratégia, o reatamento com o PSB é visto como quase fundamental, e a partir da próxima semana petistas pretendem reconstruir pontes com os socialistas.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 Congresso | 09:00

PSDB é cada vez mais Eduardo Cunha

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Ninguém no PSDB duvida mais que a traição vai ser grande na eleição para a presidência da Câmara, no próximo fim de semana. Se não caminhar para a maioria, ficará perto disso, diz um deputado que participa de perto das negociações.

Muito tucano tem dito que ficou incomodado com o fato de o senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG), presidente do partido, ter prometido o apoio ao socialista Júlio Delgado (PSB-MG)  sem sequer fazer uma consulta aos deputados que estão de chegada para a nova legislatura. Até alguns quadros próximos do senador souberam da decisão quando ela já estava tomada.

Também tem peixe grande discordando da posição. O que circula no PSDB é que o senador eleito Tasso Jereissati (CE), por exemplo, acha que os colegas da Câmara deveriam mesmo ir de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Já o também senador José Serra (PSDB-SP) tem dito aos mais próximos que prefere o modelo atual. Por um motivo só: simplesmente não gosta do peemedebista.

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